{"id":73565,"date":"2017-10-08T09:54:59","date_gmt":"2017-10-08T12:54:59","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=73565"},"modified":"2017-10-08T09:57:09","modified_gmt":"2017-10-08T12:57:09","slug":"projeto-monitora-baleias-no-litoral-norte-de-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/projeto-monitora-baleias-no-litoral-norte-de-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Projeto monitora baleias no litoral norte de S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<h2><span class=\"author_alias\">Por Daniele Bragan\u00e7a<\/span><\/h2>\n<div class=\"post-content\">\n<div id=\"attachment_56126\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 649px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-56126\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Bryde-1024x683.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Bryde-1024x683.jpg 1024w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Bryde-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Bryde-600x400.jpg 600w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Bryde-278x185.jpg 278w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Bryde.jpg 1152w\" alt=\"A Baleia-de-Bryde, num raro momento em que resolveu dar o ar de sua gra\u00e7a. Foto: Arlaine Francisco.\" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">A Baleia-de-Bryde, num raro momento em que resolveu dar o ar de sua gra\u00e7a. Foto: Arlaine Francisco.<\/p>\n<\/div>\n<p>Observar baleias \u00e9 um exerc\u00edcio de paci\u00eancia. Principalmente se a esp\u00e9cie em quest\u00e3o for uma Bryde (<em>Balaenoptera edeni<\/em>), conhecida pela discri\u00e7\u00e3o. O borrifo denunciando a presen\u00e7a de uma apareceu no horizonte, perto do farol da Ponta Grossa, em Ilhabela (SP), no litoral norte do estado, por volta das 16h40 do dia 14 de setembro. Havia um cardume perto, indicado pelos mergulhos rasantes de atob\u00e1s (<em>Sula leucogaster<\/em>) e trinta-reis-de-bando (<em>Thalasseus acuflavidus<\/em>) na \u00e1gua. Em local de avistamento de baleias, cardume reunido \u00e9 indicativo de presen\u00e7a de Cet\u00e1ceos, j\u00e1 que a presen\u00e7a deles \u00e9 sin\u00f4nimo de alimento para elas.<\/p>\n<p>\u201cAli, na dire\u00e7\u00e3o 10 horas\u201d, diz Wagner, capit\u00e3o da Ballerina, a lancha Ferretti 530 usada no projeto \u201cBaleia \u00e0 Vista\u201d para fazer o monitoramento de Cet\u00e1ceos no litoral norte de S\u00e3o Paulo. Usar o ponteiro das horas como dire\u00e7\u00e3o no mar \u00e9 costume antigo que se mant\u00e9m pela simplicidade: a proa, parte da frente do barco, \u00e9 o marco 12 do rel\u00f3gio e a popa, parte traseira, \u00e9 o marco 6. Basta fingir que a dire\u00e7\u00e3o \u00e9 um rel\u00f3gio anal\u00f3gico para saber qual lado olhar quando algu\u00e9m grita 10 horas.<\/p>\n<p>O que n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o simples \u00e9 enxergar a \u201cpegada da baleia\u201d. As ondinhas geradas pela batida da barbatana na \u00e1gua deixam uma marca. \u00c9 a pegada que olhos treinados enxergam com facilidade.<\/p>\n<p>Por quase 40 minutos, a Baleia-de-Bryde brincou de esconde-esconde com a tripula\u00e7\u00e3o da Ballerina. Ora aparecia a leste, ora a oeste, num c\u00edrculo dif\u00edcil de acompanhar, talvez por desconfiar que a bordo da embarca\u00e7\u00e3o intrusa haviam tr\u00eas pessoas prontas para fotograf\u00e1-la. O zigue-zague feito com todo cuidado para n\u00e3o afast\u00e1-la, ou pior, n\u00e3o atropel\u00e1-la, rendeu boas risadas e algum medo, pois a colis\u00e3o com baleias \u00e9 uma das grandes causas do naufr\u00e1gio de embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A Bryde levou 20 minutos para reaparecer inteira, e n\u00e3o s\u00f3 o borrifo, agora mais pr\u00f3xima de Ilhabela. Logo em seguida surgiu outra, bem menor, provavelmente um filhote. As duas j\u00e1 haviam sido avistadas dois dias antes pelo pesquisador Manuel Albaladejo, do Instituto Argonauta para a Conserva\u00e7\u00e3o Costeira e Marinha, uma ONG que tem um projeto de monitoramento de praias da Bacia de Santos.<\/p>\n<div id=\"attachment_56131\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 650px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-56131\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/A-dulpa.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/A-dulpa.jpg 400w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/A-dulpa-300x199.jpg 300w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/A-dulpa-278x185.jpg 278w\" alt=\"Julio Cardoso e Arlaine Francisco aguardam o momento em que a Bryde aparecer na superf\u00edcie para fotograf\u00e1-la. Foto: Daniele Bragan\u00e7a.\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Julio Cardoso e Arlaine Francisco aguardam o momento em que a Bryde aparecer na superf\u00edcie para fotograf\u00e1-la. Foto: Daniele Bragan\u00e7a.<\/p>\n<\/div>\n<p>A apari\u00e7\u00e3o mais comemorada foi quando a baleia m\u00e3e apareceu quase ao lado do barco, a uns 30 metros de dist\u00e2ncia, quando a embarca\u00e7\u00e3o estava parada. Esta dist\u00e2ncia n\u00e3o \u00e9 grande para um bicho que pode chegar a 16,5 metros de comprimento e pesar 20 toneladas. Foi celebrado por gritos de euforia da tripula\u00e7\u00e3o. Ela era composta de Wagner, capit\u00e3o; Marcone, o auxiliar de capit\u00e3o; J\u00falio Cardoso, fundador do projeto \u201cBaleia \u00e0 Vista\u201d e dono da embarca\u00e7\u00e3o e Arlaine Francisco, bi\u00f3loga marinha e pesquisadora no projeto. A reportagem de ((o))eco tamb\u00e9m estava a bordo.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 comum uma Bryde dar as caras em S\u00e3o Paulo em setembro, por isso o entusiasmo do grupo. Ou pelo menos n\u00e3o se sabia que isso era comum. Mas esse entendimento est\u00e1 mudando a medida que novos avistamentos s\u00e3o registrados.<\/p>\n<p>Tirar um dia para navegar, observar e registrar baleias \u00e9 o que J\u00falio Cardoso faz desde 2004. S\u00e3o mais de 5 mil horas de navega\u00e7\u00e3o, 113 registros de 189 baleias na regi\u00e3o. J\u00e1 foram avistadas por Cardoso as esp\u00e9cies Bryde, Jubarte (<em>Megaptera novaeangliae<\/em>), Franca (<em>Eubalaena australis<\/em>), Minke (<em>Balaenoptera acutorostrata<\/em>) e at\u00e9 a famosa Orca (<em>Orcinus orca<\/em>), que n\u00e3o \u00e9 baleia, mas \u00e9 t\u00e3o grande quanto uma. Cardoso anota a esp\u00e9cie e a localiza\u00e7\u00e3o num arquivo detalhado de monitoramento de Cet\u00e1ceos.<\/p>\n<p>Advogado de forma\u00e7\u00e3o, administrador de empresa por profiss\u00e3o e entusiasta da vida marinha por escolha de vida, Cardoso reuniu seus dados e resolveu criar, junto com a bi\u00f3loga marinha Arlaine Francisco, o \u201cBaleia \u00e0 Vista\u201d, que acaba de formalizar uma parceria com o Projeto Baleia Jubarte, que trabalha na preserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie e monitora a ocorr\u00eancia da Jubarte no litoral da Bahia.<\/p>\n<p>O projeto funciona atrav\u00e9s de uma rede de cientistas amigos, que ajudam na identifica\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, e no cuidado de anotar, ponto por ponto, o avistamento delas. N\u00e3o h\u00e1 foco em uma \u00fanica esp\u00e9cie. O Baleia \u00e0 Vista tamb\u00e9m monitora a ocorr\u00eancia de aves\u00a0marinhas na regi\u00e3o, como albatroz-do-nariz-amarelo (<em>Thalassarche chlororhynchos<\/em>) e bobo-pequeno (<em>Puffinus puffinus<\/em>).<\/p>\n<p>\u201cDentro do mundo acad\u00eamico, as pessoas s\u00e3o muito fechadas e o acesso aos dados s\u00e3o acompanhados apenas na leitura de trabalhos acad\u00eamicos. E o perfil do J\u00falio \u00e9 completamente diferente. O perfil dele, que acaba sendo do projeto, \u00e9 conectar diferentes grupos e fazer essa informa\u00e7\u00e3o espalhar\u201d,\u00a0explica Arlaine Francisco, bi\u00f3loga marinha especializada em peixes marinhos e que agora est\u00e1 fazendo a transi\u00e7\u00e3o para o estudo de Cet\u00e1ceos.<\/p>\n<p><strong>Orca \u00e0 vista<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_56127\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 649px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-56127\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/orca-1024x683.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/orca-1024x683.jpg 1024w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/orca-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/orca-600x400.jpg 600w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/orca-278x185.jpg 278w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/orca.jpg 1152w\" alt=\"A orca macho. Foto: Monique Tayla\/Instituto Argonautas.\" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">A orca macho. Foto: Monique Tayla\/Instituto Argonauta.<\/p>\n<\/div>\n<p>Um exemplo de parcerias entre grupos de pesquisadores foi o avistamento de oito Orcas no \u00faltimo s\u00e1bado (30), que reuniu observadores de pelo menos tr\u00eas projetos: Instituto Argonauta, Baleia \u00e0 Vista e Projeto Baleias &amp; Golfinhos, do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Era manh\u00e3 quando Cardoso recebeu uma mensagem de que Orcas estavam perto da praia do Curral, em Ilhabela. A tripula\u00e7\u00e3o foi acionada para preparar o barco e as pesquisadoras Monique Tayla e a Amanda Fernandes, do Instituto Argonauta, junto com o secret\u00e1rio de Meio Ambiente de Ilhabela, Mauro Oliveira, foram fotografar o observar os maiores golfinhos do mundo nadando em grupo na costa paulistana. Dessa vez, Cardoso n\u00e3o estava a bordo.<\/p>\n<p>Dentre o grupo de Orcas, havia um macho que n\u00e3o passou despercebida pelo olhar atento da bi\u00f3loga Liliane Lodi, que monitora cet\u00e1ceos na costa fluminense. Liliane recebeu as fotos do monitoramento porque o Projeto Baleias &amp; Golfinhos do Rio de Janeiro, do qual faz parte, \u00e9 parceiro do Baleia \u00e0 Vista, e verificou que esse esp\u00e9cime j\u00e1 havia sido fotografado em setembro de 1993, no Rio de Janeiro. O macho Orca passeia h\u00e1 pelo menos 24 anos por \u00e1guas brasileiras.<\/p>\n<p>\u201cEssa Orca macho possui uma nadadeira dorsal bem caracter\u00edstica, o que possibilitou identific\u00e1-la assim que me mandaram a fotografia. Eu sabia que j\u00e1 tinha visto esse animal e confirmei nos arquivos que se tratava de uma Orca j\u00e1 fotografada na d\u00e9cada de 90\u201d, afirma Liliane Lodi.<\/p>\n<p>Agora, uma p\u00e1gina no Facebook \u201c<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/media\/set\/?set=oa.847340742094072&amp;type=1\">Onde est\u00e3o as Baleias e Golfinhos?<\/a>\u201d, canal dedicado \u00e0 ci\u00eancia cidad\u00e3, est\u00e1 promovendo um concurso para escolher o nome da Orca macho. As sugest\u00f5es ser\u00e3o aceitas at\u00e9 o dia 10 de outubro. A rela\u00e7\u00e3o dos nomes sugeridos ser\u00e1 publicada no dia seguinte e a vota\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 aberta at\u00e9 o dia 15 de outubro. Quem quiser participar, \u00e9 s\u00f3 entrar no grupo, sugerir e depois votar.<\/p>\n<p>Financiado pelo Instituto Mar Adentro e SOS Mata Atl\u00e2ntica, o Projeto Baleias &amp; Golfinhos troca informa\u00e7\u00f5es, principalmente sobre avistamentos, com o projeto paulistano. Por fotografia comparada, \u00e9 poss\u00edvel verificar a rota da baleia ou golfinho em quest\u00e3o, e saber mais sobre os h\u00e1bitos das esp\u00e9cies.<\/p>\n<div id=\"attachment_56132\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 649px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-56132\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/MapaBaleias_FF_02-01-1024x683.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/MapaBaleias_FF_02-01-1024x683.jpg 1024w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/MapaBaleias_FF_02-01-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/MapaBaleias_FF_02-01-600x400.jpg 600w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/MapaBaleias_FF_02-01-278x185.jpg 278w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/MapaBaleias_FF_02-01.jpg 1152w\" alt=\"Mapa de avistamento de baleia. Imagem: Projeto Baleia \u00e0 Vista. \" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Mapa de avistamento de baleia. Imagem: Projeto Baleia \u00e0 Vista.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_56133\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 649px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-56133\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nadareiras-1024x683.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nadareiras-1024x683.jpg 1024w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nadareiras-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nadareiras-600x400.jpg 600w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nadareiras-278x185.jpg 278w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nadareiras.jpg 1152w\" alt=\"Nadadeiras s\u00e3o as digitais das baleias Jubartes. Pesquisadores trocam fotos para saber se uma esp\u00e9cime fotografada em determinado estado foi visto em outro. Imagem: Projeto Baleia \u00e0 Vista. \" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Nadadeiras s\u00e3o as digitais das baleias Jubartes. Pesquisadores trocam fotos para saber se uma esp\u00e9cime fotografada em determinado estado foi visto em outro. Imagem: Projeto Baleia \u00e0 Vista.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_56134\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 649px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-56134\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/toninha-1024x683.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/toninha-1024x683.jpg 1024w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/toninha-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/toninha-600x400.jpg 600w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/toninha-278x185.jpg 278w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/toninha.jpg 1152w\" alt=\"Quem est\u00e1 no mar tamb\u00e9m monitora a degrada\u00e7\u00e3o nele. Acima, o corpo de uma toninha (Phocoena phocoena) com marca no pesco\u00e7o aparece boiando no mar. \u00c9 o golfinho mais amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Foto: Daniele Bragan\u00e7a.\" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Quem est\u00e1 no mar tamb\u00e9m monitora a degrada\u00e7\u00e3o nele. Acima, o corpo de uma toninha com marca no pesco\u00e7o aparece boiando no mar. \u00c9 o golfinho mais amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Foto: Daniele Bragan\u00e7a.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_56135\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 650px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-56135\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Jubarte-1024x684.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Jubarte-1024x684.jpg 1024w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Jubarte-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Jubarte-600x401.jpg 600w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Jubarte-278x185.jpg 278w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Jubarte.jpg 1152w\" alt=\"Jubarte de 14 metros fotografado em julho de 2016. Foto: J\u00falio Cardoso. \" width=\"640\" height=\"427\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Jubarte de 14 metros fotografado em julho de 2016. Foto: J\u00falio Cardoso.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Daniele Bragan\u00e7a A Baleia-de-Bryde, num raro momento em que resolveu dar o ar de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Por Daniele Bragan\u00e7a A Baleia-de-Bryde, num raro momento em que resolveu dar o ar de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73565"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=73565"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73565\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=73565"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=73565"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=73565"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}