{"id":59124,"date":"2017-02-03T08:26:54","date_gmt":"2017-02-03T11:26:54","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=59124"},"modified":"2017-02-03T08:26:55","modified_gmt":"2017-02-03T11:26:55","slug":"quer-dormir-desligue-a-tv-e-o-celular-aparelhos-eletronicos-deixam-as-pessoas-mais-alertas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/quer-dormir-desligue-a-tv-e-o-celular-aparelhos-eletronicos-deixam-as-pessoas-mais-alertas\/","title":{"rendered":"Quer dormir? Desligue a TV e o celular! Aparelhos eletr\u00f4nicos deixam as pessoas mais alertas"},"content":{"rendered":"<p class=\"p1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/quer-dormir-desligue-a-tv-e-o-celular-aparelhos-eletronicos-deixam-as-pessoas-mais-alertas\/celular-11\/\" rel=\"attachment wp-att-59127\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-59127\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>H\u00e1 uma d\u00e9cada a desenvolvedora de software Lorna Herf, de Los Angeles, decidiu testar seu talento em pintura a \u00f3leo. Ela e o marido, Michael, tamb\u00e9m programador de computadores, instalaram claras l\u00e2mpadas fluorescentes no mezanino do apartamento para que a mo\u00e7a pudesse pintar \u00e0 noite e ainda ter uma ideia precisa de como as cores na tela pareceriam durante o dia. Uma vez, tarde da noite, ela desceu para a sala onde computadores estavam ligados. J\u00e1 mais acostumada \u00e0s diferen\u00e7as da ilumina\u00e7\u00e3o, reparou como as luzes intensas dos equipamentos entravam em choque com a suavidade dos bulbos incandescentes que os cercavam. Ela lembra ter pensado que as telas eletr\u00f4nicas pareciam \u201cpequenas janelas de luz artificial do dia\u201d, comprometendo o ambiente aconchegante da sala.<\/p>\n<p class=\"p3\">O casal, versado em tecnologia, projetou ent\u00e3o uma solu\u00e7\u00e3o criativa para minimizar a discrep\u00e2ncia. Eles escreveram alguns c\u00f3digos para mudar o n\u00famero e o comprimento das ondas dos f\u00f3tons emitidas pelas telas dos computadores \u00e0 medida que o dia avan\u00e7ava. O objetivo era imitar o m\u00e1ximo poss\u00edvel as mudan\u00e7as naturais no ambiente da ilumina\u00e7\u00e3o, transitando da luz clara e azulada da manh\u00e3, passando pelo efeito do sol da tarde para chegar \u00e0 luminosidade fraca e alaranjada do entardecer.<\/p>\n<p class=\"p3\">Primeiro eles pretendiam apenas harmonizar o esquema de ilumina\u00e7\u00e3o da casa. Mas logo come\u00e7aram a suspeitar que seu novo aplicativo, que chamaram de f.lux, pudesse tamb\u00e9m trazer benef\u00edcios \u00e0 sa\u00fade. \u201cDepois de us\u00e1-lo por algum tempo, come\u00e7amos a notar que parecia mais f\u00e1cil desacelerar \u00e0 noite e dormir depois que os aparelhos eletr\u00f4nicos eram desligados\u201d, relembra Lorna. N\u00e3o foram os \u00fanicos a apreciar o efeito relaxante. Desde que casal lan\u00e7ou o programa gratuito em 2009, o f.lux foi baixado mais de 20 milh\u00f5es de vezes.<\/p>\n<p class=\"p3\">Ao seguirem seu gosto est\u00e9tico, os Herf toparam com uma curiosidade sobre como o corpo controla a forma como dormimos. Pesquisadores sabiam h\u00e1 v\u00e1rias d\u00e9cadas que luzes fortes de qualquer tipo podem suprimir a melatonina, o horm\u00f4nio que o c\u00e9rebro produz \u00e0 noite para induzir o sono. Mas estudos mais recentes mostram que luzes azuis interferem na produ\u00e7\u00e3o de melatonina com mais for\u00e7a que qualquer outro comprimento de onda vis\u00edvel, potencialmente deixando as pessoas mais alertas quando deveriam come\u00e7ar a se sentir sonolentas.<\/p>\n<p class=\"p3\">E acontece que smartphones, laptops e todos os tipos de telas eletr\u00f4nicas se tornaram mais brilhantes e azuis nas duas \u00faltimas d\u00e9cadas por causa da adi\u00e7\u00e3o das poderosas l\u00e2mpadas de LED (Diodo Emissor de Luz) azul. Durante o dia, quando a luz azul j\u00e1 \u00e9 naturalmente abundante, uma pequena exposi\u00e7\u00e3o extra \u00e0s telas eletr\u00f4nicas n\u00e3o faz muita diferen\u00e7a no c\u00e9rebro de ningu\u00e9m. O problema \u00e9 que cada vez mais as pessoas mais encarando as telas brilhantes noite adentro \u2013 o que compromete significativamente a qualidade do sono de milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p class=\"p3\">Quase todos os entrevistados numa pesquisa da Funda\u00e7\u00e3o Nacional do Sono em 2011, por exemplo, admitiram que usavam televis\u00e3o, computador, celular ou aparelho semelhante uma hora antes de deitar por algumas noites na semana. Em 2014 a mesma organiza\u00e7\u00e3o apurou que 89% dos adultos e 75% das crian\u00e7as tinham pelo menos um aparelho eletr\u00f4nico no quarto, e um n\u00famero significativo deles enviava ou respondia textos ap\u00f3s terem ca\u00eddo inicialmente no sono. Motivados por essa pesquisa, engenheiros e programadores de computador est\u00e3o pesquisando poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es para evitar que uma popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 carente de boas noites de descanso passe ainda mais tempo sem dormir por causa de seus eletr\u00f4nicos. As solu\u00e7\u00f5es v\u00e3o desde \u00f3culos coloridos at\u00e9 sistemas de ilumina\u00e7\u00e3o naturalistas para casas e escrit\u00f3rios.<\/p>\n<p class=\"p3\">\u201cSeria perfeito se as pessoas pudessem descobrir formas de simular as mudan\u00e7as da luz solar ao longo do dia\u201d, diz Christian Cajochen, chefe do Centro de Cronobiologia da Universidade da Basileia, na Su\u00ed\u00e7a. \u201cO ideal talvez fosse ter no interior das casas a mesma luz que h\u00e1 no exterior.\u201d No entanto, falta comprovar a efic\u00e1cia desses recursos, especialmente comparados com o simples desligar dos aparelhos.<\/p>\n<p class=\"p5\">NO P\u00d4R DO SOL<br \/>\nA luz que emana dos eletr\u00f4nicos nem sempre foi um entrave ao sono reparador. O atual estado das coisas pode remontar \u00e0 inven\u00e7\u00e3o, em 1992, no Jap\u00e3o, do LED azul superbrilhante. Ao combinarem o novo LED azul com os mais antigos, verde e vermelho, ou revesti-lo com qu\u00edmicas que reemitem outros comprimentos de ondas, os fabricantes de tecnologia conseguiram gerar o espectro completo de luz LED branca pela primeira vez. Como LEDs consomem muito menos energia que seus predecessores fluorescentes, eles logo se tornaram onipresentes em telas de tev\u00eas, computadores, tablets e alguns leitores eletr\u00f4nicos, inundando como nunca as casas e escrit\u00f3rios com luzes azuis muito mais claras.<\/p>\n<p class=\"p3\">Pesquisadores s\u00f3 come\u00e7aram a reunir evid\u00eancias concretas de que os LEDs azuis podem atrapalhar o sono h\u00e1 cerca de 15 anos, mas j\u00e1 tinham uma boa ideia sobre seu prov\u00e1vel mecanismo h\u00e1 mais tempo. Cientistas descobriram nos anos 1970 que uma pequena regi\u00e3o do c\u00e9rebro chamada n\u00facleo supraquiasm\u00e1tico ajuda a controlar o ciclo de sono, a vig\u00edlia, a temperatura e outras flutua\u00e7\u00f5es di\u00e1rias do corpo. Estudos mostraram que o n\u00facleo supraquiasm\u00e1tico impele a gl\u00e2ndula pineal do c\u00e9rebro a produzir melatonina toda noite.<\/p>\n<p class=\"p3\">Neste s\u00e9culo, bi\u00f3logos descobriram como esse processo sinalizador acontece. O elo que faltava era um antes ignorado tipo de c\u00e9lula sens\u00edvel \u00e0 luz no olho humano, diferente das hastes e cones que s\u00e3o respons\u00e1veis, respectivamente, pela vis\u00e3o noturna e de cor. Esse terceiro fotorreceptor monitora o volume de luz azul no ambiente e o transmite ao n\u00facleo supraquiasm\u00e1tico. Assim, quando h\u00e1 muita luz azul (como quando h\u00e1 sol), esse fotorreceptor faz o n\u00facleo supraquiasm\u00e1tico dizer \u00e0 gl\u00e2ndula pineal para n\u00e3o produzir muita melatonina e, dessa forma, n\u00f3s ficamos despertos. Quando o sol come\u00e7a a se p\u00f4r, no entanto, a quantidade de luz azul diminui, causando um aumento nos n\u00edveis de melatonina que nos ajuda a dormir.<\/p>\n<p class=\"p3\">Entre os estudos que oferecem mais evid\u00eancias est\u00e1 uma pesquisa de 2011 feita por Cajochen e seus colegas na Universidade da Basileia. Nesse trabalho, volunt\u00e1rios expostos a um computador iluminado com LED por cinco horas \u00e0 noite produziram menos melatonina, se sentiram menos cansados e se sa\u00edram melhor em testes de aten\u00e7\u00e3o que aqueles que ficaram diante de telas com luz fluorescente do mesmo tamanho e luminosidade. De forma similar, para participantes de um estudo de 2013 liderado por Mariana Figueiro, pesquisadora do Instituto Polit\u00e9cnico Rensselaer, foi suficiente interagir com um iPad por apenas duas horas \u00e0 noite para impedir o aumento de melatonina t\u00edpico do anoitecer. E, em um experimento de duas semanas no Brigham and Women\u2019s Hospital, em Boston, publicado em 2014, volunt\u00e1rios que leram em um iPad por quatro horas antes de deitar relataram que sentiram menos sono, levaram em m\u00e9dia dez minutos a mais para adormecer e dormiram menos profundamente que os que leram livros de papel \u00e0 noite. Cajochen e outros cientistas tamb\u00e9m demonstraram que esses efeitos s\u00e3o especialmente pronunciados em adolescentes, por raz\u00f5es ainda ignoradas.<\/p>\n<p class=\"p5\">FORA DO LABORAT\u00d3RIO<br \/>\nDiante do ac\u00famulo de evid\u00eancias, cientistas come\u00e7aram a estudar solu\u00e7\u00f5es. V\u00e1rios estudos mostraram que usar \u00f3culos com lentes alaranjadas de pl\u00e1stico que filtram a luz azul dos eletr\u00f4nicos ajuda a evitar a supress\u00e3o de melatonina. Os \u00f3culos est\u00e3o dispon\u00edveis nos Estados Unidos por pre\u00e7os que v\u00e3o de US$ 8 a at\u00e9 US$ 100. Mais caro \u00e9 o sistema de ilumina\u00e7\u00e3o din\u00e2mico, que promete recriar \u201co amplo espectro da luz natural do dia num espa\u00e7o interno\u201d e sai por centenas a milhares de d\u00f3lares, segundo o tamanho da resid\u00eancia ou escrit\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"p3\">As medidas mais acess\u00edveis ainda s\u00e3o programas de computador como o f.lux. Em mar\u00e7o de 2016, a Apple incluiu uma fun\u00e7\u00e3o chamada Night Shift\u00a0 para iPhone e iPad, que se assemelha ao f.lux na mudan\u00e7a da luz emitida pela tela \u201cpara a ponta quente do espectro\u201d por volta da hora dop\u00f4r dosol. At\u00e9 agora nenhum pesquisador testou o f.lux ou o Night Shift em um estudo controlado, mas Figueiro est\u00e1 planejando realizar esse experimento e Michael Herf conta que est\u00e1 colaborando com cientistas da universidade para examinar os efeitos do f.lux em ambientes cotidianos fora do laborat\u00f3rio. \u201cAcho que o f.lux \u00e9 ainda uma possibilidade que ajudar\u00e1 bastante os noct\u00edvagos, mas ainda precisamos fundamentar os casos com dados\u201d, afirma Lorna Herf.<\/p>\n<p class=\"p3\">Pesquisadores ressaltam, no entanto, que eliminar a luz azul n\u00e3o \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o segura. Mesmo telas com luzes fracas, alaranjadas, tornam tentadoramente f\u00e1cil ficar acordado e ler ou jogar games \u00e0 noite, mantendo oc\u00e9rebro alerta quando deveria desacelerar. \u201c\u00c9 como se voc\u00ea ficasse no escuro total, mas tomasse caf\u00e9\u201d, explica Figueiro. \u201cVai ter algum efeito.\u201d<\/p>\n<p class=\"p3\">Ou seja, em \u00faltima an\u00e1lise, a solu\u00e7\u00e3o mais garantida \u00e9 a abstin\u00eancia de eletr\u00f4nico, pelo menos por algumas horas. Desligar todas as telas e luzes antes de deitar pode ajudar muito na qualidade de vida e trazer benef\u00edcios para a sa\u00fade, j\u00e1 que h\u00e1 um fato do qual n\u00e3o podemos nos esquivar: humanos evolu\u00edram para acordar e dormir com o sol. \u201cAntes de termos toda essa tecnologia, antes da eletricidade e da ilumina\u00e7\u00e3o artificial, fic\u00e1vamos acordados durante a luz do dia, faz\u00edamos um pouco de fogo ao entardecer e ent\u00e3o dorm\u00edamos\u201d, diz Debra Skene, cronobi\u00f3loga da Universidade de Surrey, na Inglaterra. Luzes artificiais t\u00eam representado grandes benef\u00edcios h\u00e1 s\u00e9culos. Mas h\u00e1 momentos, especialmente no fim do dia, em que essa coisa boa pode ser excessiva.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 uma d\u00e9cada a desenvolvedora de software Lorna Herf, de Los Angeles, decidiu testar seu<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":59127,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/celular.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"H\u00e1 uma d\u00e9cada a desenvolvedora de software Lorna Herf, de Los Angeles, decidiu testar seu","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59124"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59124"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59124\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/59127"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59124"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59124"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59124"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}