{"id":76579,"date":"2020-03-01T00:00:12","date_gmt":"2020-03-01T03:00:12","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=76579"},"modified":"2020-03-01T20:56:05","modified_gmt":"2020-03-01T23:56:05","slug":"caes-reconhecem-a-propria-raca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/caes-reconhecem-a-propria-raca\/","title":{"rendered":"Ser\u00e1 que, quando encontra um outro animal parecido consigo, o cachorro o trata de maneira diferente? A ci\u00eancia diz que n\u00e3o"},"content":{"rendered":"<header class=\"article-header\">\n<h1><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/viver-bem\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/bigstock-Beagle-Dogs-8023113-600x400.jpg\" alt=\"Resultado de imagem para Cachorro brincando com cachorro\" width=\"639\" height=\"427\" \/><\/h1>\n<h1 class=\"article-title\">C\u00e3es reconhecem a pr\u00f3pria ra\u00e7a?<\/h1>\n<div class=\"article-author\">Por\u00a0<strong>Diego Molina<\/strong><\/div>\n<p><strong>PERGUNTA<\/strong>\u00a0Pedro Greco, Rio de Janeiro, RJ<\/p>\n<p><strong>Muito provavelmente n\u00e3o.<\/strong>\u00a0Embora especialistas em comportamento animal j\u00e1 tenham observado cachorros se reunindo em grandes grupos de ra\u00e7as iguais e por tempo prolongado, esse fen\u00f4meno poderia ser apenas um h\u00e1bito relacionado\u00a0<span class=\"textoDestaque\">\u00e0<\/span>\u00a0mem\u00f3ria \u2013 uma lembran\u00e7a de momentos dos filhotes com sua m\u00e3e. Mas, por enquanto, ainda n\u00e3o h\u00e1 pesquisa contundente que comprove um \u201cracismo\u201d canino. No m\u00e1ximo, eles conseguem sacar quem \u00e9 cachorro e quem n\u00e3o \u00e9: em um estudo da Universidade de Paris e da Escola Nacional de Veterin\u00e1ria de Lyon, ambas na Fran\u00e7a, nove\u00a0<span class=\"textoDestaque\">c\u00e3es<\/span>\u00a0treinados foram capazes de identificar, em 140 pares de fotos, quais delas mostravam outros animais (inclusive humanos) e quais mostravam um c\u00e3o (independentemente da\u00a0<span class=\"textoDestaque\">ra\u00e7a<\/span>).<\/p>\n<p><strong>ESTRESSE P\u00d3S-TRAUM\u00c1TICO<br \/>\n<\/strong>H\u00e1 algumas exce\u00e7\u00f5es. Por exemplo, uma experi\u00eancia traum\u00e1tica fixada na lembran\u00e7a. Se um poodle for atacado por um dobermann, \u00e9 poss\u00edvel que se afaste e demonstre medo quando passar por outros da mesma\u00a0<span class=\"textoDestaque\">ra\u00e7a<\/span>\u00a0ou parecidos. Seria uma esp\u00e9cie de\u00a0<strong>mem\u00f3ria de sobreviv\u00eancia.<\/strong>\u00a0O mesmo vale quando\u00a0<span class=\"textoDestaque\">c\u00e3es<\/span>\u00a0\u201csimpatizam\u201d com outros ou n\u00e3o: pode ser uma consequ\u00eancia de suas mem\u00f3rias, de sua postura (ser muito dominante ou submisso) ou de seus sentidos (um odor estranho que o afasta dos \u201ccolegas\u201d).<\/p>\n<p><strong>COISA DE FAM\u00cdLIA<br \/>\n<\/strong>Outra possibilidade \u00e9 o bichinho reconhecer seus irm\u00e3os da mesma ninhada ou at\u00e9 mesmo\u00a0<span class=\"textoDestaque\">a<\/span>\u00a0m\u00e3e, anos depois de serem separados. Isso depende do tempo que estiveram juntos nas primeiras semanas de vida, quando ocorre o\u00a0<strong>\u201cimprinting\u201d<\/strong>\u00a0(o momento em que o filhote se identifica com\u00a0<span class=\"textoDestaque\">a<\/span>\u00a0m\u00e3e e passa\u00a0<span class=\"textoDestaque\">a\u00a0<\/span>absorver dela os comportamentos e condutas caninas). \u00c9 prov\u00e1vel que o processo de imprinting aconte\u00e7a pelo olfato, que \u00e9 extremamente desenvolvido e eficiente nesses animais.<\/p>\n<p><strong>CONSULTORIA<\/strong>\u00a0Andrea Ribeiro, coordenadora do mestrado em sa\u00fade e bem-estar animal do Complexo Educacional FMU (S\u00e3o Paulo)<\/p>\n<\/header>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>C\u00e3es reconhecem a pr\u00f3pria ra\u00e7a? Por\u00a0Diego Molina PERGUNTA\u00a0Pedro Greco, Rio de Janeiro, RJ Muito provavelmente<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"C\u00e3es reconhecem a pr\u00f3pria ra\u00e7a? Por\u00a0Diego Molina PERGUNTA\u00a0Pedro Greco, Rio de Janeiro, RJ Muito provavelmente","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76579"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=76579"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76579\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=76579"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=76579"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=76579"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}