{"id":56951,"date":"2016-12-31T00:00:42","date_gmt":"2016-12-31T03:00:42","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=56951"},"modified":"2017-01-02T14:01:03","modified_gmt":"2017-01-02T17:01:03","slug":"ideias-de-chico-mendes-chamam-atencao-do-mundo-artigo-elson-martins-e-julie-messias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/ideias-de-chico-mendes-chamam-atencao-do-mundo-artigo-elson-martins-e-julie-messias\/","title":{"rendered":"Ideias de Chico Mendes chamam aten\u00e7\u00e3o do mundo \u2013 artigo Elson Martins e Julie Messias"},"content":{"rendered":"<div class=\"at-above-post addthis_default_style addthis_toolbox \" data-title=\"Ideias de Chico Mendes chamam aten\u00e7\u00e3o do mundo \u2013 artigo Elson Martins e Julie Messias\" data-url=\"http:\/\/www.agencia.ac.gov.br\/ideias-de-chico-mendes-chamam-atencao-do-mundo-artigo-elson-martins-e-julie-messias\/\"><\/div>\n<figure id=\"attachment_255955\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 650px;\"><a href=\"http:\/\/www.agencia.ac.gov.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/07_2016_JORDAO_IDENTIDADE_Arison-Jardim-2-1-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-255955\" src=\"http:\/\/www.agencia.ac.gov.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/07_2016_JORDAO_IDENTIDADE_Arison-Jardim-2-1-1-580x385.jpg\" sizes=\"(max-width: 580px) 100vw, 580px\" srcset=\"http:\/\/www.agencia.ac.gov.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/07_2016_JORDAO_IDENTIDADE_Arison-Jardim-2-1-1-580x385.jpg 580w, http:\/\/www.agencia.ac.gov.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/07_2016_JORDAO_IDENTIDADE_Arison-Jardim-2-1-1-300x199.jpg 300w, http:\/\/www.agencia.ac.gov.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/07_2016_JORDAO_IDENTIDADE_Arison-Jardim-2-1-1-768x510.jpg 768w, http:\/\/www.agencia.ac.gov.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/07_2016_JORDAO_IDENTIDADE_Arison-Jardim-2-1-1-262x175.jpg 262w, http:\/\/www.agencia.ac.gov.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/07_2016_JORDAO_IDENTIDADE_Arison-Jardim-2-1-1-235x155.jpg 235w, http:\/\/www.agencia.ac.gov.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/07_2016_JORDAO_IDENTIDADE_Arison-Jardim-2-1-1-130x85.jpg 130w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"425\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Riqueza preservada e valorizada no Acre (Foto: Arison Jardim\/Secom)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Os avan\u00e7os do Acre na agenda da sustentabilidade t\u00eam reconhecimento internacional crescente. A ideia foi defendida na Semana Chico Mendes (15 a 22 de dezembro), no audit\u00f3rio da Biblioteca P\u00fablica. O cientista norte-americano Daniel Nepstad, diretor executivo do Earth Innovation Institute, um dos tr\u00eas indicados ao Pr\u00eamio Chico Mendes, vers\u00e3o 2016, declarou na ocasi\u00e3o que \u201co Acre est\u00e1 na vanguarda da redu\u00e7\u00e3o de Carbono\u201d.<\/p>\n<p>Nepstad se referiu ao fato de o estado ser pioneiro na implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, pois vem reduzindo significativamente suas emiss\u00f5es de CO2, ao passo que desenvolve sua economia com base sustent\u00e1vel, valorizando povos e comunidades tradicionais. Ele acrescentou: \u201cPa\u00edses do mundo todo est\u00e3o de olho no estado para ver como se faz isso\u201d.<\/p>\n<p>Como aliar desenvolvimento, sustentabilidade e preserva\u00e7\u00e3o \u00e9 uma grande quest\u00e3o, mas que tem no Acre um caminho apontado por Chico Mendes (l\u00edder seringueiro assassinado em 1988, reconhecido internacionalmente por sua luta em defesa da natureza), que vem desde a cria\u00e7\u00e3o das reservas extrativistas at\u00e9 a base das pol\u00edticas hoje implementadas.<\/p>\n<p>O governador Ti\u00e3o Viana se inspira nele para dizer, durante a premia\u00e7\u00e3o, em que condi\u00e7\u00f5es \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar esse desenvolvimento : \u201c\u00c9 preciso ter \u00e9tica, simplicidade, sinceridade, boa f\u00e9\u2026Isto \u00e9 parte do legado que Chico Mendes deixou para n\u00f3s\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Daniel Nepstad, foram premiados o engenheiro agr\u00f4nomo Eufran Amaral, atual chefe da Embrapa no estado, e Maria Renilda Santana da Costa, a Dona Branca, que representa 350 fam\u00edlias da Reserva Extrativista Riozinho da Liberdade, no Vale do Juru\u00e1. A premia\u00e7\u00e3o representa o esfor\u00e7o comum que move tamb\u00e9m o governo do Estado, na contram\u00e3o dos que defendem o desenvolvimento a qualquer pre\u00e7o.<\/p>\n<p>Daniel Nepstad, recebeu o trof\u00e9u \u201cCastanha de Bronze\u201d pela sua atua\u00e7\u00e3o h\u00e1 mais de 30 anos na Amaz\u00f4nia, onde estuda os efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, pol\u00edticas e uso do solo na floresta. \u00c9 uma autoridade mundial em REDD e em desenvolvimento rural de baixas emiss\u00f5es (DRBE). Ele comp\u00f5e o Grupo de Trabalho de REDD da Calif\u00f3rnia (EUA) e o Comit\u00ea Cient\u00edfico do programa de REDD do Acre. Foi um dos fundadores do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (IPAM), e atualmente \u00e9 diretor executivo e presidente do Earth Innovation Institute \u2013 Instituto Inova\u00e7\u00e3o da Terra.<\/p>\n<p>Filho de seringueiro nascido em Tarauac\u00e1, mas transferido ainda crian\u00e7a para Sena Madureira, o engenheiro agr\u00f4nomo Eufran Amaral tem doutorado e ocupou fun\u00e7\u00f5es relevantes no governo: foi fundador do Instituto de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IMC), pesquisador da Funda\u00e7\u00e3o de Tecnologia do Acre (Funtac) e secret\u00e1rio do Meio Ambiente. Atualmente na dire\u00e7\u00e3o da Embrapa, mant\u00e9m compromisso com o extrativismo e procura contribuir com ci\u00eancia e tecnologia para as pr\u00e1ticas comunit\u00e1rias da floresta.<\/p>\n<p>Dona Branca \u00e9\u00a0 extrativista com identidade acreana. Cortou seringa desde os 9 anos de idade e hoje lidera a comunidade na Resex , representando-a junto ao governo para desenvolver\u00a0 programas de explora\u00e7\u00e3o de baixo carbono, que geram renda sem queimar e sem destruir a natureza. Maria Renilda Santana da Costa, seu nome de batismo, representa a tradi\u00e7\u00e3o no di\u00e1logo com os saberes da ci\u00eancia. Por isso, encantou a todos no audit\u00f3rio da Biblioteca Publica, ao receber o pr\u00eamio.\u00a0 A princ\u00edpio ela se mostrou nervosa e encabulada, mas logo falou com desenvoltura sobre as mudan\u00e7as que ocorrem em sua comunidade; e acabou por arrancar aplausos, ap\u00f3s\u00a0 cantar uma m\u00fasica de sua autoria que enaltece a esperan\u00e7a e a f\u00e9 dos povos da floresta.<\/p>\n<h2><strong>O Acre e a Calif\u00f3rnia <\/strong><\/h2>\n<p>O Acre tem mantido 87% de floresta prim\u00e1ria em seu territ\u00f3rio, sendo 47%\u00a0 de terras protegidas por lei,\u00a0 chamadas de unidades de conserva\u00e7\u00e3o e as terras ind\u00edgenas, e uma estrutura de governo e pol\u00edticas voltadas para o desenvolvimento de baixas emiss\u00f5es e alta inclus\u00e3o social. Entre 2003 e 2012, reduziu cerca de 62% da taxa de desmatamento, enquanto a popula\u00e7\u00e3o e a economia cresceram. A partir do Zoneamento Ecol\u00f3gico-Econ\u00f4mico do Acre (ZEE), que \u00e9 um instrumento de desenvolvimento centrado na perspectiva da sustentabilidade, houveram avan\u00e7os significativos na gest\u00e3o dos recursos naturais, na governan\u00e7a rural, bem como no desenvolvimento de economias de base florestal.<\/p>\n<p>A Calif\u00f3rnia tem a oitava maior economia do mundo e \u00e9 um l\u00edder de pol\u00edticas ambientais que est\u00e1 criando um mecanismo para negociar carbono com as na\u00e7\u00f5es que possuem florestas tropicais, como o Brasil. O estado norte americano se comprometeu a reduzir suas emiss\u00f5es a n\u00edveis de 16% abaixo do business-as-usual.<\/p>\n<p>No site do Earth Innovation Institute, na Internet, Daniel Nepstad assinou um artigo no qual afirma que \u201co programa da Calif\u00f3rnia abre uma perspectiva favor\u00e1vel ao Acre, que possui grande estoque de carbono retido com a proibi\u00e7\u00e3o de desmatamento em seu territ\u00f3rio, podendo obter altos recursos com a venda desse produto aparentemente hipot\u00e9tico\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAs florestas tropicais saud\u00e1veis- explica o cientista \u2013 s\u00e3o essenciais para a resolu\u00e7\u00e3o das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. A clareira, o corte e a queima de florestas tropicais liberam cerca de um quinto das emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono do mundo que s\u00e3o causadas por atividades humanas. Cerca de metade de todo o carbono que escapa para a atmosfera, quando as \u00e1rvores tropicais s\u00e3o mortas por tratores ou motosserras, \u00e9 absorvida novamente por \u00e1rvores tropicais vivas, que est\u00e3o crescendo e armazenando carbono em sua madeira. Se reduzimos a perda de florestas tropicais e aceleramos sua recupera\u00e7\u00e3o, as chances de evitar os piores impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas se tornam consideravelmente maiores\u201d.<\/p>\n<p>\u201cMas o que a Calif\u00f3rnia tem a ver com as florestas tropicais?\u201d \u2013indaga o cientista, que responde: \u201cmuito\u201d!<\/p>\n<p>Desde 2008 o governador daquele estado americano, Arnold Schwarzenegger, vem estreitando rela\u00e7\u00f5es com governadores de estados e prov\u00edncias tropicais. A provis\u00e3o de florestas tropicais do Global Warming Solutions Act (GWSA) da Calif\u00f3rnia \u2013 formalmente conhecido como programa de deslocamento baseado no setor internacional \u2013 estabelece o primeiro mercado regulador para canalizar investimentos para estados e prov\u00edncias florestais tropicais do Brasil e da Indon\u00e9sia, que est\u00e3o reduzindo com sucesso a polui\u00e7\u00e3o de carbono causada pela destrui\u00e7\u00e3o de florestas.<\/p>\n<p>O ex-governador do Acre, Binho Marques (2006-2010), participou de uma reuni\u00e3o com Schwarzenegger em Los Angeles (2008), estabelecendo parceria para retardar a mudan\u00e7a clim\u00e1tica. Esta parceria, que hoje soma 29 membros sob a denomina\u00e7\u00e3o \u201cTask Force Governors Climate and Forests\u201d, com a sigla simplificada GCF, inclui territ\u00f3rios do Brasil, Indon\u00e9sia, Peru e M\u00e9xico representando um quarto das florestas tropicais do mundo.<\/p>\n<p>Daniel afirma que \u201cmuitos governadores tropicais n\u00e3o esperaram pelo lan\u00e7amento do mercado da Calif\u00f3rnia\u201d, e que na Amaz\u00f4nia, \u201csomente com a ajuda do governo brasileiro, os governos estaduais representados no GCF j\u00e1 reduziram mais de 70% as taxas de desmatamento, deixando para fora da atmosfera quatro bilh\u00f5es de toneladas de di\u00f3xido de carbono. Esta \u00e9 uma contribui\u00e7\u00e3o maior para a mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas do que o plano de energia limpa de Obama ter\u00e1 alcan\u00e7ado em 2030\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEstes governadores tropicais e os agricultores, empresas e comunidades rurais\u00a0 est\u00e3o prontos para fazer muito mais. Mas eles precisam de um sinal de que o mundo vai se importar com o que fazem. Eles precisam saber que seus esfor\u00e7os para fazer o que as na\u00e7\u00f5es industrializadas n\u00e3o conseguiram fazer \u2013 manter a maioria de suas florestas nativas em p\u00e9 \u2013 se traduzir\u00e3o em melhores mercados para seus produtos, melhores investimentos em suas economias de baixo carbono e mais empregos. Em 2014, os governadores do GCF se comprometeram a reduzir o desmatamento 80% at\u00e9 2020, se houver financiamento adequado\u201d.<\/p>\n<p>A provis\u00e3o de florestas tropicais a ser negociada via GCF permitiria que os maiores poluidores de carbono da Calif\u00f3rnia compensassem at\u00e9 4% de suas emiss\u00f5es totais investindo em programas estaduais que foram desenvolvidos para retardar a limpeza e degrada\u00e7\u00e3o de florestas tropicais, argumenta Nepstad, que destaca o Acre:<\/p>\n<p>\u201cO primeiro estado pronto a receber investimentos da Calif\u00f3rnia \u00e9 o Acre, no sudoeste da regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Durante uma visita recente a esse estado brasileiro, onde presto servi\u00e7os no comit\u00ea de ci\u00eancia do programa estadual de mudan\u00e7a clim\u00e1tica, fiquei inspirado pelo not\u00e1vel progresso que foi feito na constru\u00e7\u00e3o de uma nova economia \u2018de baixo carbono&#8217;\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO Acre est\u00e1 mantendo as florestas em p\u00e9 ao mesmo tempo em que produz mais alimentos na terra j\u00e1 desmatada, aumentando suas exporta\u00e7\u00f5es de peixe, carne de porco, frango, castanha do Brasil e borracha nativa para outros estados. Est\u00e1 criando empregos e novas fontes de renda para os povos ind\u00edgenas do estado, seus seringueiros e seus pequenos agricultores\u201d.<\/p>\n<p>Esse cen\u00e1rio \u00e9 reflexo de um conjunto de pol\u00edticas implementadas no estado a partir do ZEE.\u00a0 Um exemplo neste sentido, \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o do Sistema Estadual de Incentivo a Servi\u00e7os Ambientais \u2013 SISA, a partir da Lei n\u00ba 2.308\/2010, que prev\u00ea incentivos para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de carbono para a atmosfera a partir do desmatamento e degrada\u00e7\u00e3o florestal (REDD +), e segue a trajet\u00f3ria para se tornar um dos programas jurisdicionais de REDD+ mais avan\u00e7ados do mundo.<\/p>\n<p>O primeiro Programa executado no \u00e2mbito desse Sistema \u00e9 o ISA Carbono, configurado como programa inovador de REDD+ com abrang\u00eancia jurisdicional no Acre. Um importante impulso para a sua implementa\u00e7\u00e3o veio em 2012, atrav\u00e9s da iniciativa Global REDD Early Movers, REM, (do Banco de Desenvolvimento KFW da Alemanha).<\/p>\n<p>Com apoio do REM, o Estado tem beneficiado as fam\u00edlias que produzem de maneira sustent\u00e1vel, seja com a coleta de castanha, corte do l\u00e1tex, manejo florestal de baixo impacto, recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas alteradas e piscicultura, ocasionando a redu\u00e7\u00e3o do desmatamento anual e consequentemente a emiss\u00e3o de toneladas de carbono para a atmosfera, tornando o Acre o primeiro estado do Brasil a realizar REDD+.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Riqueza preservada e valorizada no Acre (Foto: Arison Jardim\/Secom) Os avan\u00e7os do Acre na agenda<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Riqueza preservada e valorizada no Acre (Foto: Arison Jardim\/Secom) Os avan\u00e7os do Acre na agenda","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56951"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56951"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56951\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56951"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56951"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56951"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}