{"id":58545,"date":"2017-01-25T14:00:38","date_gmt":"2017-01-25T17:00:38","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=58545"},"modified":"2017-01-25T09:30:05","modified_gmt":"2017-01-25T12:30:05","slug":"a-industria-de-alimentos-esta-passando-pela-maior-transformacao-de-toda-a-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/a-industria-de-alimentos-esta-passando-pela-maior-transformacao-de-toda-a-historia\/","title":{"rendered":"A ind\u00fastria de alimentos est\u00e1 passando pela maior transforma\u00e7\u00e3o de toda a hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=58546\" rel=\"attachment wp-att-58546\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-58546\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Por Rosa Alegria*<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>O ambiente alimentar come\u00e7ou a mudar h\u00e1 dez anos com o advento das redes sociais, que passaram a criar redes de consumidores \u00e1vidos por informa\u00e7\u00e3o e engajados com a ideia de vida mais saud\u00e1vel.<\/em><\/p>\n<p>S\u00e3o v\u00e1rios os fatores provocando abalos s\u00edsmicos no setor: a hiperconectividade que informa e intensifica a conscientiza\u00e7\u00e3o sobre o que \u00e9 ou n\u00e3o saud\u00e1vel; os fen\u00f4menos globais como o aumento da popula\u00e7\u00e3o, a escassez de recursos naturais, as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e a concentra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica das megacorpora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O ambiente alimentar come\u00e7ou a mudar h\u00e1 dez anos com o advento das redes sociais, que passaram a criar redes de consumidores \u00e1vidos por informa\u00e7\u00e3o e engajados com a ideia de vida mais saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>28% dos brasileiros consideram que o valor nutricional \u00e9 o mais importante na hora de consumir um produto e 22% das pessoas ouvidas em um levantamento disseram preferir alimentos naturais sem conservantes (Euromonitor).<\/p>\n<p><strong>Uma nova revolu\u00e7\u00e3o alimentar<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_197978\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 650px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-197978\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/alimentacaoinfantilshutterstock_245873131.jpg\" sizes=\"(max-width: 560px) 100vw, 560px\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/alimentacaoinfantilshutterstock_245873131.jpg 768w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/alimentacaoinfantilshutterstock_245873131-300x200.jpg 300w\" width=\"640\" height=\"426\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Foto: Shutterstock<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O conceito de seguran\u00e7a alimentar tem ido al\u00e9m das doen\u00e7as provocadas por alimentos insalubres, mas tamb\u00e9m envolve o impacto dos seus ingredientes.<\/p>\n<p>Os Noodles Maggi da Nestl\u00e9 foram recolhidos das prateleiras durante seis meses nos Estados Unidos devido \u00e0 presen\u00e7a excessiva de chumbo.<\/p>\n<p>Depois desse incidente, as vendas desse produto ca\u00edram 80% na \u00cdndia.<\/p>\n<p>Cadeias de fast-food est\u00e3o ajustando seus menus, reduzindo a quantidade de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas em seus pratos (Baum+Whiteman. Already, Chipotle Mexican Grill, Panera Bread, McDonald\u2019s, Papa John\u2019s e Subway, Wraps, Seletti, Go Fresh e Salad Creations).<\/p>\n<p>A Chipote, a primeira cadeia de fast-food saud\u00e1vel, \u00e9 um exemplo mexicano. O pr\u00f3prio Mcdonalds tem trabalhado nessa dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sem falar das in\u00fameras outras estrat\u00e9gias para atender essas novas realidades que pessoas bem informadas e vigilantes imp\u00f5em \u00e0s empresas, sejam fornecedoras, produtoras ou varejistas.<\/p>\n<p>A elimina\u00e7\u00e3o do gl\u00faten e do leite \u00e9 outra revolu\u00e7\u00e3o. Mesmo n\u00e3o precisando elimin\u00e1-los dos alimentos, muitos est\u00e3o passando a descart\u00e1-los por preven\u00e7\u00e3o de sa\u00fade, fazendo com que a ind\u00fastria responda a essa exig\u00eancia, lan\u00e7ando itens gluten-free ou sem lactose, e j\u00e1 s\u00e3o muitos nas prateleiras dos supermercados.<\/p>\n<p>A Dinamarca se lan\u00e7ou no mundo adotando desde h\u00e1 dois anos a agricultura 100% org\u00e2nica. Outros pa\u00edses a seguir\u00e3o em breve.<\/p>\n<p><strong>Alimento ser\u00e1 moeda de troca?<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_212637\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 648px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-212637\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Africa.jpg\" sizes=\"(max-width: 382px) 100vw, 382px\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Africa.jpg 382w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Africa-300x216.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"638\" height=\"459\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">A agricultura climaticamente inteligente \u00e9 uma estrat\u00e9gia que ajuda a guiar as a\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para garantir a seguran\u00e7a alimentar em um clima mutante. Foto: FAO<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c0 medida que cresce a popula\u00e7\u00e3o mundial, aumenta a demanda de alimentos. A previs\u00e3o para os pr\u00f3ximos 15 anos \u00e9 de um aumento de 35 % na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A escassez da \u00e1gua e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas definem o destino das planta\u00e7\u00f5es e o aumento dos pre\u00e7os.<\/p>\n<p>Ano passado, a m\u00eddia chinesa relatou que o governo tinha comprado soja, milho, trigo e arroz dos agricultores e armazenado em silos por todo o pa\u00eds para uso em casos de emerg\u00eancia, para evitar flutua\u00e7\u00f5es excessivas de pre\u00e7os.<\/p>\n<p>O futurista-ambientalista Lester Brown, fundador do Worldwatch Institute, quando afirma algo, \u00e9 ouvido por todo mundo.<\/p>\n<p>Pois ent\u00e3o \u00e9 preciso prestar aten\u00e7\u00e3o ao que ele agora sinaliza ao afirmar que \u201cuma perigosa geopol\u00edtica\u201d de escassez de alimentos est\u00e1 surgindo.<\/p>\n<p>Pa\u00edses agindo em seu pr\u00f3prio interesse, refor\u00e7ando as tend\u00eancias que amea\u00e7am a seguran\u00e7a alimentar mundial.<\/p>\n<p>Quer dizer ent\u00e3o que a base da economia mundial poder\u00e1 estar no valor dos alimentos? Haver\u00e1 moedas lastreadas na produ\u00e7\u00e3o de arroz, carne e cereais? Por que n\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>Das mesas para as ruas<\/strong><\/p>\n<p>A magnitude desse cen\u00e1rio tem influenciado o ativismo pol\u00edtico: os alimentos est\u00e3o cada vez mais presentes nas passeatas em pra\u00e7as p\u00fablicas e t\u00eam sido pauta e movimentos sociais, a exemplo da revolu\u00e7\u00e3o de 2011 no Egito.<\/p>\n<p>Daqui em diante mais e mais pessoas v\u00e3o querer ter controle sobre a forma com que os alimentos s\u00e3o produzidos e consumidos.<\/p>\n<p>Continuar\u00e3o tamb\u00e9m se indignando com paradoxos de um mundo em desequil\u00edbrio e extremamente desigual: enquanto 795 milh\u00f5es passam fome, 2,1 bilh\u00f5es lutam contra a obesidade e um ter\u00e7o do que \u00e9 produzido se perde ou vai para o lixo.<\/p>\n<p>O ativismo alimentar de entidades brasileiras como o IDEC e o Instituto Alana t\u00eam promovido campanhas com especial aten\u00e7\u00e3o para as crian\u00e7as, j\u00e1 que 70% delas decidem os alimentos que querem que os pais lhes comprem.<\/p>\n<p><strong>Na contram\u00e3o das escolhas, os monop\u00f3lios<\/strong><\/p>\n<p>Na contram\u00e3o do movimento cidad\u00e3o capaz de mudar o rumo da ind\u00fastria, aumenta a concentra\u00e7\u00e3o das corpora\u00e7\u00f5es aglomeradas por fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es, segundo recente estudo lan\u00e7ado na Alemanha (Konzernatlas 2017), e isso fragiliza a amplitude de a\u00e7\u00e3o e de escolhas, incluindo a biodiversidade.<\/p>\n<p>Aumenta o n\u00famero de esp\u00e9cies aliment\u00edcias em extin\u00e7\u00e3o como a batata roxa, a jabuticaba, o jenipapo, o umbu, a pitanga, o pinh\u00e3o, o pequi e o baba\u00e7u. Quanto maior a concentra\u00e7\u00e3o produtiva controlada pelas empresas, mais padronizada a alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Que futuros ir\u00e3o nos alimentar?<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_197977\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 648px;\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-197977\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/merenda.jpg\" sizes=\"(max-width: 560px) 100vw, 560px\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/merenda.jpg 1024w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/merenda-300x200.jpg 300w\" width=\"638\" height=\"426\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Crian\u00e7as almo\u00e7am refei\u00e7\u00e3o preparada por um grupo de mulheres que participam de um projeto de alimenta\u00e7\u00e3o escolar. Foto: FAO<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As crian\u00e7as que est\u00e3o nascendo hoje ser\u00e3o talvez adultos com vaga lembran\u00e7a de ter convivido com a fome, de terem comido carne de animais abatidos, de embalagens de r\u00e1pido descarte.<\/p>\n<p>As novas tecnologias prometem novos mundos na rela\u00e7\u00e3o com os alimentos.<\/p>\n<p>A era p\u00f3s-animal: quase um ter\u00e7o das terras f\u00e9rteis s\u00e3o utilizadas para cria\u00e7\u00e3o de gado e o consumo de carne deve crescer 70% at\u00e9 2050 (Economist).<\/p>\n<p>Mas o futuro j\u00e1 indica a possibilidade de consumirmos carne sem ter de devastar a natureza com pastagens.<\/p>\n<p>Essa aventura redentora j\u00e1 come\u00e7ou na Holanda, que j\u00e1 desenvolveu um hamb\u00farguer feito de c\u00e9lulas do m\u00fasculo de uma vaca, o que podemos chamar de carne in-vitro ou carne de laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Uma \u00fanica amostra de c\u00e9lula-tronco poderia produzir 20 mil toneladas de carne suficientes para preservar 440.000 cabe\u00e7as de gado e, com isso, haveria uma redu\u00e7\u00e3o de 45% na energia utilizada no ciclo produtivo.<\/p>\n<p>Engenharia gen\u00e9tica: a ideia de alimentos geneticamente desenhados ainda faz os ambientalistas torcerem o nariz.<\/p>\n<p>Trata-se da cria\u00e7\u00e3o de novas cadeias alimentares (plantas e animais), melhor dizendo, da manipula\u00e7\u00e3o de semente.<\/p>\n<p>Apesar das controv\u00e9rsias, muitos ainda advogam que essa ser\u00e1 a sa\u00edda para o combate da fome e poder\u00e1 ser financeiramente vi\u00e1vel nos pr\u00f3ximos cinco anos.<\/p>\n<p>Nutrigen\u00f4mica: teremos alimentos personalizados para cada necessidade nutricional e condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade individualizada. Afinal, estamos na era da individualidade gen\u00f4mica.<\/p>\n<p>Realidade aumentada: dietas com base na realidade aumentada j\u00e1 est\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o em T\u00f3quio e funcionam com aparelhos visuais que mostram a comida em tamanhos bem maiores que o real para criar ilus\u00f5es de consuma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O sujeito pensa que est\u00e1 comendo um quilo de batatas fritas (pela imagem ampliada) mas de fato n\u00e3o ultrapassa 100 gramas.<\/p>\n<p>Alimentos 3D: o restaurante Food Ink \u00e9 o primeiro do mundo a ter um card\u00e1pio impresso em 3D.<\/p>\n<p>O ex\u00e9rcito norte-americano pretende usar as impressoras 3D para customizar o alimento para cada soldado.<\/p>\n<p>A NASA est\u00e1 explorando a impress\u00e3o 3D de comida no espa\u00e7o. A tecnologia poderia at\u00e9 mesmo acabar com a fome em todo o mundo.<\/p>\n<p>A fabricante de chocolates Hershey j\u00e1 oferece produtos impressos e permite os consumidores fazerem sua pr\u00f3pria impress\u00e3o.<\/p>\n<p>Fazendas biol\u00f3gicas: poder\u00e3o funcionar como f\u00e1bricas biol\u00f3gicas para produ\u00e7\u00e3o de mol\u00e9culas de alto valor agregado em larga escala e com baixo custo.<\/p>\n<p>Plantas, animais e microrganismos geneticamente modificados para produ\u00e7\u00e3o de medicamentos.<\/p>\n<p>Um misto de sensa\u00e7\u00f5es podemos sentir no contato com esses e outros futuros alimentares.<\/p>\n<p>Entre incertezas e encantamentos, \u00e9 ineg\u00e1vel que temos adiante uma das mais impressionantes jornadas a serem trilhadas na hist\u00f3ria da humanidade.<\/p>\n<p>Onde ela vai dar, tem muito a ver com o que juntos, bem informados, cidad\u00e3os conscientes e organizados em rede, iremos escolher.<\/p>\n<p><em>*<strong> Rosa Alegria,<\/strong> Master of Sciences, h\u00e1 15 anos pioneira em Estudos do Futuro no Brasil, academicamente certificada pelo mais reconhecido centro mundial nessa \u00e1rea: University of Houston, Clear Lake, USA. Fundadora do NEF \u2013 Nucleo de Estudos do Futuro, na PUC\/SP. \u00c9 colunista da Envolverde.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Rosa Alegria* O ambiente alimentar come\u00e7ou a mudar h\u00e1 dez anos com o advento<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":58546,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/futuro_alimentar.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Por Rosa Alegria* O ambiente alimentar come\u00e7ou a mudar h\u00e1 dez anos com o advento","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58545"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=58545"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58545\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/58546"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=58545"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=58545"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=58545"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}