{"id":70253,"date":"2017-08-05T17:04:13","date_gmt":"2017-08-05T20:04:13","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=70253"},"modified":"2017-08-05T17:08:41","modified_gmt":"2017-08-05T20:08:41","slug":"parque-do-jaragua-reduto-verde-de-sao-paulo-necessita-de-cuidados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/parque-do-jaragua-reduto-verde-de-sao-paulo-necessita-de-cuidados\/","title":{"rendered":"Parque do Jaragu\u00e1: reduto verde de S\u00e3o Paulo necessita de cuidados"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-70254\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Quem sente falta de verde em S\u00e3o Paulo pode matar a sede de natureza na regi\u00e3o noroeste da capital, onde se encontra o Parque Estadual Jaragu\u00e1. Pr\u00f3ximo aos bairros Pirituba e Perus, com seus 492,98 hectares, a Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o de Prote\u00e7\u00e3o Integral \u00e9 reduto de um dos poucos remanescentes de Mata Atl\u00e2ntica da cidade. O local, que oferece o \u201crespiro\u201d necess\u00e1rio a quem precisa de sil\u00eancio e biodiversidade anda carecendo, no entanto, de um pouco mais de aten\u00e7\u00e3o e cuidado.<\/p>\n<p>O Parque Estadual do Jaragu\u00e1 pode ser acessado pelo km 18 da Rodovia Anhanguera. Foi tombado em 1983 pelo Conselho de Defesa do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico, Art\u00edstico, Arqueol\u00f3gico e Tur\u00edstico (Condephaat) e, em 1994, declarado N\u00facleo da Reserva da Biosfera do Cintur\u00e3o Verde da Cidade de S\u00e3o Paulo pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (Unesco). Certamente, um local fundamental para a qualidade de vida de quem vive em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>De acordo com informa\u00e7\u00f5es do\u00a0<a href=\"http:\/\/fflorestal.sp.gov.br\/planos-de-manejo\/planos-de-manejo-planos-concluidos\/plano-de-manejo-pe-do-jaragua\/\">plano de manejo<\/a>, publicado em 2010, o Parque abriga 149 esp\u00e9cies de avifauna, sendo 11% end\u00eamicas da Mata Atl\u00e2ntica, al\u00e9m de 11 esp\u00e9cies de mam\u00edferos silvestres. Entre a fauna despontam tucano do bico verde, pica-pau-an\u00e3o, gavi\u00e3o-carij\u00f3, caracar\u00e1, veado-mateiro, bicho-pregui\u00e7a, jaguatirica, sagui, macaco-prego. A flora, por sua vez, t\u00eam caracter\u00edsticas de zona de transi\u00e7\u00e3o, com savana arborizada e predomin\u00e2ncia de floresta ombr\u00f3fila densa. Abriga, por exemplo, palmito ju\u00e7ara, jatob\u00e1, aroeira, quaresmeira, ip\u00ea, cedro, jequitib\u00e1, \u00a0emba\u00faba, brom\u00e9lias, orqu\u00eddeas.<\/p>\n<p>Toda esta vida abundante se espalha pela vegeta\u00e7\u00e3o, que pode ser apreciada ao longo de quatro trilhas. A da \u201cBica\u201d, de 1.500 metros, termina em uma fonte de \u00e1gua formada por uma das nascentes. A gest\u00e3o do parque afirma que a \u00e1gua \u00e9 pr\u00f3pria para consumo. N\u00e3o raro, tem gente que aparece por l\u00e1 para abastecer gal\u00f5es vazios e lev\u00e1-los para casa. Outra trilha \u00e9 a do \u201cLago\u201d, tem 800 metros. A do \u201cSil\u00eancio\u201d tem 828 metros e \u00e9 adaptada a portadores de necessidades especiais e a do \u201cPai Z\u00e9\u201d tem 3.600 metros. Ao caminhar por elas, a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de que o local \u00e9 bem cuidado e mantido.<\/p>\n<p>A trilha mais longa \u00e9 a mais famosa, pois conduz at\u00e9 as proximidades do topo do Pico do Jaragu\u00e1, o mais alto da cidade, com 1.135 metros de altitude e um dos principais atrativos do Parque. L\u00e1 de cima, \u00e9 poss\u00edvel ter duas vis\u00f5es: uma alcan\u00e7a at\u00e9 55 quil\u00f4metros sobre a cidade de S\u00e3o Paulo. Outra, a poucos metros, j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o agrad\u00e1vel de se ver. Ambas s\u00e3o impressionantes.<\/p>\n<div id=\"attachment_54894\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 649px;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/20170708_143806.jpg\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/div>\n<p><strong>Faltam lixeiras, vigil\u00e2ncia e educa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A subida at\u00e9 o topo mais alto exige encarar uma escadaria com 241 degraus. A vis\u00e3o que desagrada observadores mais atentos no cuidado com a natureza \u00e9, de cara, a de 4 lixeiras danificadas. As mesmas est\u00e3o sem tampas ou com as laterais faltando \u2013 ou seja, jogar lixo no lixo, no ponto mais alto da montanha, \u00e9 o equivalente a jog\u00e1-lo no meio da natureza, em um dos redutos mais bonitos de Mata Atl\u00e2ntica da cidade. Com o vento sacolas pl\u00e1sticas, entre outros detritos, se espalham pela vegeta\u00e7\u00e3o. N\u00e3o raro, quatis aproximam-se das tais lixeiras e se alimentam do lixo deixado por humanos.<\/p>\n<p>A burocracia emperra a agilidade na substitui\u00e7\u00e3o das lixeiras do topo do pico, onde existem antenas de transmiss\u00e3o. Aquele espa\u00e7o estaria cedido ao uso de empresas que administram as antenas e, portanto, seria delas a \u201cresponsabilidade\u201d de manter o local limpo e com infraestrutura decente.<\/p>\n<p>Questionada, a\u00a0<a href=\"http:\/\/fflorestal.sp.gov.br\/\">Funda\u00e7\u00e3o Florestal<\/a>, que administra o parque, n\u00e3o soube dizer quais s\u00e3o essas empresas, mas afirma que \u201cexiste uma outra que faz a intermedia\u00e7\u00e3o entre a Funda\u00e7\u00e3o e as companhias que operam as antenas, a fim de garantir a zeladoria do espa\u00e7o\u201d, explica Diego Hernandes, gerente de unidades de conserva\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo. Apesar do imbr\u00f3glio para garantir o cuidado com o topo do pico, at\u00e9 outubro ser\u00e3o entregues cerca de 92 novas lixeiras ao Parque Estadual Jaragu\u00e1. Ele afirma que as lixeiras danificadas que ficam nas proximidades das antenas tamb\u00e9m ser\u00e3o substitu\u00eddas.<\/p>\n<p>De fato, \u00e9 necess\u00e1rio substituir as lixeiras de todo o local. Como muitas est\u00e3o sem tampas, abrem caminho a macacos que buscam por restos de refei\u00e7\u00f5es humanas, assim como fazem os quatis. Por se tratar de animais silvestres, isso \u00e9 um problema que necessita de r\u00e1pida solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o que deve ser solucionada com bastante efici\u00eancia \u00e9 a de falta de informa\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o de quem visita o parque. Quando a reportagem de ((o))eco esteve no topo do pico, n\u00e3o havia nenhum vigilante que orientasse as pessoas a n\u00e3o dar alimentos a animais. Crian\u00e7as, incentivadas por seus pais, abriam pacotes de salgadinho e pipoca doce e distribu\u00edam tais alimentos a quatis, cujo comportamento evidencia o h\u00e1bito, j\u00e1 estabelecido, de encontros com humanos que os alimentam. O h\u00e1bito de alimentar animais, realizado por adultos inclusive, tamb\u00e9m atinge macacos.<\/p>\n<div id=\"attachment_54895\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 649px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-54895\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/20170708_133800.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/20170708_133800.jpg 400w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/20170708_133800-300x224.jpg 300w\" alt=\"Quati no Parque Estadual de Jaragu\u00e1. Foto: Karina Miotto.\" width=\"639\" height=\"476\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Quati no Parque Estadual de Jaragu\u00e1. Foto: Karina Miotto.<\/p>\n<\/div>\n<p>\u201cEste \u00e9 um dos problemas de maior impacto devido \u00e0 visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica intensa. Os funcion\u00e1rios devem sempre informar que isso n\u00e3o \u00e9 permitido. Temos necessidade de ter mais colaboradores para atuar principalmente na comunica\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o ambiental\u201d, afirma Diego Hernandes. \u201cA alimenta\u00e7\u00e3o de animais n\u00e3o \u00e9 recomendada, mas ocorre regularmente\u201d, confirma Leiz da Silva Rosa, assessor t\u00e9cnico da\u00a0<a href=\"http:\/\/www.rbma.org.br\/index.asp\">Reserva da Biosfera da Mata Atl\u00e2ntica<\/a>.<\/p>\n<p>Gustavo Lopes do Esp\u00edrito Santo \u00e9 gestor do parque desde 2016. De acordo com ele, o maior desafio na manuten\u00e7\u00e3o do local fica por conta dos maus h\u00e1bitos dos visitantes. &#8220;Se as pessoas entendessem o conceito de unidade de conserva\u00e7\u00e3o, porque ela existe, o quanto impacta na melhoria de sua qualidade de vida, talvez ajudasse bastante&#8221;. O Parque abriga um centro de educa\u00e7\u00e3o ambiental, mas precisa intensificar pr\u00e1ticas que de fato resultem na educa\u00e7\u00e3o de seus milhares de visitantes.<\/p>\n<p>Para garantir o lixo no lixo, interrup\u00e7\u00e3o do ato de alimentar animais silvestres e a seguran\u00e7a do local, o Parque Estadual Jaragu\u00e1 conta com apenas 8 vigilantes terceirizados e 6 monitores ambientais. O n\u00famero reduzido se deve a \u201cuma quest\u00e3o de or\u00e7amento\u201d, de acordo com o gestor. \u201cEm uma situa\u00e7\u00e3o t\u00e3o latente do ponto de vista de restri\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias, temos procurado ter a\u00e7\u00f5es mais criativas e menos onerosas. A vigil\u00e2ncia do parque ocorre em parceria com a Pol\u00edcia Militar Ambiental e tamb\u00e9m contamos com o apoio de volunt\u00e1rios\u201d, afirma Diego. \u00a0Como solu\u00e7\u00e3o mais imediata para a quest\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o de animais, Diego manifestou a inten\u00e7\u00e3o de espalhar mais cartazes e sinaliza\u00e7\u00f5es pelo parque, desencorajando a pr\u00e1tica.<\/p>\n<p><strong>Press\u00e3o por ocupa\u00e7\u00e3o irregular<\/strong><\/p>\n<p>Uma fonte entrevistada pela reportagem que pediu para n\u00e3o ser identificada afirmou que o Parque Estadual do Jaragu\u00e1 est\u00e1 come\u00e7ando a sofrer com invas\u00f5es em seus limites. Diego Hernandes, no entanto, diz que isso n\u00e3o \u00e9 real. \u201cO Jaragu\u00e1 \u00e9 um dos \u00fanicos Parques do Estado de S\u00e3o Paulo que \u00e9 100% envolto por cerca e alambrado. N\u00e3o h\u00e1 invas\u00f5es na \u00e1rea. Temos pessoas que andam diariamente nas trilhas e no divisor da unidade para garantir sua seguran\u00e7a\u201d. O per\u00edmetro do parque \u00e9 de 11 km.<\/p>\n<div id=\"attachment_54896\" class=\"wp-caption alignright\" style=\"width: 649px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-54896\" src=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/divulga\u00e7\u00e3o.jpg 400w, http:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/divulga\u00e7\u00e3o-300x208.jpg 300w\" alt=\"Vista de torres de transmiss\u00e3o no Parque Estadual de Jaragu\u00e1. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o.\" width=\"639\" height=\"443\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Vista de torres de transmiss\u00e3o no Parque Estadual de Jaragu\u00e1. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<p>Se a quest\u00e3o da invas\u00e3o deixa d\u00favidas no ar, uma certeza \u00e9 a de que o Parque sofre press\u00f5es por ocupa\u00e7\u00e3o irregular em seu entorno. \u201cEsse \u00e9 um dos maiores problemas de unidades de conserva\u00e7\u00e3o em \u00e1reas urbanas no Brasil. Se voc\u00ea percorrer ao redor do Parque Estadual do Jaragu\u00e1, ver\u00e1 despejo de res\u00edduos como pneus, pets, sacos de entulhos de constru\u00e7\u00e3o civil e isso n\u00e3o deveria acontecer no entorno de unidades de conserva\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Leiz da Silva Rosa.<\/p>\n<p>Conforme os pr\u00f3prios dados do plano de manejo, no que se refere \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o, outras quest\u00f5es exigem constante aten\u00e7\u00e3o como a presen\u00e7a de animais dom\u00e9sticos (muitos s\u00e3o abandonados l\u00e1 dentro), as pr\u00f3prias antenas de comunica\u00e7\u00e3o, linhas de transmiss\u00e3o de energia el\u00e9trica, movimento intenso na Estrada Tur\u00edstica do Jaragu\u00e1, que d\u00e1 acesso ao pico, al\u00e9m de proximidade de rodovias e excesso de autom\u00f3veis no interior do parque.<\/p>\n<p>Diante dos desafios, o n\u00famero de visitantes s\u00f3 aumenta \u2013 a m\u00e9dia de 500 mil ao ano deve chegar a 600 mil em 2017. Se por um lado isso \u00e9 bom, porque mostra que mais pessoas est\u00e3o interessadas em aproveitar a natureza da cidade, por outro \u00e9 problema, j\u00e1 que nem todo mundo vai at\u00e9 l\u00e1 para aproveitar e, ao mesmo tempo, cuidar.<\/p>\n<p>A vigil\u00e2ncia dos per\u00edmetros do Parque Estadual Jaragu\u00e1, bem como sua manuten\u00e7\u00e3o cont\u00ednua \u00e9 vital para sua exist\u00eancia. Essencial, tamb\u00e9m, \u00e9 investir na educa\u00e7\u00e3o e sensibiliza\u00e7\u00e3o de seus visitantes principalmente em tempos onde a tend\u00eancia de visita\u00e7\u00e3o \u2013 e, portanto, press\u00e3o \u2013 aumentam.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem sente falta de verde em S\u00e3o Paulo pode matar a sede de natureza na<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":70254,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/jaragua.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Quem sente falta de verde em S\u00e3o Paulo pode matar a sede de natureza na","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70253"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=70253"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70253\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/70254"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=70253"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=70253"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=70253"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}