{"id":6622,"date":"2014-09-13T18:00:34","date_gmt":"2014-09-13T18:00:34","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=6622"},"modified":"2014-09-13T14:06:42","modified_gmt":"2014-09-13T14:06:42","slug":"concentracao-de-gases-do-efeito-estufa-na-atmosfera-bate-recorde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/concentracao-de-gases-do-efeito-estufa-na-atmosfera-bate-recorde\/","title":{"rendered":"Concentra\u00e7\u00e3o de gases do efeito estufa na atmosfera bate recorde"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/concentracao_gases_efeito_estufa.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-6623\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/concentracao_gases_efeito_estufa.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>A concentra\u00e7\u00e3o de gases do efeito estufa na atmosfera e nos oceanos atingiu n\u00edveis recordes em 2013, impulsionada pela maior presen\u00e7a de g\u00e1s carb\u00f4nico (di\u00f3xido de carbono, ou CO2), afirma um relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica Mundial (OMM) divulgado nesta ter\u00e7a-feira (09\/09) em Genebra.<\/p>\n<p>Em 2013, a concentra\u00e7\u00e3o de g\u00e1s carb\u00f4nico na atmosfera era 142% maior do que em 1750, na era pr\u00e9-industrial. As presen\u00e7as de metano e de \u00f3xido nitroso aumentaram, respectivamente, 253% e 121%, de acordo com a ag\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s sabemos, sem sombra de d\u00favida, que nosso clima est\u00e1 mudando e que as condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas est\u00e3o ficando cada vez mais extremas devido ao uso de combust\u00edveis f\u00f3sseis\u201d, disse o secret\u00e1rio-geral da OMM, Michel Jarraud.<\/p>\n<p>Segundo o documento, o aumento do n\u00edvel de g\u00e1s carb\u00f4nico entre 2012 e 2013 foi o maior registrado desde 1984. Em 2013, a concentra\u00e7\u00e3o na atmosfera atingiu a quantidade de 396 ppm (partes por milh\u00e3o), alta de 2,9 ppm em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. \u201cTemos que reverter essa tend\u00eancia e cortar as emiss\u00f5es de CO2 e outros gases de efeito estufa. Estamos ficando sem tempo\u201d, afirmou Jarraud.<\/p>\n<p>O documento afirma tamb\u00e9m que, entre 1990 e 2013, houve um crescimento de 34% na chamada for\u00e7a radioativa, ou seja, o efeito de aquecimento sobre o clima causado pelos gases do efeito estufa, como di\u00f3xido de carbono, metano e \u00f3xido nitroso.<\/p>\n<p><strong>Vida marinha em jogo<\/strong><\/p>\n<p>\u201cAs emiss\u00f5es do passado, do presente e do futuro ter\u00e3o um efeito cumulativo no aquecimento global e na acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos. Leis da f\u00edsica n\u00e3o s\u00e3o negoci\u00e1veis\u201d, refor\u00e7ou Jarraud.<\/p>\n<p>Atualmente o oceano absorve cerca de 25% das emiss\u00f5es totais de di\u00f3xido de carbono e a biosfera, outros 25%, limitando assim o aumento da concentra\u00e7\u00e3o desses gases na atmosfera. Mas esse processo acarreta impactos diretos na vida marinha.<\/p>\n<p>A absor\u00e7\u00e3o de quantidades significativas de CO2 pelos mares do planeta modifica o ciclo de carbonatos marinhos e desencadeia a acidifica\u00e7\u00e3o da \u00e1gua do mar. Todos os dias, os oceanos absorvem cerca de quatro quilos de di\u00f3xido de carbono por pessoa no planeta.<\/p>\n<p>\u201cO di\u00f3xido de carbono permanece durante centenas de anos na atmosfera e por um per\u00edodo de tempo ainda maior no oceano\u201d, alertou Jarraud. O n\u00edvel de acidez dos mares \u00e9 o maior em 300 milh\u00f5es de anos, disse ele. Essa mudan\u00e7a afeta diretamente a vida de organismos marinhos, especialmente, corais e algas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A concentra\u00e7\u00e3o de gases do efeito estufa na atmosfera e nos oceanos atingiu n\u00edveis recordes<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6623,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/concentracao_gases_efeito_estufa.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/concentracao_gases_efeito_estufa.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/concentracao_gases_efeito_estufa.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/concentracao_gases_efeito_estufa.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/concentracao_gases_efeito_estufa.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/concentracao_gases_efeito_estufa.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/concentracao_gases_efeito_estufa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/concentracao_gases_efeito_estufa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/concentracao_gases_efeito_estufa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/concentracao_gases_efeito_estufa.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A concentra\u00e7\u00e3o de gases do efeito estufa na atmosfera e nos oceanos atingiu n\u00edveis recordes","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6622"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6622"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6622\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6623"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6622"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6622"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6622"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}