{"id":73680,"date":"2017-10-10T12:30:21","date_gmt":"2017-10-10T15:30:21","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=73680"},"modified":"2017-10-10T11:10:35","modified_gmt":"2017-10-10T14:10:35","slug":"melhoramento-genetico-do-nelore-aumenta-a-produtividade-e-reduz-impacto-ambiental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/melhoramento-genetico-do-nelore-aumenta-a-produtividade-e-reduz-impacto-ambiental\/","title":{"rendered":"Melhoramento gen\u00e9tico do nelore aumenta a produtividade e reduz impacto ambiental"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-73681\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Treze anos de pesquisas voltadas \u00e0s \u00e1reas de biotecnologia de reprodu\u00e7\u00e3o animal e gen\u00f4mica resultaram na cria\u00e7\u00e3o de uma nova linhagem de bovinos da ra\u00e7a nelore: a Nelore Myo, que apresenta hipertrofia muscular, garantindo maior produtividade para o produtor sem a necessidade de aumento de pastagens, o que resulta em menores custos ambientais.<\/p>\n<p>O animal musculoso que a imprensa j\u00e1 come\u00e7a a chamar de \u201cboi turbinado\u201d apresenta uma muta\u00e7\u00e3o em um gene que produz a prote\u00edna miostatina, respons\u00e1vel pelo crescimento muscular. A inibi\u00e7\u00e3o desse gene aumenta a produ\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas musculares na fase embrion\u00e1ria. A muta\u00e7\u00e3o foi adquirida gra\u00e7as a cruzamentos com a ra\u00e7a Belgian Blue.<\/p>\n<p>Desenvolvido pela Deoxi Biotecnologia, laborat\u00f3rio de gen\u00f4mica criado pelo pesquisador Rodrigo Vitorio Alonso na cidade paulista de Ara\u00e7atuba, o projeto do Nelore Myo contou com apoio dos programas Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) e de Apoio \u00e0 Pesquisa em Empresas (PAPPE), da Financiadora de Estudos e Projetos, do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia (Finep), no \u00e2mbito de um acordo de coopera\u00e7\u00e3o entre as duas institui\u00e7\u00f5es (PIPE\/PAPPE-Subven\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p><b>Do laborat\u00f3rio ao pasto<\/b><\/p>\n<p>O projeto Nelore Myo encerrou a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/58683\/desenvolvimento-de-linhagem-congenita-de-bovinos-da-raca-nelore-com-mutacao-no-gene-da-miostatina\/\" target=\"_blank\"><b>Fase 3<\/b><\/a>\u00a0do PIPE \u2013 realizada simultaneamente com a Fase 2 \u2013 em dezembro de 2016 atingindo os objetivos propostos: obter um animal com genoma acima de 99% proveniente da ra\u00e7a Nelore, herdando da ra\u00e7a Belgian Blue apenas a muta\u00e7\u00e3o da miostatina, uma prote\u00edna que exerce efeito inibit\u00f3rio sobre o crescimento muscular. A muta\u00e7\u00e3o que inativa essa prote\u00edna associa-se ao crescimento exacerbado de m\u00fasculos \u2013 o que, para a pecu\u00e1ria, representa maior rendimento da carca\u00e7a (apenas a carne e ossos do animal, descartando-se cabe\u00e7a, membros e couro).<\/p>\n<p>\u201cEnquanto um boi Nelore atinge, normalmente, 53% a 55% de rendimento de carca\u00e7a, o Nelore Myo chega a 60%\u201d, afirma Alonso. Ele calcula que, em m\u00e9dia, h\u00e1 um aumento de at\u00e9 15% no rendimento de carca\u00e7a, cerca de tr\u00eas arrobas a mais. Considerando-se um valor m\u00e9dio de R$ 140 a arroba do boi, o produtor teria um ganho adicional de R$ 420 por cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Para chegar a esse resultado, o pesquisador realizou sucessivos cruzamentos monitorados por testes gen\u00e9ticos \u2013 para os quais contou com a colabora\u00e7\u00e3o do geneticista Amilcar Tanuri, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. \u201cPegamos uma ra\u00e7a europeia que teve essa muta\u00e7\u00e3o espontaneamente e fizemos a introgress\u00e3o dessa caracter\u00edstica\u201d, explica Alonso. Em gen\u00e9tica, a introgress\u00e3o \u00e9 a transfer\u00eancia de um gene de uma ra\u00e7a ou linhagem para outra ap\u00f3s v\u00e1rios cruzamentos.<\/p>\n<p>O pesquisador partiu do cruzamento de um touro Belgian Blue homozigoto com a muta\u00e7\u00e3o (ou AA, na linguagem da gen\u00e9tica) com uma vaca Nelore homozigota sem a muta\u00e7\u00e3o (aa). A primeira gera\u00e7\u00e3o foi de um animal (heterozigoto) com 50% das caracter\u00edsticas de cada ra\u00e7a. Contudo, como o europeu Belgian Blue n\u00e3o se adapta t\u00e3o bem ao nosso clima como o Nelore de origem indiana, o objetivo do pesquisador era desenvolver um Nelore t\u00e3o puro quanto poss\u00edvel. Por isso, novos cruzamentos dos animais heterozigotos com Nelore padr\u00e3o foram feitos para \u201cpurificar\u201d a linhagem. Ao final de v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es os animais j\u00e1 s\u00e3o quase 100% puros, distinguindo-se apenas pela presen\u00e7a da muta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Rodrigo Alonso diz que existe um grande interesse no mercado por essa nova linhagem bovina e ele est\u00e1 firmando parcerias para multiplicar o rebanho. \u201cVinte mil doses de s\u00eamen foram coletadas com autoriza\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastaecimento, e ser\u00e3o distribu\u00eddas aos parceiros que tiverem interesse em participar desse empreendimento\u201d, afirma.<\/p>\n<p>O estabelecimento de parcerias com produtores rurais foi, ali\u00e1s, a maneira que o pesquisador encontrou para superar a maior dificuldade de realiza\u00e7\u00e3o de seu projeto: a falta de espa\u00e7o para sua cria\u00e7\u00e3o. \u201cOs produtores cediam espa\u00e7o em suas fazendas, com a garantia de que eu compraria os bezerros depois da desmama\u201d, explica o pesquisador.<\/p>\n<p>No pasto, Rodrigo Alonso v\u00ea o resultado de anos de pesquisas e se alegra por estar ajudando a diminuir a dist\u00e2ncia entre a universidade e o mercado. \u201cMuitas vezes o pesquisador desenvolve um \u00f3timo trabalho que termina na publica\u00e7\u00e3o de um\u00a0<i>paper<\/i>, e uma grande riqueza acaba escondida na gaveta. Muito cedo descobri que meu objetivo era fazer pesquisa aplicada, transformando conhecimento num processo ou produto e levando at\u00e9 o campo. Sou um empres\u00e1rio cientista\u201d, brinca.<\/p>\n<p><b>Apoio desde a pesquisa b\u00e1sica<\/b><\/p>\n<p>A pesquisa que resultou no Nelore Myo come\u00e7ou em julho de 2013, mas a hist\u00f3ria dessa conquista cient\u00edfica remonta ao ano de 2000, quando Alonso, ent\u00e3o estudante de Veterin\u00e1ria na Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Ara\u00e7atuba, fez seu primeiro\u00a0<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/40514\/vascularizacao-arterial-do-esofago-do-peru-meleagris-gallopavo-linnaeus-1758\/\" target=\"_blank\"><b>projeto de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/b><\/a>\u00a0com bolsa da FAPESP. \u201cA FAPESP tem me apoiado desde a gradua\u00e7\u00e3o\u201d, ele destaca. O pesquisador conta que esse primeiro projeto, sob orienta\u00e7\u00e3o do professor Wilson Machado de Souza, era um estudo de anatomia. \u201cPercebi que n\u00e3o era ci\u00eancia b\u00e1sica o que eu queria fazer, mas o conhecimento adquirido foi fundamental para as pesquisas seguintes\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Ainda na faculdade, em 2001, sob orienta\u00e7\u00e3o do bioqu\u00edmico Jos\u00e9 Fernando Garcia, Alonso estudou t\u00e9cnicas de biotecnologias da reprodu\u00e7\u00e3o animal que lhe permitiram fazer bi\u00f3psias de embri\u00f5es sem mat\u00e1-los. Desse conhecimento nasceu a empresa Transfix, em 2004, oferecendo um servi\u00e7o inovador \u00e0 \u00e9poca: a tecnologia de sexagem de embri\u00f5es por testes de DNA. \u201cAt\u00e9 ent\u00e3o, os criadores de bovinos produziam embri\u00f5es e n\u00e3o sabiam se eram machos ou f\u00eameas at\u00e9 o 60\u00ba dia de gesta\u00e7\u00e3o.\u201d Contudo, o pr\u00f3prio desenvolvimento da \u00e1rea de biotecnologia acabou tornando o servi\u00e7o obsoleto. \u201cNo come\u00e7o de 2007 surgiu o s\u00eamen sexado e passou a n\u00e3o haver muito mais sentido fazer bi\u00f3psia de embri\u00e3o para identificar o sexo\u201d, diz Alonso.<\/p>\n<p>Come\u00e7avam a se desenvolver, ent\u00e3o, tecnologias de sele\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica assistidas por marcadores moleculares, que s\u00e3o regi\u00f5es do DNA associadas com caracter\u00edsticas de interesse \u2013 como ganho de peso ou precocidade sexual, no caso da pecu\u00e1ria. Quando identificou a demanda por marcadores moleculares Alonso inscreveu seu\u00a0<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/104728\/prospeccao-in-silico-e-padronizacao-de-novas-sondas-para-diagnostico-genetico-pre-implantacional-em\/\" target=\"_blank\"><b>primeiro projeto<\/b><\/a>\u00a0no Programa PIPE, voltado \u00e0 an\u00e1lise de genoma bovino.<\/p>\n<p>Esse projeto foi o pontap\u00e9 inicial da empresa Deoxi, fundada em 2008 em sociedade com a bi\u00f3loga Francine Campagnari Guilhem. \u201cA Deoxi foi muito apoiada pela FAPESP tamb\u00e9m. Participamos de v\u00e1rios editais de subven\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e conseguimos levantar a fundo perdido aproximadamente R$ 4 milh\u00f5es em diferentes projetos.\u201d A Deoxi contou com o apoio do PIPE para os projetos &#8220;<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/7034\/desenvolvimento-de-teste-de-dna-para-a-selecao-de-touros-de-alta-fertilidade\/\" target=\"_blank\"><b>Desenvolvimento de teste de DNA para a sele\u00e7\u00e3o de touros de alta fertilidade<\/b><\/a>&#8221; e &#8220;<b><a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/56604\/uso-de-arrays-genomicos-de-alta-resolucao-e-next-generation-sequencing-no-diagnostico-de-deficiencia\/\" target=\"_blank\">Uso de arrays gen\u00f4micos de alta resolu\u00e7\u00e3o e Next Generation Sequencing no diagn\u00f3stico de defici\u00eancia mental e anomalias cong\u00eanitas<\/a><\/b>&#8220;.<\/p>\n<p>A Deoxi se consolidou no mercado brasileiro oferecendo o servi\u00e7o de an\u00e1lise de marcadores moleculares, que antes era feito apenas nos Estados Unidos. Ao crescer, come\u00e7ou a chamar a aten\u00e7\u00e3o de empresas concorrentes do exterior, incluindo a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.neogen.com\/en\/\" target=\"_blank\"><b>Neogen Corporation<\/b><\/a>, empresa mundial de gen\u00f4mica animal. Interessada em ingressar no mercado brasileiro, essa empresa norte-americana fez uma oferta de compra que Alonso considerou irrecus\u00e1vel: \u201cA Neogen chegou com capital para investir no crescimento da gen\u00f4mica animal no pa\u00eds. E a gente tinha o dom\u00ednio da tecnologia e do mercado. A palavra que mais ouvimos durante as transa\u00e7\u00f5es foi sinergia\u201d, lembra Alonso.<\/p>\n<p>Durante as negocia\u00e7\u00f5es, em 2016, o projeto Nelore Myo ainda estava em andamento na FAPESP. No contrato de venda da Deoxi o pesquisador \u2013 que passou a ser gerente-geral da\u00a0<a href=\"http:\/\/www.neogendobrasil.com.br\/\" target=\"_blank\"><b>Neogen no Brasil<\/b><\/a>\u00a0\u2013 fez quest\u00e3o de assinalar que o projeto Nelore Myo n\u00e3o participaria da aquisi\u00e7\u00e3o. Dessa forma, o projeto n\u00e3o foi vendido para a Neogen. \u201cEstou estruturando uma nova empresa, que se chamar\u00e1 Nelore Myo. Ela trabalhar\u00e1 especificamente com melhoramento gen\u00e9tico e ser\u00e1 cliente da Neogen na \u00e1rea de an\u00e1lises gen\u00f4micas.\u201d<\/p>\n<p><b>Deoxi Biotecnologia<\/b><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.deoxi.com.br\/\" target=\"_blank\">www.deoxi.com.br<\/a><br \/>\nRua Duque de Caxias, 1.950, Bairro Saudade &#8211; CEP: 16020-225 &#8211; Ara\u00e7atuba \u2013 SP<br \/>\nFone: (18) 3301-9949<br \/>\n<a href=\"mailto:contato@deoxi.com.br\">contato@deoxi.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Treze anos de pesquisas voltadas \u00e0s \u00e1reas de biotecnologia de reprodu\u00e7\u00e3o animal e gen\u00f4mica resultaram<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":73681,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nelore.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Treze anos de pesquisas voltadas \u00e0s \u00e1reas de biotecnologia de reprodu\u00e7\u00e3o animal e gen\u00f4mica resultaram","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73680"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=73680"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73680\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/73681"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=73680"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=73680"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=73680"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}