{"id":60878,"date":"2017-02-28T14:30:20","date_gmt":"2017-02-28T17:30:20","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=60878"},"modified":"2017-02-27T21:53:41","modified_gmt":"2017-02-28T00:53:41","slug":"seis-locais-de-biodiversidade-marinha-correm-risco-devido-a-pesca-e-ao-aquecimento-global","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/seis-locais-de-biodiversidade-marinha-correm-risco-devido-a-pesca-e-ao-aquecimento-global\/","title":{"rendered":"Seis locais de biodiversidade marinha correm risco devido \u00e0 pesca e ao aquecimento global"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=60879\" rel=\"attachment wp-att-60879\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-60879\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Um novo estudo para identificar as \u00e1reas nos oceanos da Terra com maior prioridade de conserva\u00e7\u00e3o identificou seis \u201chotspots\u201d de biodiversidade marinha que sofrer\u00e3o com maior gravidade o impacto das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e a press\u00e3o das pescas. Hotspots de biodiversidade s\u00e3o regi\u00f5es do mundo com n\u00edveis significantes de biodiversidade e que est\u00e3o sob amea\u00e7a devido \u00e0 a\u00e7\u00e3o humana. Entre outros, s\u00e3o considerados hotspots a cadeia montanhosa dos Andes, a Mata Atl\u00e2ntica (no Brasil, Paraguai e Argentina), a Bacia do Mediterr\u00e2neo, os Himalaias ou o C\u00e1ucaso.<\/p>\n<p>O impacto da atividade humana nas altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas que podem levar ao colapso de ecossistemas \u00e9 sabido, mas at\u00e9 agora nenhum estudo tinha examinado a sobreposi\u00e7\u00e3o da distribui\u00e7\u00e3o global de esp\u00e9cies nos oceanos e as \u00e1reas marinhas com maiores riscos devido \u00e0s altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>A equipa liderada por Francisco Ram\u00edrez compilou uma base de dados de mais de duas mil esp\u00e9cies e informa\u00e7\u00f5es sobre as temperaturas \u00e0 superf\u00edcie do mar, correntes oce\u00e2nicas e produtividade marinha recolhidas ao longo de mais de tr\u00eas d\u00e9cadas. Adicionalmente, avaliaram dados dos \u00faltimos 60 anos sobre a pesca.<\/p>\n<p>Os dados ambientais mostraram uma distribui\u00e7\u00e3o desigual das mudan\u00e7as nos oceanos. As altera\u00e7\u00f5es mais dr\u00e1sticas ir\u00e3o ocorrer nos p\u00f3los e nos tr\u00f3picos, onde as temperaturas v\u00e3o sofrer mudan\u00e7as mais extremas, o que ter\u00e1 impacto na disponibilidade dos nutrientes e nas correntes marinhas. Por outro lado, a pesca industrial tamb\u00e9m reduziu as quantidades globais de peixes no mar e a continua\u00e7\u00e3o da press\u00e3o piscat\u00f3ria ir\u00e1 exacerbar ainda mais a press\u00e3o nas popula\u00e7\u00f5es de peixes nessas \u00e1reas.<\/p>\n<p>Com a combina\u00e7\u00e3o de todos os dados, os investigadores identificaram seis zonas marinhas de alta biodiversidade, em regi\u00f5es temperadas e tropicais dos oceanos Atl\u00e2ntico, \u00cdndico e Pac\u00edfico, que sofrer\u00e3o mais que as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e a pesca.<\/p>\n<p>Em comunicado de imprensa, os investigadores avisam que os impactos clim\u00e1ticos e da pesca devem ser tidos em conta para a conserva\u00e7\u00e3o e, da mesma forma que as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas t\u00eam sido abordadas em uma escala global, a comunidade internacional tamb\u00e9m deve conservar a biodiversidade, criando medidas contra a pesca.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um novo estudo para identificar as \u00e1reas nos oceanos da Terra com maior prioridade de<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":60879,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/biodiversidade_marinha.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Um novo estudo para identificar as \u00e1reas nos oceanos da Terra com maior prioridade de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60878"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=60878"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60878\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/60879"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=60878"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=60878"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=60878"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}