{"id":60191,"date":"2017-02-18T14:30:33","date_gmt":"2017-02-18T17:30:33","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=60191"},"modified":"2017-02-18T13:20:10","modified_gmt":"2017-02-18T16:20:10","slug":"pesquisadores-descobrem-novas-cavernas-e-especies-em-area-ameacada-do-parana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/pesquisadores-descobrem-novas-cavernas-e-especies-em-area-ameacada-do-parana\/","title":{"rendered":"Pesquisadores descobrem novas cavernas e esp\u00e9cies em \u00e1rea amea\u00e7ada do Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=60192\" rel=\"attachment wp-att-60192\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-60192\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Um levantamento recente feito por pesquisadores do Paran\u00e1 descobriu dez cavernas at\u00e9 ent\u00e3o desconhecidas no estado. Elas foram encontradas no munic\u00edpio de Ponta Grossa a partir de um estudo feito ao longo de tr\u00eas dias de trabalho de campo em 2016, mas s\u00f3 divulgado agora.<\/p>\n<p>Os pesquisadores do Grupo Universit\u00e1rio de Pesquisas Espeleol\u00f3gicas (Gupe) investigaram uma \u00e1rea de apenas 1 quil\u00f4metro de extens\u00e3o na regi\u00e3o chamada Escarpa Devoniana. Ela \u00e9 considerada o degrau topogr\u00e1fico que separa o Primeiro do Segundo Planalto paranaense. L\u00e1, encontraram as dez novas cavernas localizadas nas paredes rochosas da Forma\u00e7\u00e3o Furnas \u2013 a rocha que sustenta a forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/epoca.globo.com\/ciencia-e-meio-ambiente\/blog-do-planeta\/noticia\/2017\/02\/desproteger-1-milhao-de-hectares-na-amazonia-nao-e-bom-negocio-para-agricultura.html\">&gt;&gt; Reduzir \u00e1reas protegidas n\u00e3o \u00e9 bom neg\u00f3cio para a agricultura<\/a><\/p>\n<p>Os resultados mostraram que a escarpa ainda \u00e9 desconhecida e revelaram um imenso potencial tur\u00edstico e ecol\u00f3gico escondido na regi\u00e3o. Em linha reta, a forma\u00e7\u00e3o se estende por 260 quil\u00f4metros no Paran\u00e1, no entanto, devido aos diversos c\u00e2nions, fendas e festonados \u2013 que s\u00e3o contornos e reentr\u00e2ncias t\u00edpicas de relevos escarpados \u2013, sua extens\u00e3o total ultrapassa 500 quil\u00f4metros. \u00c9 nela onde mais se manifestam as cavernas dos Campos Gerais, especialmente na por\u00e7\u00e3o que compreende os pared\u00f5es rochosos situados na frente da \u00e1rea, em seu reverso e entorno \u2013 no interior dos c\u00e2nions e fendas.<\/p>\n<p>Apesar de tamanho potencial e riqueza, um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa do Paran\u00e1 e ser\u00e1 votado ainda no primeiro semestre deste ano <a href=\"http:\/\/epoca.globo.com\/ciencia-e-meio-ambiente\/blog-do-planeta\/noticia\/2017\/01\/nova-lei-pode-ameacar-florestas-rios-e-cachoeiras-tipicos-do-parana.html\">quer reduzir para menos de um ter\u00e7o o per\u00edmetro atual da \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana.<\/a> A \u00e1rea \u00e9 uma Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o Estadual de Uso Sustent\u00e1vel, criada em 1992 e situada na regi\u00e3o dos Campos Gerais do Paran\u00e1.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-560\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Caverna das Andorinhas (Foto: GUPE divulga\u00e7\u00e3o)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/k_hHH_uZRaHfsK0wNS3JbIVWCWo=\/560x350\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2017\/02\/14\/caverna_das_andorinhas_ponta_grossa_-_fonte_gupe.jpg\" alt=\"Caverna das Andorinhas (Foto: GUPE divulga\u00e7\u00e3o)\" width=\"640\" height=\"400\" \/><label class=\"foto-legenda\">A Caverna das Andorinhas (Foto: Gupe divulga\u00e7\u00e3o)<\/label><\/div>\n<p>Se aprovado, todo o patrim\u00f4nio espeleol\u00f3gico da regi\u00e3o ficar\u00e1 irreversivelmente desprotegido e amea\u00e7ado. A condi\u00e7\u00e3o far\u00e1 com que diversas cavernas fiquem fora da Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o e que seu regime de prote\u00e7\u00e3o seja profundamente modificado.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/epoca.globo.com\/ciencia-e-meio-ambiente\/blog-do-planeta\/noticia\/2017\/02\/o-enredo-da-imperatriz-leopoldinense-e-o-agronegocio-sem-confetes.html\">&gt;&gt; Quem se incomoda com um samba que fala de agricultura sustent\u00e1vel?<\/a><\/p>\n<p>Muito pouco ainda se sabe a respeito do patrim\u00f4nio espeleol\u00f3gico da Escarpa Devoniana. O fato, entretanto, \u00e9 que o potencial para novas descobertas de cavernas \u00e9 enorme e as estat\u00edsticas atuais tendem a ser rapidamente multiplicadas com a realiza\u00e7\u00e3o de trabalhos de prospec\u00e7\u00e3o, cadastramento e pesquisa. Atualmente, o Paran\u00e1 conta com 330 cavernas e as estat\u00edsticas crescem nos \u00faltimos anos, principalmente com os novos registros obtidos na APA da escarpa.<\/p>\n<p>De acordo com as bases de dados do Gupe, do Centro Nacional de Pesquisa e Conserva\u00e7\u00e3o de Cavernas (Cecav), vinculado ao Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), e da Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE), 105 cavidades subterr\u00e2neas na \u00e1rea da escarpa e seu entorno imediato j\u00e1 foram identificadas. Por\u00e9m, alguns trabalhos de certifica\u00e7\u00e3o e licenciamento ambiental dispon\u00edveis na internet apontam a ocorr\u00eancia de outras 15 cavernas j\u00e1 conhecidas, mas ainda n\u00e3o catalogadas nos cadastros oficiais. Com o total de 120 cavernas, a \u00e1rea concentra mais de um ter\u00e7o do patrim\u00f4nio espeleol\u00f3gico do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Ponta Grossa \u00e9 o munic\u00edpio que lidera esse ranking, seguido de Seng\u00e9s, Pira\u00ed do Sul e Tibagi. Apesar de ter apenas uma caverna cadastrada, Jaguaria\u00edva tamb\u00e9m possui grande potencial espeleol\u00f3gico, assim como os munic\u00edpios de Pira\u00ed do Sul e Seng\u00e9s, devido \u00e0s caracter\u00edsticas do relevo dessas regi\u00f5es, com a presen\u00e7a de muitos c\u00e2nions e fendas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de cavernas, na regi\u00e3o da escarpa localiza-se a maior cavidade subterr\u00e2nea em arenito do sul do Brasil. O Sumidouro do C\u00f3rrego das Fendas, em Ponta Grossa, tem 1.300 metros de desenvolvimento linear.<\/p>\n<p>As cavidades subterr\u00e2neas da regi\u00e3o da Escarpa Devoniana apresentam not\u00e1vel geodiversidade e biodiversidade. Recentes estudos em espeleotemas formados em rochas aren\u00edticas mostram a participa\u00e7\u00e3o de micro-organismos na forma\u00e7\u00e3o dessas fei\u00e7\u00f5es, indicando que bact\u00e9rias podem tanto dissolver como precipitar minerais.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a de esp\u00e9cies de invertebrados encontrados em cavernas da regi\u00e3o ainda desconhecidos pela ci\u00eancia tamb\u00e9m mostra a diversidade biol\u00f3gica dos ambientes. O exemplo mais not\u00f3rio \u00e9 o crust\u00e1ceo trogl\u00f3bio \u2013 adaptado para viver exclusivamente em caverna \u2013, encontrado na Caverna das Andorinhas, em Ponta Grossa. Este <em>Amphipoda<\/em> \u2013 o <em>Hyalella formosa<\/em> \u2013 foi o primeiro trogl\u00f3bio identificado na Regi\u00e3o Sul do Brasil. Trabalhos desenvolvidos em 2012 durante um projeto de pesquisa do Gupe mostraram a grande diversidade e abund\u00e2ncia de esp\u00e9cies em cavernas situadas na APA da Escarpa. Na Caverna da Chamin\u00e9, em Ponta Grossa, por exemplo, foram identificados 54 esp\u00e9cies e 440 indiv\u00edduos em uma \u00e1rea de amostragem de apenas 61 metros.<\/p>\n<p>Os trabalhos do Gupe mostram que os dep\u00f3sitos de mat\u00e9ria org\u00e2nica vegetal presentes no interior das cavidades subterr\u00e2neas, provenientes do guano (fezes) de morcegos e andorinh\u00f5es e da vegeta\u00e7\u00e3o nativa externa, tamb\u00e9m constituem fontes vitais para a exist\u00eancia e manuten\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies cavern\u00edcolas da APA. O tamanho e a qualidade do fragmento externo \u2013 entre eles florestas, cap\u00f5es de mata e campos \u2013 s\u00e3o fatores fundamentais na riqueza da fauna das cavernas, por isso o entorno desses ambientes deve ser protegido para que suas caracter\u00edsticas naturais sejam mantidas.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o da APA por meio da aprova\u00e7\u00e3o do projeto de lei, portanto, \u00e9 absolutamente equivocada e representa erro e retrocesso imensur\u00e1veis. A forte press\u00e3o causada pela agricultura e pelo florestamento comercial com esp\u00e9cies ex\u00f3ticas na \u00e1rea j\u00e1 vem causando impactos sobre as florestas e os campos nativos. A supress\u00e3o e substitui\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o natural pelo cultivo, a falta de manejo e controle da dispers\u00e3o do p\u00ednus, a instala\u00e7\u00e3o de drenos em campos brejosos, a destrui\u00e7\u00e3o de \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APP) e o uso de agrot\u00f3xicos afetam diretamente a fauna cavern\u00edcola. Essas atividades tamb\u00e9m modificam o regime h\u00eddrico das cavernas e aumentam o transporte de sedimento para o interior dos ambientes, causando o entupimento de galerias.<\/p>\n<p>A minera\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o da Escarpa Devoniana, com a extra\u00e7\u00e3o de areia por meio do hidrodesmonte \u2013 t\u00e9cnica que consiste em fragmentar pared\u00f5es de rocha aren\u00edtica com o uso de jatos de \u00e1gua de alta press\u00e3o \u2013, \u00e9 outro risco iminente \u00e0s cavernas, podendo resultar na supress\u00e3o total de diversas cavidades. A falta de exig\u00eancias de estudos espeleol\u00f3gicos por parte do Instituto Ambiental do Paran\u00e1 (IAP) e como condicionantes para a instala\u00e7\u00e3o de empreendimentos de alto impacto ambiental, como minera\u00e7\u00e3o, hidrel\u00e9tricas, parques e\u00f3licos e ind\u00fastrias, s\u00e3o fatores que aumentam o risco de destrui\u00e7\u00e3o de cavidades subterr\u00e2neas na \u00e1rea.<br \/>\nAs cavernas devem ser, portanto, protegidas, a fim de garantir o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico e a fun\u00e7\u00e3o geossist\u00eamica que esses ambientes apresentam. Cavernas s\u00e3o locais de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1guas superficiais, servindo de pontos de recarga do importante \u2013 por\u00e9m muito esquecido \u2013 Aqu\u00edfero Furnas, um grande manancial de \u00e1guas subterr\u00e2neas da regi\u00e3o dos Campos Gerais. A \u00e1gua \u00e9 um recurso primordial, considerado o recurso do s\u00e9culo e essencial para toda a sociedade. H\u00e1 muito em jogo nessa proposta legislativa. Esperamos que, ao menos desta vez, os interesses particulares n\u00e3o se sobreponham aos da coletividade.<\/p>\n<p><em>* Henrique Sim\u00e3o Pontes \u00e9 ge\u00f3grafo, t\u00e9cnico em meio ambiente, mestre em gest\u00e3o do territ\u00f3rio e doutorando em geologia. Membro efetivo do Grupo Universit\u00e1rio de Pesquisas Espeleol\u00f3gicas (Gupe) e integrante do Grupo de Pesquisa Geoconserva\u00e7\u00e3o e Patrim\u00f4nio Geol\u00f3gico (CNPq\/UFPR).<\/em><\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-560\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Nova esp\u00e9cie descoberta na caverna da Chamin\u00e9 em Ponta Grossa (Foto: GUPE divulga\u00e7\u00e3o)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/n3MTPH02FR4RGwDdlTImaaxbr6o=\/560x800\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2017\/02\/14\/nova_especie_de_decapode_krill_caverna_da_chamine_ponta_grossa_-_fonte_gupe_RykRNEX.png\" alt=\"Nova esp\u00e9cie descoberta na caverna da Chamin\u00e9 em Ponta Grossa (Foto: GUPE divulga\u00e7\u00e3o)\" width=\"639\" height=\"913\" \/><label class=\"foto-legenda\">Uma nova esp\u00e9cie descoberta na Caverna da Chamin\u00e9, em Ponta Grossa (Foto: Gupe divulga\u00e7\u00e3o)<\/label><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um levantamento recente feito por pesquisadores do Paran\u00e1 descobriu dez cavernas at\u00e9 ent\u00e3o desconhecidas no<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":60192,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/caverna.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Um levantamento recente feito por pesquisadores do Paran\u00e1 descobriu dez cavernas at\u00e9 ent\u00e3o desconhecidas no","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60191"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=60191"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60191\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/60192"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=60191"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=60191"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=60191"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}