{"id":73014,"date":"2017-09-26T14:30:31","date_gmt":"2017-09-26T17:30:31","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=73014"},"modified":"2017-09-26T08:05:07","modified_gmt":"2017-09-26T11:05:07","slug":"por-que-e-tao-dificil-pegar-uma-mosca-a-resposta-e-mais-interessante-do-que-voce-pensa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/por-que-e-tao-dificil-pegar-uma-mosca-a-resposta-e-mais-interessante-do-que-voce-pensa\/","title":{"rendered":"Por que \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil pegar uma mosca? A resposta \u00e9 mais interessante do que voc\u00ea pensa"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter\" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"37\">\n<p class=\"content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-73015\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Tente pegar uma mosca. Em pouco tempo, voc\u00ea se dar\u00e1 conta de que ela \u00e9 mais r\u00e1pida que voc\u00ea. Muito mais r\u00e1pida. Mas como, afinal, essas min\u00fasculas criaturas, com seus min\u00fasculos c\u00e9rebros, escapam t\u00e3o facilmente de n\u00f3s?<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"16\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A resposta \u00e9 que, comparada com humanos, as moscas essencialmente veem o mundo em c\u00e2mera lenta.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"53\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Como exemplo, imagine um rel\u00f3gio anal\u00f3gico. Os humanos veem os ponteiros se moverem em uma determinada velocidade. J\u00e1 uma tartaruga veria os ponteiros se movendo duas vezes mais r\u00e1pido. A maioria das moscas, por sua vez, perceberiam os ponteiros se movendo quatro vezes mais devagar. A percep\u00e7\u00e3o do tempo, portanto, varia por esp\u00e9cie.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"46\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os animais enxergam o mundo como se fosse um v\u00eddeo cont\u00ednuo. Na realidade, por\u00e9m, o que fazem \u00e9 conectar imagens enviadas dos olhos ao c\u00e9rebro em uma determinada quantidade de vezes por segundo. Para humanos, s\u00e3o 60 flashes por segundo. Para tartarugas, 15. E moscas, 250.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"3\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Tudo \u00e9 relativo<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"36\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A velocidade em que as imagens s\u00e3o processadas pelo c\u00e9rebro \u00e9 chamada de &#8220;frequ\u00eancia cr\u00edtica de fus\u00e3o de luz vacilante&#8221;. Em geral, quanto menor um animal, mais r\u00e1pido \u00e9 essa frequ\u00eancia. Moscas, em particular, nos humilham.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"29\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Um professor da Universidade de Cambridge, Roger Hardie, investiga como os olhos das moscas funcionam. Ele \u00e9 autor de um experimento que determina sua frequ\u00eancia cr\u00edtica de luz vacilante.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"26\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Essa frequ\u00eancia significa simplesmente em que velocidade uma luz deve ser ligada e desligada at\u00e9 que seja percebida ou vista como uma luz cont\u00ednua&#8221;, diz ele.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"66\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Em seu experimento, pequenos eletrodos de vidro foram inseridos nas c\u00e9lulas dos olhos das moscas que s\u00e3o sens\u00edveis a luz. Ent\u00e3o, luzes de LED foram exibidas em velocidades cada vez mais r\u00e1pidas. Cada flash produz uma pequena corrente el\u00e9trica nos receptores captada por um computador. Testes revelam que moscas podem ver at\u00e9 400 flashes por segundo, mais de seis vezes mais que a taxa dos humanos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"27\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A mosca-tigre \u00e9 a que tem a vis\u00e3o mais veloz. \u00c9 uma min\u00fascula esp\u00e9cie predadora encontrada na Europa que, com rea\u00e7\u00f5es ultrarr\u00e1pidas, ca\u00e7a outras moscas no ar.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"41\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Em seu &#8220;laborat\u00f3rio de moscas&#8221; na Universidade de Cambridge, a pesquisadora Paloma Gonzales-Bellido estuda o comportamento predador dessa esp\u00e9cie. Ela solta moscas-das-frutas com uma mosca-tigre em uma caixa e grava a intera\u00e7\u00e3o em c\u00e2mera lenta, capturando at\u00e9 mil frames por segundo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"30\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Segundo ela, a rea\u00e7\u00e3o humana \u00e9 t\u00e3o mais devagar que \u00e9 imposs\u00edvel observarmos essa intera\u00e7\u00e3o sem a ajuda de um computador. &#8220;Quando achamos que algo est\u00e1 acontecendo, j\u00e1 aconteceu&#8221;, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"3\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Mosca x mosca<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"33\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No come\u00e7o do experimento, a mosca-tigre fica parada. Quando uma mosca-da-fruta voa 7 cm acima dela, por\u00e9m, ela se move muito bruscamente, em um flash, e de repente est\u00e1 comendo a pobre presa.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"35\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">S\u00f3 vendo a grava\u00e7\u00e3o em c\u00e2mera lenta \u00e9 poss\u00edvel ver o que aconteceu: a mosca-tigre voou, circulou a mosca-da-fruta tr\u00eas vezes tentando captur\u00e1-la at\u00e9 que conseguiu, agarrando a presa com suas duas pernas da frente.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"29\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Isso tudo s\u00f3 durou um segundo. Para n\u00f3s, \u00e9 como um flash. Para as moscas, ent\u00e3o, nossa m\u00e3o tentando esmag\u00e1-las deve ser como uma lesma avan\u00e7ando em sua dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"27\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Essa velocidade incr\u00edvel da mosca-tigre, maior que a de outras moscas, se d\u00e1 porque h\u00e1 mais mitoc\u00f4ndrias (as &#8220;baterias&#8221; das c\u00e9lulas) em suas c\u00e9lulas receptoras de luz.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"24\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Essa vis\u00e3o veloz, portanto, demanda mais energia que a vis\u00e3o lenta &#8211; o que explica por que olhos t\u00eam diferentes frequ\u00eancias de luz vacilante.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"50\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A dieta carn\u00edvora das moscas-tigre lhes d\u00e1 mais combust\u00edvel para abastecer essas c\u00e9lulas. Mas mesmo se tiv\u00e9ssemos mais mitoc\u00f4ndrias nas c\u00e9lulas dos olhos, n\u00e3o ver\u00edamos o mundo de forma mais veloz. Isso porque os receptores sens\u00edveis das c\u00e9lulas dos olhos das moscas t\u00eam um design totalmente diferente do de vertebrados.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"29\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A diferen\u00e7a estrutural tem origem na evolu\u00e7\u00e3o. Os olhos de artr\u00f3podes e vertebrados, de moscas e humanos, respectivamente, foram desenvolvidos de forma completamente separada h\u00e1 700-750 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"3\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Teoria da corda<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"48\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os olhos de moscas evolu\u00edram de forma a perceber a luz por meio de estruturas em forma de cordas perpendiculares ao trajeto da luz. Essas estruturas reagem mecanicamente. Vertebrados, por sua vez, t\u00eam c\u00e9lulas como tubos posicionados na dire\u00e7\u00e3o da luz com elementos que reagem quimicamente a ela.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"12\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Hardie, o professor de Cambridge, estuda a estrutura dos olhos da mosca:<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"25\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;S\u00e3o mais sens\u00edveis. Podem reagir a uma pequena quantidade de luz e, com sua estrutura, respondem mais rapidamente que os olhos com tubos dos vertebrados&#8221;.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"64\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Hardie descobriu que a sensibilidade mais agu\u00e7ada est\u00e1 ligada \u00e0 rea\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica da luz, em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica. A rea\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica permite informa\u00e7\u00f5es neurais mais r\u00e1pidas. H\u00e1 ainda um limite \u00e0 velocidade em que os impulsos neurais podem viajar. Ent\u00e3o quanto menor a dist\u00e2ncia &#8211; como entre os olhos das moscas e seu c\u00e9rebro -, mais r\u00e1pido o processamento da luz pelos olhos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"45\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Alguns vertebrados t\u00eam vis\u00e3o muito mais r\u00e1pida que n\u00f3s. Animais que voam e animais que s\u00e3o pequenos parecem ter uma rela\u00e7\u00e3o com a vis\u00e3o r\u00e1pida. Deve ser porque animais pequenos t\u00eam que reagir de forma mais r\u00e1pida durante o voo para evitar obst\u00e1culos se aproximando.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"1\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Evolu\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"50\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Cientistas da Universidade de Uppsala, na Su\u00e9cia, descobriram que um p\u00e1ssaro chamado papa-moscas-preto, que ca\u00e7a moscas, conseguia identificar uma luz piscando 146 vezes por segundo de uma fonte cont\u00ednua de luz. \u00c9 duas vezes mais r\u00e1pido que a taxa dos seres humanos, mas ainda n\u00e3o t\u00e3o r\u00e1pido como uma mosca.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"15\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">P\u00e1ssaros, como moscas, veem os ponteiros de rel\u00f3gio um pouco mais devagar que os humanos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"49\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Existe uma press\u00e3o evolucion\u00e1ria nos ca\u00e7adores de mosca para ver os ponteiros do rel\u00f3gio mais devagar ainda, de forma a superar suas r\u00e1pidas presas. A vis\u00e3o mais em &#8220;c\u00e2mera lenta&#8221; permite que p\u00e1ssaros comam mais, se reproduzam mais e, com a evolu\u00e7\u00e3o, transmitam essa vis\u00e3o veloz a futuras gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"24\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">As rea\u00e7\u00f5es das presas tamb\u00e9m evoluem para que possam escapar dos predadores, criando uma corrida evolucion\u00e1ria que existe h\u00e1 mais tempo que os p\u00e1ssaros.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"37\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A pr\u00f3xima vez que tentar esmagar uma mosca, ent\u00e3o, n\u00e3o se desaponte tanto. Suas rea\u00e7\u00f5es de tartaruga est\u00e3o sendo frustradas por milh\u00f5es de anos de sele\u00e7\u00e3o natural que permitem as moscas enxergarem suas tentativas em c\u00e2mera lenta.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"9\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Entre voc\u00ea e a mosca, o tempo \u00e9 relativo.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tente pegar uma mosca. Em pouco tempo, voc\u00ea se dar\u00e1 conta de que ela \u00e9<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":73015,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/mosca.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Tente pegar uma mosca. Em pouco tempo, voc\u00ea se dar\u00e1 conta de que ela \u00e9","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73014"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=73014"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73014\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/73015"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=73014"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=73014"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=73014"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}