{"id":70352,"date":"2017-08-07T09:00:33","date_gmt":"2017-08-07T12:00:33","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=70352"},"modified":"2017-08-06T18:17:41","modified_gmt":"2017-08-06T21:17:41","slug":"por-que-e-preciso-falar-sobre-o-iceberg-gigante-da-antartida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/por-que-e-preciso-falar-sobre-o-iceberg-gigante-da-antartida\/","title":{"rendered":"Por que \u00e9 preciso falar sobre o iceberg gigante da Ant\u00e1rtida?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-70356\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Um gigantesco\u00a0<a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticias-sobre\/iceberg\/\"><b>iceberg<\/b><\/a>\u00a0de 5.800 quil\u00f4metros quadrados (\u00e1rea igual a quatro vezes a cidade de S\u00e3o Paulo) e mais de 190 metros de espessura se\u00a0<a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/ciencia\/iceberg-gigante-se-desprende-da-antartid\/\">desprendeu de uma plataforma<\/a>\u00a0na\u00a0<a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticias-sobre\/antartida\/\"><b>Ant\u00e1rtida<\/b><\/a>\u00a0entre 10 e 12 de julho. Agora, segundo uma an\u00e1lise divulgada na \u00faltima quarta-feira (2), o enorme\u00a0<a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/ciencia\/iceberg-gigante-que-se-soltou-da-antartida-esta-se-fragmentando\/\">bloco de gelo est\u00e1 se fragmentando<\/a>, e ao menos 11 peda\u00e7os j\u00e1 foram identificados. Apesar da forma\u00e7\u00e3o de icebergs ser um evento comum e natural, os cientistas est\u00e3o acompanhando atentamente o enorme bloco de gelo, principalmente por causa dos s\u00e9rios impactos locais e at\u00e9 globais que ele poderia causar.<\/p>\n<p>Batizado de A68, o bloco de gelo de um trilh\u00e3o de toneladas que se desprendeu da plataforma Larsen C n\u00e3o \u00e9 o maior da hist\u00f3ria. Segundo o glaciologista brasileiro Jefferson Sim\u00f5es, coordenador do Centro Polar e Clim\u00e1tico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professor de Geografia Polar e Glaciologia na institui\u00e7\u00e3o, o maior iceberg de que se tem not\u00edcia at\u00e9 hoje foi formado na Ant\u00e1rtica em 1986, e possu\u00eda assustadores 210 quil\u00f4metros de comprimento por 91 quil\u00f4metros de largura (mais de 19.100 quil\u00f4metros quadrados). Ent\u00e3o, por que um bloco de gelo com pouco mais da metade dessa \u00e1rea est\u00e1 chamando tanta aten\u00e7\u00e3o dos pesquisadores?<\/p>\n<div class=\"gallery list\">\n<ul class=\"slides\">\n<li class=\"gallery-image\" data-mfp-src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/01\/larsenc_photo_2016315_lrg.jpg?quality=70&amp;strip=info&amp;w=920\"><strong class=\"gallery-title\">1. Descarga de gelo no oceano<\/strong>\n<div class=\"flex-image\"><img loading=\"lazy\" class=\"lazyautosizes lazyloaded\" title=\"Descarga de gelo no oceano\" src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/01\/larsenc_photo_2016315_lrg.jpg?quality=70&amp;strip=info&amp;w=920\" sizes=\"680px\" alt=\"Foto divulgada pela Nasa que mostra a fenda entre o iceberg e a plataforma Larsen C\" width=\"639\" height=\"426\" data-sizes=\"auto\" data-src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/01\/larsenc_photo_2016315_lrg.jpg?quality=70&amp;strip=info&amp;w=920\" \/><\/div>\n<p class=\"flex-caption\">Foto divulgada pela Nasa que mostra a fenda entre o iceberg e a plataforma Larsen C\u00a0<span class=\"image-credit\">(Reprodu\u00e7\u00e3o\/Nasa\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/span><\/p>\n<div class=\"flex-description\">\n<p>A maior preocupa\u00e7\u00e3o dos cientistas \u00e9 que a fragmenta\u00e7\u00e3o da plataforma Larsen C possa afetar a velocidade das geleiras que est\u00e3o ali, levando a s\u00e9rias consequ\u00eancias ambientais. Como explica o glaciologista Fernando Paolo, pesquisador do Instituto de Geof\u00edsica e F\u00edsica Planet\u00e1ria da Universidade da Calif\u00f3rnia, nos Estados Unidos, as geleiras s\u00e3o como enormes rios de gelo que seguem em dire\u00e7\u00e3o ao mar. As plataformas, por sua vez, t\u00eam o importante papel de regular a velocidade desses rios. Se uma plataforma perde uma parte grande da sua \u00e1rea, a capacidade de controlar o fluxo da geleira \u00e9 reduzida, e mais gelo acaba sendo descarregado no oceano, o que desestabiliza todo o continente.<\/p>\n<\/div>\n<\/li>\n<li class=\"gallery-image\" data-mfp-src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/07\/iceberg.gif?w=500\"><strong class=\"gallery-title\">2. Aumento indireto do n\u00edvel do mar<\/strong>\n<div class=\"flex-image\"><img loading=\"lazy\" class=\"lazyautosizes lazyloaded\" title=\"Aumento indireto do n\u00edvel do mar\" src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/07\/iceberg.gif?w=500\" sizes=\"680px\" alt=\"Imagens mostram o momento em que o iceberg se soltou da plataforma\" width=\"639\" height=\"478\" data-sizes=\"auto\" data-src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/07\/iceberg.gif?w=500\" \/><\/div>\n<p class=\"flex-caption\">Imagens mostram o momento em que o iceberg se soltou da plataforma\u00a0<span class=\"image-credit\">(Reprodu\u00e7\u00e3o\/Twitter)<\/span><\/p>\n<div class=\"flex-description\">\n<p>A forma\u00e7\u00e3o de um iceberg n\u00e3o influencia diretamente o n\u00edvel do mar, uma vez que as plataformas j\u00e1 est\u00e3o flutuando sobre a \u00e1gua e seu rompimento n\u00e3o altera a quantidade de gelo presente ali, mas pode levar a um aumento de maneira indireta. Segundo Sim\u00f5es, o maior risco \u00e9 quando as plataformas perdem tanta \u00e1rea \u2013 seja pela forma\u00e7\u00e3o de icebergs, seja pelo seu derretimento \u2013 que uma quantidade muito grande de gelo continental vai para o oceano, por causa da acelera\u00e7\u00e3o das geleiras. Considerando que a Ant\u00e1rtida \u00e9 coberta por um manto de gelo com 13,6 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados (1,6 vez o tamanho do Brasil), em camadas que podem chegar a 3 quil\u00f4metros de espessura, diz o pesquisador, se todo esse manto fosse parar no oceano o n\u00edvel das \u00e1guas poderia subir at\u00e9 meio metro, causando inunda\u00e7\u00f5es em diversas cidades costeiras.<\/p>\n<\/div>\n<p><strong class=\"gallery-title\">3. Rela\u00e7\u00e3o indeterminada com aquecimento global<\/strong><\/p>\n<div class=\"flex-image\"><img class=\"lazyautosizes lazyloaded\" title=\"Rela\u00e7\u00e3o indeterminada com aquecimento global\" src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/07\/suomi_2017-07-12.png?w=262\" sizes=\"680px\" alt=\"Imagem tirada em 12 de julho pela Nasa, que confirmou o desprendimento\" data-sizes=\"auto\" data-src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/07\/suomi_2017-07-12.png?w=262\" \/><\/div>\n<p class=\"flex-caption\">Imagem tirada em 12 de julho pela Nasa, que confirmou o desprendimento\u00a0<span class=\"image-credit\">(Divulga\u00e7\u00e3o\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/span><\/p>\n<div class=\"flex-description\">\n<p>Ainda que o aquecimento global n\u00e3o tenha sido indicado pelos estudiosos como a principal causa do rompimento na plataforma Larsen C, alguns cientistas ainda n\u00e3o descartam a possibilidade de que ele tenha desempenhado algum papel no evento. Ao contr\u00e1rio de Larsen A e B, na plataforma C n\u00e3o foi encontrada nenhuma po\u00e7a d\u2019\u00e1gua ou sinais de derretimento anormal. Por\u00e9m, segundo Sim\u00f5es, h\u00e1 v\u00e1rios indicativos de que o clima na Ant\u00e1rtida de forma geral foi muito afetado pelo aquecimento global, principalmente no que diz respeito \u00e0s correntes de vento e na temperatura das correntes marinhas, que est\u00e3o cada vez mais quentes. Por isso, \u00e9 poss\u00edvel que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas tenham acelerado a ruptura.<\/p>\n<\/div>\n<\/li>\n<li>\n<div id=\"abrAD_gallery_repeat2\" class=\"advertising lazyloaded\" data-abradid=\"abrAD_gallery_repeat2\" data-google-query-id=\"CMKN2sHAw9UCFceCkQodPrYFpQ\"><\/div>\n<\/li>\n<li class=\"gallery-image\" data-mfp-src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/07\/detachment-map.png?w=730\"><strong class=\"gallery-title\">4. Hist\u00f3rico de desaparecimento<\/strong>\n<div class=\"flex-image\"><img loading=\"lazy\" class=\"lazyautosizes lazyloaded\" title=\"Hist\u00f3rico de desaparecimento\" src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/07\/detachment-map.png?w=730\" sizes=\"680px\" alt=\"Mapa da Plataforma Larsen C mostrando a separa\u00e7\u00e3o do iceberg\" width=\"639\" height=\"537\" data-sizes=\"auto\" data-src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/07\/detachment-map.png?w=730\" \/><\/div>\n<p class=\"flex-caption\">Mapa da Plataforma Larsen C mostrando a separa\u00e7\u00e3o do iceberg\u00a0<span class=\"image-credit\">(Divulga\u00e7\u00e3o\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/span><\/p>\n<div class=\"flex-description\">\n<p>N\u00e3o \u00e9 a primeira vez na hist\u00f3ria recente que uma plataforma se rompe na Ant\u00e1rtida. Larsen A e Larsen B, que hoje n\u00e3o existem mais, tamb\u00e9m passaram por esse processo, em 1995 e 2002, respectivamente. Em ambos casos, cientistas come\u00e7aram a notar po\u00e7as d\u2019\u00e1gua na superf\u00edcie, indicando que o gelo estava derretendo. \u201cEssas po\u00e7as v\u00e3o aumentando e a plataforma vai ficando cada vez mais fr\u00e1gil, tornando mais f\u00e1cil o surgimento de outros icebergs. Isso se chama faturamento induzido por \u00e1gua\u201d, explica Paolo. Segundo o pesquisador, na \u00e9poca, os cientistas encararam as po\u00e7as como uma evid\u00eancia de que o fen\u00f4meno havia sido influenciado pelo aquecimento global. De tanto derreterem e se fragmentarem, ambas plataformas desapareceram. \u201cDesde o momento em que Larsen B come\u00e7ou a se debilitar, levou apenas duas semanas para que ela se desintegrasse completamente\u201d, conta. Sim\u00f5es tamb\u00e9m chama aten\u00e7\u00e3o para o fato de que cada vez mais plataformas est\u00e3o se rompendo na Ant\u00e1rtida, inclusive mais ao sul do continente, a parte mais fria. \u201cDesde 1991 e 1992 temos observado um aumento na forma\u00e7\u00e3o de icebergs, principalmente por causa das altera\u00e7\u00f5es ambientais, como mudan\u00e7as no vento, correntes marinhas mais quentes e aumento na temperatura\u201d, afirma.<\/p>\n<\/div>\n<p><strong class=\"gallery-title\">5. Obst\u00e1culos flutuantes<\/strong><\/p>\n<div class=\"flex-image\"><img loading=\"lazy\" class=\"lazyautosizes lazyloaded\" title=\"Obst\u00e1culos flutuantes\" src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/07\/iceberg.jpg?quality=70&amp;strip=info&amp;w=920\" sizes=\"680px\" alt=\"O bloco de gelo pesa um trilh\u00e3o de toneladas e pode viajar pelas correntes marinhas a qualquer parte do globo\" width=\"639\" height=\"426\" data-sizes=\"auto\" data-src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2017\/07\/iceberg.jpg?quality=70&amp;strip=info&amp;w=920\" \/><\/div>\n<p class=\"flex-caption\">O bloco de gelo pesa um trilh\u00e3o de toneladas e pode viajar pelas correntes marinhas a qualquer parte do globo\u00a0<span class=\"image-credit\">(Nasa\/Reuters)<\/span><\/p>\n<div class=\"flex-description\">\n<p>As \u00faltimas imagens de sat\u00e9lite do iceberg depois dele se soltar de Larsen C indicam que agora o bloco de gelo est\u00e1 se fragmentando. O maior peda\u00e7o chega a medir 13 quil\u00f4metros de extens\u00e3o \u2013 e, assim como os demais, pode viajar pelas das correntes marinhas a qualquer parte do mundo. \u201cOs fragmentos v\u00e3o parar nas correntes mais quentes, em dire\u00e7\u00e3o ao norte, e acabam derretendo lentamente\u201d, afirma Sim\u00f5es. Segundo ele, os blocos de gelo podem viajar longas dist\u00e2ncias antes de sumir completamente. Um peda\u00e7o do maior iceberg do mundo j\u00e1 foi encontrado flutuando no Uruguai. No entanto, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 possibilidade de que um desses blocos entrasse na rota de alguma embarca\u00e7\u00e3o e provocasse uma colis\u00e3o desastrosa, como ocorreu em 1912 com o navio Titanic, tanto Sim\u00f5es quanto Paolo concordam que seria pouco prov\u00e1vel. \u201cN\u00e3o \u00e9 como naquela \u00e9poca. Hoje em dia temos tecnologia para localizar icebergs desse tipo, dificilmente algo parecido com o Titanic aconteceria\u201d, diz Sim\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"abrAD_gallery_repeat3\" class=\"advertising lazyloaded\" data-abradid=\"abrAD_gallery_repeat3\" data-google-query-id=\"CNXd7MPAw9UCFQIRkQod7Z0N3A\"><\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um gigantesco\u00a0iceberg\u00a0de 5.800 quil\u00f4metros quadrados (\u00e1rea igual a quatro vezes a cidade de S\u00e3o Paulo)<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":70356,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/geleira.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Um gigantesco\u00a0iceberg\u00a0de 5.800 quil\u00f4metros quadrados (\u00e1rea igual a quatro vezes a cidade de S\u00e3o Paulo)","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70352"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=70352"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70352\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/70356"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=70352"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=70352"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=70352"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}