{"id":72552,"date":"2017-09-18T10:44:18","date_gmt":"2017-09-18T13:44:18","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=72552"},"modified":"2017-09-18T10:44:18","modified_gmt":"2017-09-18T13:44:18","slug":"grao-de-bico-produzido-em-go-conquista-o-mercado-internacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/grao-de-bico-produzido-em-go-conquista-o-mercado-internacional\/","title":{"rendered":"Gr\u00e3o-de-bico produzido em GO conquista o mercado internacional"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/grao_de_bico.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-72553\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/grao_de_bico-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/grao_de_bico-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/grao_de_bico.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O gr\u00e3o-de-bico \u00e9 uma leguminosa pouco conhecida em muitas regi\u00f5es do Brasil. O gr\u00e3o-de-bico, que \u00e9 utilizado cozido, entra em muitos pratos ensopado, em saladas e em uma pasta da culin\u00e1ria \u00e1rabe chamada homus. O cultivo do gr\u00e3o ainda \u00e9 muito pouco difundido no Brasil. Mas um projeto, que come\u00e7ou a ser desenvolvido em Goi\u00e1s, pretende mudar essa situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Brasil consome hoje cerca de oito mil toneladas de gr\u00e3o-de-bico por ano. Comparado a outras leguminosas, a demanda \u00e9 muito baixa. Por isso, at\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s, todo o produto comercializado no mercado interno era importado.<\/p>\n<div id=\"entenda_o_caso_329\" class=\"entenda-o-caso componente_materia\">A primeira e, por enquanto, \u00fanica fazenda do pa\u00eds a investir no plantio comercial do gr\u00e3o fica em Cristalina, no leste de Goi\u00e1s. O agricultor Osmar Artiaga deu o pontap\u00e9 inicial do cultivo.<\/div>\n<p>&#8220;Eu era produtor de feij\u00e3o. Feij\u00e3o tem um com\u00e9rcio muito inst\u00e1vel. Precisava de uma coisa que fosse mais definitivo, que n\u00e3o se consumisse somente no Brasil&#8221;, justifica Artiaga.<\/p>\n<p>Desde 2013, quando come\u00e7ou a planta\u00e7\u00e3o, o agricultor teve o acompanhamento de agr\u00f4nomos da\u00a0<a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/embrapa\/\">Embrapa<\/a>. Eles trabalharam no desenvolvimento das sementes.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio, o produtor apostou no mercado externo. No ano passado, fez o primeiro teste de exporta\u00e7\u00e3o com o envio de 50 toneladas do gr\u00e3o para a Col\u00f4mbia e os\u00a0<a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/emirados-arabes-unidos\">Emirados \u00c1rabes<\/a>. A aceita\u00e7\u00e3o foi al\u00e9m do esperado e outros pa\u00edses do Oriente M\u00e9dio demonstraram interesse na leguminosa. Toda a produ\u00e7\u00e3o da fazenda j\u00e1 est\u00e1 em negocia\u00e7\u00e3o. S\u00e3o 800 hectares plantados, que devem render duas mil toneladas do produto.<\/p>\n<p>O clima, especialmente do Centro Oeste, contribui pro cultivo da leguminosa, que se adapta bem aos per\u00edodos de chuva no in\u00edcio da planta\u00e7\u00e3o e \u00e0 seca na hora da colheita. O gr\u00e3o-de-bico exige menos \u00e1gua e n\u00e3o precisa de fungicida. Com isso o custo do cultivo de um hectare do gr\u00e3o \u00e9 cerca de 40% mais barato em rela\u00e7\u00e3o a, por exemplo, o de um hectare de feij\u00e3o. Isso em grande escala para o produtor que come\u00e7a na cultura faz muita diferen\u00e7a.<\/p>\n<p>O valor comercial do gr\u00e3o-de-bico \u00e9 o dobro do feij\u00e3o. O agricultor recebe R$ 240 pela saca com 60 quilos do gr\u00e3o. No ano passado a \u00cdndia, pa\u00eds que mais consome o gr\u00e3o no mundo, mostrou interesse em importar o produto do Brasil e anunciou um investimento de US$ 100 milh\u00f5es para o desenvolvimento e a produ\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os no pa\u00eds. O trabalho \u00e9 coordenado pela Embrapa.<\/p>\n<p>&#8220;Foi assinado um conv\u00eanio com a empresa indiana de sementes. N\u00f3s da Embrapa com parceiros j\u00e1 estamos testando isso nas condi\u00e7\u00f5es do Brasil para ver a viabilidade desses materiais indianos juntamente com nossos materiais. A ideia \u00e9 selecionar, indicar os melhores materiais para fomentar a produ\u00e7\u00e3o aqui e assim enviar para esses pa\u00edses asi\u00e1ticos&#8221;, explicou Warley Nascimento, agr\u00f4nomo da Embrapa.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Goi\u00e1s, os testes de cultivo do gr\u00e3o-de-bico acontecem no Rio Grande do Sul,\u00a0<a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/minas-gerais\">Minas Gerais<\/a>,\u00a0<a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/distrito-federal\">Distrito Federal<\/a>, Mato Grosso e\u00a0<a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/mato-grosso-do-sul\">Mato Grosso do Sul<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O gr\u00e3o-de-bico \u00e9 uma leguminosa pouco conhecida em muitas regi\u00f5es do Brasil. 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