{"id":7780,"date":"2014-10-02T14:00:29","date_gmt":"2014-10-02T14:00:29","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=7780"},"modified":"2014-10-01T20:32:52","modified_gmt":"2014-10-01T20:32:52","slug":"tecnologias-de-ponta-abrem-novas-possibilidades-para-exposicoes-arqueologicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/tecnologias-de-ponta-abrem-novas-possibilidades-para-exposicoes-arqueologicas\/","title":{"rendered":"Tecnologias de ponta abrem novas possibilidades para exposi\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/arqueologicas.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-7787\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/arqueologicas.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>J\u00e1 imaginou visitar uma exposi\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as arqueol\u00f3gicas centen\u00e1rias e poder pegar os itens na m\u00e3o, ao inv\u00e9s de apenas observ\u00e1-los em vitrines? At\u00e9 bem pouco tempo, a perspectiva era de fato apenas imagina\u00e7\u00e3o \u2013 por se tratarem de objetos muito fr\u00e1geis, os visitantes s\u00e3o expressamente proibidos de manuse\u00e1-los. De acordo com a <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/1950-1969\/L3924.htm\">legisla\u00e7\u00e3o<\/a>, a quebra de algum achado arqueol\u00f3gico se configura como crime contra o patrim\u00f4nio nacional. Mas avan\u00e7os significativos na \u00e1rea de imageamento e impress\u00e3o 3D nos \u00faltimos anos t\u00eam proporcionado a cria\u00e7\u00e3o de r\u00e9plicas de resina quase perfeitas, dispon\u00edveis ao toque sem qualquer impedimento.<\/p>\n<p>\u201cSomos arque\u00f3logos e falamos do mundo atrav\u00e9s das coisas, e nada melhor do que poder pegar os documentos na m\u00e3o\u201d, diz Paulo Zanettini, propriet\u00e1rio da empresa de arqueologia que organiza uma exposi\u00e7\u00e3o pioneira no Brasil, com recursos de impress\u00e3o 3D e realidade aumentada.<\/p>\n<div class=\"frase-materia componente_materia\">&#8220;Somos arque\u00f3logos e falamos do mundo atrav\u00e9s das coisas, e nada melhor do que poder pegar os documentos na m\u00e3o&#8221;<\/p>\n<div class=\"autor\">Paulo Zanettini, arque\u00f3logo<\/div>\n<\/div>\n<p>Para o professor de artes visuais Paulo Gon\u00e7alves, que conferiu a mostra itinerante <a href=\"http:\/\/www.zanettiniarqueologia.com.br\/olaria-metropole-agenda.html\">\u201cM\u00e3os no Barro da Cidade\u201d<\/a> na \u00faltima segunda-feira (29\/9), a novidade \u00e9 atraente para os mais jovens. \u201cMeus alunos iam curtir usar a tecnologia em qualquer exposi\u00e7\u00e3o, \u00e9 um atrativo quando tem a parte de coisas digitais para eles fu\u00e7arem\u201d. J\u00e1 o arquiteto Julian Seifert ressalta o potencial para reflex\u00f5es sobre a cidade. \u201cA rela\u00e7\u00e3o de tecnologia e arqueologia vem mais como uma rela\u00e7\u00e3o cr\u00edtica sobre o espa\u00e7o a nossa volta\u201d, diz.<\/p>\n<p>Ao visitar a mostra itinerante \u201cM\u00e3os no Barro da Cidade\u201d, que atualmente est\u00e1 na esta\u00e7\u00e3o Faria Lima do metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo, em Pinheiros, \u00e9 poss\u00edvel manipular c\u00f3pias praticamente id\u00eanticas de quatro objetos de cer\u00e2mica de mais de 300 anos, entre eles a f\u00f4rma de bolo mais antiga que se tem registro no pa\u00eds. Atrav\u00e9s de um aplicativo gratuito para smartphones e tablets, pode-se navegar pelo s\u00edtio arqueol\u00f3gico de onde foram retirados.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-4896\" style=\"max-width: 765px;\"><img loading=\"lazy\" class=\"img-responsive\" title=\"Guia da exposi\u00e7\u00e3o exibe r\u00e9plica da f\u00f4rma de bolo ao lado da cer\u00e2mica original (Foto: Zanettini Arqueologia\/Divulga\u00e7\u00e3o)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/7XizURQtOJ25jpbF-ZDaIfv2h74=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2014\/09\/30\/high_tech_06.jpg\" alt=\"Guia da exposi\u00e7\u00e3o exibe r\u00e9plica da f\u00f4rma de bolo ao lado da cer\u00e2mica original (Foto: Zanettini Arqueologia\/Divulga\u00e7\u00e3o)\" width=\"617\" height=\"462\" \/><label class=\"foto-legenda\" style=\"max-width: 765px;\">Guia da exposi\u00e7\u00e3o exibe r\u00e9plica da f\u00f4rma de bolo ao lado da cer\u00e2mica original (Foto: Zanettini Arqueologia\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/label><\/div>\n<p><span style=\"color: #22bcb7; font-size: 25px; font-weight: bold; letter-spacing: -0.025em; line-height: 1.42857; font-family: 'Archivo Narrow', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;\">A OLARIA<\/span><span style=\"color: #22bcb7; font-size: 25px; font-weight: bold; letter-spacing: -0.025em; font-family: 'Archivo Narrow', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 1.42857;\">\u00a0<\/span>As pe\u00e7as vieram daquele mesmo bairro, mais especificamente da regi\u00e3o do cruzamento da avenida Eus\u00e9bio Matoso com a Marginal Pinheiros \u2013 uma \u00e1rea de tr\u00e1fego intenso e grande especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria. Num quarteir\u00e3o pr\u00f3ximo dali, entre as ruas Butant\u00e3, Pais Leme e Amaro Cavalheiro, jazia soterrada uma olaria que operava no s\u00e9culo XVIII, aproveitando a abund\u00e2ncia de barro da regi\u00e3o da v\u00e1rzea do rio Pinheiros para produzir cer\u00e2micas diversas.<\/p>\n<p>O s\u00edtio arqueol\u00f3gico Pinheiros 2 foi descoberto em 2010 pela empresa <a href=\"http:\/\/www.zanettiniarqueologia.com.br\/index.phpv\">Zanettini Arqueologia<\/a> no terreno de um empreendimento imobili\u00e1rio da construtora Cyrela, de onde foram resgatados 50 mil fragmentos. Oito fornos tamb\u00e9m foram identificados, que devem ter produzido pelo menos 10 mil objetos de cer\u00e2mica ao longo de 100 anos. No geral as pe\u00e7as eram de boa qualidade, com cer\u00e2mica branca e regular. Apesar do formato europeu, algumas das leiteiras, frigideiras e potes apresentavam padr\u00f5es de decora\u00e7\u00e3o ind\u00edgenas e africanos, o que indica que a m\u00e3o de obra era diversificada \u2013 se era escrava ou n\u00e3o, ainda n\u00e3o se sabe.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de servir para a obten\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria prima, a f\u00e1brica se aproveitava do rio Pinheiros tamb\u00e9m para o transporte das mercadorias. \u201cN\u00e3o sabemos se as lou\u00e7as eram s\u00f3 para consumo local, mas sabemos que havia distribui\u00e7\u00e3o. Nada impede que essa olaria tenha produzido potes que chegaram com os bandeirantes no Mato Grosso ou na Amaz\u00f4nia\u201d, diz Zanettini.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-5343\" style=\"max-width: 765px;\"><img loading=\"lazy\" class=\"img-responsive\" title=\"Os quatro objetos cer\u00e2micos que comp\u00f5em a exposi\u00e7\u00e3o (Foto: Marcos Issa\/Divulga\u00e7\u00e3o)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/gQlh3AKUZedBJ3Be5-eLz1TkbTw=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2014\/09\/30\/foto4alta.jpg\" alt=\"Os quatro objetos cer\u00e2micos que comp\u00f5em a exposi\u00e7\u00e3o (Foto: Marcos Issa\/Divulga\u00e7\u00e3o)\" width=\"604\" height=\"402\" \/><label class=\"foto-legenda\" style=\"max-width: 765px;\">Os quatro objetos cer\u00e2micos que comp\u00f5em a exposi\u00e7\u00e3o (Foto: Marcos Issa\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/label><\/div>\n<p><span style=\"color: #22bcb7; font-size: 25px; font-weight: bold; letter-spacing: -0.025em; line-height: 1.42857; font-family: 'Archivo Narrow', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;\">ARQUEOLOGIA HIGH-TECH<\/span><span style=\"color: #22bcb7; font-size: 25px; font-weight: bold; letter-spacing: -0.025em; font-family: 'Archivo Narrow', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 1.42857;\">\u00a0<\/span>Al\u00e9m de proporcionarem novos recursos para as exposi\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas, o uso de tecnologias como o imageamento, modelamento e impress\u00e3o 3D tem se mostrado muito valioso em outros aspectos. Atrav\u00e9s da t\u00e9cnica, a comunidade internacional de pesquisadores pode trocar conhecimentos extremamente precisos e detalhados sobre objetos pela internet, e tamb\u00e9m os museus e institui\u00e7\u00f5es culturais passam a ser capazes de digitalizar seus acervos de forma efetiva \u2013 com a possibilidade de, se preciso, imprimir c\u00f3pias 100% iguais \u00e0s originais, que s\u00e3o caras e podem levar meses para serem conclu\u00eddas.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-894\" style=\"max-width: 300px;\"><img class=\"img-responsive\" style=\"width: 597px; height: 435px;\" title=\"Forma de bolo digitalizada (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/NdHXTKVlpLMKVU3VvpQxtf955AA=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2014\/09\/30\/forma.jpg\" alt=\"Forma de bolo digitalizada (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o)\" \/><label class=\"foto-legenda\" style=\"max-width: 300px;\">Forma de bolo digitalizada (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/label><\/div>\n<p>Este n\u00edvel de precis\u00e3o \u00e9 razoavelmente recente, e teve in\u00edcio por volta do ano 2000, quando come\u00e7aram a surgir os primeiros scanners 3D a laser que capturavam tanto a geometria quanto a cor dos objetos. Pouco depois, uma tecnologia chamada de \u201cnuvem de pontos\u201d permitiu a digitaliza\u00e7\u00e3o a n\u00edvel de m\u00edcrons (0,1 mil\u00edmetro), o que possibilitou a capta\u00e7\u00e3o de texturas e abriu caminho para as r\u00e9plicas perfeitas.<\/p>\n<p>\u201cO que estamos vendo \u00e9 a tend\u00eancia de se ter uma facilidade cada vez maior na aquisi\u00e7\u00e3o do modelo 3D \u2013 os pre\u00e7os dos scanners est\u00e3o diminuindo, e tecnologias com fotogrametria est\u00e3o melhorando cada vez mais\u201d, diz Nelson Multari, t\u00e9cnico de imageamento 3D da Universidade Western, do Canad\u00e1. Ele j\u00e1 foi parceiro de Paulo Zanettini em outros projetos, e aplicou treinamento para que um funcion\u00e1rio da empresa do arque\u00f3logo pudesse digitalizar as pe\u00e7as no Brasil. O processo \u00e9 conclu\u00eddo por Multari em um laborat\u00f3rio no Canad\u00e1. \u201cA ideia foi trazer toda a tecnologia e o conhecimento que adquiri no Canad\u00e1 e passar para o Paulo \u2013 \u00e9 dif\u00edcil achar coisas nesse n\u00edvel, s\u00e3o poucos os lugares no mundo que fazem\u201d, diz.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel baixar na App Store o <a href=\"https:\/\/itunes.apple.com\/us\/app\/mao-no-barro-da-cidade-expo\/id911164628?mt=8\">aplicativo da exposi\u00e7\u00e3o<\/a>: com ele, ao mirar seu dispositivo iOS no alvo da imagem abaixo, surgir\u00e1 o modelo digital interativo da f\u00f4rma de bolo.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-1417\"><img loading=\"lazy\" class=\"img-responsive\" title=\" (Foto:  )\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/42qDf4QBCgr8ZaHaZeFbPO7Fpwg=\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2014\/09\/30\/4_1.jpg\" alt=\" (Foto:  )\" width=\"637\" height=\"796\" \/><\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/www.zanettiniarqueologia.com.br\/imagens-olaria.html\">Neste link<\/a> voc\u00ea encontrar\u00e1 outras op\u00e7\u00f5es de folder para testar o recurso da realidade aumentada. Para explorar os objetos digitalizados em alt\u00edssima resolu\u00e7\u00e3o, clique sobre o nome de cada um: <a href=\"http:\/\/up3d.ca\/Zanettini\/piii_27.279.html\">f\u00f4rma de bolo<\/a>, <a href=\"http:\/\/up3d.ca\/Zanettini\/PiII_25.728.html\">pote<\/a>, <a href=\"http:\/\/up3d.ca\/Zanettini\/PiII_4562.html\">jarra<\/a>, <a href=\"http:\/\/up3d.ca\/Zanettini\/PiII_28.567.html\">frigideira<\/a> .<\/p>\n<div class=\"componente_materia\">\n<div class=\"intertitulo\">SERVI\u00c7O<\/div>\n<\/div>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o M\u00e3os no Barro da Cidade \u2013 S\u00e3o Paulo<br \/>\nEsta\u00e7\u00e3o Faria Lima da linha 4 amarela do metr\u00f4: de 29\/9 at\u00e9 4\/10, das 12h \u00e0s 20h<br \/>\nLargo da Batata: de 6\/10 at\u00e9 12\/10, das 10h \u00e0s 17h<br \/>\nEntrada gratuita.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>J\u00e1 imaginou visitar uma exposi\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as arqueol\u00f3gicas centen\u00e1rias e poder pegar os itens na<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":7787,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/arqueologicas.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/arqueologicas.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/arqueologicas.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/arqueologicas.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/arqueologicas.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/arqueologicas.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/arqueologicas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/arqueologicas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/arqueologicas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/arqueologicas.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"J\u00e1 imaginou visitar uma exposi\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as arqueol\u00f3gicas centen\u00e1rias e poder pegar os itens na","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7780"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7780"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7780\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7787"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7780"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7780"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7780"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}