{"id":73397,"date":"2017-10-04T15:10:12","date_gmt":"2017-10-04T18:10:12","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=73397"},"modified":"2017-10-04T15:11:16","modified_gmt":"2017-10-04T18:11:16","slug":"projeto-de-trilhas-de-longo-curso-brasileiras-comeca-a-sair-do-papel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/projeto-de-trilhas-de-longo-curso-brasileiras-comeca-a-sair-do-papel\/","title":{"rendered":"Projeto de trilhas de longo curso brasileiras come\u00e7a a sair do papel"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-73398\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Oiapoque \u00e9 um munic\u00edpio localizado no extremo norte do estado do Amap\u00e1 e do Brasil. Chu\u00ed, na dire\u00e7\u00e3o oposta, \u00e9 o ponto mais ao sul do pa\u00eds. Entre eles existem mais de 4 mil quil\u00f4metros &#8211; em linha reta. Esse caminho imagin\u00e1rio entre dois extremos brasileiros est\u00e1 em vias de n\u00e3o ser mais t\u00e3o fict\u00edcio assim. Aos poucos, a partir de trilhas regionais menores, est\u00e1 nascendo a grande Trilha Oiapoque x Chu\u00ed. O tra\u00e7ado ainda n\u00e3o est\u00e1 definido, nem precisa. A ideia \u00e9 que o percurso se construa de forma espont\u00e2nea e gradual, na medida em que, localmente, se implementem as trilhas, que funcionam como atrativos locais, por\u00e9m s\u00e3o pensadas para se encaixarem no tra\u00e7ado maior. \u201c\u00c9 como se estiv\u00e9ssemos construindo um grande quebra-cabe\u00e7as\u201d, explica o coordenador geral da Coordena\u00e7\u00e3o Geral de Uso P\u00fablico e Neg\u00f3cios (CGEUP) do\u00a0Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), Pedro da Cunha e Menezes.<\/p>\n<p>As sementes para constru\u00e7\u00e3o de um sistema brasileiro de trilhas de longo curso j\u00e1 est\u00e3o germinando. Entre os dias 21 e 24 de setembro, a\u00a0Floresta Nacional (Flona) de S\u00e3o Francisco de Paula, no Rio Grande do Sul, recebeu uma oficina de sinaliza\u00e7\u00e3o e manejo de trilhas. A capacita\u00e7\u00e3o, oferecida pelo ICMBio, ajudar\u00e1 os atores locais, gestores e volunt\u00e1rios, a constru\u00edrem o Caminho das Arauc\u00e1rias. O trajeto partir\u00e1 da \u00a0Floresta Nacional de Canela, passar\u00e1\u00a0pela unidade em\u00a0S\u00e3o Francisco de Paula e seguir\u00e1 em dire\u00e7\u00e3o ao norte, at\u00e9 o\u00a0Parque Nacional de S\u00e3o Joaquim\u00a0(SC), passando pelos parques nacionais ga\u00fachos\u00a0de Aparados da Serra\u00a0e\u00a0da Serra Geral. O trecho de 10 quil\u00f4metros da Flona \u00e9 o primeiro do percurso oficialmente implementado e sinalizado dentro do padr\u00e3o que deve orientar todas as travessias brasileiras, para uniformizar a linguagem: uma pegada amarela sob uma base preta, ou vice-versa, para indicar o sentido oposto. O modelo j\u00e1 \u00e9 usado na\u00a0Trilha Transcarioca\u00a0e no\u00a0Caminhos da Serra do Mar, no estado do Rio de Janeiro; na\u00a0Trilha Chico Mendes, na\u00a0Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre; e na\u00a0Floresta Nacional de Bras\u00edlia, no Distrito Federal.<\/p>\n<p>\u201cEssa \u00e9 uma articula\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios setores governamentais ou n\u00e3o, que inclui desde os usu\u00e1rios at\u00e9 as universidades da regi\u00e3o. Um projeto desta magnitude s\u00f3 se concretiza com a participa\u00e7\u00e3o de todos setores-atores envolvidos desde sua concep\u00e7\u00e3o\u201d, frisa Edenice Brand\u00e3o, gestora da Flona. Edenice explica ainda que a travessia, na qual a arauc\u00e1ria (<em>Araucaria angustifolia<\/em>) \u00e9 a grande protagonista, deve se expandir em outras dire\u00e7\u00f5es. \u201cExistem outros caminhos hist\u00f3ricos na regi\u00e3o que est\u00e3o sendo resgatados e ser\u00e3o inclu\u00eddos, na medida do poss\u00edvel, no projeto Caminho das Arauc\u00e1rias\u201d.<\/p>\n<div id=\"attachment_56152\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 649px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-56152\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Trilha-Chico-Mendes_DudaMenegassi-1.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Trilha-Chico-Mendes_DudaMenegassi-1.jpg 400w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Trilha-Chico-Mendes_DudaMenegassi-1-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Trilha-Chico-Mendes_DudaMenegassi-1-278x185.jpg 278w\" alt=\"A Trilha Chico Mendes, no Acre, atualmente possui cerca de 90 quil\u00f4metros. Foto: Duda Menegassi.\" width=\"639\" height=\"427\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">A Trilha Chico Mendes, no Acre, atualmente possui cerca de 90 quil\u00f4metros. Foto: Duda Menegassi.<\/p>\n<\/div>\n<p>A trilha \u00e9 um organismo vivo, como frisa Pedro Menezes. \u201cA defini\u00e7\u00e3o do percurso n\u00e3o ser\u00e1 feita pelo ICMBio, dentro de um escrit\u00f3rio. N\u00f3s iremos fomentar, com foco nas nossas \u00e1reas, a implementa\u00e7\u00e3o de caminhos que se encaixem nesse tra\u00e7ado maior. Ele ser\u00e1 definido de baixo para cima. Na medida em que as unidades manifestem seu interesse em implementar trilhas no seu per\u00edmetro. E o percurso pode mudar, ir melhorando\u201d, explica o coordenador. Fora do \u00e2mbito do ICMBio, essa implementa\u00e7\u00e3o acontecer\u00e1 atrav\u00e9s de institui\u00e7\u00f5es parceiras, sejam elas do munic\u00edpio, do estado, ONGs ou entidades privadas.<\/p>\n<p>No total, s\u00e3o quatro eixos que come\u00e7ar\u00e3o a esquadrinhar os caminhos das trilhas de longo curso no Brasil. Al\u00e9m de Oiapoque x Chu\u00ed, o Caminho de Cora Coralina ou Trilha Miss\u00e3o Cruls ligar\u00e1 a Chapada dos Veadeiros com o munic\u00edpio de Goi\u00e1s Velho, uma caminhada de aproximadamente 500 quil\u00f4metros que est\u00e1 sendo implementada com apoio do governo estadual. No Paran\u00e1, a Travessia Peabiru (nome provis\u00f3rio), conectar\u00e1 o\u00a0Parque Nacional do Igua\u00e7u\u00a0ao litoral paranaense, e j\u00e1 come\u00e7ou a sair do papel no entorno da unidade de conserva\u00e7\u00e3o. E um nome familiar aos mineiros, a\u00a0Estrada Real, atualmente percorrida por autom\u00f3veis e bicicleta, ir\u00e1 ganhar uma trilha em paralelo para ser percorrida tamb\u00e9m a p\u00e9, uma iniciativa que ser\u00e1 discutida junto com o\u00a0Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais\u00a0(IEF-MG).<\/p>\n<p>O diretor de Meio Ambiente da\u00a0Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Montanhismo e Escalada (CBME), Nelson Br\u00fcgger, comemora o nascimento do Caminho das Arauc\u00e1rias e a gradual abertura das \u00e1reas protegidas aos seus mais aficionados usu\u00e1rios: os montanhistas. \u201cAs trilhas de longo curso s\u00e3o muito boas para resgatar essa cultura de montanhismo que se perdeu com uma vis\u00e3o de \u00e1reas protegidas pouco democr\u00e1ticas\u201d, acredita Nelson. O diretor cr\u00ea ainda que as unidades e a pr\u00f3pria conserva\u00e7\u00e3o da natureza v\u00e3o ganhar um aliado com as trilhas. \u201cA grande import\u00e2ncia desses projetos \u00e9 que eles permitem o di\u00e1logo entre as gest\u00f5es e os praticantes, e constr\u00f3i uma rede de apoio \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas\u201d, ressalta.<\/p>\n<div id=\"attachment_56153\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 650px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-56153\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Flona-S%C3%A3o-Francisco-de-Paula_Jeremias_4-1.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Flona-S\u00e3o-Francisco-de-Paula_Jeremias_4-1.jpg 400w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Flona-S\u00e3o-Francisco-de-Paula_Jeremias_4-1-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Flona-S\u00e3o-Francisco-de-Paula_Jeremias_4-1-278x185.jpg 278w\" alt=\"Participantes da oficina, entre eles volunt\u00e1rios, fazem a sinaliza\u00e7\u00e3o a Flona. Foto: Jeremias Freitas.\" width=\"640\" height=\"427\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Participantes da oficina, entre eles volunt\u00e1rios, fazem a sinaliza\u00e7\u00e3o a Flona. Foto: Jeremias Freitas.<\/p>\n<\/div>\n<p>Al\u00e9m disso, com a consolida\u00e7\u00e3o do uso p\u00fablico, as unidades de conserva\u00e7\u00e3o ganham um aliado que tem se provado essencial: o volunt\u00e1rio. \u201cA pr\u00f3pria defini\u00e7\u00e3o de montanhismo envolve essas atividades de manejo e voluntariado em \u00e1reas naturais. Porque os montanhistas fazem isso h\u00e1 mais de 100 anos, s\u00f3 que antes a gente fazia e ningu\u00e9m ficava sabendo. Hoje isso \u00e9 valorizado\u201d, acrescenta Nelson.<\/p>\n<p>Na sinaliza\u00e7\u00e3o da Flona S\u00e3o Francisco de Paula, assim como na implementa\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o da Trilha Transcarioca, percurso de 180 quil\u00f4metros, a m\u00e3o de obra volunt\u00e1ria tem se provado fundamental. Esses volunt\u00e1rios representam atores locais que ir\u00e3o se tornar os principais fiscais da unidade de conserva\u00e7\u00e3o, com a vantagem de ter um alcance que vai para al\u00e9m daquela UC e, enquanto cidad\u00e3o, virar um defensor do patrim\u00f4nio natural na sociedade. \u201cA conserva\u00e7\u00e3o ganha aliados na sociedade civil que ir\u00e3o lutar e fazer press\u00e3o para que aqueles corredores de trilha sejam mantidos\u201d, comenta Pedro.<\/p>\n<p>Do ponto de vista econ\u00f4mico, o professor de turismo da Universidade de Caxias do Sul, Michel Bregolin, conta que a constru\u00e7\u00e3o local de trilhas cria novos produtos tur\u00edsticos que podem gerar renda para comunidades do interior que normalmente ficam \u00e0 margem de processos de desenvolvimento. \u201cUma quest\u00e3o muito importante nessa proposi\u00e7\u00e3o de trilhas de longo curso \u00e9 a capacidade de mobiliza\u00e7\u00e3o dos atores em n\u00edvel regional para efetiva\u00e7\u00e3o de pequenos trechos que, dentro de alguns anos, v\u00e3o compor uma trilha de longo curso. Isso permite que, de uma certa maneira, se criem novas possibilidades de oferta de servi\u00e7os para os visitantes, principalmente trabalhando com o turismo de base comunit\u00e1ria\u201d, explica o professor. \u201cNa Fran\u00e7a, por exemplo, onde existe uma trajet\u00f3ria maior com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s trilhas de longo curso, praticamente toda pequena comunidade rural busca ter uma pequena trilha ou tenta se integrar a esses processos para ter uma mobiliza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e se colocar enquanto desenvolvimento tur\u00edstico\u201d.<\/p>\n<p>Uma das trilhas de longo curso mais ic\u00f4nicas do mundo, a\u00a0<em>Appalachian Trail<\/em>, nos Estados Unidos, possui cerca de 3.500 quil\u00f4metros. Percorr\u00ea-la inteira pode levar de 5 a 7 meses. Por\u00e9m, essa n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica forma de usufruir do percurso. Em todos os 14 estados americanos pelos quais passa a travessia, h\u00e1 trechos que podem ser feitos em um \u00fanico dia. Ou seja, dentro dessa grande embalagem da\u00a0<em>Appalachian<\/em>, que funciona em \u00e2mbito nacional, existem m\u00faltiplos produtos menores, que funcionam como atrativos no \u00e2mbito local.<\/p>\n<div id=\"attachment_56162\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 649px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-56162 \" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Trilha-Transcarioca_Duda-Menegassi.jpg\" sizes=\"(max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Trilha-Transcarioca_Duda-Menegassi.jpg 1152w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Trilha-Transcarioca_Duda-Menegassi-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Trilha-Transcarioca_Duda-Menegassi-1024x683.jpg 1024w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Trilha-Transcarioca_Duda-Menegassi-600x400.jpg 600w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Trilha-Transcarioca_Duda-Menegassi-278x185.jpg 278w\" alt=\"trilha-transcarioca_duda-menegassi\" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Sinaliza\u00e7\u00e3o na Trilha Transcarioca, trajeto de 180km no Rio de Janeiro. Foto: Duda Menegassi<\/p>\n<\/div>\n<p>Al\u00e9m de futuros atrativos tur\u00edsticos regionais e nacionais, as trilhas funcionar\u00e3o como extensos\u00a0corredores ecol\u00f3gicos. Essa conex\u00e3o de \u00e1reas naturais serve como passagens de fauna e facilitam a troca e variabilidade gen\u00e9tica das esp\u00e9cies. Encarregado de uma miss\u00e3o maior de conectividade, que inclui at\u00e9 mesmo a conex\u00e3o institucional, o\u00a0Programa Conectividade de Paisagens, do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA)\u00a0tamb\u00e9m reconhece as trilhas como ferramentas importantes.<\/p>\n<p>O diretor do Departamento de \u00c1reas Protegidas do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, Warwick Manfrinato, um dos principais articuladores do programa, explica que \u201ca trilha de longo curso \u00e9 uma ferramenta, das mais eficientes, para voc\u00ea criar uma vis\u00e3o de conectividade, especialmente para o usu\u00e1rio, porque voc\u00ea d\u00e1 concretude para conex\u00e3o em n\u00edvel local\u201d. O programa ainda est\u00e1 sendo desenhado e s\u00f3 deve ficar pronto em novembro, mas o ICMBio ocupa uma das cadeiras nas reuni\u00f5es do projeto, ocupada por vezes pelo pr\u00f3prio Ricardo Soavinsky, presidente do ICMBio.<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o do presidente no processo de abertura das unidades de conserva\u00e7\u00e3o ao turismo e, consequentemente, da implementa\u00e7\u00e3o de trilhas e travessias, \u00e9 reconhecida por Pedro. \u201cO maior desafio \u00e9 come\u00e7ar a entender que o uso p\u00fablico n\u00e3o \u00e9 algo que s\u00f3 impacta, se ele for bem pensado, tamb\u00e9m \u00e9 uma ferramenta de conserva\u00e7\u00e3o. Com o Ricardo Soavinsky o ICMBio deu um salto nisso, porque ele tamb\u00e9m v\u00ea isso\u201d.<\/p>\n<p>Construir uma trilha como a Oiapoque x Chu\u00ed, com potencial de ser, n\u00e3o apenas maior, mas o dobro da\u00a0<em>Appalachian Trail<\/em>, com certeza leva tempo. Mas a partida, em escala local, j\u00e1 foi dada. As primeiras pe\u00e7as &#8211; e quil\u00f4metros &#8211; do quebra-cabe\u00e7as j\u00e1 est\u00e3o na mesa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oiapoque \u00e9 um munic\u00edpio localizado no extremo norte do estado do Amap\u00e1 e do Brasil.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":73398,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sinalizacao.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Oiapoque \u00e9 um munic\u00edpio localizado no extremo norte do estado do Amap\u00e1 e do Brasil.","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73397"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=73397"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73397\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/73398"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=73397"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=73397"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=73397"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}