{"id":66407,"date":"2017-05-26T20:54:27","date_gmt":"2017-05-26T23:54:27","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=66407"},"modified":"2017-05-26T20:54:27","modified_gmt":"2017-05-26T23:54:27","slug":"mata-atlantica-ocupa-menos-de-168-de-seu-tamanho-original","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/mata-atlantica-ocupa-menos-de-168-de-seu-tamanho-original\/","title":{"rendered":"Mata Atl\u00e2ntica ocupa menos de 16,8% de seu tamanho original"},"content":{"rendered":"<div class=\"style-post\">\n<div class=\"resumointerna\">\n<p>Originalmente, o bioma cobria 1.345.300 km\u00b2 da costa atl\u00e2ntica do Brasil at\u00e9 o noroeste da Argentina.<\/p>\n<\/div>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"featured\" src=\"http:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/nature-653908_1920.jpg\" alt=\"Mata Atl\u00e2ntica ocupa menos de 16,8% de seu tamanho original\" width=\"639\" height=\"426\" \/>Apesar de tamanha degrada\u00e7\u00e3o, a Mata Atl\u00e2ntica ainda \u00e9 um dos biomas com maior valor biol\u00f3gico do mundo. | Foto: <a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/natureza-montanhismo-brasil-653908\/\" target=\"_Blank\">Dom\u00ednio P\u00fablico\/Pixabay<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"cactus-share-and-like \"><\/div>\n<div class=\"cactus-transition-open\"><\/div>\n<div class=\"body-content \">\n<p>Em comemora\u00e7\u00e3o ao Dia da Mata Atl\u00e2ntica (27\/05), o WWF-Brasil lan\u00e7a vers\u00e3o em portugu\u00eas de estudo sobre a atual situa\u00e7\u00e3o do bioma e o resultado do trabalho conjunto com a Argentina e o Paraguai nos \u00faltimos 15 anos. O documento \u00e9 um estudo detalhado com hist\u00f3rias de sucesso, desafios e li\u00e7\u00f5es aprendidas para proteger o bioma do desmatamento que vem sofrendo nos tr\u00eas pa\u00edses.<\/p>\n<p>Originalmente, a Mata Atl\u00e2ntica cobria 1.345.300 km\u00b2, da costa atl\u00e2ntica do Brasil at\u00e9 o noroeste da Argentina, abrangendo a regi\u00e3o oriental do Paraguai. Hoje, o territ\u00f3rio est\u00e1 fragmentando, ocupando apenas 226.124 km\u00b2, menos de 16,8% de seu tamanho original, correndo o risco de perder seu maior predador \u2013 a on\u00e7a pintada. Apesar de tamanha degrada\u00e7\u00e3o \u2013 causada principalmente pelo avan\u00e7o da agricultura e da pecu\u00e1ria \u2013 a Mata Atl\u00e2ntica ainda \u00e9 um dos biomas com maior valor biol\u00f3gico do mundo, onde est\u00e3o 7% das esp\u00e9cies de plantas e 5% dos vertebrados do planeta.<\/p>\n<p>A Rede WWF come\u00e7ou seus esfor\u00e7os para a conserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica no Brasil, em 1995, impulsionado pela identifica\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias esp\u00e9cies end\u00eamicas. Em 2000, WWF e Funda\u00e7\u00e3o Vida Silvestre Argentina criaram o Programa Trinacional da Mata Atl\u00e2ntica conforme sua iniciativa de conserva\u00e7\u00e3o baseada na ecorregi\u00e3o. Com essa iniciativa, cientistas do WWF identificaram, mundialmente, ecorregi\u00f5es de alto valor em biodiversidade que estavam em perigo devido \u00e0 grave transforma\u00e7\u00e3o de seus habitats naturais, sendo a Mata Atl\u00e2ntica mapeada como um desses hotspots.<\/p>\n<p>Hoje, da \u00e1rea total do bioma que permanece em p\u00e9, apenas 8,2% da terra est\u00e1 sob algum tipo de prote\u00e7\u00e3o. S\u00e3o ao todo 915 \u00e1reas protegidas, entre Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o e Reservas Particulares do Patrim\u00f4nio Natural (RPPNs). Entre 2000 e 2015, a alian\u00e7a trinacional do WWF fez esfor\u00e7os significativos e conseguiu conquistar um aumento de mais de 20% de \u00e1rea total protegida, saindo de 86.000 km\u00b2 para cerca de 110.000 km\u00b2, com 558 novas \u00e1reas protegidas.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a o Programa Mata Atl\u00e2ntica <a href=\"http:\/\/www.wwf.org.br\/natureza_brasileira\/areas_prioritarias\/mata_atlantica\/\" target=\"_blank\"><strong>aqui<\/strong><\/a>.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Originalmente, o bioma cobria 1.345.300 km\u00b2 da costa atl\u00e2ntica do Brasil at\u00e9 o noroeste da<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Originalmente, o bioma cobria 1.345.300 km\u00b2 da costa atl\u00e2ntica do Brasil at\u00e9 o noroeste da","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66407"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66407"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66407\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66407"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66407"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66407"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}