{"id":58871,"date":"2017-01-30T12:30:10","date_gmt":"2017-01-30T15:30:10","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=58871"},"modified":"2017-01-30T08:45:32","modified_gmt":"2017-01-30T11:45:32","slug":"frutas-do-cerrado-conheca-e-preserve","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/frutas-do-cerrado-conheca-e-preserve\/","title":{"rendered":"Frutas do cerrado: conhe\u00e7a e preserve o segundo maior bioma brasileiro!"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=58873\" rel=\"attachment wp-att-58873\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-58873\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O cerrado \u00e9 <strong>o segundo maior bioma brasileiro<\/strong> &#8211; e est\u00e1 amea\u00e7ado pelo avan\u00e7o dos interesses da agroind\u00fastria &#8211; soja e gado, especialmente. Mas, n\u00f3s sequer conhecemos tudo o que tem nesse tesouro natural de flora e fauna. <strong>S\u00f3 em frutos comest\u00edveis<\/strong>, segundo a <a href=\"http:\/\/www.frutosatrativosdocerrado.bio.br\/76-especies\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">pesquisa<\/a> que fiz, j\u00e1 se conhecem <strong>227 distintos.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Todos os frutos do cerrado s\u00e3o deliciosos<\/strong> &#8211; t\u00eam seu sabor concentrado pela riqueza do solo e o calor do sol em frutos que resistem \u00e0 seca sem perder seu n\u00facleo \u00famido e aliment\u00edcio. Mas, n\u00e3o s\u00f3 para n\u00f3s, que somos da cidade e os comemos para relembrar a inf\u00e2ncia ou <strong>degustar algo mais ex\u00f3tico<\/strong> &#8211; os frutos do cerrado s\u00e3o absolutamente necess\u00e1rios para a preserva\u00e7\u00e3o da vida no bioma. <strong>Destes frutos vivem p\u00e1ssaros, mam\u00edferos, r\u00e9pteis e at\u00e9 os insetos que ajudam na sua poliniza\u00e7\u00e3o<\/strong>, usufruem dos frutos maduros para nidificar seus ovos. As popula\u00e7\u00f5es do cerrado sabem usar tamb\u00e9m os frutos, para tratar suas dol\u00eancias &#8211; sim, s\u00e3o medicinais em sua maioria.<\/p>\n<div><\/div>\n<p><strong>Conhecer as riquezas, extremamente belas, do nosso pa\u00eds<\/strong>, \u00e9 condi\u00e7\u00e3o fundamental para que possamos assumir uma atitude socioambiental verdadeiramente sustent\u00e1vel.<\/p>\n<h2>11 frutas do cerrado para voc\u00ea conhecer<\/h2>\n<h3>Araticum<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/informar-se\/biodiversidade\/araticum.jpg\" alt=\"araticum\" width=\"600\" height=\"371\" \/><\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.curtamais.com.br\/uploads\/midias\/0a42cea4c2b2b20d711cb6a61680089a.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Fonte\u00a0<\/a>foto<\/em><\/p>\n<p>Araticum (<em>Annona coriacea<\/em>) &#8211; fruto t\u00edpico de \u00e1reas secas e arenosas, sua casca marrom \u00e9 grossa, seu interior \u00e9 uma del\u00edcia de polpa suave com sementinhas lisas e pretas. Lembra, no aspecto, outras anon\u00e1ceas como a pinha mas, o araticum tem o sabor do campo agreste. No p\u00e9, madura entre janeiro e mar\u00e7o. \u00c9 consumido in natura, em sucos ou doces.<\/p>\n<div class=\"secondadsmobile\"><\/div>\n<h3>Bacupari-do-Cerrado<\/h3>\n<p><img src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/informar-se\/biodiversidade\/bacupari-do-cerrado.jpg\" alt=\"bacupari do cerrado\" \/><\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.curtamais.com.br\/uploads\/midias\/aa33e7dcecaa7cbdca795cb53f82b70a.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Fonte<\/a> foto\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Bacupari-do-Cerrado (<em>Salacia elliptica<\/em>) &#8211; esta planta ocupa \u00e1reas mais \u00famidas como o vale do S\u00e3o Francisco, o Pantanal e algumas \u00e1reas de Mata Atl\u00e2ntica. \u00c9 uma \u00e1rvore de m\u00e9dio porte cujos frutos, de polpa espessa, consistente e sabor adocicado, refrescante, amadurecem entre novembro e dezembro. Consome-se <em>in natura<\/em>.<\/p>\n<h2>Baru<\/h2>\n<p><img src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/informar-se\/biodiversidade\/baru.jpg\" alt=\"baru\" \/><\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.curtamais.com.br\/uploads\/midias\/da44e1792c3aad4b1ecaebade20f0077.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Fonte<\/a> foto<\/em><\/p>\n<p>Baru (<em>Dipteryx alata<\/em>) &#8211; baru \u00e9 a castanha do baruzeiro, \u00e1rvore amea\u00e7ada pela extra\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria de sua madeira. Sua castanha \u00e9 rica em \u00f3leos graxos e prote\u00ednas, tem sabor que lembra ao amendoim. A castanha baru pode ser consumida in natura, torrada, como pa\u00e7oca, rapadura, p\u00e9-de-moleque e muito mais. Seus \u00f3leos s\u00e3o usados para fazer manteiga. Amadurece entre setembro e outubro.<\/p>\n<h3>Buriti<\/h3>\n<p><img src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/informar-se\/biodiversidade\/buriti.jpg\" alt=\"buriti\" \/><\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.curtamais.com.br\/uploads\/midias\/3951056f3949b66109b9b1d9e126abdc.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Fonte<\/a> foto\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Buriti (<em>Mauritia flexuosa<\/em>) &#8211; Buriti \u00e9 uma palmeira que ocorre naturalmente em muitos lugares e biomas diferentes. Seu cacho de coquinhos dourados, recheados de do\u00e7ura, amadurecem entre abril e agosto. Com a polpa do buriti se faz doces diversos, \u00e9 comida <em>in natura<\/em> e, fermentada, d\u00e1 uma bebida que os locais chamam de vinho de buriti.<\/p>\n<h3>Cagaita<\/h3>\n<p><img src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/informar-se\/biodiversidade\/cagaita.jpg\" alt=\"cagaita\" \/><\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.curtamais.com.br\/uploads\/midias\/3e3aa0f431ff428a91303cc43a82155c.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Fonte<\/a> foto\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Cagaita (<em>Eugenia dysenterica<\/em>)- cagaita \u00e9 uma fruta que lembra o ara\u00e7\u00e1, carnuda, azedinha, uma del\u00edcia que, no entanto, n\u00e3o se pode abusar, especialmente quando madura e aquecida ao sol pois, nessa condi\u00e7\u00e3o, d\u00e1 diarreia. Encontra-se madura entre outubro e novembro.<\/p>\n<h3>Cereja-do-Cerrado<\/h3>\n<p><img src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/informar-se\/biodiversidade\/cereja-do-cerrado.jpg\" alt=\"cereja do cerrado\" \/><\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.curtamais.com.br\/uploads\/midias\/ba61bd5a442e485a9ebd683a50a4a0b8.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Fonte<\/a>\u00a0foto\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Cereja-do-cerrado (<em>Eugenia calycina<\/em>) &#8211; um arbusto carregado de frutas vermelhas, brilhantes e saborosas, que amadurecem entre outubro e janeiro, \u00e9 tudo o que voc\u00ea gostaria de encontrar em um passeio pelo cerrado. Com a cereja-do-cerrado se faz doces, geleias e sorvetes, fora com\u00ea-la in natura tamb\u00e9m.<\/p>\n<h3>Mama-cadela<\/h3>\n<p><img src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/informar-se\/biodiversidade\/mama-cadela.jpg\" alt=\"mama cadela\" \/><\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.curtamais.com.br\/uploads\/midias\/fb048fc17a75c263791763bc7a8b870e.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Fonte<\/a> foto<\/em><\/p>\n<p>Mama-cadela (<em>Brosimum gaudichaudii<\/em>) &#8211; <a href=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/viver\/saude-e-bem-estar\/3233-vitiligo-planta-do-cerrado-mama-cadela\">mama-cadela<\/a> tem diversos nomes, um arbusto pequeno cujo fruto, todo enrugadinho, tem polpa fibrosa e suculenta e cujo sabor lembra o do coquinho de maca\u00faba. \u00c9 medicinal, trata vitiligo como j\u00e1 contamos em outro artigo nosso<a href=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/viver\/saude-e-bem-estar\/3233-vitiligo-planta-do-cerrado-mama-cadela.\">.<\/a><\/p>\n<h3>Mangaba<\/h3>\n<p><img src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/informar-se\/biodiversidade\/mangaba.jpg\" alt=\"mangaba\" \/><\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.nodeoito.com\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/mangaba.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Fonte<\/a>\u00a0foto\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Mangaba (<em>Hancornia speciosa<\/em>) &#8211; a mangabeira \u00e9 \u00e1rvore da caatinga muito comum em diversas regi\u00f5es de cerrado. Seu fruto, a mangaba, \u00e9 saboroso, sumarento, ligeiramente azedo e cheiroso, tudo de bom. Essa fruta pode ser consumida<em> in natura<\/em>, em gel\u00e9ias, doces, sorvetes e licores. O leite da mangabeira, l\u00e1tex que escorre de talhos no tronco e folhas, \u00e9 medicinal, usado pelas popula\u00e7\u00f5es locais para tratar tuberculose, \u00falcera e outros problemas. A mangaba encontra-se madura, no p\u00e9, entre outubro e abril.<\/p>\n<h3>Murici<\/h3>\n<p><img src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/informar-se\/biodiversidade\/murici.jpg\" alt=\"murici\" \/><\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.curtamais.com.br\/uploads\/midias\/eb848608bc48fd3ce69efe26908b2194.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Fonte<\/a> foto\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Murici (<em>Byrsonima crassifolia<\/em>) &#8211; o muricizeiro \u00e9 t\u00edpico dos solos arenosos do cerrado e regi\u00e3o amaz\u00f4nica, \u00e1rvore baixa, de tronco retorcido. O murici, seu fruto, tem uma s\u00f3 semente e polpa carnosa, sabor e aroma muito apreciados para gel\u00e9ias, compotas e doces. Em alguns lugares se faz farinha de murici. Amadurece entre fevereiro e maio.<\/p>\n<h2>Pequi<\/h2>\n<p><img src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/usos-beneficios\/oleo-de-pequi.jpg\" alt=\"pequi\" \/><\/p>\n<p>Pequi (<em>Caryocar brasiliense<\/em>) &#8211; o <a href=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/usos-beneficios\/4059-oleo-de-pequi-para-cabelo-pele\">pequi<\/a>, fruto do pequizeiro \u00e9 conhecido como o \u201couro do cerrado\u201d por sua riqueza nutricional, o aporte na culin\u00e1ria regional e a qualidade do \u00f3leo extra\u00eddo da sua semente.<a href=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/usos-beneficios\/4059-oleo-de-pequi-para-cabelo-pele.\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<h3>P\u00eara-do-Campo<\/h3>\n<p><img src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/informar-se\/biodiversidade\/p%C3%AAra-do-campo.jpg\" alt=\"p\u00eara do campo\" \/><\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.curtamais.com.br\/uploads\/midias\/0a8aa0c0e760bcfbbdf879bdc0c1891e.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Fonte<\/a> foto\u00a0<\/em><\/p>\n<p>P\u00eara-do-campo (<em>Eugenia klotzschiana<\/em>) &#8211; essa \u00e9 <strong>a fruta de Guimar\u00e3es Rosa, no Grande Sert\u00e3o: Veredas<\/strong>, a tal da limonada de p\u00eara-do-campo tamb\u00e9m \u00e9 chamada de\u00a0cabacinha-do-campo, fruta suculenta, de casca fina e sabor doce-azedo, agrad\u00e1vel e refrescante. Pode ser plantada em vaso, participa de projetos de recupera\u00e7\u00e3o do cerrado e se encontra, nas \u00e1rvores, a partir de outubro. Boa para comer <em>in natura<\/em>, em doce ou em suco.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cerrado \u00e9 o segundo maior bioma brasileiro &#8211; e est\u00e1 amea\u00e7ado pelo avan\u00e7o dos<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":58873,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/pequi.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O cerrado \u00e9 o segundo maior bioma brasileiro &#8211; e est\u00e1 amea\u00e7ado pelo avan\u00e7o dos","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58871"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=58871"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58871\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/58873"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=58871"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=58871"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=58871"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}