{"id":6674,"date":"2014-09-13T21:42:30","date_gmt":"2014-09-13T21:42:30","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=6674"},"modified":"2014-09-13T21:42:30","modified_gmt":"2014-09-13T21:42:30","slug":"saiba-quais-plantas-devem-ser-evitadas-em-jardins-com-criancas-e-animais-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/saiba-quais-plantas-devem-ser-evitadas-em-jardins-com-criancas-e-animais-2\/","title":{"rendered":"Saiba quais plantas devem ser evitadas em jardins com crian\u00e7as e animais"},"content":{"rendered":"<div id=\"container_slides\">\n<div id=\"slides\">\n<p><a class=\"fancybox\" title=\"A melhor alternativa para evitar incidentes com plantas \u00e9 optar por esp\u00e9cies at\u00f3xicas.\" href=\"http:\/\/ciclovivo.com.br\/public\/img\/noticias\/que-plantas-evitar-animais-pet.jpg\" rel=\"slides\" data-title=\"A melhor alternativa para evitar incidentes com plantas \u00e9 optar por esp\u00e9cies at\u00f3xicas. &lt;br \/&gt;Foto :&lt;a href='http:\/\/www.freeimages.com\/browse.phtml?f=view&amp;id=1381644' target='_blank'&gt;Free Images&lt;\/a&gt;\"> <img src=\"http:\/\/ciclovivo.com.br\/public\/img\/noticias\/que-plantas-evitar-animais-pet.jpg\" alt=\"A melhor alternativa para evitar incidentes com plantas \u00e9 optar por esp\u00e9cies at\u00f3xicas.\" width=\"640\" \/><\/a><\/p>\n<p class=\"legenda\">A melhor alternativa para evitar incidentes com plantas \u00e9 optar por esp\u00e9cies at\u00f3xicas.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"texto\">\n<p>Embora a beleza das plantas seja uma unanimidade, algumas esp\u00e9cies ornamentais podem oferecer riscos a crian\u00e7as pequenas e animais de estima\u00e7\u00e3o, se ingeridas ou tocadas. Os problemas \u00e0 sa\u00fade podem variar de irrita\u00e7\u00f5es na pele, v\u00f4mitos at\u00e9 falta de ar, acelera\u00e7\u00e3o card\u00edaca e dist\u00farbios com mais gravidade.<\/p>\n<p>A paisagista, especialista em jardinagem org\u00e2nica e Feng Shui, Marizeth Estrela, explica que as subst\u00e2ncias t\u00f3xicas presentes em algumas esp\u00e9cies s\u00e3o defesas naturais das plantas contra predadores. \u201cEmbora o animal fa\u00e7a uso de seu instinto na hora de selecionar o que comer, pode ingerir peda\u00e7os de plantas que n\u00e3o lhe fa\u00e7am bem. Se sobreviver, dificilmente voltar\u00e1 a com\u00ea-la.\u201d<\/p>\n<p>A melhor alternativa para evitar incidentes com plantas \u00e9 optar por esp\u00e9cies at\u00f3xicas dentro de casa ou no jardim, quando houver crian\u00e7as e animais de estima\u00e7\u00e3o entre os moradores. \u201cAdubos como a torta da mamona n\u00e3o devem ser usados. A prefer\u00eancia deve ser por substratos org\u00e2nicos livres de toxidade\u201d, alerta Marizeth. \u00c9 natural que os animais fucem a terra e as crian\u00e7as, pela curiosidade agu\u00e7ada ou pela fase de levar tudo \u00e0 boca, acabem ingerindo terra, da\u00ed a import\u00e2ncia da preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cEm um projeto de paisagismo \u00e9 preciso considerar o perfil dos moradores e avaliar se plantas que atraem insetos como pulg\u00f5es, abelhas e marimbondos, por exemplo, ou as que possuem espinhos grandes ou folhas pontiagudas devem ser op\u00e7\u00f5es ornamentais\u201d, afirma Marizeth. \u201cSe a op\u00e7\u00e3o for o fa\u00e7a voc\u00ea mesmo, os adultos devem adotar esses cuidados para que o ambiente, al\u00e9m de agrad\u00e1vel, seja seguro aos pequeninos e aos pets\u201d, adverte a paisagista.<\/p>\n<p>Marizeth diz que, geralmente, a intoxica\u00e7\u00e3o por plantas (folhas, frutos e sementes) acontece por desconhecimento do potencial t\u00f3xico da esp\u00e9cie. \u201cN\u00e3o sabemos o quanto algumas esp\u00e9cies podem ser perigosas, caso partes da planta sejam ingeridas ou entrem em contato com os olhos ou com as mucosas.\u201d A paisagista sugere como uma solu\u00e7\u00e3o preventiva para o uso de esp\u00e9cies t\u00f3xicas a identifica\u00e7\u00e3o com placas informando sobre os riscos. \u201cAl\u00e9m de nomear as plantas com o nome cient\u00edfico e popular, o ideal seria identificar as partes t\u00f3xicas e a sintomatologia em caso de contato ou ingest\u00e3o, facilitando assim seu reconhecimento\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img style=\"width: 640px; height: 429px;\" src=\"http:\/\/ciclovivo.com.br\/public\/img\/noticias\/images\/plantas-com-alta-toxidade-ciclovivo.jpg\" alt=\"\" \/><br \/>\n<span style=\"font-size: 10px;\">Da esquerda para direita: <a href=\"http:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Ricinus_communis_005.JPG\" target=\"_blank\">Mamona<\/a>, <a href=\"http:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Rhododendron_simsii0.jpg\" target=\"_blank\">Azal\u00e9ia<\/a>, <a href=\"http:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Jarro-1.jpg\" target=\"_blank\">Copo-de-leite<\/a>, <a href=\"http:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Allamanda_cathartica_2.jpg\" target=\"_blank\">Alamanda<\/a>, <a href=\"http:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Euphorbia_pulcherrima_%28non_domesticated%29.jpg\" target=\"_blank\">Bico-de-Papagaio<\/a> e <a href=\"http:\/\/pl.wikipedia.org\/wiki\/Plik:Starr_061212-2331_Dieffenbachia_seguine.jpg\" target=\"_blank\">Comigo-ningu\u00e9m-pode<\/a>.<\/span><\/p>\n<p>Segundo Marizeth, algumas esp\u00e9cies que podem oferecer riscos, como a mamona (<em>Ricinus communis<\/em>), azaleias (<em>Rhododendron simsii<\/em>), copos-de-leite (<em>Zantedeschia aethiopica<\/em>), alamandas (<em>Allamanda cathartica<\/em>), o bico-de-papagaio (<em>Poinsettia ou Euphorbia pulcherrima<\/em>), a comigo-ningu\u00e9m-pode (<em>Dieffenbachia amoena<\/em>), s\u00e3o facilmente encontradas em vasos, jardins, parques, pra\u00e7as e outras \u00e1reas verdes, por isso, o cuidado de pais e donos de pets deve ser redobrado, n\u00e3o restrito ao conv\u00edvio dentro de casa.<\/p>\n<p>O acesso a esp\u00e9cies t\u00f3xicas deve ser limitado e, desde cedo, as crian\u00e7as devem ser orientadas a n\u00e3o colocar plantas na boca. \u201cOs espinhos, os insetos e a pr\u00f3pria toxidade da planta s\u00e3o fatores para dar equil\u00edbrio \u00e0 natureza e manter o ciclo de vida e morte, o que deve ser visto com naturalidade\u201d, enfatiza Marizeth. Como os limites que os pais d\u00e3o aos filhos, por am\u00e1-los, a natureza imp\u00f5e os dela, para que sejam respeitados.<\/p>\n<p>No caso de incidentes com plantas, pela ingest\u00e3o de peda\u00e7os ou sementes, \u00e9 preciso atendimento m\u00e9dico imediato. Levar parte da planta ingerida para que os m\u00e9dicos possam identific\u00e1-la pode ajudar no tratamento adequado.<\/p>\n<p><strong>Quais evitar:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pela toxidade: <\/strong>comigo-ningu\u00e9m-pode (<em>Dieffenbachia amoena<\/em>), alamanda (<em>Alamanda cat\u00e1rtica<\/em>), mamona (<em>Ricinus communis<\/em>), espirradeira (<em>Nerium oleander<\/em>), mandioca-brava (<em>Manihot esculenta<\/em>), chap\u00e9u-de-napole\u00e3o (<em>Thevertia peruviana<\/em>), avel\u00f3s (<em>Euphorbia tirucalli<\/em>), guine (<em>Petiveria alliacea<\/em>), carambola (<em>Averrhoa carambola<\/em>), jasmim manga (<em>Plumeria rubra<\/em>), leiteiro vermelho (<em>Euphorbia cotinifolia<\/em>)<\/p>\n<p><strong>Pelos espinhos:<\/strong> coroa-de-cristo (<em>Euphorbia milii<\/em>), f\u00eanix (<em>Phoenix roebelenii<\/em>), cactos, babosa (<em>Aloes arborescens, Aloe vera<\/em>), Azevinho (<em>Ilex aquifolium<\/em>), Asparagus (<em>Asparagus myriocladus, setaceus, densiflorus \u2018Sprengeri\u2019 ou falcatus<\/em>)<\/p>\n<p><strong>Folhas pontiagudas:<\/strong> agaves, yuccas (<em>Yucca filamentosa ou guatemalensis<\/em>), raphis (<em>Raphis excelsa<\/em>).<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o de insetos:<\/strong> lantana (<em>Lantana camara<\/em>), Camar\u00e3o amarelo (<em>Pachystachys lutea<\/em>), Camarao vermelho (<em>Pachystachys spicata<\/em>), dama-da-noite (<em>Cestrum nocturnum<\/em>), Manaca-de-cheiro (<em>Brunfelsia uniflora<\/em>).<\/p>\n<p><img style=\"width: 640px; height: 514px;\" src=\"http:\/\/ciclovivo.com.br\/public\/img\/noticias\/images\/Yucca_elephantipes_%27Silver_Star%27_Top_View_2488px.jpg\" alt=\"\" \/><br \/>\n<span style=\"font-size: 10px;\">Yuccal Foto: <a href=\"http:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Yucca_elephantipes_%27Silver_Star%27_Top_View_2488px.jpg\" target=\"_blank\">Derek Ramsey<\/a><\/span><\/p>\n<p>Dar prefer\u00eancia para as at\u00f3xicas: em geral, as plantas frut\u00edferas tipo laranjinha kinkan, lim\u00e3o siciliano, jabuticaba (<em>Myrciaria cauliflora<\/em>); plantas que formam hortas e ervas como lavanda (<em>Lavandula dentata<\/em>), alecrim (<em>Rosmarinus officianalis<\/em>), hortel\u00e3 (<em>Mentha<\/em>), cal\u00eandula (<em>Calendula officinalis<\/em>), alisso (<em>Lobularia mar\u00edtima<\/em>). Outras variedades comuns s\u00e3o as comumente usadas em jardins sensoriais (feito para deficientes visuais) e jardins terap\u00eauticos (infantis ou para adultos).<\/p>\n<p>Fonte: CicloVivo<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A melhor alternativa para evitar incidentes com plantas \u00e9 optar por esp\u00e9cies at\u00f3xicas. &nbsp; Embora<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A melhor alternativa para evitar incidentes com plantas \u00e9 optar por esp\u00e9cies at\u00f3xicas. &nbsp; Embora","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6674"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6674"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6674\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6674"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6674"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6674"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}