{"id":6900,"date":"2014-09-17T15:00:53","date_gmt":"2014-09-17T15:00:53","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=6900"},"modified":"2014-09-17T11:11:24","modified_gmt":"2014-09-17T11:11:24","slug":"diariamente-milhoes-de-motoristas-buscam-os-caminhos-mais-livres-para-trafegar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/diariamente-milhoes-de-motoristas-buscam-os-caminhos-mais-livres-para-trafegar\/","title":{"rendered":"Diariamente milh\u00f5es de motoristas buscam os caminhos mais livres para trafegar"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/mobilidade.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-6901\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/mobilidade.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>A mobilidade esteve no centro das reivindica\u00e7\u00f5es de junho de 2013, quando milhares de pessoas sa\u00edram \u00e0s ruas para reivindicar mais e melhores servi\u00e7os p\u00fablicos. O movimento conseguiu arrancar alguns gestores da letargia e dos investimentos cosm\u00e9ticos, no entanto, o problema do ir e vir nas regi\u00f5es metropolitanas n\u00e3o tem solu\u00e7\u00e3o \u00fanica nem receita universal. Especialistas e gestores reunidos em Belo Horizonte, no \u00faltimo dia 29,\u00a0 para mais uma edi\u00e7\u00e3o dos Di\u00e1logos Capitais \u2013 Metr\u00f3poles, realiza\u00e7\u00e3o de CartaCapital e do Instituto Envolverde, destacam a multiplicidade de cen\u00e1rios das cidades brasileiras e apontam que as solu\u00e7\u00f5es s\u00e3o muitas e que precisam ser integradas n\u00e3o apenas com as demandas presentes, mas com o planejamento das cidades se deseja para os pr\u00f3ximos anos e d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>A urbanista Herm\u00ednia Maricato, da USP, que j\u00e1 atuou no Minist\u00e9rio das Cidades e na Secretaria de Habita\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, defende que o transporte \u00e9 um importante vetor de desenvolvimento e que a implanta\u00e7\u00e3o de eixos de mobilidade \u201cdeve ser blindada dos movimentos de especula\u00e7\u00e3o que assolam as cidades brasileiras\u201d.\u00a0 O modelo de grandes corredores de mobilidade, seja de metr\u00f4, VLT ou BRT, n\u00e3o deveria, segundo a urbanista, servir para expulsar a popula\u00e7\u00e3o de menor renda, o que vem acontecendo na maioria das interven\u00e7\u00f5es feita nas cidades brasileiras.<\/p>\n<p>Uma das quest\u00f5es recorrentes nos debates sobre as quest\u00f5es metropolitanas \u00e9 o modelo de governan\u00e7a desses aglomerados de cidades, que t\u00eam interesses pol\u00edticos pr\u00f3prios e apesar de alguns fr\u00e1geis mecanismos de planejamento comum, n\u00e3o s\u00e3o, na maior parte dos casos, capazes de uma a\u00e7\u00e3o de mobilidade realmente integrada. Cada cidade se ocupa de transportes em sua \u00e1rea territorial e a vis\u00e3o de conjunto acaba ficando com o governo do estado, que tem mais o que fazer em territ\u00f3rios muito mais amplos.<\/p>\n<p>Segundo o prefeito M\u00e1rcio Lacerda, de Belo Horizonte, h\u00e1 situa\u00e7\u00f5es onde a pr\u00f3pria jurisdi\u00e7\u00e3o \u00e9 contestada, porque as cidades est\u00e3o conturbadas e os cidad\u00e3os j\u00e1 n\u00e3o percebem mais onde come\u00e7a uma e termina a outra. \u201cOs mecanismos institucionais de gest\u00e3o metropolitana precisam ser melhorados\u201d, explica o prefeito. Ele ressalva que na \u00e1rea de Belo Horizonte o di\u00e1logo entre os prefeitos da metr\u00f3pole \u00e9 bom, mas que isso depende mais do relacionamento entre eles do que propriamente da legisla\u00e7\u00e3o de governan\u00e7a metropolitana,<\/p>\n<p>Lacerda fez a palestra de abertura dos Di\u00e1logos Capitais em Belo Horizonte e explicou que apesar de ser uma das principais demandas dos movimentos de junho, a \u201cTarifa Zero\u201d para o transporte p\u00fablico n\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel. \u201cO or\u00e7amento das prefeituras n\u00e3o aguenta essa despesa\u201d, explica, e ressalta que junto com outros membros da Frente Nacional de Prefeitos est\u00e1 reivindicando no Congresso e junto ao governo federal a desonera\u00e7\u00e3o fiscal do transporte p\u00fablico e de toda a sua cadeia produtiva, como ve\u00edculos, pe\u00e7as e combust\u00edveis.<\/p>\n<p>Belo Horizonte \u00e9 um espelho do que est\u00e1 acontecendo com todas as cidades brasileiras com mais de 500 mil habitantes, a frota de autom\u00f3veis dobrou nos \u00faltimos 10 anos e a ocupa\u00e7\u00e3o urbana empurrou as popula\u00e7\u00f5es mais pobres para as periferias. Com isso, o transporte p\u00fablico teve de estender sua rede, com aumento nos tempos de percurso e maior gasto de combust\u00edvel. O crescimento das frotas de autom\u00f3veis e de motocicletas (que em m\u00e9dia pulou de 1,5% das frotas urbanas para 6%) reflete a busca por alternativas para uma rede de transportes p\u00fablicos deficit\u00e1ria. \u201cEstamos sempre enxugando gelo\u201d, diz Ramon Victor Cesar, presidente da BHTrans, empresa que se ocupa da mobilidade na capital mineira.<\/p>\n<p>O transporte individual representa menos de um ter\u00e7o de todas as viagens nas cidades, no entanto, como quase 80% dos investimentos p\u00fablicos em mobilidade s\u00e3o feitos para facilitar a vida dos motoristas, persiste na sociedade a cultura de superioridade do carro. \u201cToda vez que se decide tirar um peda\u00e7o da rua para instala\u00e7\u00e3o de faixa exclusiva de \u00f4nibus ou ciclofaixa para bicibleta, por exemplo, \u00e9 um Deus nos acuda\u201d, disse Luiz Carlos Mantovani N\u00e9spoli, superintendente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Transportes P\u00fablicos (ANTP), que fez a palestra t\u00e9cnica no evento em Belo Horizonte. Em sua fala sobre \u201cA mobilidade que temos e a mobilidade que queremos\u201d o especialista apontou diversos gargalos enfrentados no cotidiano da popula\u00e7\u00e3o. \u201cUm dos obst\u00e1culos para uma cidade verdadeiramente democr\u00e1tica s\u00e3o as cal\u00e7adas\u201d, disse. Para ele a falta de padroniza\u00e7\u00e3o e a omiss\u00e3o das prefeituras tornam as cal\u00e7adas em grande parte intranspon\u00edveis.<\/p>\n<p>N\u00e9spoli tamb\u00e9m apontou que nos hor\u00e1rios de pico nas cidades cerca de 80% dos espa\u00e7o das ruas \u00e9 ocupado por autom\u00f3veis, enquanto \u00f4nibus urbanos e fretados ficam respectivamente com 6% e 2% do territ\u00f3rio. Entre as solu\u00e7\u00f5es apontadas o especialista citou o exemplo dos eixos de transporte adotados em Curitiba nos anos 1970 e que hoje, 4\u00ba anos depois, se configuram ainda como uma alternativa de sucesso. \u201cO adensamento a partir de corredores de transporte e de m\u00faltiplos polos de desenvolvimento \u00e9 um caminho bom para cidades m\u00e9dias, que n\u00e3o precisam cair nas mesmas armadilhas das atuais metr\u00f3poles\u201d, explica, o que reduz a necessidade de viagens atrav\u00e9s da cidade e melhora a qualidade do acesso ao transporte p\u00fablico, assegura o superintendente da ANTP. N\u00e9spoli defende que a informa\u00e7\u00e3o sobre a mobilidade \u00e9 fundamental para o conforto dos usu\u00e1rios, \u201c\u00e9 preciso ter pontos de \u00f4nibus reconhecidos como tal e informa\u00e7\u00e3o sobre linhas e hor\u00e1rios\u201d, e completa que os \u00f4nibus n\u00e3o podem mais ser tratados como vira-latas da mobilidade.<\/p>\n<p>Essa vis\u00e3o \u00e9 compartilhada pela urbanista Herm\u00ednia Maricato, que aponta a especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria como o principal fator de desestabiliza\u00e7\u00e3o na mobilidade urbana, porque torna inacess\u00edveis os im\u00f3veis mais perto do centro para quem ganha menos, e leva a constru\u00e7\u00e3o de habita\u00e7\u00f5es populares como o \u201cMinha Casa Minha Vida\u201d a lugares cada vez mais distantes e com transporte muito deficiente. \u201cA conta, ao final, sai muito cara porque \u00e9 preciso levar a rede de transporte p\u00fablico cada vez mais longe\u201d, explica. A professora tamb\u00e9m apresentou dados de \u00a0uma pesquisa da m\u00e9dica fisiatra Julia Greve, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Cl\u00ednicas de S\u00e3o Paulo, que diagnostica um ter\u00e7o dos habitantes da metr\u00f3pole paulistana com ansiedade e depress\u00e3o por causa do tr\u00e2nsito. \u201cAs pessoas perdem tempo, morrem, tem expectativa de vida reduzida e muita gente fica incapacitada por acidentes\u201d, conta a urbanista. Al\u00e9m disso, \u201co autom\u00f3vel \u00e9 respons\u00e1vel por 22% do total de viagens e por 60% dos poluentes emitidos\u201d, diz a urbanista. Para ela a solu\u00e7\u00e3o passa pelo Judici\u00e1rio, que deveria conhecer melhor o Estatuto das Cidades e o Plano Nacional de Mobilidade e, assim, dar mais respaldo \u00e0s demandas da sociedade nessa \u00e1rea.<\/p>\n<p>No curto prazo as solu\u00e7\u00f5es passam por melhorias das cal\u00e7adas, qualifica\u00e7\u00e3o do transporte coletivo, mais seguran\u00e7a para bicicletas e, na outra ponta, um forte desest\u00edmulo ao uso do carro, com menos vagas de estacionamento em edif\u00edcios e centros comerciais. Um dos elementos que mais fortalecem o uso de transporte p\u00fablico tem sido o bilhete \u00fanico, atestam os especialistas convidados por Carta Capital.<\/p>\n<p>Garantir uma mobilidade de qualidade demanda muito dinheiro, segundo Guilherme Lacerda, diretor de infraestrutura social do BNDES, nos pr\u00f3ximos 12 anos, ser\u00e3o necess\u00e1rios R$ 229 bilh\u00f5es aplicados em \u00a020 regi\u00f5es metropolitanas e o\u00a0 modelo que poder\u00e1 ser usado \u00e9 o das Parcerias P\u00fablico-Privadas (PPPs). \u201cH\u00e1 dinheiro dispon\u00edvel, \u00e9 preciso que as prefeituras e os governos estaduais apresentem bons projetos\u201d, garante. Ele assegura que um bom caminho \u00e9 o uso efetivo do Plano Diretor Estrat\u00e9gico, que \u00e9 o instrumento de gest\u00e3o capaz de mudar rela\u00e7\u00e3o emprego-moradia, com descentraliza\u00e7\u00e3o dos p\u00f3los de desenvolvimento para que as pessoas consigam viver mais perto de onde trabalham. \u201cMais do que cidades inteligentes, precisamos de cidades cidad\u00e3s\u201d, pontua o executivo.<\/p>\n<p>Entre as solu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas mais adotadas nas cidades brasileiras est\u00e1 o BRT (Bus Rapid Transit), que surgiu pela primeira vez em Curitiba e depois de ser adotado com sucesso em Bogot\u00e1, na Col\u00f4mbia, onde chama-se Transmil\u00eanio, tornou-se a vedete da mobilidade urbana. No entanto, \u00e9 preciso adotar solu\u00e7\u00f5es adequadas a cada tipo de cidade. \u201cN\u00e3o adianta ter o maior \u00f4nibus do mundo em uma cidade que n\u00e3o o comporta e vice-versa\u201d, diz Andr\u00e9 Rodrigues de Oliveira, gerente de Produtos para os Sistemas de \u00d4nibus Urbanos da Scania Latin America, empresa envolvida na implanta\u00e7\u00e3o desse tipo de solu\u00e7\u00e3o em diversas capitais, incluindo Bogot\u00e1, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. \u201cA solu\u00e7\u00e3o para uma mobilidade mais sustent\u00e1vel \u00e9 integrar modais, o metr\u00f4 n\u00e3o vai chegar na esquina de todo mundo, \u00e9 preciso ter uma rede que incorpore o transporte de longa dist\u00e2ncia com as redes dos bairros\u201d, explica. \u201cA mudan\u00e7a de comportamento vir\u00e1 de uma melhor percep\u00e7\u00e3o sobre a qualidade do transporte p\u00fablico\u201d, diz. Os especialistas apontam que hoje muita gente que critica o transporte p\u00fablico n\u00e3o \u00e9 usu\u00e1rio do sistema. \u201c\u00c9 uma forma de justificar para a pr\u00f3pria consci\u00eancia o uso do carro\u201d, diz Herm\u00ednia Maricato.<em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/envolverde.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/ANTP.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-121121\" title=\"Especial Mobilidade Urbana: Um problema, muitas solu\u00e7\u00f5es\" src=\"http:\/\/envolverde.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/ANTP.jpg\" alt=\"ANTP Especial Mobilidade Urbana: Um problema, muitas solu\u00e7\u00f5es\" width=\"520\" height=\"295\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>Mortes em acidentes no tr\u00e2nsito<\/strong><\/p>\n<p>1980 a 2011 \u2013\u00a0 980.838 mortes.\u00a0\u00a0 Em 2011 foram 43.256 \u00f3bitos.<\/p>\n<p>Crescimento do n\u00famero de mortos em acidentes entre 1996 e 2011 : motoristas e passageiros de carros, 72,9% (de 7.188 para 12.429 mortos);<\/p>\n<p>Motociclistas\u00a0 932,1%\u00a0 ( de 1.421 para 14.666) ;<\/p>\n<p>Ciclistas, 203,9% (de 620 para 1.884).<\/p>\n<p>No caso dos pedestres, houve diminui\u00e7\u00e3o de 52,1% no n\u00famero de mortos (de 24.643 para 11.805).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A mobilidade esteve no centro das reivindica\u00e7\u00f5es de junho de 2013, quando milhares de pessoas<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6901,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/mobilidade.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/mobilidade.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/mobilidade.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/mobilidade.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/mobilidade.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/mobilidade.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/mobilidade.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/mobilidade.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/mobilidade.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/mobilidade.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A mobilidade esteve no centro das reivindica\u00e7\u00f5es de junho de 2013, quando milhares de pessoas","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6900"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6900"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6900\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6901"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6900"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6900"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6900"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}