{"id":65603,"date":"2017-05-13T12:30:33","date_gmt":"2017-05-13T15:30:33","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=65603"},"modified":"2017-05-13T08:51:21","modified_gmt":"2017-05-13T11:51:21","slug":"brasil-tem-7-ecossistemas-diferentes-em-seu-litoral-sob-ameaca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/brasil-tem-7-ecossistemas-diferentes-em-seu-litoral-sob-ameaca\/","title":{"rendered":"Brasil tem 7 ecossistemas diferentes em seu litoral sob amea\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=65604\" rel=\"attachment wp-att-65604\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-65604\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Quem passeia pela praia, por rochas e desembocaduras de rios est\u00e1 na verdade visitando diferentes habitats marinhos. Sabe aquela praia que voc\u00ea achava que estava deserta? Devia saber quem se escondia embaixo da areia. Os ecossistemas costeiros t\u00eam uma enorme biodiversidade, que inclui desde bact\u00e9rias, algas, plantas, crust\u00e1ceos e moluscos, at\u00e9 peixes, aves e mam\u00edferos.<\/p>\n<p>&#8220;Nesses habitats h\u00e1 representantes de todos os filos existentes na natureza&#8221;, diz Alexander Turra, professor do Instituto Oceanogr\u00e1fico da USP (Universidade de S\u00e3o Paulo). T<strong>em as\u00a0baratinhas-da-praia\u00a0nas rochas, os caranguejos na areia, as\u00a0bolachas-da-praia\u00a0na regi\u00e3o submersa, uma profus\u00e3o de peixes, crust\u00e1ceos e moluscos rodeando recifes de corais e forma\u00e7\u00f5es de algas calc\u00e1rias.<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o <strong>sete os biomas que podemos visitar com certa facilidade quando estamos no litoral<\/strong>: bancos de\u00a0rodolitos, cost\u00f5es rochosos, estu\u00e1rios, fundos vegetados, manguezais e marismas, praias e recifes coralinos. Mais longe da costa, h\u00e1 outros habitats marinhos, como a plataforma continental e o mar profundo.<\/p>\n<p>Alguns funcionam como ber\u00e7\u00e1rios para diversos organismos, outros s\u00e3o purificadores das \u00e1guas.&#8221;Eles cumprem fun\u00e7\u00f5es importantes, como suporte para pesca e aquicultura, provis\u00e3o de recursos minerais, como calc\u00e1rio, al\u00e9m de lazer, recrea\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o da cultura dos povos do mar&#8221;, diz Turra.<\/p>\n<p>Uma outra grande contribui\u00e7\u00e3o que os habitats costeiros d\u00e3o est\u00e1 relacionada \u00e0 regula\u00e7\u00e3o do clima. <strong>Os ecossistemas da costa s\u00e3o\u00a0capazes de armazenar milh\u00f5es de toneladas de carbono, captando gases de efeito estufa, que provocam aquecimento global.<\/strong><\/p>\n<p>O problema \u00e9 que, em vez de estarmos ampliando essas \u00e1reas como estrat\u00e9gia de combate ao aquecimento global, elas est\u00e3o sendo destru\u00eddas. &#8220;S\u00e3o v\u00e1rias amea\u00e7as, como esgoto urbano, lixo, desmatamento de manguezais, ocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o planejada de praias e cost\u00f5es rochosos, minera\u00e7\u00e3o de calc\u00e1rio, pesca de arrasto&#8221;, enumera o bi\u00f3logo.<\/p>\n<h3>Conhe\u00e7a os ecossistemas e suas amea\u00e7as<\/h3>\n<div class=\"mod-foto-embed w615x300\"><span class=\"credito\">Getty Images<\/span><\/p>\n<div class=\"figure\"><img class=\"pinit-img\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/85\/2017\/05\/08\/estuario-1494258089128_615x300.jpg\" \/><\/div>\n<\/div>\n<h3>Estu\u00e1rios<\/h3>\n<p><strong>O que \u00e9:<\/strong> Onde a \u00e1gua doce do continente se encontra com a \u00e1gua salgada do mar. Os estu\u00e1rios t\u00eam partes mais rasas e constitu\u00eddas de lama e \u00e1reas de maior turbidez e mistura com a \u00e1gua do mar.<\/p>\n<p><strong>Onde h\u00e1: <\/strong>Nas desembocaduras de rios e em reentr\u00e2ncias costeiras onde h\u00e1 mistura entre \u00e1gua doce e salgada.<\/p>\n<p><strong>Quem vive l\u00e1: <\/strong>Diversos peixes, como o linguado, e crust\u00e1ceos se beneficiam de alimentos trazidos pelas \u00e1guas fluviais e pela din\u00e2mica das mar\u00e9s. O peixe-boi, um mam\u00edfero, costuma viver em regi\u00f5es lamacentas do estu\u00e1rio. Os nutrientes que se depositam nessas regi\u00f5es tamb\u00e9m atraem aves, como os colhereiros.<\/p>\n<p><strong>Amea\u00e7as:<\/strong> As regi\u00f5es de estu\u00e1rio s\u00e3o vulner\u00e1veis \u00e0 polui\u00e7\u00e3o proveniente do continente. Um exemplo de impacto de enorme propor\u00e7\u00e3o nesse habitat foi a contamina\u00e7\u00e3o das \u00e1guas do rio Doce pelo <a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/cotidiano\/ultimas-noticias\/2017\/02\/07\/contencao-de-rejeitos-feita-pela-samarco-nao-elimina-degradacao-ambiental-diz-ibama.htm\">rompimento de uma barragem da mineradora Samarco, em Mariana (MG)<\/a>.<\/p>\n<div class=\"mod-foto-embed w615x300\"><span class=\"credito\">Fernanda Terra Stori <\/span><\/p>\n<div class=\"figure\"><img class=\"pinit-img\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/79\/2017\/05\/08\/costao-rochoso-1494256186809_615x300.jpg\" \/><\/div>\n<\/div>\n<h3>Cost\u00f5es rochosos<\/h3>\n<p><strong>O que \u00e9:<\/strong>\u00a0S\u00e3o estruturas r\u00edgidas formadas por diferentes tipos de rochas.<\/p>\n<p><strong>Onde h\u00e1:<\/strong> Est\u00e3o concentrados nas costas das regi\u00f5es Sul e Sudeste.<\/p>\n<p><strong>Quem vive l\u00e1: <\/strong>organismos fixos, como algas, h\u00e1 os que se deslocam lentamente, como ouri\u00e7os, e h\u00e1 aqueles mais \u00e1geis, que correm nas pedras, como a as famosas baratinhas-da-praia (crust\u00e1ceo is\u00f3pode aparentado do tatuzinho de jardim).<\/p>\n<p><strong>Amea\u00e7as:<\/strong> Efeitos de perturba\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, como tempestades mais intensas, podem alterar a din\u00e2mica da biodiversidade de cost\u00f5es rochosos.<\/p>\n<div class=\"mod-foto-embed w615x300\"><span class=\"credito\">Vitch\u00e9 Palacin\/Folhapress<\/span><\/p>\n<div class=\"figure\"><img class=\"pinit-img\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/5e\/2017\/05\/08\/praia-1494258083104_615x300.jpg\" \/><\/div>\n<\/div>\n<h3>Praias<\/h3>\n<p><strong>Onde h\u00e1:<\/strong> As praias arenosas, \u00e1reas de transi\u00e7\u00e3o entre a terra e o mar, compreendem cerca de 75% da costa mundial. Existem tamb\u00e9m as praias de pedra. No Brasil, h\u00e1 presen\u00e7a de praias em praticamente toda a costa.<\/p>\n<p><strong>Quem vive l\u00e1:<\/strong> H\u00e1 organismos que vivem enterrados na areia, como as poliquetas (anel\u00eddeos do mar), moluscos e crust\u00e1ceos, e animais que andam sobre a areia, como caranguejos.<\/p>\n<p><strong>Amea\u00e7as:<\/strong> As praias est\u00e3o entre os ambientes marinhos mais vulner\u00e1veis a problemas como despejo de esgoto e pisoteio.<\/p>\n<div class=\"mod-foto-embed w615x300\"><span class=\"credito\">Getty Images<\/span><\/p>\n<div class=\"figure\"><img class=\"pinit-img\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/9b\/2017\/05\/08\/grama-marinha-1494258080756_615x300.jpg\" \/><\/div>\n<\/div>\n<h3>Gramas marinhas<\/h3>\n<p><strong>O que \u00e9<\/strong><strong>:<\/strong>\u00a0 \u00a0S\u00e3o coberturas vegetais adaptadas \u00e0 vida na \u00e1gua que formam pradarias submersas em zonas marinhas rasas. No mar, geram efeito semelhante a plantas de aqu\u00e1rio: oxigenam a \u00e1gua, reciclam nutrientes e reduzem a turbidez. Al\u00e9m disso, s\u00e3o importantes ber\u00e7\u00e1rios marinhos.<\/p>\n<p><strong>Onde h\u00e1:<\/strong>\u00a0S\u00e3o escassas as informa\u00e7\u00f5es sobre a distribui\u00e7\u00e3o e extens\u00e3o das pradarias de gramas marinhas. Pesquisadores do programa ReBentos est\u00e3o realizando um mapeamento dessas \u00e1reas.<\/p>\n<p><strong>Quem vive l\u00e1: <\/strong>As gramas marinhas fornecem alimento e funcionam como ber\u00e7\u00e1rio para invertebrados, peixes, tartarugas e peixe-boi<\/p>\n<p><strong>Amea\u00e7as:<\/strong> Sofrem impactos da polui\u00e7\u00e3o e contamina\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, da constru\u00e7\u00f5es de portos, da pesca de arrasto, do turismo e da invas\u00e3o de esp\u00e9cies. Eles tamb\u00e9m s\u00e3o vulner\u00e1veis ao aquecimento global.<\/p>\n<div class=\"mod-foto-embed w615x300\"><span class=\"credito\">Guetty Images<\/span><\/p>\n<div class=\"figure\"><img class=\"pinit-img\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/49\/2017\/05\/08\/mangue-1494256175667_615x300.jpg\" \/><\/div>\n<\/div>\n<h3>Manguezais e marismas<\/h3>\n<p><strong>O que \u00e9: <\/strong>Os manguezais e as marismas s\u00e3o ber\u00e7\u00e1rios para muitas esp\u00e9cies marinhas, repletas de biodiversidade. Eles est\u00e3o na transi\u00e7\u00e3o entre habitats terrestres e marinhos. Nos mangues, as \u00e1rvores s\u00e3o altas, de at\u00e9 dez metros. J\u00e1 nas marismas h\u00e1 predomin\u00e2ncia de plantas de baixa estatura.<\/p>\n<p><strong>Onde h\u00e1:<\/strong>\u00a0Os manguezais est\u00e3o presentes nas costas das regi\u00f5es Norte, Nordeste e Sudeste. J\u00e1 as marismas ocorrem em regi\u00f5es mais frias, concentrando-se na regi\u00e3o Sul.<\/p>\n<p><strong>Quem vive l\u00e1:<\/strong> Destacam-se os caranguejos u\u00e7\u00e1 e guaiamu. Al\u00e9m destes, h\u00e1 presen\u00e7a de outros crust\u00e1ceos, peixes e moluscos (como sururus, mariscos e ostras), al\u00e9m de r\u00e9pteis (como algumas cobras), mam\u00edferos (como a lontra) e aves (como gaivota e urubu), que procuram o local principalmente para se reproduzirem.<\/p>\n<p><strong>Amea\u00e7as:<\/strong> Os manguezais possuem grande import\u00e2ncia como sumidouros de carbono (locais que retiram gases de efeito estufa da atmosfera). Contudo, s\u00e3o extremamente sens\u00edveis \u00e0s mudan\u00e7as ambientais. Por isso, o grau de degrada\u00e7\u00e3o de manguezais e marismas s\u00e3o indicadores dessas altera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<div class=\"mod-foto-embed w615x300\"><span class=\"credito\">Rodrigo Moura<\/span><\/p>\n<div class=\"figure\"><img class=\"pinit-img\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/86\/2017\/05\/08\/banco-de-rodolitos-1494256165559_615x300.jpg\" \/><\/div>\n<\/div>\n<h3>Bancos de\u00a0rodolitos<\/h3>\n<p><strong>O que \u00e9:<\/strong>\u00a0Os bancos de\u00a0rodolitos\u00a0s\u00e3o formados por esferas calc\u00e1rias, produzidas por algas vermelhas. \u00c9 como um o\u00e1sis em ambientes onde o leito arenoso \u00e9 pouco convidativo para os organismos se fixarem.<\/p>\n<p><strong>Onde h\u00e1:<\/strong>\u00a0Da regi\u00e3o Norte at\u00e9 Santa Catarina, sendo mais abundantes do litoral maranhense at\u00e9 o Rio de Janeiro.<\/p>\n<p><strong>Quem vive l\u00e1:<\/strong>\u00a0Os bancos de\u00a0rodolitos\u00a0servem como abrigo e, indiretamente, alimento para uma extraordin\u00e1ria diversidade de organismos, como algas, poliquetas (anel\u00eddeos aqu\u00e1ticos), ofiuroides (serpentes do mar), moluscos, crust\u00e1ceos e peixes.<\/p>\n<p><strong>Amea\u00e7as:<\/strong>\u00a0A explora\u00e7\u00e3o direta, a pesca de arrasto e a polui\u00e7\u00e3o costeira representam grandes amea\u00e7as a esses habitats. O aquecimento e a acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos, fruto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, e o aumento das tempestades, tamb\u00e9m colocam os bancos de\u00a0rodolitos\u00a0sob grande perigo.<\/p>\n<div class=\"mod-foto-embed w615x300\"><span class=\"credito\">Marcelo Kitahara <\/span><\/p>\n<div class=\"figure\"><img class=\"pinit-img\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/51\/2017\/05\/08\/recife-de-coral-1494256196591_615x300.jpg\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mod-foto-embed w615x300\"><span class=\"credito\">Marcelo Kitahara <\/span><\/p>\n<div class=\"figure\"><img class=\"pinit-img\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/c0\/2017\/05\/08\/recife-de-coral-1494256204287_615x300.jpg\" \/><\/div>\n<\/div>\n<h3>Recifes de corais<\/h3>\n<p><strong>O que \u00e9:<\/strong> S\u00e3o forma\u00e7\u00f5es de calc\u00e1rio que configuram sistemas muito complexos e com riqu\u00edssima biodiversidade e grande profus\u00e3o de cores. Quando morrem, os recifes de corais adquirem cor acinzentada.<\/p>\n<p><strong>Onde h\u00e1:<\/strong> No Brasil, a maior forma\u00e7\u00e3o de corais est\u00e1 na regi\u00e3o Abrolhos e ao longo do litoral do Nordeste, incluindo a Ba\u00eda de Todos-os-Santos. <a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/ambiente\/2017\/01\/1852256-recife-na-foz-do-amazonas-e-unico-no-mundo.shtml\">Ao largo da foz do rio Amazonas<\/a> foi descoberto recentemente um grande banco de corais adaptado \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de alta turbidez da regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Quem vive l\u00e1:<\/strong> Muitos organismos vivem nos recifes de corais. Os recifes ocupam cerca de 0,02% da \u00e1rea oce\u00e2nica e abrigam aproximadamente \u00bc de todas as esp\u00e9cies marinhas.<\/p>\n<p><strong>Amea\u00e7as:<\/strong>\u00a0Essas forma\u00e7\u00f5es s\u00e3o sens\u00edveis ao descarte de res\u00edduos industriais e urbanos, mas a maior das amea\u00e7as talvez seja o aquecimento global. Cerca de 30% a 40% dos recifes de coral do mundo j\u00e1 est\u00e3o severamente degradados devido ao aumento das temperaturas e da acidez dos oceanos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem passeia pela praia, por rochas e desembocaduras de rios est\u00e1 na verdade visitando diferentes<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":65604,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ecosistema.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Quem passeia pela praia, por rochas e desembocaduras de rios est\u00e1 na verdade visitando diferentes","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65603"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65603"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65603\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/65604"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65603"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65603"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65603"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}