{"id":57516,"date":"2017-01-11T11:00:58","date_gmt":"2017-01-11T14:00:58","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=57516"},"modified":"2017-01-10T23:01:35","modified_gmt":"2017-01-11T02:01:35","slug":"tarantula-e-flagrada-devorando-serpente-e-surpreende-cientistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/tarantula-e-flagrada-devorando-serpente-e-surpreende-cientistas\/","title":{"rendered":"Tar\u00e2ntula \u00e9 flagrada devorando serpente e surpreende cientistas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=57519\" rel=\"attachment wp-att-57519\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-57519\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Enquanto andava pela Serra do Caver\u00e1, no sul do pa\u00eds, em busca de tar\u00e2ntulas como parte de um projeto de pesquisa, o estudante de Biologia Leandro Malta Borges, da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e seus colegas trope\u00e7aram em um evento \u00fanico da natureza.<\/p>\n<p>Relatando a descoberta em <em>Herpetology Notes<\/em>, eles contam ter visto uma tar\u00e2ntula (<em>Grammostola quirogai tarantula<\/em>) sob uma rocha, segurando uma serpente de 40 cent\u00edmetros de comprimento, popularmente conhecida como jararaquinha-do-campo (<em>Erythrolamprus almadensis<\/em>). De acordo com informa\u00e7\u00f5es do <em>Science Alert<\/em>, \u00e9 o primeiro relato do tipo, o que surpreendeu os cientistas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-18413\" src=\"http:\/\/www.jornalciencia.com\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula-e-vista-comendo-serpente_2.jpg\" sizes=\"(max-width: 710px) 100vw, 710px\" srcset=\"http:\/\/www.jornalciencia.com\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula-e-vista-comendo-serpente_2-300x209.jpg 300w, http:\/\/www.jornalciencia.com\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula-e-vista-comendo-serpente_2-1024x713.jpg 1024w, http:\/\/www.jornalciencia.com\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula-e-vista-comendo-serpente_2.jpg 1598w\" alt=\"tarantula-e-vista-comendo-serpente_2\" width=\"638\" height=\"444\" \/><\/p>\n<p>\u201c<em>A preda\u00e7\u00e3o de uma cobra t\u00e3o grande em rela\u00e7\u00e3o ao tamanho da aranha foi uma surpresa para n\u00f3s<\/em>\u201d, disse Leandro em entrevista ao <em>Live Science<\/em>. De acordo com ele, n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias cient\u00edficas que sugiram que a tar\u00e2ntula tenha usado qualquer tipo de veneno para sedar a cobra.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-18414\" src=\"http:\/\/www.jornalciencia.com\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula-e-vista-comendo-serpente_3.jpg\" sizes=\"(max-width: 703px) 100vw, 703px\" srcset=\"http:\/\/www.jornalciencia.com\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula-e-vista-comendo-serpente_3-300x201.jpg 300w, http:\/\/www.jornalciencia.com\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula-e-vista-comendo-serpente_3-1024x685.jpg 1024w, http:\/\/www.jornalciencia.com\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula-e-vista-comendo-serpente_3.jpg 1660w\" alt=\"tarantula-e-vista-comendo-serpente_3\" width=\"639\" height=\"427\" \/><\/p>\n<p>Isso significa que ela usou apenas seus colmilhos \u2013 que crescem a impressionantes dois cent\u00edmetros de comprimento \u2013 para morder e subjugar a pequena serpente n\u00e3o venenosa.<\/p>\n<p>Devido ao seu tamanho relativamente grande, as tar\u00e2ntulas podem abater presas que muitos outros tipos de aranham n\u00e3o conseguem, como p\u00e1ssaros, r\u00e3s, lagartos e ratos. Mas, normalmente, se uma aranha \u00e9 capaz de tal feito \u00e9 porque teve ajuda de uma teia, veneno ou ambos. Por exemplo, de acordo com Borges, em registros de eventos semelhantes, uma vi\u00fava-negra conseguiu capturar uma cobra com a ajuda de seu poderoso veneno e habilidade para construir a teia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Embora o relat\u00f3rio observe que j\u00e1 houve casos iguais ao da tar\u00e2ntula, todos acontecerem em cativeiro ou em experimentos.\u00a0Tais encontros in\u00e9ditos em ambientes selvagens sugerem que a serpente estivesse no lugar errado e hora errada, e que a tar\u00e2ntula apenas reconheceu uma boa refei\u00e7\u00e3o quando a viu. \u201c<em>Provavelmente, a cobra foi surpreendida ao entrar no ambiente da aranha e, portanto, foi subjugada por ela<\/em>\u201d, conclui o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>A presa, com seus 39,6 cm de comprimento, foi encontrada morta com severos danos na parte central e anterior do corpo, regi\u00e3o por onde a tar\u00e2ntula, uma f\u00eamea adulta, se alimentou. Ambos os animais foram coletados e levados para an\u00e1lises em laborat\u00f3rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto andava pela Serra do Caver\u00e1, no sul do pa\u00eds, em busca de tar\u00e2ntulas como<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":57519,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/tarantula.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Enquanto andava pela Serra do Caver\u00e1, no sul do pa\u00eds, em busca de tar\u00e2ntulas como","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57516"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=57516"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57516\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/57519"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=57516"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=57516"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=57516"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}