{"id":64786,"date":"2017-04-30T11:24:09","date_gmt":"2017-04-30T14:24:09","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=64786"},"modified":"2017-04-30T11:24:10","modified_gmt":"2017-04-30T14:24:10","slug":"poluicao-marinha-chega-as-aguas-superprofundas-e-apresenta-niveis-extraordinarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/poluicao-marinha-chega-as-aguas-superprofundas-e-apresenta-niveis-extraordinarios\/","title":{"rendered":"Polui\u00e7\u00e3o marinha chega \u00e0s \u00e1guas superprofundas e apresenta n\u00edveis extraordin\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/poluicao-marinha-chega-as-aguas-superprofundas-e-apresenta-niveis-extraordinarios\/crustacio\/\" rel=\"attachment wp-att-64787\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-64787\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/crustacio-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/crustacio-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/crustacio.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A polui\u00e7\u00e3o marinha j\u00e1 chega \u00e0s \u00e1guas superprofundas, segundo um estudo publicado em fevereiro. O Hirondellea gigas (foto acima), um tipo de crust\u00e1ceo que vive entre 6 mil e 11 mil metros de profundidade na Fossa das Marianas (o local mais profundo da superf\u00edcie terrestre, no Pac\u00edfico ocidental), apresentou n\u00edveis \u201cextraordin\u00e1rios\u201d de contamina\u00e7\u00e3o por produtos qu\u00edmicos proibidos, como fluidos resfriadores.<\/p>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o de poluentes encontrada nos crust\u00e1ceos era 50 vezes maior do que a detectada em caranguejos \u00e0s margens do rio Liaohe, um dos mais contaminados da China.<\/p>\n<h1 class=\"entry-title\">Outra trag\u00e9dia marinha<\/h1>\n<p class=\"td-post-sub-title-excerpt\">Segundo o mais recente e amplo relat\u00f3rio sobre a situa\u00e7\u00e3o dos oceanos, o aumento de temperatura das \u00e1guas est\u00e1 afetando profundamente esse ecossistema, com graves consequ\u00eancias para seus habitantes e os seres humanos.<\/p>\n<div class=\"td-post-sharing td-post-sharing-top \"><\/div>\n<div class=\"td-post-content\">\n<div class=\"td-post-featured-image\">\n<figure><a class=\"td-modal-image\" href=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares1.jpg\" data-caption=\"A absor\u00e7\u00e3o de gases-estufa torna os oceanos mais quentes e leva \u00e0 perda de esp\u00e9cies, reduzindo, por exemplo, as \u00e1reas de pesca, como na costa do Vietn\u00e3 (foto abaixo)\"><img loading=\"lazy\" class=\"entry-thumb td-animation-stack-type0-2\" title=\"5_pl525_mares1\" src=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares1-696x464.jpg\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">A absor\u00e7\u00e3o de gases-estufa torna os oceanos mais quentes e leva \u00e0 perda de esp\u00e9cies, reduzindo, por exemplo, as \u00e1reas de pesca, como na costa do Vietn\u00e3 (foto abaixo)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>A cada nova pesquisa, cresce a preocupa\u00e7\u00e3o sobre o estado dos oceanos da Terra, respons\u00e1veis pela maior parte da absor\u00e7\u00e3o dos gases de efeito estufa lan\u00e7ados na atmosfera pelas atividades humanas. O mais novo e abrangente deles \u2013 um calhama\u00e7o de 456 p\u00e1ginas preparado por 80 cientistas de 12 pa\u00edses, publicado em setembro pela respeitada Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN, na sigla em ingl\u00eas) \u2013 refor\u00e7a ainda mais esse quadro sombrio.<\/p>\n<p>Para os autores, o crescimento da temperatura nos oceanos representa \u201co maior desafio oculto da nossa gera\u00e7\u00e3o\u201d, pela capacidade demonstrada de alterar a composi\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies marinhas, reduzir \u00e1reas de pesca (em um per\u00edodo em que a necessidade de alimento est\u00e1 crescendo) e come\u00e7ar a espalhar doen\u00e7as para os seres humanos. \u201cEm um planeta oce\u00e2nico, estamos arruinando o oceano\u201d, sintetiza o ambientalista americano Bill McKibben com base no relat\u00f3rio.<\/p>\n<p><a class=\"td-modal-image\" href=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone  wp-image-8615 td-animation-stack-type0-2\" src=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares2.jpg\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" srcset=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares2.jpg 1200w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares2-150x100.jpg 150w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares2-768x512.jpg 768w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares2-696x464.jpg 696w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares2-1068x712.jpg 1068w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares2-630x420.jpg 630w\" alt=\"5_pl525_mares2\" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/a><\/p>\n<p>Essas mudan\u00e7as j\u00e1 podem ser sentidas pelas pessoas, segundo o trabalho. \u201cDevido a um efeito domin\u00f3, setores humanos fundamentais est\u00e3o em risco, especialmente pesca, aquicultura, gest\u00e3o de riscos costeiros, sa\u00fade e turismo costeiro\u201d, dizem os autores. De acordo com o relat\u00f3rio, os oceanos, que recobrem cerca de 70% da superf\u00edcie terrestre, t\u00eam absorvido mais de 90% do calor extra produzido pelos seres humanos.<\/p>\n<p>Se uma quantidade de calor semelhante \u00e0 que est\u00e1 armazenada nos primeiros dois mil metros de profundidade tivesse ido para a atmosfera, a temperatura na superf\u00edcie do planeta estaria nada menos que 36 graus cent\u00edgrados mais alta ao longo do s\u00e9culo 20. Como os oceanos a capturaram, essa eleva\u00e7\u00e3o foi de apenas 1\u00b0 C \u2013 cerca de 0,13\u00b0 C desde o in\u00edcio do s\u00e9culo passado. At\u00e9 2100, estima-se que esse aumento possa chegar a 4\u00b0 C, com m\u00e1ximas maiores no hemisf\u00e9rio sul.<\/p>\n<figure id=\"attachment_8616\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 649px;\"><a class=\"td-modal-image\" href=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-8616 td-animation-stack-type0-2\" src=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares3.jpg\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" srcset=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares3.jpg 1200w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares3-150x100.jpg 150w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares3-768x512.jpg 768w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares3-696x464.jpg 696w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares3-1068x712.jpg 1068w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares3-630x420.jpg 630w\" alt=\"cardume de sardinhas, peixe que, no Atl\u00e2ntico Norte, j\u00e1 est\u00e1 migrando rumo ao polo em m\u00e9dia 30 km por d\u00e9cada\" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Cardume de sardinhas, peixe que, no Atl\u00e2ntico Norte, j\u00e1 est\u00e1 migrando rumo ao polo em m\u00e9dia 30 km por d\u00e9cada<\/figcaption><\/figure>\n<p>As diferen\u00e7as de temperaturas dever\u00e3o ser ainda maiores nos polos \u2013 elas t\u00eam crescido duas vezes mais ali do que a m\u00e9dia global. O desarranjo afeta in\u00fameros aspectos do ecossistema marinho, e o relat\u00f3rio aponta os principais entre eles. Um \u00e9 o impacto destrutivo causado no in\u00edcio da cadeia alimentar dos mares, em seres como o fitopl\u00e2ncton, o zoopl\u00e2ncton e o krill (pequeno crust\u00e1ceo). A redu\u00e7\u00e3o na disponibilidade desses alimentos afeta a reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com tudo isso somado, muitos seres ligados ao ambiente oce\u00e2nico (como peixes, aves marinhas, tartarugas marinhas e \u00e1guas-vivas) podem ser deslocados de seus habitats, enquanto outros ficam sujeitos a esp\u00e9cies invasoras. No Atl\u00e2ntico Norte, j\u00e1 foram detectados deslocamentos de 30 quil\u00f4metros por d\u00e9cada, rumo ao polo, de sardinhas, anchovas, arenques e cavalas. Como mais de 550 tipos de peixes e invertebrados marinhos j\u00e1 s\u00e3o considerados amea\u00e7ados, o aquecimento dos oceanos dever\u00e1 incrementar o decl\u00ednio de algumas esp\u00e9cies.<\/p>\n<h4><strong>Perda de cor<\/strong><\/h4>\n<p>O texto se debru\u00e7a sobre o caso dos recifes de coral, que d\u00e3o suporte a cerca de 25% das esp\u00e9cies marinhas. V\u00e1rios deles sofreram branqueamento porque a const\u00e2ncia de temperaturas mais elevadas leva o coral a expelir as algas que lhe d\u00e3o cor, clareando-se e, por fim, morrendo. Nos \u00faltimos 30 anos, os casos de branqueamento registrados nos corais triplicaram, com destaque para o ocorrido na Grande Barreira de Coral, no litoral australiano. Al\u00e9m disso, a acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos (o aumento da acidez da \u00e1gua causado pela maior absor\u00e7\u00e3o de g\u00e1s carb\u00f4nico) est\u00e1 deixando cada vez mais dif\u00edcil, para animais como caranguejos, camar\u00f5es e mariscos, a tarefa de formar suas conchas de carbonato de c\u00e1lcio.<\/p>\n<figure id=\"attachment_8617\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a class=\"td-modal-image\" href=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares4.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-8617 td-animation-stack-type0-2\" src=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares4.jpg\" alt=\"Coral branqueado por causa do aquecimento do oceano\" width=\"339\" height=\"29\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Coral branqueado por causa do aquecimento do oceano<\/figcaption><\/figure>\n<p>A pesca, que representa o sustento b\u00e1sico de cerca de 4,3 bilh\u00f5es de pessoas, ser\u00e1 duramente afetada pelas mudan\u00e7as nos mares caso as emiss\u00f5es de gases-estufa n\u00e3o caiam radicalmente. No Sudeste da \u00c1sia, por exemplo, o volume pescado poder\u00e1 cair cerca de 33% at\u00e9 2050. O assunto preocupa bastante, j\u00e1 que at\u00e9 2050 se espera que a popula\u00e7\u00e3o mundial passe dos atuais 7 bilh\u00f5es de pessoas para 9 bilh\u00f5es.\u00a0Outro perigo citado no texto \u00e9 a propaga\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as que o aquecimento oce\u00e2nico vai facilitar. Os pesquisadores apontam uma rela\u00e7\u00e3o entre a prolifera\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de algas nocivas, que podem causar intoxica\u00e7\u00e3o alimentar, e o vibri\u00e3o do c\u00f3lera.<\/p>\n<p>As \u00e1guas mais quentes poderiam ainda liberar bilh\u00f5es de toneladas de metano (o mais danoso dos gases-estufa) congelado no fundo do mar, o que elevaria fortemente as temperaturas. O desastre poder\u00e1 ocorrer mesmo se houver um corte dr\u00e1stico de emiss\u00f5es de gases-estufa, j\u00e1 que essa redu\u00e7\u00e3o demoraria a produzir consequ\u00eancias percept\u00edveis.<br \/>\nO relat\u00f3rio recomenda a expans\u00e3o das \u00e1reas protegidas dos oceanos e, sobretudo, a redu\u00e7\u00e3o do volume de gases-estufa emitido pela atividade humana. \u201cO aquecimento dos oceanos \u00e9 um dos maiores desafios ocultos desta gera\u00e7\u00e3o \u2013 e um para o qual estamos totalmente despreparados\u201d, diz Inger Andersen, diretora-geral da IUCN. \u201cA \u00fanica forma de preservar a rica diversidade de vida marinha e salvaguardar a prote\u00e7\u00e3o e os recursos que o oceano nos oferece \u00e9 cortar as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa r\u00e1pida e substancialmente.\u201d<\/p>\n<p><a class=\"td-modal-image\" href=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares5.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-8618 aligncenter td-animation-stack-type0-2\" src=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares5.jpg\" sizes=\"(max-width: 358px) 100vw, 358px\" srcset=\"http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares5.jpg 869w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares5-64x150.jpg 64w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares5-768x1810.jpg 768w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares5-696x1640.jpg 696w, http:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2016\/10\/5_pl525_mares5-178x420.jpg 178w\" alt=\"5_pl525_mares5\" width=\"358\" height=\"844\" \/><\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A polui\u00e7\u00e3o marinha j\u00e1 chega \u00e0s \u00e1guas superprofundas, segundo um estudo publicado em fevereiro. 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