{"id":6579,"date":"2014-09-12T18:00:07","date_gmt":"2014-09-12T18:00:07","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=6579"},"modified":"2014-09-12T14:24:26","modified_gmt":"2014-09-12T14:24:26","slug":"tirar-cera-de-ouvido-aumenta-risco-de-infeccoes-no-orgao-alerta-especialista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/tirar-cera-de-ouvido-aumenta-risco-de-infeccoes-no-orgao-alerta-especialista\/","title":{"rendered":"Tirar cera de ouvido aumenta risco de infec\u00e7\u00f5es no \u00f3rg\u00e3o, alerta especialista"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/cera_ouvido.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-6580\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/cera_ouvido.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>Primeiro vamos falar sobre a import\u00e2ncia da cera.\u00a0 A cera (ou cerume) \u00e9 produzida por gl\u00e2ndulas da pele da por\u00e7\u00e3o mais externa do canal auditivo. A cera \u00e9 formada pela secre\u00e7\u00e3o das gl\u00e2ndulas, que \u00e9 rica em gordura e descama\u00e7\u00e3o de pele, possuindo v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es. Por ser oleosa, ela impede o ressecamento da pele do conduto auditivo e funciona como uma barreira de prote\u00e7\u00e3o, que filtra impurezas e corpos estranhos. Tamb\u00e9m possui a\u00e7\u00e3o antibacteriana e antif\u00fangica.<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \">Quando a cera \u00e9 produzida, ela segue um trajeto no canal auditivo at\u00e9 sua sa\u00edda. Quando mastigamos e falamos, a mand\u00edbula se move e carrega a cera para fora do canal auditivo. \u00c9 somente esta parte que podemos limpar, e n\u00e3o dentro do canal auditivo, pois nosso organismo j\u00e1 se encarrega de eliminar o excesso de cera produzido.<\/p>\n<h3><strong>Por que n\u00e3o podemos retirar a cera?<\/strong><\/h3>\n<p class=\"textoCorrido \">\u00a0Retirar a cera reduz a prote\u00e7\u00e3o natural contra microorganismos, aumentando o risco de infec\u00e7\u00f5es. As infec\u00e7\u00f5es do canal auditivo costumam ser muito dolorosas e precisam de tratamento com <a href=\"http:\/\/www.minhavida.com.br\/temas\/antibi%C3%B3ticos\" target=\"_blank\">antibi\u00f3ticos<\/a> locais.<\/p>\n<div class=\"imagem flag\"><span class=\"legenda \">Tentativas de remover a cera de forma excessiva causam um trauma na pele do ouvido, levando \u00e0 dor. <\/span><\/div>\n<p class=\"textoCorrido \">\u00a0Al\u00e9m disso, a pele fica extremamente seca, o que gera sensa\u00e7\u00e3o de coceira, que por sua vez faz a pessoa manipular ainda mais o canal auditivo. Isso se torna um c\u00edrculo vicioso, com muita irrita\u00e7\u00e3o no local e eventualmente infec\u00e7\u00e3o (<a href=\"http:\/\/www.minhavida.com.br\/saude\/temas\/otite\" target=\"_blank\">otite<\/a>).<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \">\u00a0Tentativas de remover a cera de forma excessiva causam um trauma na pele do ouvido, levando \u00e0 dor. Al\u00e9m disso, o ato pode empurrar a cera para dentro do ouvido, obstruindo o canal e dando a sensa\u00e7\u00e3o de surdez. Neste caso, em geral \u00e9 necess\u00e1ria a retirada pelo m\u00e9dico, por meio de lavagem ou aspira\u00e7\u00e3o. Se o cotonete for introduzido at\u00e9 o fundo do canal do ouvido, pode chegar \u00e0 membrana timp\u00e2nica, podendo at\u00e9 perfur\u00e1-la e levar a uma perda auditiva.<\/p>\n<h3><strong>Aposente o cotonete<\/strong><\/h3>\n<p class=\"textoCorrido \">\u00a0Recomenda-se usar apenas toalha para secar ap\u00f3s o banho. O uso de cotonete n\u00e3o \u00e9 recomendado, pois a haste acaba sendo introduzida dentro do canal auditivo com frequ\u00eancia.<\/p>\n<p>\u00a0O intervalo de tempo em que essa limpeza precisa ser feita depende de cada pessoa, n\u00e3o existe uma regra.\u00a0 Na verdade, pelo fato de nosso ouvido ser &#8220;auto-limpante&#8221;, quanto menos limpeza, melhor. Se j\u00e1 for um h\u00e1bito, devemos tomar o cuidado de s\u00f3 limpar externamente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Primeiro vamos falar sobre a import\u00e2ncia da cera.\u00a0 A cera (ou cerume) \u00e9 produzida por<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6580,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/cera_ouvido.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/cera_ouvido.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/cera_ouvido.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/cera_ouvido.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/cera_ouvido.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/cera_ouvido.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/cera_ouvido.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/cera_ouvido.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/cera_ouvido.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/cera_ouvido.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Primeiro vamos falar sobre a import\u00e2ncia da cera.\u00a0 A cera (ou cerume) \u00e9 produzida por","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6579"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6579"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6579\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6580"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6579"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6579"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6579"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}