{"id":65839,"date":"2017-05-17T12:00:36","date_gmt":"2017-05-17T15:00:36","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=65839"},"modified":"2017-05-16T21:05:11","modified_gmt":"2017-05-17T00:05:11","slug":"consumo-excessivo-de-alcool-na-balada-expoe-homens-e-mulheres-a-riscos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/consumo-excessivo-de-alcool-na-balada-expoe-homens-e-mulheres-a-riscos\/","title":{"rendered":"Consumo excessivo de \u00e1lcool na balada exp\u00f5e homens e mulheres a riscos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=65840\" rel=\"attachment wp-att-65840\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-65840\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Um levantamento feito com 2.422 jovens frequentadores de \u201c<span class=\"Apple-style-span\">baladas<\/span>\u201d na cidade de S\u00e3o Paulo revelou que a preval\u00eancia de consumo abusivo de <span class=\"Apple-style-span\">\u00e1lcool <\/span>nessa popula\u00e7\u00e3o \u00e9 de 43,4% \u2013 \u00edndice bem superior ao observado na popula\u00e7\u00e3o brasileira como um todo: 18,4%.<\/p>\n<p>No dia em que foram entrevistados, 30% dos \u201cbaladeiros\u201d deixaram a casa noturna com um <span class=\"Apple-style-span\">n\u00edvel alco\u00f3lico <\/span>que se enquadra no chamado\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">binge drinking<\/span> (ao menos quatro doses para mulheres e cinco para homens em um per\u00edodo aproximado de duas horas), um padr\u00e3o de consumo de risco associado em diversos estudos a maior ocorr\u00eancia de abuso sexual, tentativas de suic\u00eddio, sexo desprotegido, gravidez indesejada, infarto, overdose alco\u00f3lica, quedas e outros problemas de sa\u00fade.<\/p>\n<p>A pesquisa foi coordenada por Zila Sanchez, professora do Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp), e contou com\u00a0<span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/47988\" target=\"_blank\">apoio da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (Fapesp)<\/a><\/span>.<\/p>\n<p>\u201cOs resultados indicam que homens e mulheres se exp\u00f5em a riscos diferentes quando saem intoxicados da balada. Enquanto eles est\u00e3o mais sujeitos a fazer uso de drogas il\u00edcitas e a dirigir embriagados, elas tendem a continuar bebendo e correm maior risco de <span class=\"Apple-style-span\">overdose alco\u00f3lica<\/span>\u201d, disse Sanchez.<\/p>\n<p>\u201cObservamos ainda que, no caso das mulheres, beber em excesso triplica a possibilidade de sofrer abuso sexual nos estabelecimentos\u201d, disse.<\/p>\n<p>As entrevistas foram feitas com jovens entre 21 e 25 anos \u2013 60% homens e 40% mulheres \u2013, que aceitaram participar com a garantia de anonimato. Os participantes foram abordados em 31 estabelecimentos da capital paulista, situados em diferentes bairros e voltados a diferentes classes sociais e estilos musicais.<\/p>\n<p>\u201cBuscamos compor uma amostra representativa das <span class=\"Apple-style-span\">baladas <\/span>da cidade. Entramos em contato com os donos ou gerentes e pedimos autoriza\u00e7\u00e3o para a coleta de dados. Bord\u00e9is e casas de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">swing<\/span> n\u00e3o foram inclu\u00eddos, pois nosso foco foram os locais em que as pessoas v\u00e3o para dan\u00e7ar\u201d, disse Sanchez.<\/p>\n<p>Cada estabelecimento foi visitado por uma equipe de oito pesquisadores uniformizados \u2013 seis dedicados a entrevistar volunt\u00e1rios e dois a observar fatores ambientais que poderiam influenciar o <span class=\"Apple-style-span\">consumo<\/span> de <span class=\"Apple-style-span\">\u00e1lcool<\/span>, como temperatura, umidade, ilumina\u00e7\u00e3o, press\u00e3o sonora, n\u00famero de mesas e de pistas de dan\u00e7a e promo\u00e7\u00f5es para a venda de <span class=\"Apple-style-span\">\u00e1lcool<\/span>.<\/p>\n<p>A primeira entrevista foi feita ainda na fila de entrada. Os volunt\u00e1rios responderam a quest\u00f5es sobre o perfil sociodemogr\u00e1fico (idade, profiss\u00e3o, escolaridade, renda), a pr\u00e1tica do \u201cesquenta\u201d pr\u00e9-balada (local, tipo de bebida consumida, frequ\u00eancia, gastos), o padr\u00e3o convencional de <span class=\"Apple-style-span\">uso de \u00e1lcool<\/span> (durante a vida e recente) e a experimenta\u00e7\u00e3o de outras drogas ao longo da vida. Em seguida, foram submetidos ao teste do <span class=\"Apple-style-span\">baf\u00f4metro <\/span>e ganharam uma pulseira numerada para identifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao final da balada, o teste do baf\u00f4metro foi repetido com os mesmos participantes, que tamb\u00e9m informaram a quantidade de <span class=\"Apple-style-span\">\u00e1lcool <\/span>consumida e o dinheiro gasto no estabelecimento. No dia seguinte, os entrevistados receberam em seu e-mail um link para um novo question\u00e1rio, no qual tinham de relatar o que fizeram ap\u00f3s deixar a casa noturna.<\/p>\n<p>Dos 1.222 volunt\u00e1rios que conclu\u00edram as tr\u00eas etapas de perguntas, 10% disseram n\u00e3o se lembrar do que fizeram depois de sair da balada. \u201cMuitos disseram ter mantido rela\u00e7\u00e3o sexual, mas n\u00e3o sabiam com quem. Ou ter acordado em um local estranho ou n\u00e3o se lembrar como haviam chegado em casa. Isso \u00e9 bastante preocupante\u201d, disse a pesquisadora.<\/p>\n<p>De acordo com Sanchez, a venda de bebidas no sistema\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">open bar<\/span> \u2013 em que se paga um valor fixo e o consumo \u00e9 liberado \u2013 foi o principal fator ambiental associado \u00e0 intoxica\u00e7\u00e3o. \u201cIsso aumentou n\u00e3o apenas o consumo de \u00e1lcool, como j\u00e1 era esperado, mas tamb\u00e9m o de drogas il\u00edcitas. Nas baladas\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">open bar<\/span>, chega a ser 12 vezes maior a probabilidade de haver consumo de ecstasy [metilenodioximetanfetamina], maconha, coca\u00edna e at\u00e9 quetamina, um anest\u00e9sico para cavalos com efeito alucin\u00f3geno\u201d, contou.<\/p>\n<p>A press\u00e3o sonora e o estilo musical tamb\u00e9m influenciaram o padr\u00e3o de <span class=\"Apple-style-span\">consumo de \u00e1lcool<\/span> dos frequentadores. De acordo com os resultados, quanto mais alto era o som ambiente, maior era a possibilidade de os baladeiros deixarem o estabelecimento intoxicados. Nas casas especializadas em m\u00fasica eletr\u00f4nica ou em hip hop, foi mais prevalente o <span class=\"Apple-style-span\">consumo de \u00e1lcool<\/span> associado ao de drogas il\u00edcitas. Por outro lado, os casos de <span class=\"Apple-style-span\">intoxica\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica<\/span> foram bem menos frequentes nas casas especializadas em forr\u00f3 ou zouk, locais onde o foco dos frequentadores parece ser, de fato, a dan\u00e7a.<\/p>\n<p>Nas baladas LGBT (l\u00e9sbicas, gays, bissexuais e transexuais), particularmente nos estabelecimentos voltados ao p\u00fablico masculino, chamou a aten\u00e7\u00e3o dos pesquisadores a maior preval\u00eancia no uso de quetamina e na pr\u00e1tica de sexo sem prote\u00e7\u00e3o \u2013 mesmo havendo oferta gratuita de preservativo nos locais.<\/p>\n<p>O levantamento mostrou ainda que, de maneira geral, o \u201cesquenta\u201d pr\u00e9-balada \u00e9 mais comum entre os homens, que chegaram \u00e0 casa noturna com n\u00edveis alco\u00f3licos mais elevados. Na sa\u00edda, por\u00e9m, as mulheres apresentaram dosagens equivalentes, o que indica um consumo feminino maior dentro do estabelecimento.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s t\u00ednhamos, inicialmente, a hip\u00f3tese de que o objetivo do esquenta era economizar, reduzindo a compra de <span class=\"Apple-style-span\">bebida <\/span>dentro da <span class=\"Apple-style-span\">balada<\/span>. Mas, na realidade, aqueles que chegaram ao estabelecimento com n\u00edveis elevados de \u00e1lcool acabaram bebendo mais que os outros. Portanto, s\u00e3o indiv\u00edduos que t\u00eam um padr\u00e3o de beber mais e, consequentemente, um gasto maior\u201d, disse a pesquisadora.<\/p>\n<h3><span class=\"Apple-style-span\">De olho no lucro<\/span><\/h3>\n<p>Em paralelo ao levantamento epidemiol\u00f3gico, o grupo da Unifesp realizou um estudo qualitativo com aproximadamente 30 donos ou gerentes dos estabelecimentos inclu\u00eddos na pesquisa, dados apresentados na tese de doutorado de Claudia Carlini, com\u00a0<span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/139221\" target=\"_blank\">bolsa da Fapesp<\/a><\/span>.<\/p>\n<p>Segundo Sanchez, muitos admitiram a venda de bebida adulterada como estrat\u00e9gia para aumentar o lucro, principalmente nos locais que adotam o modelo\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">open bar<\/span>. Alguns entrevistados relataram diminuir propositalmente a pot\u00eancia do ar condicionado com o intuito de elevar a temperatura ambiente e, assim, estimular o <span class=\"Apple-style-span\">consumo de \u00e1lcool<\/span> pelos frequentadores. No entanto, os resultados da pesquisa epidemiol\u00f3gica n\u00e3o indicaram a temperatura como um fator que influencia o consumo.<\/p>\n<p>Embora a maioria tenha afirmado n\u00e3o aprovar a venda ou uso de drogas il\u00edcitas em seus estabelecimentos, admitiram n\u00e3o coibir a pr\u00e1tica feita de forma clandestina por medo de espantar clientes e ter o lucro reduzido.<\/p>\n<p>\u201cQuando iniciamos a pesquisa, pens\u00e1vamos em usar os dados para desenhar estrat\u00e9gias de interven\u00e7\u00e3o que pudessem ser aplicadas nesses estabelecimentos para diminuir o <span class=\"Apple-style-span\">consumo abusivo de \u00e1lcool<\/span>. Por\u00e9m, o estudo qualitativo mostrou ser pouco vi\u00e1vel esse tipo de medida. Os donos n\u00e3o est\u00e3o abertos a interven\u00e7\u00f5es que possam vir a comprometer seu faturamento mensal\u201d, avaliou Sanchez.<\/p>\n<p>Para a pesquisadora, somente <span class=\"Apple-style-span\">pol\u00edticas p\u00fablicas<\/span> poderiam amenizar o problema. Uma proposta seria combater a venda de \u00e1lcool no modelo\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">open bar<\/span> e as demais promo\u00e7\u00f5es que tornem a bebida muito barata. \u201cOutra medida interessante seria proibir a venda para pessoas que j\u00e1 apresentam sinais de intoxica\u00e7\u00e3o, como fala pastosa e olhos vermelhos. Isso j\u00e1 \u00e9 feito em diversos pa\u00edses. A ideia n\u00e3o \u00e9 extinguir o consumo e sim garantir que as pessoas deixem os estabelecimentos em condi\u00e7\u00f5es mais seguras\u201d, disse.<\/p>\n<h3><span class=\"Apple-style-span\">Modelo de interven\u00e7\u00e3o<\/span><\/h3>\n<p>Os 1.222 baladeiros que responderam as tr\u00eas etapas de question\u00e1rios foram convidados a participar de uma interven\u00e7\u00e3o on-line inspirada em um modelo desenvolvido na Austr\u00e1lia para reduzir a pr\u00e1tica de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">binge drinking<\/span> entre universit\u00e1rios. Desses, 1.057 concordaram em participar da interven\u00e7\u00e3o e 465 conclu\u00edram o estudo e foram acompanhados ao longo de 12 meses.<\/p>\n<p>Os participantes foram divididos aleatoriamente em dois grupos. A metade considerada como grupo controle apenas respondeu a algumas quest\u00f5es sobre padr\u00f5es de consumo de \u00e1lcool. Os demais, al\u00e9m do question\u00e1rio, receberam ao final uma tela com um conjunto de informa\u00e7\u00f5es como o quanto a pessoa gastava por ano com bebidas, que tipo de coisas ela poderia comprar com esse dinheiro e em que faixa de risco est\u00e1 enquadrada (uso leve, moderado, pesado ou depend\u00eancia).<\/p>\n<p>\u201cEssa tela de interven\u00e7\u00e3o tem como objetivo mostrar ao indiv\u00edduo se ele est\u00e1 fora do padr\u00e3o de consumo para sua faixa et\u00e1ria e fora de um perfil de consumo considerado seguro\u201d, explicou a pesquisadora.<\/p>\n<p>De acordo com Sanchez, os resultados desse estudo espec\u00edfico n\u00e3o foram claros. Entre os jovens que estavam nas faixas de consumo intenso, foi observada uma redu\u00e7\u00e3o ao longo dos 12 meses tanto no grupo controle como no grupo que recebeu a interven\u00e7\u00e3o. J\u00e1 entre aqueles que bebiam pouco, houve aumento no consumo durante o per\u00edodo analisado \u2013 tamb\u00e9m nos dois grupos.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 v\u00e1rias hip\u00f3teses para explicar esse desfecho, entre elas a exist\u00eancia de um vi\u00e9s estat\u00edstico. Mas, do ponto de vista de sa\u00fade p\u00fablica, os dados refor\u00e7am a ideia de que esse tipo de interven\u00e7\u00e3o s\u00f3 deve ser feito com quem realmente bebe em excesso, caso contr\u00e1rio pode at\u00e9 ser prejudicial\u201d, afirmou Sanchez.<\/p>\n<p>A pesquisa teve in\u00edcio em 2012 e envolveu tamb\u00e9m a participa\u00e7\u00e3o da mestranda\u00a0<span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/135728\" target=\"_blank\">Mariana Guedes Ribeiro Santos<\/a><\/span> e dos bolsistas de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica\u00a0<span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/205405\" target=\"_blank\">Raissa Reis dos Santos<\/a><\/span>,\u00a0<span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/140561\" target=\"_blank\">Karen Jennings Ribeiro<\/a><\/span>,\u00a0<span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/139227\" target=\"_blank\">Miguel Rodolpho Benjamin<\/a><\/span> e\u00a0<span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/154102\" target=\"_blank\">Yago Carvalho Baldin<\/a><\/span>.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es sobre o projeto e seus resultados podem ser encontradas no site:\u00a0<span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/www.baladacomciencia.com.br\/\" target=\"_blank\">www.baladacomciencia.com.br<\/a><\/span>.<\/p>\n<p>Refer\u00eancias:\u00a0<span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/journals.plos.org\/plosone\/article?id=10.1371\/journal.pone.0133646\" target=\"_blank\">PLoS One<\/a>,\u00a0<\/span><span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0955395915002133\" target=\"_blank\">International Journal of Drug Policy<\/a>,\u00a0<\/span><span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/alcalc\/article-lookup\/doi\/10.1093\/alcalc\/agu055\" target=\"_blank\">Alcohol and Alcoholism<\/a>,\u00a0<\/span><span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"https:\/\/goo.gl\/NNcUUT\" target=\"_blank\">Alcoholism: Clinical And Experimental Research<\/a>;\u00a0<\/span><span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/www.tandfonline.com\/doi\/abs\/10.3109\/00952990.2015.1050497?journalCode=iada20\" target=\"_blank\">The American Journal of Drug and Alcohol Abuse<\/a>,\u00a0<\/span><span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/www.publish.csiro.au\/SH\/SH14207\" target=\"_blank\">Sexual Health<\/a>;\u00a0<\/span><span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"https:\/\/goo.gl\/axZWJ0\" target=\"_blank\">Drug and Alcohol Review<\/a>,\u00a0<\/span><span class=\"Apple-style-span\"><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89102016000100801\" target=\"_blank\">Revista de Sa\u00fade P\u00fablica<\/a>.\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um levantamento feito com 2.422 jovens frequentadores de \u201cbaladas\u201d na cidade de S\u00e3o Paulo revelou<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":65840,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/alcool-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Um levantamento feito com 2.422 jovens frequentadores de \u201cbaladas\u201d na cidade de S\u00e3o Paulo revelou","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65839"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65839"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65839\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/65840"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65839"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65839"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65839"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}