{"id":59846,"date":"2017-02-13T13:00:52","date_gmt":"2017-02-13T16:00:52","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=59846"},"modified":"2017-02-13T22:49:54","modified_gmt":"2017-02-14T01:49:54","slug":"cientistas-apontam-novas-hipoteses-para-o-primeiro-descobrimento-das-americas-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cientistas-apontam-novas-hipoteses-para-o-primeiro-descobrimento-das-americas-2\/","title":{"rendered":"Cientistas apontam novas hip\u00f3teses para o primeiro descobrimento das Am\u00e9ricas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cientistas-apontam-novas-hipoteses-para-o-primeiro-descobrimento-das-americas-2\/america-2\/\" rel=\"attachment wp-att-59847\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-59847\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\u00daltima grande fronteira da coloniza\u00e7\u00e3o humana antes da Ant\u00e1rtida, o continente americano foi durante milh\u00f5es de anos um vasto territ\u00f3rio desocupado, isolado do mundo por geleiras que impediam qualquer passagem. Era distante demais \u2013 al\u00e9m de, at\u00e9 ent\u00e3o, desconhecido \u2013 para ser alcan\u00e7ado por vias mar\u00edtimas. H\u00e1 cerca de 20 mil anos, por\u00e9m, a vontade de nossos antepassados de desbravar estas terras superou a dificuldade de chegar at\u00e9 aqui.<\/p>\n<p><strong><a class=\"link-corpo\" href=\"http:\/\/zh.clicrbs.com.br\/rs\/noticias\/planeta-ciencia\/noticia\/2015\/08\/analise-genetica-traz-dados-ineditos-sobre-a-miscigenacao-brasileira-4830108.html\" target=\"_blank\"><strong>An\u00e1lise gen\u00e9tica traz dados in\u00e9ditos sobre a miscigena\u00e7\u00e3o brasileira<\/strong><\/a><\/strong><\/p>\n<p>A origem desses primeiros americanos ainda \u00e9 um mist\u00e9rio a ser desvendado. A <strong><a class=\"link-corpo\" href=\"http:\/\/zh.clicrbs.com.br\/rs\/noticias\/noticia\/2012\/07\/professores-da-ufrgs-participam-de-estudo-publicado-pela-revista-nature-3837329.html\" target=\"_blank\"><strong>teoria mais aceita<\/strong> <\/a><\/strong>dava conta de que o homem ocupou o continente americano vindo da \u00c1sia, cruzando as vastid\u00f5es g\u00e9lidas da Sib\u00e9ria em busca de uma nova \u00e1rea para habitar. Mas dois recentes estudos adicionaram um ingrediente inesperado a essa migra\u00e7\u00e3o: alguns povos ind\u00edgenas da Am\u00e9rica carregam em si claras liga\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas com abor\u00edgenes da Austr\u00e1lia e nativos de Papua-Nova Guin\u00e9, habitantes da ent\u00e3o regi\u00e3o conhecida como Austromelan\u00e9sia.<\/p>\n<p><strong>INFOGR\u00c1FICO: como chegamos na Am\u00e9rica?<\/strong> <em>(clique nas setas abaixo para navegar)<\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/www.clicrbs.com.br\/sites\/swf\/zh_iframes\/tpce-v0.0.8.html?width=640&amp;height=500&amp;scrolling=no&amp;content=http%3A\/\/www.clicrbs.com.br\/sites\/swf\/zh-ondas-migratorias\/index.html\" width=\"640\" height=\"500\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n<p>O parentesco fica claro nas fei\u00e7\u00f5es de popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia e do cerrado brasileiros. Pesquisas anteriores envolvendo a morfologia de cr\u00e2nios encontrados no continente j\u00e1 haviam apontado alguma semelhan\u00e7a entre o povo de Luzia (<em>veja quem \u00e9 no infogr\u00e1fico acima<\/em>) e austromelan\u00e9sios, mas nunca antes qualquer sinal gen\u00e9tico havia sido detectado.<\/p>\n<p>\u2013 O resultado que obtivemos nos surpreendeu muito, pois n\u00e3o havia nenhum ind\u00edcio gen\u00e9tico anterior que apontasse nessa dire\u00e7\u00e3o de uma popula\u00e7\u00e3o povoadora da Am\u00e9rica vinda do sudeste da \u00c1sia \u2013 afirma a professora da Universidade de S\u00e3o Paulo (<strong><a class=\"link-corpo\" href=\"http:\/\/zh.clicrbs.com.br\/rs\/ultimas-noticias\/tag\/usp\/\" target=\"_blank\"><strong>USP<\/strong><\/a><\/strong>) T\u00e1bita H\u00fcnemeier. \u2013 Usamos nesse estudo informa\u00e7\u00e3o de todo o genoma de popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas da Am\u00e9rica do Sul e austromelan\u00e9sias.<\/p>\n<p><strong>V\u00cdDEO: confira o processo de\u00a0produ\u00e7\u00e3o da capa do Planeta Ci\u00eancia<\/strong><br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/videos.clicrbs.com.br\/rs\/zerohora\/videonews\/132933\" width=\"640\" height=\"360\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>A descoberta torna ainda mais complexa a j\u00e1 intrigante hist\u00f3ria da ocupa\u00e7\u00e3o humana das Am\u00e9ricas. Como \u00e9 poss\u00edvel que popula\u00e7\u00f5es inteiras tenham migrado n\u00e3o apenas da regi\u00e3o siberiana \u2013 territ\u00f3rio in\u00f3spito, por\u00e9m habitado \u2013, mas tamb\u00e9m do sudeste da \u00c1sia? \u00c9 a\u00ed que os estudos divergem.<\/p>\n<p>Se, por um lado, a identidade austromelan\u00e9sia fica clara, por outro os artigos sobre o tema publicados nas prestigiadas revistas cient\u00edficas Nature e Science no final de julho encontram hip\u00f3teses diferentes para o processo de migra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Algumas hip\u00f3teses em jogo<br \/>\n<\/strong>O <strong><a class=\"link-corpo\" href=\"http:\/\/www.nature.com\/nature\/journal\/vnfv\/ncurrent\/full\/nature14895.html\" target=\"_blank\"><strong>estudo da Nature<\/strong> <\/a><\/strong>\u2013 com a participa\u00e7\u00e3o dos pesquisadores da <strong><a class=\"link-corpo\" href=\"http:\/\/zh.clicrbs.com.br\/rs\/ultimas-noticias\/tag\/ufrgs\/\" target=\"_blank\"><strong>UFRGS<\/strong><\/a><\/strong> Francisco Salzano (<em>leia entrevista abaixo<\/em>) e Maria C\u00e1tira Bortolini, al\u00e9m de T\u00e1bita H\u00fcnemeier, da USP, e Maria Luiza Petzl-Erler, da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR) \u2013 aponta que duas popula\u00e7\u00f5es diferentes se misturaram durante uma longa parada na regi\u00e3o do estreito de Bering antes de chegar \u00e0s Am\u00e9ricas.<\/p>\n<p><strong><a class=\"link-corpo\" href=\"http:\/\/zh.clicrbs.com.br\/rs\/noticias\/noticia\/2012\/07\/professores-da-ufrgs-participam-de-estudo-publicado-pela-revista-nature-3837329.html\" target=\"_blank\"><strong>Professores da UFRGS participam de estudo publicado na Nature<\/strong><\/a><\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 o <strong><a class=\"link-corpo\" href=\"http:\/\/www.sciencemag.org\/content\/early\/2015\/07\/20\/science.aab3884\" target=\"_blank\"><strong>artigo da Science<\/strong> <\/a><\/strong>\u2013 que tem a arque\u00f3loga brasileira Ni\u00e8de Guidon entre seus colaboradores \u2013 defende que uma grande onda migrat\u00f3ria veio da Sib\u00e9ria no come\u00e7o dessa ocupa\u00e7\u00e3o e, posteriormente, grupos aparentados dos povos da Oceania se uniram \u00e0 migra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o creio que estamos em total desacordo. Nossas conclus\u00f5es est\u00e3o alinhadas com algumas das teorias propostas na Nature, e as diverg\u00eancias est\u00e3o apenas no campo de especula\u00e7\u00e3o das causas dessa surpreendente afinidade entre os povos \u2013 garante o dinamarqu\u00eas Rasmus Nielsen, geneticista da Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley e um dos autores do estudo publicado na Science.<\/p>\n<p><strong><a class=\"link-corpo\" href=\"http:\/\/zh.clicrbs.com.br\/rs\/noticias\/noticia\/2015\/03\/encontrado-o-mais-antigo-fossil-humano-4712708.html\" target=\"_blank\"><strong>Descoberta de f\u00f3ssil na Eti\u00f3pia antecipa em 400 mil anos a origem da esp\u00e9cie humana<\/strong><\/a><\/strong><\/p>\n<p>A professora da UFRGS Maria C\u00e1tira Bortolini concorda. Sua pesquisa sugere que a migra\u00e7\u00e3o do sudeste da \u00c1sia n\u00e3o aconteceu de uma vez s\u00f3, mas passou por etapas at\u00e9 chegar \u00e0 Ber\u00edngia (territ\u00f3rio que unia os continentes asi\u00e1tico e americano no per\u00edodo glacial), onde j\u00e1 se encontravam povos siberianos.<\/p>\n<p>\u2013 Se voc\u00ea fica muito tempo em um lugar, acaba criando marcas, mudan\u00e7as espec\u00edficas que se refletem no DNA. Nesse per\u00edodo na Ber\u00edngia, acreditamos que houve uma miscigena\u00e7\u00e3o que resultou no surgimento dos primeiros americanos \u2013 explica.<\/p>\n<p><strong>Leia as \u00faltimas not\u00edcias sobre ci\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>Para o professor da <strong><a class=\"link-corpo\" href=\"http:\/\/zh.clicrbs.com.br\/rs\/ultimas-noticias\/tag\/pucrs\/\" target=\"_blank\"><strong>PUCRS<\/strong><\/a><\/strong> Sandro Bonatto, que fez seu doutorado em gen\u00e9tica abordando o povoamento das Am\u00e9ricas, a descoberta abre caminho para uma s\u00e9rie de hip\u00f3teses, que s\u00f3 poder\u00e3o ser esclarecidas com mais dados arqueol\u00f3gicos e estudos de genoma:<\/p>\n<p>\u2013 Isso mostra como os humanos migram para tudo que \u00e9 lugar. Somos mesmo uma popula\u00e7\u00e3o n\u00f4made, mas n\u00e3o deixa de ser surpreendente que o genoma de alguns grupos seja ainda mais complexo do que se esperava.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/zerohora.clicrbs.com.br\/rbs\/image\/17585554.jpg\" width=\"640\" height=\"424\" border=\"0\" \/><br \/>\nFoto: J\u00falio Cordeiro, BD, 09\/02\/2006<\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-size: x-large;\">4 perguntas para Francisco Salzano<\/span><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><em>Aos 87 anos, mais de 60 deles dedicados \u00e0 ci\u00eancia, o geneticista Francisco Salzano \u00e9 uma das maiores refer\u00eancias na \u00e1rea \u2013 e tem especial interesse pela origem americana. Dono de honrarias como a Ordem do M\u00e9rito Cient\u00edfico Brasileiro e uma vaga na Academia Nacional de Ci\u00eancias dos Estados Unidos, o pesquisador conversou com Zero Hora em sua sala na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).<\/em><\/p>\n<p><strong>O senhor viu teorias sobre a ocupa\u00e7\u00e3o americana surgirem e serem derrubadas. O que mudou nesses anos?<\/strong><br \/>\nPrincipalmente a tecnologia. Existem desde o s\u00e9culo 19 hip\u00f3teses e tamb\u00e9m especula\u00e7\u00f5es sobre a origem do homem americano. Essas investiga\u00e7\u00f5es tomaram um rumo mais eficiente, digamos, a partir dos estudos de gen\u00f4mica \u2013 em vez de estudar s\u00f3 um determinado fator gen\u00e9tico, a gente estuda praticamente todo o material gen\u00e9tico dos indiv\u00edduos.<\/p>\n<p><strong>A comprova\u00e7\u00e3o desses la\u00e7os descendentes da Oceania contraria ou embasa hip\u00f3teses j\u00e1 existentes?<\/strong><br \/>\nA ideia de que poderia ter havido alguma entrada de material fora da \u00c1sia \u00e9 antiga, mas ela era baseada principalmente em migra\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s do Pac\u00edfico que, tanto quanto a gente possa avaliar agora, n\u00e3o foram poss\u00edveis. Outra alternativa foi proposta h\u00e1 duas d\u00e9cadas por um pesquisador brasileiro, Walter Neves, que atrav\u00e9s do exame da morfologia sugeriu que, al\u00e9m dessa entrada de pessoal da \u00c1sia, teria havido tamb\u00e9m uma outra contribui\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de um grupo mais antigo em termos evolucion\u00e1rios. E isso se refletiria em semelhan\u00e7as com material de grupos n\u00e3o-asi\u00e1ticos. As recentes descobertas podem at\u00e9 embasar essa teoria.<\/p>\n<p><strong>Como esses povos do sudeste da \u00c1sia conseguiram chegar at\u00e9 aqui?<\/strong><br \/>\nAt\u00e9 pouco tempo, os estudos gen\u00f4micos apontavam sempre para uma s\u00f3 migra\u00e7\u00e3o, basicamente da \u00c1sia, e portanto n\u00e3o davam confirma\u00e7\u00e3o a essa hip\u00f3tese de um neg\u00f3cio mais antigo. E agora encontramos que, em cerca de 2% dos genomas de alguns dos grupos que estudamos, se verificou essa assinatura gen\u00e9tica: um sinal de uma popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o asi\u00e1tica. Ent\u00e3o, a interpreta\u00e7\u00e3o que estamos fazendo \u00e9 de que isso deve ser um resqu\u00edcio daquele grupo ancestral que se manteve ao longo dos tempos, inclusive participando do genoma desses povos asi\u00e1ticos.<\/p>\n<p><strong>O que ainda \u00e9 preciso descobrir para, enfim, desvendar essa origem?<\/strong><br \/>\nS\u00e3o necess\u00e1rios novos estudos em material antigo. Nosso estudo \u00e9 baseado em material recente, de pessoas vivas, e o grande desenvolvimento t\u00e9cnico dessas \u00faltimas d\u00e9cadas \u00e9 a possibilidade de se estudar de maneira apropriada o DNA antigo, que prov\u00e9m de material de 10, 20 mil anos atr\u00e1s. Isso abre novas perspectivas para toda a \u00e1rea da evolu\u00e7\u00e3o humana. E n\u00e3o s\u00f3 em rela\u00e7\u00e3o ao povoamento das Am\u00e9ricas, mas toda uma \u00e1rea de investiga\u00e7\u00e3o paleoantropol\u00f3gica mundial. Mas, por enquanto, as interroga\u00e7\u00f5es continuam. \u00c9 pr\u00f3prio da ci\u00eancia: quanto mais se estuda, mais se encontram novos problemas. Ainda falta responder muita coisa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00daltima grande fronteira da coloniza\u00e7\u00e3o humana antes da Ant\u00e1rtida, o continente americano foi durante milh\u00f5es<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":59847,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/america.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"\u00daltima grande fronteira da coloniza\u00e7\u00e3o humana antes da Ant\u00e1rtida, o continente americano foi durante milh\u00f5es","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59846"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59846"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59846\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/59847"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59846"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59846"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59846"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}