{"id":73244,"date":"2017-10-01T12:33:09","date_gmt":"2017-10-01T15:33:09","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=73244"},"modified":"2017-10-01T12:33:09","modified_gmt":"2017-10-01T15:33:09","slug":"seguranca-alimentar-global-registra-a-primeira-queda-em-cinco-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/seguranca-alimentar-global-registra-a-primeira-queda-em-cinco-anos\/","title":{"rendered":"Seguran\u00e7a alimentar global registra a primeira queda em cinco anos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-73245\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A instabilidade pol\u00edtica, o crescimento da migra\u00e7\u00e3o e a queda nos investimentos p\u00fablicos impulsionaram a desacelera\u00e7\u00e3o<\/p>\n<ul>\n<li>Mais de 60% dos pa\u00edses avaliados no \u00faltimo estudo do \u00cdndice Global de Seguran\u00e7a Alimentar (GFSI), desenvolvido pelo Economist Intelligence Unit, registraram queda na pontua\u00e7\u00e3o do ano passado.<\/li>\n<li>A Irlanda ultrapassou os Estados Unidos e alcan\u00e7ou a primeira posi\u00e7\u00e3o do \u00cdndice Global de Seguran\u00e7a Alimentar. O resultado foi impulsionado pela recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do pa\u00eds ap\u00f3s a crise enfrentada entre 2008 \u2013 2010, al\u00e9m do alto investimento p\u00fablico em pesquisa e desenvolvimento (\u00e1rea na qual os Estados Unidos apresentaram decl\u00ednio).<\/li>\n<li>O agravamento da instabilidade pol\u00edtica e dos conflitos locais est\u00e3o afetando tanto os pa\u00edses pobres como os ricos, enquanto que a migra\u00e7\u00e3o conflita com os mecanismos de bem-estar social dos pa\u00edses impactados e com a capacidade de resposta das ag\u00eancias de ajuda global.<\/li>\n<li>A nova categoria de Recursos Naturais e Resili\u00eancia avalia o impacto do clima e dos riscos em recursos naturais na seguran\u00e7a alimentar, destacando como os pa\u00edses (desenvolvidos e subdesenvolvidos) est\u00e3o vulner\u00e1veis. Singapura, um pa\u00eds desenvolvido e com renda alta, por exemplo, n\u00e3o alcan\u00e7ou uma boa nota no ranking pela depend\u00eancia das importa\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas.<\/li>\n<li>A Europa e a Am\u00e9rica do Norte est\u00e3o propensas a inunda\u00e7\u00f5es e ao esgotamento de seus recursos de \u00e1gua doce. Enquanto isso, os estados mais pobres n\u00e3o t\u00eam resili\u00eancia e enfrentam maiores tens\u00f5es demogr\u00e1ficas, mas a prolifera\u00e7\u00e3o da agricultura de subsist\u00eancia (especialmente na \u00c1frica Subsaariana) \u00e9 uma oportunidade para o desenvolvimento de uma agricultura sustent\u00e1vel.<\/li>\n<\/ul>\n<p>S\u00e3o Paulo, 26 de setembro de 2017 \u2013 O \u00cdndice Global de Seguran\u00e7a Alimentar (Global Food Security Index \u2013 GFSI), patrocinado pela DuPont, \u00e9 um estudo anual que oferece um panorama para o entendimento da raiz dos problemas de inseguran\u00e7a alimentar, examinando a din\u00e2mica dos sistemas alimentares em todo o mundo. Trata-se de uma ferramenta \u00fanica de avalia\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a alimentar em n\u00edvel nacional, que aborda quest\u00f5es de acessibilidade, disponibilidade e utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos naturais em 113 pa\u00edses.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que o investimento p\u00fablico na agricultura continua em queda nas economias avan\u00e7adas e a instabilidade pol\u00edtica aumenta na maior parte das regi\u00f5es, o \u00edndice registrou queda na seguran\u00e7a alimentar ap\u00f3s quatro anos de ganhos consecutivos. A desacelera\u00e7\u00e3o dificulta o compromisso global de eliminar a fome at\u00e9 2030[1].<\/p>\n<p>A edi\u00e7\u00e3o 2017 do \u00cdndice Global de Seguran\u00e7a Alimentar apresenta uma nova categoria, Recursos Naturais e Resili\u00eancia, que avalia o impacto de fatores clim\u00e1ticos e dos riscos em recursos naturais na seguran\u00e7a alimentar.<\/p>\n<p>\u201cEstamos orgulhosos em saber que as organiza\u00e7\u00f5es e os governos utilizam o \u00cdndice Global de Seguran\u00e7a Alimentar como base para tomar decis\u00f5es que possam impulsionar melhorias no perfil de seguran\u00e7a alimentar dos pa\u00edses\u201d, destaca Krysta Harden, Vice-Presidente de Pol\u00edticas P\u00fablicas e Diretora de Sustentabilidade da DuPont. \u201cComo l\u00edderes no mercado agr\u00edcola, a inclus\u00e3o de um fator de an\u00e1lise focado no gerenciamento dos recursos naturais refor\u00e7a o nosso compromisso com o desenvolvimento de um sistema alimentar sustent\u00e1vel\u201d, finaliza.<\/p>\n<p>A inser\u00e7\u00e3o desta nova categoria evidencia a rela\u00e7\u00e3o que existe entre a seguran\u00e7a alimentar e os riscos clim\u00e1ticos. O impacto na vida e nos meios de subsist\u00eancia decorrente do aumento no volume dos oceanos poderia for\u00e7ar grandes movimentos populacionais, al\u00e9m de destruir grandes \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, uma tend\u00eancia j\u00e1 observada em Bangladesh.<\/p>\n<p>\u201cA combina\u00e7\u00e3o de migra\u00e7\u00f5es em massa com a perda de terras dispon\u00edveis para cultivo \u00e9 prejudicial para a seguran\u00e7a alimentar global. Os sistemas locais lutam para lidar com esta situa\u00e7\u00e3o. E, como resultado, o \u00cdndice Global de Seguran\u00e7a Alimentar destaca a import\u00e2ncia do governo, do setor privado, das organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais e de outras partes interessadas se unirem para amenizar \u2013 e se adaptarem \u2013 a tais riscos \u201c, refor\u00e7a Katherine Stewart, editora do relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>No entanto, pol\u00edticas de austeridade ainda prevalecem em todas as economias avan\u00e7adas \u2013 e em muitas economias emergentes \u2013 apesar da amea\u00e7a que as mudan\u00e7as nos padr\u00f5es clim\u00e1ticos, da seca, do aumento das chuvas e das inunda\u00e7\u00f5es representam para a seguran\u00e7a alimentar mundial. Os governos precisam investir em estrat\u00e9gias de redu\u00e7\u00e3o de risco de desastres naturais. Al\u00e9m disso, setores p\u00fablicos e privados devem trabalhar em conjunto para fornecer investimentos financeiros e as inova\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para garantir que o suprimento de alimentos seja suficiente para atender \u00e0s necessidades da crescente popula\u00e7\u00e3o global.<\/p>\n<p>Os custos envolvidos para atender \u00e0s futuras necessidades alimentares n\u00e3o devem ser um impeditivo. De acordo com as estimativas do Instituto Internacional de Pesquisa em Pol\u00edticas Alimentares (IFPRI) e do Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (IISD), o custo para alcan\u00e7ar o Objetivo de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel 2, ou seja, acabar com a fome global at\u00e9 2030, exigiria USD 11 bilh\u00f5es de investimento p\u00fablico extra por ano (valor menor que um d\u00e9cimo do custo estimado para recupera\u00e7\u00e3o do Texas, Estados Unidos, ap\u00f3s o furac\u00e3o Harvey). Certamente este valor n\u00e3o leva em considera\u00e7\u00e3o o desafio clim\u00e1tico global, mas, como mostra esta edi\u00e7\u00e3o do estudo, as autoridades precisam agir ou os desafios em seguran\u00e7a alimentar ser\u00e3o ainda maiores.<\/p>\n<p>Para saber mais sobre o \u00cdndice Global de Seguran\u00e7a Alimentar, acesse<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/foodsecurityindex.eiu.com\/\">http:\/\/foodsecurityindex.eiu.com<\/a><\/p>\n<p><strong>Brasil \u2013 Amea\u00e7a das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e independ\u00eancia agr\u00edcola<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil tamb\u00e9m est\u00e1 suscet\u00edvel aos impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. De acordo com a nova edi\u00e7\u00e3o do \u00cdndice Global de Seguran\u00e7a Alimentar (GFSI), o aumento da temperatura pode resultar em altera\u00e7\u00f5es no volume das chuvas e prejudicar algumas culturas, como a do caf\u00e9, at\u00e9 2050.<\/p>\n<p>No entanto, o Pa\u00eds apresenta o sistema de gerenciamento de riscos mais robusto da Am\u00e9rica Latina. Al\u00e9m disso, ele se destaca pela baixa depend\u00eancia da importa\u00e7\u00e3o de commodities agr\u00edcolas. No ano passado, os produtos agr\u00edcolas representaram apenas 6,2% do total das importa\u00e7\u00f5es. Nas exporta\u00e7\u00f5es, o Brasil foi destaque em soja (US$ 19,3 bilh\u00f5es), cana-de-a\u00e7\u00facar (US$ 10,4 bilh\u00f5es) e carne (US$ 6,1 bilh\u00f5es), de acordo com dados da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (2016). O Brasil tamb\u00e9m \u00e9 uma das na\u00e7\u00f5es mais produtivas no mercado de pescado e aquicultura, que garante renda para 3,5 milh\u00f5es de pessoas no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, a equipe do Economist Intelligence Unit alerta que os cortes nos or\u00e7amentos dedicados ao gerenciamento de riscos agr\u00edcolas podem comprometer a independ\u00eancia agr\u00edcola do Pa\u00eds. A equipe tamb\u00e9m chama aten\u00e7\u00e3o para a necessidade de melhorias na infraestrutura agr\u00edcola.<\/p>\n<p><strong>Sobre o \u00cdndice Global de Seguran\u00e7a Alimentar<\/strong><\/p>\n<p>O \u00cdndice Global de Seguran\u00e7a Alimentar avalia de forma \u00fanica a Acessibilidade, Disponibilidade e Qualidade &amp; Seguran\u00e7a de 113 pa\u00edses, e aplica um fator de ajuste aos resultados de seguran\u00e7a alimentar para levar em considera\u00e7\u00e3o os riscos relacionados ao clima e aos recursos naturais. O estudo \u00e9 um modelo de benchmarking quantitativo e qualitativo din\u00e2mico, constru\u00eddo a partir de 35 indicadores \u00fanicos, que medem o desempenho dos pa\u00edses avaliados. A seguran\u00e7a alimentar pode ser definida como o estado em que as pessoas t\u00eam, em todos os sentidos, acesso f\u00edsico, social e econ\u00f4mico a alimentos suficientes e nutritivos que atendam \u00e0s suas necessidades di\u00e1rias para uma vida saud\u00e1vel e ativa, com base na defini\u00e7\u00e3o estabelecida na C\u00fapula Mundial da Alimenta\u00e7\u00e3o de 1996.<\/p>\n<p><strong>Sobre o Economist Intelligence Unit (EIU)<\/strong><\/p>\n<p>O Economist Intelligence Unit (EIU) \u00e9 o bra\u00e7o de pesquisa do The Economist Group. Como o principal fornecedor mundial de intelig\u00eancia nacional, o EIU auxilia governos, institui\u00e7\u00f5es e empresas, fornecendo an\u00e1lises oportunas, confi\u00e1veis e imparciais das estrat\u00e9gias econ\u00f4micas e de desenvolvimento. Por meio da sua pr\u00e1tica de pol\u00edticas p\u00fablicas, o EIU fornece pesquisas baseadas em evid\u00eancias para os decisores pol\u00edticos e para as partes interessadas que procuram resultados mensur\u00e1veis, em \u00e1reas que v\u00e3o de g\u00eanero e finan\u00e7as a energia e seguran\u00e7a. Al\u00e9m disso, realiza pesquisas por meio de entrevistas, regulat\u00f3ria, modelagem quantitativa e previs\u00e3o, e exibe os resultados com o uso de ferramentas para visualiza\u00e7\u00e3o de dados interativos. Atrav\u00e9s de uma rede global com mais de 750 analistas e colaboradores, o EIU avalia continuamente e prev\u00ea as condi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, econ\u00f4micas e comerciais em mais de 200 pa\u00edses. Para mais informa\u00e7\u00f5es, acesse www.eiu.com ou siga nossa p\u00e1gina no Twitter (<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/theeiu\">www.twitter.com\/theeiu<\/a>) .<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A instabilidade pol\u00edtica, o crescimento da migra\u00e7\u00e3o e a queda nos investimentos p\u00fablicos impulsionaram a<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":73245,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/seguranca_alimentar.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A instabilidade pol\u00edtica, o crescimento da migra\u00e7\u00e3o e a queda nos investimentos p\u00fablicos impulsionaram a","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73244"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=73244"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73244\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/73245"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=73244"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=73244"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=73244"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}