{"id":64031,"date":"2017-04-18T12:30:47","date_gmt":"2017-04-18T15:30:47","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=64031"},"modified":"2017-04-17T20:38:18","modified_gmt":"2017-04-17T23:38:18","slug":"mais-da-metade-dos-brasileiros-esta-acima-do-peso-diz-ministerio-da-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/mais-da-metade-dos-brasileiros-esta-acima-do-peso-diz-ministerio-da-saude\/","title":{"rendered":"Mais da metade dos brasileiros est\u00e1 acima do peso, diz Minist\u00e9rio da Sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=64032\" rel=\"attachment wp-att-64032\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-64032\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/obesidade-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/obesidade-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/obesidade.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Duas entre cada dez mulheres que vivem em capitais brasileiras est\u00e3o obesas. Tamb\u00e9m nessas cidades, quatro entre cada 10 habitantes t\u00eam hipertens\u00e3o e mais da metade est\u00e1 acima do peso. A mais recente edi\u00e7\u00e3o da pesquisa do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade Vigitel revela um avan\u00e7o sem tr\u00e9guas de doen\u00e7as consideradas fatores de risco para enfarte e derrame cerebral. E deixa claro que o Brasil sai do quadro de desnutri\u00e7\u00e3o para embarcar na obesidade.<\/p>\n<section id=\"conteudo\" class=\"has-submenu\">\n<div class=\"centraliza\">\n<section>\n<article id=\"conteudo-principal\" class=\"canal-media rod news\">\n<div id=\"texto\">A pesquisa do Vigitel \u00e9 feita por meio de entrevista telef\u00f4nica, com a popula\u00e7\u00e3o das capitais brasileiras com idade igual ou superior a 18 anos. Dados do trabalho com indicadores de 2016 divulgados nesta segunda mostram que a expans\u00e3o da diabetes, da hipertens\u00e3o, obesidade e sobrepeso se d\u00e1 na popula\u00e7\u00e3o em geral, mas de uma forma mais acentuada entre pessoas com menor escolaridade.Diabetes, por exemplo, afeta 16,5% da popula\u00e7\u00e3o com at\u00e9 oito anos de estudo. Um indicador tr\u00eas vezes maior do que aquele apresentado por pessoas que estudaram 12 anos ou mais: 4,6%. O mesmo acontece com a hipertens\u00e3o: 41,8% da popula\u00e7\u00e3o com at\u00e9 oito anos de estudo apresenta o problema. Quase tr\u00eas vezes mais do que o indicador apresentado entre aqueles com 12 anos de estudo ou mais: 15%.<\/p>\n<p>O fen\u00f4meno tamb\u00e9m se repete com excesso de peso e com a obesidade, mas numa escala inferior. A pesquisa indica que 59,2% da popula\u00e7\u00e3o com at\u00e9 oito anos de estudo est\u00e1 acima do peso. Entre os que com 12 anos ou mais, o porcentual \u00e9 de 48,8%. J\u00e1 na obesidade, 23,5% dos que estudaram at\u00e9 oito anos apresentam o problema. Entre os que estudaram 12 anos ou mais, o porcentual \u00e9 de 14,9%<\/p>\n<p>Com j\u00e1 se era esperado, a frequ\u00eancia dos quatro fatores de risco para doen\u00e7as cardiovasculares (obesidade, sobrepeso, hipertens\u00e3o e diabetes), aumenta com o passar dos anos. O que o trabalho chama a aten\u00e7\u00e3o, no entanto, \u00e9 o que ocorre com obesidade. A preval\u00eancia do problema duplica a partir dos 25 anos.<br \/>\nTodos os problemas aumentaram de forma expressiva nos \u00faltimos 10 anos. Entre 2010 e 2016, cresceu em 61,8% o n\u00famero de pessoas diagnosticadas com diabetes.<\/p>\n<p>A obesidade teve uma expans\u00e3o igualmente preocupante: 60%, passando de 11,8% da popula\u00e7\u00e3o em 2006 para 18,9% em 2016. A hipertens\u00e3o, por sua vez, subiu 14,2% na d\u00e9cada, passando de 22,5% para 25,7% da popula\u00e7\u00e3o. Os indicadores relacionados a excesso de peso subiram 26,3% em dez anos. Em 2006, 42,6% da popula\u00e7\u00e3o estava cima do peso. Hoje, j\u00e1 s\u00e3o 53,8%.<\/p>\n<p>O aumento dos indicadores pode em parte ser atribu\u00eddo ao aumento da idade da popula\u00e7\u00e3o. Mas os dados da pesquisa deixam claro que a mudan\u00e7a de h\u00e1bitos alimentares tamb\u00e9m est\u00e1 diretamente relacionada ao problema. A come\u00e7ar pela redu\u00e7\u00e3o do consumo regular de arroz e feij\u00e3o. Em 2012, 74,2% da popula\u00e7\u00e3o masculina entrevistada dizia consumir a combina\u00e7\u00e3o mais t\u00edpica da dieta brasileira em pelo menos cinco dias da semana. Bastaram quatro anos para esse indicador cair para 67,9%. A boa not\u00edcia, no entanto, \u00e9 que o consumo regular de frutas e hortali\u00e7as apresentou uma leve eleva\u00e7\u00e3o entre 2008 e 2016, passando de 33% para 35,2%.<\/p>\n<p>O maior consumo ocorreu entre mulheres. O grupo feminino tamb\u00e9m apresentou uma redu\u00e7\u00e3o do consumo regular de refrigerantes ou suco artificial. Em 2016, 13,9% diziam ter esse h\u00e1bito, ante 26,9% em 2007.<\/p>\n<p>O trabalho da Vigitel mostra que o excesso de peso \u00e9 mais prevalente entre homens. A obesidade, por sua vez, apresenta indicadores semelhantes: 19,6% entre o p\u00fablico feminino e 18,1%, entre o masculino. J\u00e1 diabetes e hipertens\u00e3o s\u00e3o mais prevalentes entre as mulheres. Entre as entrevistas femininas, 9,9% disseram ter diabetes, mais dos que os 7,8% apontados pelos entrevistados masculinos. Entre as mulheres ouvidas, 27,5% relataram ter hipertens\u00e3o. Entre os homens, foram 23,6%.<br \/>\n<i> L\u00edgia Formenti<\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Duas entre cada dez mulheres que vivem em capitais brasileiras est\u00e3o obesas. 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