{"id":56609,"date":"2016-12-29T08:00:31","date_gmt":"2016-12-29T11:00:31","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=56609"},"modified":"2016-12-28T22:08:30","modified_gmt":"2016-12-29T01:08:30","slug":"florestas-brasileiras-perdem-vegetacao-equivalente-a-16-cidades-de-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/florestas-brasileiras-perdem-vegetacao-equivalente-a-16-cidades-de-sp\/","title":{"rendered":"Florestas brasileiras perdem vegeta\u00e7\u00e3o equivalente a 16 cidades de SP"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=56610\" rel=\"attachment wp-att-56610\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-56610\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>As florestas brasileiras tiveram uma redu\u00e7\u00e3o de 0,8% entre os anos de 2012 e 2014, n\u00famero que representa uma \u00e1rea de 24,9 mil quil\u00f4metros quadrados. A diminui\u00e7\u00e3o equivale a 16,35 vezes o tamanho da cidade de S\u00e3o Paulo. O valor, contudo, representa uma desacelera\u00e7\u00e3o do desmatamento se comparado ao registrado no per\u00edodo anterior, quando a \u00e1rea florestal brasileira diminuiu em 1,8%.<\/p>\n<p>As pastagens naturais do Pa\u00eds, por sua vez, tiveram uma queda de 9,4% no mesmo per\u00edodo. As mudan\u00e7as na ocupa\u00e7\u00e3o da terra foram motivadas principalmente pela expans\u00e3o das \u00e1reas agr\u00edcolas &#8211; que chegou a 8,2% -, das pastagens de manejo dedicadas \u00e0 pecu\u00e1ria e da silvicultura.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros foram apresentados nesta quarta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), que divulgou seu novo Mapa de Cobertura do Uso da Terra do Brasil. No geral, a paisagem brasileira sofreu modifica\u00e7\u00e3o de 4,6% se comparado ao estudo realizado entre 2010 e 2012. Segundo o instituto, as mudan\u00e7as mais significativas ocorreram em \u00e1reas de vegeta\u00e7\u00e3o florestal e de pastagem natural.<\/p>\n<p>Gerente de Cobertura e Uso da Terra do IBGE, Leonardo Barbosa Gomes diz que o levantamento retrata uma diminui\u00e7\u00e3o das florestas e uma expans\u00e3o das cidades. Ele preferiu, contudo, n\u00e3o se aprofundar nessa an\u00e1lise. &#8220;A gente faz um retrato do Pa\u00eds, e os n\u00fameros podem ser diferentes dos divulgados por outros \u00f3rg\u00e3os devido aos crit\u00e9rios utilizados.&#8221;<\/p>\n<p>A agricultura foi uma das principais causadoras das altera\u00e7\u00f5es no uso da terra no Pa\u00eds. A expans\u00e3o das \u00e1reas dedicadas a essa atividade econ\u00f4mica foi de 8,2% entre 2012 e 2014, um pouco abaixo do \u00edndice registrado no bi\u00eanio anterior, quando o IBGE registrou um aumento da \u00e1rea dedicada \u00e0 agricultura de 8,6%.<\/p>\n<p>O IBGE destaca que as mudan\u00e7as n\u00e3o ocorreram de forma homog\u00eanea pelo Pa\u00eds. Nas regi\u00f5es Sul, Sudeste e Nordeste, por exemplo, o uso da terra \u00e9 mais antigo e, portanto, menos suscet\u00edvel a mudan\u00e7as se comparado \u00e0s demais regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Chamou a aten\u00e7\u00e3o do instituto &#8220;a expressiva expans\u00e3o agr\u00edcola&#8221; registrada no sul do Rio Grande do Sul, entre Santana do Livramento e Pelotas. A partir de 2013, aumentou naquela regi\u00e3o o cultivo principalmente de soja e milho sobre pastagens naturais do pampa.<\/p>\n<p>A expans\u00e3o das \u00e1reas de silvicultura apresentou as maiores taxas de crescimento, passando de 23,8% no per\u00edodo atual ante 4,6% no per\u00edodo anterior. Mas o pr\u00f3prio IBGE ressalta que metade desse crescimento se refere a aprimoramentos t\u00e9cnicos realizados pelo instituto no mapeamento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As florestas brasileiras tiveram uma redu\u00e7\u00e3o de 0,8% entre os anos de 2012 e 2014,<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":56610,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/desmatamento-4.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"As florestas brasileiras tiveram uma redu\u00e7\u00e3o de 0,8% entre os anos de 2012 e 2014,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56609"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56609"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56609\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/56610"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56609"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56609"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56609"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}