{"id":68417,"date":"2017-07-01T14:58:28","date_gmt":"2017-07-01T17:58:28","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=68417"},"modified":"2017-07-01T14:58:28","modified_gmt":"2017-07-01T17:58:28","slug":"11-especies-animais-que-ja-estao-extintas-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/11-especies-animais-que-ja-estao-extintas-no-brasil\/","title":{"rendered":"11 esp\u00e9cies animais que j\u00e1 est\u00e3o extintas no Brasil"},"content":{"rendered":"<header><img loading=\"lazy\" class=\"caption\" title=\"Perereca-verde-da-f\u00edmbria\" src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/animais-em-extincao\/perereca-verde-da-f%C3%ADmbria.jpg\" alt=\"Perereca-verde-da-f\u00edmbria\" width=\"639\" height=\"344\" \/><\/p>\n<\/header>\n<div class=\"itemBodyWrap\">\n<div class=\"itemBody\">\n<p><strong>Animal extinto \u00e9 aquele que j\u00e1 n\u00e3o existe na natureza ou em cativeiro<\/strong>. Tamb\u00e9m h\u00e1 a categoria \u201c<strong>animal extinto na natureza<\/strong>\u201d e se usa quando ainda existem indiv\u00edduos desta esp\u00e9cie em cativeiro. \u00c9 importante saber que, nos \u00faltimos 50 anos, com o avan\u00e7o do progresso,\u00a0<strong>o ritmo de extin\u00e7\u00e3o tem aumentado demais da conta.<\/strong><\/p>\n<h2>Avalia\u00e7\u00e3o do risco de extin\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>As \u00faltimas informa\u00e7\u00f5es que temos no Brasil s\u00e3o de que existem\u00a0<strong>11 esp\u00e9cies animais que, aqui pelo menos<\/strong>, j\u00e1 se encontram extintas &#8211;\u00a0<strong>5 destas esp\u00e9cies s\u00e3o end\u00eamicas do Brasil<\/strong>\u00a0e sua extin\u00e7\u00e3o se deve \u00e0 extin\u00e7\u00e3o do seu habitat, e\u00a0<strong>outras 5 est\u00e3o extintas regionalmente<\/strong>\u00a0(n\u00e3o s\u00e3o esp\u00e9cies end\u00eamicas e tamb\u00e9m est\u00e3o extintas nas outras regi\u00f5es onde habitam, migram ou passeiam). Somente 1 esp\u00e9cie, a do Mutum-do-nordeste, est\u00e1 extinta na natureza, ou seja, ainda existem exemplares em cativeiro.<\/p>\n<div><\/div>\n<p>Como nos informou a bi\u00f3loga do IcmBio,\u00a0<strong>Drielle Martins<\/strong>, \u201cO primeiro ciclo de avalia\u00e7\u00e3o do risco de extin\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies da fauna encerrou-se em 2014\u201d.\u00a0<strong>A avalia\u00e7\u00e3o do risco de extin\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo longo<\/strong>\u00a0que requer muito trabalho de campo e confronta\u00e7\u00e3o de dados, tanto nacionais como de outros lados e, \u00e9 atrav\u00e9s desta avalia\u00e7\u00e3o que podemos contabilizar as<strong>\u00a0perdas da nossa biodiversidade.<\/strong><\/p>\n<h2>Quais s\u00e3o as esp\u00e9cies j\u00e1 extintas, ent\u00e3o?<\/h2>\n<p><strong>1.<\/strong>\u00a0Rato-de-fernando-de-noronha<\/p>\n<p><strong>2.<\/strong>\u00a0Gritador-do-nordeste<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong>\u00a0Cabur\u00e9-de-pernambuco<\/p>\n<p><strong>4.<\/strong>\u00a0Limpa-folha-do-nordeste<\/p>\n<div class=\"secondadsmobile\"><\/div>\n<p><strong>5.<\/strong>\u00a0Perereca-verde-da-f\u00edmbria<\/p>\n<p><strong>6.<\/strong>\u00a0Ma\u00e7arico-esquim\u00f3<\/p>\n<p><strong>7.<\/strong>\u00a0Arara-azul-pequena<\/p>\n<p><strong>8<\/strong>. Peito-vermelho-grande<\/p>\n<p><strong>9.<\/strong>\u00a0Tubar\u00e3o-dente-de-agulha<\/p>\n<p><strong>10.<\/strong>\u00a0Tubar\u00e3o-lagarto<\/p>\n<p><strong>11.<\/strong>\u00a0Mutum-do-nordeste.<\/p>\n<p>O c\u00f4mputo geral da primeira avalia\u00e7\u00e3o nos apresenta\u00a0<strong>dados de 12.254 esp\u00e9cies<\/strong>\u00a0de animais que foram avaliadas das quais,\u00a0<strong>somente 10.357 obtiveram resultados conclusivos:<\/strong><\/p>\n<p>\u25cf 1.192 foram classificadas em categorias de risco<\/p>\n<p>\u25cf 9.165 n\u00e3o est\u00e3o amea\u00e7adas<\/p>\n<p>\u25cf 1.181 est\u00e3o amea\u00e7adas<\/p>\n<p>\u25cf 11 foram consideradas extintas<\/p>\n<h2>5 esp\u00e9cies end\u00eamicas<\/h2>\n<p><strong>O Rato-de-fernando-de-noronha<\/strong>,\u00a0<em><strong>Noronhomys vespuccii<\/strong><\/em>, existiu no arquip\u00e9lago at\u00e9 a chegada dos colonizadores.\u00a0<strong>N\u00e3o se conhecem imagens desta esp\u00e9cie<\/strong>\u00a0j\u00e1 que a mesma foi identificada por f\u00f3sseis encontrados nas ilhas.<\/p>\n<p>Sup\u00f5e-se que o principal fator que causou a extin\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie tenha sido a introdu\u00e7\u00e3o de um outro rato nas ilhas do arquip\u00e9lago, a esp\u00e9cie ex\u00f3tica\u00a0<em>Rattus rattus<\/em>, tamb\u00e9m chamada de rato-preto ou gabiru (no nordeste) que veio para nosso continente nas caravelas e outros barcos dos conquistadores. O rato-preto \u00e9 nativo da \u00c1sia e est\u00e1 associado \u00e0 transmiss\u00e3o de algumas doen\u00e7as bastante perigosas como a peste bub\u00f4nica e o tifo, dentre outras v\u00e1rias.<\/p>\n<h2>3 aves da Mata Atl\u00e2ntica<\/h2>\n<h3>Gritador-do-nordeste<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/animais-em-extincao\/gritador-do-nordeste.jpg\" alt=\"gritador do nordeste\" width=\"640\" height=\"475\" \/><\/p>\n<p><em>Fonte\u00a0<a href=\"http:\/\/www.birdlife.org\/sites\/default\/files\/118_139_cichlocolaptes_mazarbarnetti.png\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">foto<\/a><\/em><\/p>\n<p><strong>O Gritador-do-nordeste<\/strong>,\u00a0<em>Cichlocolaptes mazarbarnetti<\/em>,\u00a0<strong>\u00e9 uma esp\u00e9cie que s\u00f3 foi caracterizada e reconhecida h\u00e1 poucos anos<\/strong>, por\u00e9m logo foi declarada em risco de extin\u00e7\u00e3o. Atualmente, \u00e9 considerada extinta pois, os \u00faltimos exemplares do gritador-do-nordeste foram avistados na Reservas Ambientais de Murici (AL), em 2007. O habitat deste p\u00e1ssaro se estendia desde a Reserva de Murici at\u00e9 a de Frei Caneca (PE), a aproximadamente 500m de altitude. Sup\u00f5e-se que sua extin\u00e7\u00e3o se deve ao avan\u00e7o da fronteira agro-pecu\u00e1ria sobre a Mata Atl\u00e2ntica do Nordeste, promovendo desmatamentos, inc\u00eandios e enorme press\u00e3o sobre o habitat.<\/p>\n<h3>Cabur\u00e9-de-pernambuco<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/animais-em-extincao\/cabur%C3%A9-de-pernambuco.jpg\" alt=\"cabur\u00e9 de pernambuco\" width=\"639\" height=\"391\" \/><\/p>\n<p><em>Fonte<a href=\"http:\/\/www.ecodesenvolvimento.org\/posts\/2014\/tres-aves-brasileiras-sao-consideras-extintas\/images\/animal1-ecod.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">\u00a0foto<\/a><\/em><\/p>\n<p>O Cabur\u00e9-de-pernambuco,\u00a0<em>Glaucidium mooreorum<\/em>, era uma pequena coruja que habitava as florestas de Mata Atl\u00e2ntica de baixada, na regi\u00e3o de Rio Formoso e Tamandar\u00e9 (PE), a 150m de altitude. N\u00e3o foram mais vistos, na natureza, exemplares desta corujinha, desde 2004. Tamb\u00e9m acredita-se que a extin\u00e7\u00e3o desta esp\u00e9cie se deve, principalmente, \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica do Nordeste, pelo avan\u00e7o da fronteira agropecu\u00e1ria.<\/p>\n<h3>Limpa-folha-do-nordeste<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/animais-em-extincao\/limpa-folha-do-nordeste.jpg\" alt=\"limpa folha do nordeste\" width=\"639\" height=\"391\" \/><\/p>\n<p><em>Fonte\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ecodesenvolvimento.org\/posts\/2014\/tres-aves-brasileiras-sao-consideras-extintas\/images\/limpa-folha-ecod.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">foto<\/a><\/em><\/p>\n<p><strong>O Limpa-folha-do-nordeste<\/strong>,\u00a0<em>Philydor novaesi<\/em>, era um pequeno p\u00e1ssaro que habitava as reservas ambientais de Murici (AL) e Jaqueira (PE) e foi visto, pela \u00faltima vez, em 2011. Acredita-se que o mesmo motivo, a expans\u00e3o das fronteiras agropecu\u00e1rias sobre a Mata Atl\u00e2ntica do Nordeste, levou esta esp\u00e9cie \u00e0 extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>1 r\u00e3zinha da Serra do Mar<\/h3>\n<p>A\u00a0<strong>Perereca-verde-da-f\u00edmbria<\/strong>,\u00a0<em>Phrynomedusa fimbriata<\/em>, ocorria endemicamente na regi\u00e3o da Serra de Paranapiacaba, em Santo Andr\u00e9 (SP), em altitudes superiores a 1.000m.\u00a0<strong>Foi vista, pela \u00faltima vez, em 1923<\/strong>\u00a0e n\u00e3o h\u00e1 nenhuma hip\u00f3tese que explique a sua extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Esp\u00e9cies com extin\u00e7\u00e3o regional<\/h2>\n<p>As pr\u00f3ximas n\u00e3o s\u00e3o esp\u00e9cies end\u00eamicas, ou seja, nativas do Brasil mas sim que habitavam regi\u00f5es, aqu\u00e1ticas ou terrestres do nosso continente. Os p\u00e1ssaros tinham seu habitat nas regi\u00f5es sul e sudeste.\u00a0<strong>Os tubar\u00f5es povoavam os mares mais ao sul.<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 de se supor que os p\u00e1ssaros, Ma\u00e7arico-esquim\u00f3, arara-azul-pequena e peito-vermelho-grande possam ter sucumbido pela\u00a0<strong>destrui\u00e7\u00e3o de habitats nativos e o uso excessivo de agrot\u00f3xicos<\/strong>\u00a0em cultivos agr\u00edcolas. J\u00e1 as duas esp\u00e9cies de tubar\u00f5es foram v\u00edtimas, seguramente, da pesca industrial predat\u00f3ria que n\u00e3o tem limites na destrui\u00e7\u00e3o que deixa por seus caminhos.<\/p>\n<h3>Ma\u00e7arico-esquim\u00f3<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/animais-em-extincao\/ma%C3%A7arico-esquim%C3%B3.JPG\" alt=\"ma\u00e7arico esquim\u00f3\" width=\"640\" height=\"545\" \/><\/p>\n<p><em>Fonte\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ficheiro:Numenius_borealis_(Harvard_University).JPG\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">foto<\/a><\/em><\/p>\n<p><strong>O Ma\u00e7arico-esquim\u00f3,<\/strong>\u00a0<em>Numenius borealis<\/em>, \u00e9 um pequeno p\u00e1ssaro de migra\u00e7\u00e3o cuja rota envolve o Canad\u00e1, o Caribe chegando at\u00e9 o Chile, Uruguai e o sul do Brasil. A \u00faltima vez em que foi avistado no Brasil foi em 1963.<\/p>\n<h3>Arara-azul-pequena<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/animais-em-extincao\/arara-azul-pequena.jpg\" alt=\"arara azul pequena\" width=\"640\" height=\"862\" \/><\/p>\n<p><em>Fonte\u00a0<a href=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/thumb\/4\/43\/Anodorhynchus_glaucus.jpg\/250px-Anodorhynchus_glaucus.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">foto<\/a><\/em><\/p>\n<p><strong>A Arara-azul-pequena,<\/strong>\u00a0<em>Anodorhynchus glaucus<\/em>, tem seu habitat ao longo dos rios na Argentina, Paraguai, Uruguai e sul do Brasil e faz seu ninho em penhascos. Esta arara n\u00e3o \u00e9 avistada desde 1960 em territ\u00f3rio brasileiro e, sua extin\u00e7\u00e3o regional se tributa aos desmatamentos de matas ciliares, \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o das encostas e \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica da popula\u00e7\u00e3o de palmeiras que as alimentavam. As araras tamb\u00e9m s\u00e3o muito perseguidas pela\u00a0<strong>ca\u00e7a ilegal<\/strong>\u00a0para venda no exterior e o<strong>\u00a0uso de suas penas<\/strong>para artesanato.<\/p>\n<h3>Peito-vermelho-grande<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/animais-em-extincao\/peito-vermelho-grande.jpg\" alt=\"peito vermelho grande\" width=\"639\" height=\"345\" \/><\/p>\n<p><em>Fonte\u00a0<a href=\"https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-0e-miIDlb0k\/V2lG1GqM8iI\/AAAAAAAABZg\/NPLb82Gyxo0cq3TRQOlKkL2CgzSQhJKaQCLcB\/s400\/peito-vermelho-grande_Sturnella%2Bdefilippii.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">foto<\/a><\/em><\/p>\n<p>O Peito-vermelho-grande,\u00a0<em>Sturnella defilippii<\/em>\u00a0ou\u00a0<em>Leistes defilippii<\/em>, est\u00e1 regionalmente extinto no Brasil &#8211; seu habitat seriam as pampas sulinas onde sempre foi rara. O \u00faltimo registro de que se tem not\u00edcia ocorreu h\u00e1 70 anos, no Rio Grande do Sul. Ocorre tamb\u00e9m nas pampas argentinas, uruguaias e paraguaias onde se apresenta como vulner\u00e1vel.<\/p>\n<h3>Tubar\u00e3o-dente-de-agulha<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/animais-em-extincao\/tubar%C3%A3o-dente-de-agulha.jpg\" alt=\"tubar\u00e3o dente de agulha\" width=\"639\" height=\"344\" \/><\/p>\n<p><em>Fonte\u00a0<a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Finetooth_shark#\/media\/File:Finetooth_shark_nmfs.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">foto<\/a><\/em><\/p>\n<p><strong>O Tubar\u00e3o-dente-de-agulha<\/strong>,\u00a0<em>Carcharhinus isodon<\/em>, est\u00e1 extinto na costa sul do Brasil, onde ocorria. Esta esp\u00e9cie tem seu habitat na costa atl\u00e2ntica dos EUA e M\u00e9xico e, tamb\u00e9m ocorria,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.flmnh.ufl.edu\/fish\/discover\/species-profiles\/carcharhinus-isodon\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">raramente<\/a>, nas \u00e1guas litor\u00e2neas do sul e sudeste. Este \u00e9 um animal marinho de \u00e1guas rasas (at\u00e9 10 m) que cai em redes de pesca com uma certa facilidade assim como, tamb\u00e9m \u00e9 pescado em anzol.<\/p>\n<h3>Tubar\u00e3o-lagarto<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/animais-em-extincao\/tubar%C3%A3o-lagarto.jpg\" alt=\"tubar\u00e3o lagarto\" width=\"640\" height=\"320\" \/><\/p>\n<p><em>Fonte\u00a0<a href=\"http:\/\/www.praeparator.com\/fileadmin\/_processed_\/csm_Katzenhai_52cm__Schroederichthys_bivius_5ebee35c6f.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">foto<\/a><\/em><\/p>\n<p><strong>Tubar\u00e3o-lagarto<\/strong>\u00a0ou\u00a0<em>Schroederichthys bivius<\/em>, habitava a regi\u00e3o costeira do continente sul americano, desde o sudeste brasileiro at\u00e9 o norte do Chile, passando pelo Estreito de Beagle. Um \u00fanico exemplar foi encontrado no Brasil em 1988. Segundo alguns cientistas, a\u00a0<strong>polui\u00e7\u00e3o ac\u00fastica do oceano<\/strong>\u00a0ocasionada pelo tr\u00e1fego intenso de navios de grande porte (petroleiros e pesqueiros) poder\u00e1 ter inibido a sua reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>O 11\u00ba, mutum-do-nordeste, que existe s\u00f3 em cativeiro<\/h2>\n<p><strong>O Mutum-do-nordeste<\/strong>,\u00a0<em>Pauxi mitu<\/em>, \u00e9 uma esp\u00e9cie extinta na natureza. Essa esp\u00e9cie \u00e9 origin\u00e1ria e exclusiva da Mata Atl\u00e2ntica nos estados de Pernambuco e Alagoas. N\u00e3o existem mais indiv\u00edduos na natureza mas, ainda sobrevivem em cativeiro, em dois criadouros de Minas Gerais.<\/p>\n<p><strong>As esp\u00e9cies que sobrevivem em cativeiro poder\u00e3o<\/strong>, eventualmente,\u00a0<strong>retornar \u00e0 natureza<\/strong>\u00a0desde que possam procriar e que seu habitat original se mantenha preservado.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Animal extinto \u00e9 aquele que j\u00e1 n\u00e3o existe na natureza ou em cativeiro. 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