{"id":61259,"date":"2017-03-07T10:00:30","date_gmt":"2017-03-07T13:00:30","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=61259"},"modified":"2017-03-06T21:37:46","modified_gmt":"2017-03-07T00:37:46","slug":"pesquisa-da-embrapa-identifica-microalgas-que-geram-biocombustiveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/pesquisa-da-embrapa-identifica-microalgas-que-geram-biocombustiveis\/","title":{"rendered":"Pesquisa da Embrapa identifica microalgas que geram biocombust\u00edveis"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=61260\" rel=\"attachment wp-att-61260\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-61260\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Uma pesquisa de biocombust\u00edveis realizada em Bras\u00edlia pela Embrapa Agroenergia identificou esp\u00e9cies de microalgas que podem ser cultivadas em res\u00edduos l\u00edquidos de processamento em agroind\u00fastrias, gerando mat\u00e9ria-prima renov\u00e1vel. Al\u00e9m dos combust\u00edveis, podem ser gerados, entre outros produtos, ra\u00e7\u00f5es e cosm\u00e9ticos. Os estudos duraram tr\u00eas anos e tamb\u00e9m identificaram esp\u00e9cies na biodiversidade brasileira, informou a<em> Ag\u00eancia Brasil<\/em>.<\/p>\n<p>Os estudos utilizaram a vinha\u00e7a, formada na produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar e etanol de cana, e o pome (palm oil mill effluent), gerado no processamento de dend\u00ea, aproveitado na fertirriga\u00e7\u00e3o das planta\u00e7\u00f5es. De acordo com t\u00e9cnicos da Embrapa, utiliz\u00e1-los como meio para produzir microalgas dever\u00e1 agregar valor \u00e0s cadeias produtivas da cana e do dend\u00ea, produzindo mais biomassa e \u00f3leo para obter energia e bioprodutos.<\/p>\n<p>As microalgas s\u00e3o organismos unicelulares e microsc\u00f3picos que vivem em meios aqu\u00e1ticos. Elas n\u00e3o s\u00e3o plantas, mas s\u00e3o capazes de realizar fotoss\u00edntese e de se desenvolver utilizando luz do sol e g\u00e1s carb\u00f4nico. Se reproduzem muito rapidamente, proporcionando grande quantidade de \u00f3leo e de biomassa.<\/p>\n<p>A produtividade pode ser de dez a 100 vezes maior que de cultivos agr\u00edcolas tradicionais. Isso chamou a aten\u00e7\u00e3o de setores que necessitam de grandes quantidades de mat\u00e9ria-prima, como biocombust\u00edveis.<\/p>\n<p>\u00d3leos produzidos por algumas esp\u00e9cies quase sempre cont\u00eam compostos muito valiosos, como \u00d4mega 3 e carotenoides. Por isso, elas tamb\u00e9m encontram espa\u00e7o em ind\u00fastrias que atendem nichos de mercado e pagam mais caro por mat\u00e9rias-primas com propriedades raras. \u00c9 o caso dos cosm\u00e9ticos e dos suplementos alimentares.<\/p>\n<p>Segundo a Embrapa Agroenergia, j\u00e1 existem no Brasil pelo menos quatro empresas produzindo microalgas: duas no Nordeste, com foco em nutri\u00e7\u00e3o humana e animal, e outras duas no interior de S\u00e3o Paulo, atendendo ind\u00fastrias de cosm\u00e9ticos e tamb\u00e9m de ra\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de projetos para tratamento de efluentes.<\/p>\n<p><strong>Mercado<\/strong><br \/>\nUm estudo sobre microalgas do governo dos Estados Unidos mostrou que o uso de linhagens modificadas geneticamente chega a reduzir em 85% o custo de produ\u00e7\u00e3o. O mercado de biocombust\u00edvel est\u00e1 em ascens\u00e3o no mundo. Na Europa, mil \u00f4nibus movidos a biometano, um biog\u00e1s refinado, circulam grandes cidades do continente.<\/p>\n<p>Conforme a Associa\u00e7\u00e3o Europeia de Biog\u00e1s, a Alemanha, com 185 plantas de produ\u00e7\u00e3o do biocombust\u00edvel, \u00e9 o pa\u00eds com o maior grau de implementa\u00e7\u00e3o da tecnologia, seguida pela Su\u00e9cia, com 61.<br \/>\nar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pesquisa de biocombust\u00edveis realizada em Bras\u00edlia pela Embrapa Agroenergia identificou esp\u00e9cies de microalgas que<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":61260,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/microalgas.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Uma pesquisa de biocombust\u00edveis realizada em Bras\u00edlia pela Embrapa Agroenergia identificou esp\u00e9cies de microalgas que","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61259"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61259"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61259\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61260"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61259"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61259"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61259"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}