{"id":66197,"date":"2017-05-23T11:00:19","date_gmt":"2017-05-23T14:00:19","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=66197"},"modified":"2017-05-23T06:24:21","modified_gmt":"2017-05-23T09:24:21","slug":"area-de-cerrado-endemico-no-vale-do-paraiba-sera-transformada-em-parque","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/area-de-cerrado-endemico-no-vale-do-paraiba-sera-transformada-em-parque\/","title":{"rendered":"\u00c1rea de cerrado end\u00eamico no Vale do Para\u00edba ser\u00e1 transformada em Parque"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-66198\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A cria\u00e7\u00e3o de um parque p\u00fablico do cerrado em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos ocorrer\u00e1 possivelmente ainda em 2017, preservando uma forma\u00e7\u00e3o vegetal \u00fanica<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Por J\u00falio Ottoboni*<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Uma \u00e1rea na zona sul dde S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (SP), que ainda det\u00e9m o bioma de um cerrado end\u00eamico, surgido dentro de uma \u00e1rea de predomin\u00e2ncia de Mata Atl\u00e2ntica, abrigar\u00e1 tanto um novo espa\u00e7o com um centro de estudos. Para os pesquisadores isso \u00e9 mist\u00e9rio a ser desvendado, pois \u00e9 totalmente at\u00edpica essa ocorr\u00eancia.<\/p>\n<p>Essa mancha de cerrado, que s\u00f3 ocorre na zona sul para uma estreita faixa na zona leste do munic\u00edpio, pegava tamb\u00e9m onde se encontra o aeroporto local, da Empresa Brasileira de Aeron\u00e1utica (Embraer), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a empresa Avibras, al\u00e9m de alguns pontos do in\u00edcio da Rodovia dos Tamoios.\u00a0 Atualmente a vegeta\u00e7\u00e3o t\u00edpica de cerrado s\u00f3 se encontra as margens da pista de pouso e decolagem e em poucos terrenos nas proximidades.<\/p>\n<p>Os cientistas do Inpe chegaram a pesquisar a forma\u00e7\u00e3o que surge em meio a Mata Atl\u00e2ntica para saber se \u00e9 alguma caracter\u00edstica peculiar do solo ou de um microclima formado na regi\u00e3o h\u00e1 milhares de anos. A possibilidade \u00e9 que as savanas, conhecidas no Brasil como cerrado, j\u00e1 existam na regi\u00e3o h\u00e1 20 milh\u00f5es de anos e a Mata Atl\u00e2ntica a cerca de dois mil anos.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Cerrado-sjc-diocese.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-221031 \" src=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Cerrado-sjc-diocese-1024x684.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Cerrado-sjc-diocese.jpg 1024w, http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Cerrado-sjc-diocese-300x200.jpg 300w, http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Cerrado-sjc-diocese-600x401.jpg 600w, http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Cerrado-sjc-diocese-823x550.jpg 823w, http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Cerrado-sjc-diocese-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"427\" \/><\/a><\/p>\n<p>O pesquisador Paulo Roberto Martini, ainda nos anos 90, j\u00e1 salientava a import\u00e2ncia de se preservar ao m\u00e1ximo essa forma\u00e7\u00e3o, tanto em sua flora como fauna. Ele n\u00e3o tem d\u00favida que as savanas eram predominantes na regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba, inclusive no territ\u00f3rio hoje ocupado por S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos. Inclusive de onde vem o pr\u00f3prio nome do munic\u00edpio. \u00a0A mancha de cerrado era muito maior, pois ocupava todos os plat\u00f4s da regi\u00e3o e a \u00e1reas serranas era de predomin\u00e2ncia de Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>Em alguns pontos ainda \u00e9 poss\u00edvel se ver \u00e1reas de transi\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o formadas quando existe uma diferencia\u00e7\u00e3o gradativa das esp\u00e9cies vegetais entre os dois perfis. Entre esses pontos est\u00e1 a Serra da Jambeiro, que faz divisa com S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma forma\u00e7\u00e3o \u00fanica, end\u00eamica, n\u00e3o temos nada parecido a centenas de quil\u00f4metros daqui. Isso precisa realmente ser preservado e muito bem estudado, em algum momento no tempo geol\u00f3gico isso surgiu como a vegeta\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, original, e que depois foi tomada pela Mata Atl\u00e2ntica devido a mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Mas o \u00a0n\u00edvel de resili\u00eancia essa savana \u00e9 muito mais alto que o da floresta. Mesmo assim estamos diante de um fen\u00f4meno \u00fanico\u201d, comentou o pesquisador do Inpe.<\/p>\n<p>A faixa do Sudeste, Sul, Centro Oeste brasileiro, passando pelo Uruguai, grande parte da Argentina, Chile e Paraguai se encontram na faixa dos desertos do hemisf\u00e9rio sul do planeta. A \u00e1rea que pega S\u00e3o Paulo, Minas Gerais e Paran\u00e1, por exemplo, n\u00e3o s\u00e3o grandes desertos pelo regime de chuvas provocado pela Mata Atl\u00e2ntica. A pr\u00f3pria floresta tamb\u00e9m provocou mudan\u00e7as no clima costeiro do pa\u00eds at\u00e9 100 quil\u00f4metros para dentro do continente.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cerrado-sjc2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-221032 \" src=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cerrado-sjc2.jpg\" sizes=\"(max-width: 782px) 100vw, 782px\" srcset=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cerrado-sjc2.jpg 782w, http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cerrado-sjc2-300x169.jpg 300w, http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cerrado-sjc2-600x338.jpg 600w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u201cNote que nos per\u00edodos de estiagem essas savanas remanescentes e a pr\u00f3pria regi\u00e3o voltam a se comportar com um deserto. A floresta pode acabar pela interfer\u00eancia do homem ou pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, mas esse cerrado permanecer\u00e1 tal sua resili\u00eancia\u201d, observou Martini.<\/p>\n<p>A \u00e1rea que ser\u00e1 o futuro parque foi trocada por uma divida com a prefeitura. Ela se encontra em bom estado de conserva\u00e7\u00e3o. O objetivo de vereadores, t\u00e9cnicos da prefeitura e representantes da pastoral do meio ambiente, ligada a igreja cat\u00f3lica, \u00e9 implementar o parque e preservar sua biodiversidade o quanto antes, sem que sofra mais interfer\u00eancia da urbaniza\u00e7\u00e3o que a circunda ou a\u00e7\u00f5es que desfigurem o bioma.<\/p>\n<p>Para isso j\u00e1 fizeram um debate na C\u00e2mara Municipal, que foi acompanhado por cerca de 60 pessoas. O evento foi organizado pela Diocese e que simboliza um gesto concreto da Campanha da Fraternidade 2017, que tem como tema \u201cBiomas brasileiros e defesa da vida\u201d e como lema \u201cCultivar e guardar a cria\u00e7\u00e3o\u201d. \u00a0A Diocese de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos defende a preserva\u00e7\u00e3o do bioma cerrado por meio da cria\u00e7\u00e3o de um parque p\u00fablico.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Urbanismo e Sustentabilidade, Marcelo Manara, reafirmou a inten\u00e7\u00e3o em manter as \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o integral da cidade e afirmou o interesse da prefeitura em implantar um parque do cerrado. \u201cExiste um processo para criar um parque do cerrado na Cetesb e temos a inten\u00e7\u00e3o de prosseguir com o projeto\u201d.<\/p>\n<p>Segundo ele, uma \u00e1rea remanescente de cerrado de cerca de 40 hectares, que equivale a 40 campos de futebol, na regi\u00e3o sul deve realmente abrigar o parque p\u00fablico. Segundo Manara, o n\u00facleo possui grande biodiversidade de esp\u00e9cies, al\u00e9m de ser \u00fanica no Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Em 2010 a prefeitura concluiu um estudo com o mapeamento e levantamento flor\u00edstico detalhado dos fragmentos de cerrado presentes no munic\u00edpio. As principais manchas de cerrado cortam toda a regi\u00e3o sul, passando pela \u00e1rea pertencente ao Departamento de Ci\u00eancia e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) at\u00e9 a regi\u00e3o leste.<\/p>\n<p>A pesquisa contemplou o georreferenciamento das \u00e1reas, a caracteriza\u00e7\u00e3o das fisionomias encontradas, entre esp\u00e9cies arb\u00f3reas, herb\u00e1ceas (arbustos e vegeta\u00e7\u00e3o rasteira) e ep\u00edfitas (como brom\u00e9lias e orqu\u00eddeas), o levantamento flor\u00edstico por amostragem e a documenta\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica das \u00e1reas.\u00a0 Foram identificadas mais de 150 esp\u00e9cies, sendo que destas, 17 s\u00e3o end\u00eamicas, exclusivas do cerrado da regi\u00e3o, n\u00e3o ocorrendo em outras \u00e1reas de cerrado do Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Segundo a bi\u00f3loga Let\u00edcia Brand\u00e3o, do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), o estudo demonstrou a exist\u00eancia de esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o do cerrado e esp\u00e9cies encontradas somente na regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba. Este estudo foi pioneiro no mapeamento desta vegeta\u00e7\u00e3o dentro do bioma \u2018 Cerrado no Vale do Para\u00edba\u2019, se se tornou um importante instrumento para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade regional.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cerrado-SJC.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-221033 \" src=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cerrado-SJC.jpg\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" srcset=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cerrado-SJC.jpg 900w, http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cerrado-SJC-300x184.jpg 300w, http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cerrado-SJC-600x368.jpg 600w, http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cerrado-SJC-897x550.jpg 897w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"392\" \/><\/a><\/p>\n<p>O projeto tem\u00e1tico Viabilidade de Conserva\u00e7\u00e3o dos Remanescentes de Cerrado do Estado de S\u00e3o Paulo, coordenado por Marisa Dantas Bitencourt, do Instituto de Bioci\u00eancias da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), que se desenvolve no \u00e2mbito do Programa Biota-FAPESP, desenvolvido no come\u00e7o do ano 2000.<\/p>\n<p>\u201cEmbora n\u00e3o estivesse no nosso roteiro original, visitamos as ilhas de Cerrado do Vale do Para\u00edba, em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, Ca\u00e7apava e Taubat\u00e9. L\u00e1, nos surpreendemos ao encontrar, encravadas em pleno dom\u00ednio da Floresta Ombr\u00f3fila Densa (Mata Atl\u00e2ntica), \u00e1reas razoavelmente extensas de Cerrado com todas as fisionomias campestres: campo limpo, campo sujo, campo cerrado e cerrado stricto sensu, que n\u00e3o t\u00ednhamos visto nas outras regi\u00f5es. Tamb\u00e9m nos decepcionamos: em raz\u00e3o provavelmente de inc\u00eandios, a flora do Cerrado no Vale do Para\u00edba \u00e9 muito pobre\u201d, comentou a pesquisadora da USP. (Envolverde)<\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Julio-Ottoni.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-220436 size-thumbnail\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Julio-Ottoni-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a>* <strong>J\u00falio Ottoboni<\/strong> \u00e9 jornalista diplomado, tem 31 anos de profiss\u00e3o, foi da primeira turma de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o de jornalismo cient\u00edfico do Brasil, atuou em diversos ve\u00edculos da grande imprensa brasileira, tem cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00f5es no ITA, INPE, Observat\u00f3rio Nacional e DCTA. Escreve para publica\u00e7\u00f5es nacionais\u00a0 e estrangeiras sobre meio ambiente terrestre, ci\u00eancia e tecnologia aeroespacial e economia. \u00c9 conselheiro de entidades ambientais, como Corredor Ecol\u00f3gico Vale do Para\u00edba, foi professor universit\u00e1rio em jornalismo e \u00e9 coautor de diversos livros sobre meio ambiente. \u00a0\u00c9 colaborador Attenborough fixo da Ag\u00eancia Envolverde e integrante da Rebia.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cria\u00e7\u00e3o de um parque p\u00fablico do cerrado em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos ocorrer\u00e1 possivelmente<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":66198,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/cerrado.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A cria\u00e7\u00e3o de um parque p\u00fablico do cerrado em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos ocorrer\u00e1 possivelmente","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66197"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66197"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66197\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/66198"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66197"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66197"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66197"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}