{"id":56231,"date":"2016-12-23T12:00:05","date_gmt":"2016-12-23T15:00:05","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=56231"},"modified":"2016-12-22T21:20:41","modified_gmt":"2016-12-23T00:20:41","slug":"plantar-uma-arvore-e-um-otimo-jeito-de-contribuir-para-a-manutencao-ambiental-da-cidade-e-para-a-biodiversidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/plantar-uma-arvore-e-um-otimo-jeito-de-contribuir-para-a-manutencao-ambiental-da-cidade-e-para-a-biodiversidade\/","title":{"rendered":"Plantar uma \u00e1rvore \u00e9 um \u00f3timo jeito de contribuir para a manuten\u00e7\u00e3o ambiental da cidade"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=56232\" rel=\"attachment wp-att-56232\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-56232\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Plantar uma \u00e1rvore na cal\u00e7ada \u00e9 um \u00f3timo jeito de contribuir para a manuten\u00e7\u00e3o ambiental da cidade e para a biodiversidade. No entanto, antes de escolher a muda, \u00e9 preciso atentar a alguns fatores essenciais. Entre os principais cuidados est\u00e3o: o tipo de raiz, o porte da \u00e1rvore, a origem e se a esp\u00e9cie \u00e9 frut\u00edfera ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>O ideal \u00e9 que em passeios p\u00fablicos n\u00e3o sejam usadas esp\u00e9cies com frutos pesados, que possam causar acidentes aos pedestres, e que n\u00e3o sejam t\u00e3o grandes a ponto de bloquear a ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica ou causar danos \u00e0 cal\u00e7ada e aos fios de transmiss\u00e3o de energia. De acordo com os manuais de arboriza\u00e7\u00e3o urbana, o ideal \u00e9 de que em \u00e1reas com fia\u00e7\u00e3o convencional sejam usadas esp\u00e9cies de pequeno porte, cuja altura n\u00e3o seja superior a seis metros. Em locais com recuo predial de no m\u00ednimo tr\u00eas metros, com fia\u00e7\u00e3o ausente, protegida ou isolada, \u00e9 poss\u00edvel usar esp\u00e9cies de porte m\u00e9dio, que chegam a 12 metros de altura, com di\u00e2metro m\u00e9dio da copa em sete metros.<\/p>\n<p>Dentro destes padr\u00f5es, n\u00f3s separamos algumas esp\u00e9cies nativas brasileiras, adequadas para plantios em \u00e1reas urbanas. Antes de escolher uma delas, verifique se a muda \u00e9 adequada ao bioma de sua regi\u00e3o, pois, mesmo sendo nativa, ela pode n\u00e3o ser end\u00eamica, prejudicando a biodiversidade local.<\/p>\n<p><strong>\u2013 Marinheiro <\/strong>(<em>Trichilia cathartica)<\/em>. Tem altura m\u00e9dia de quatro a seis metros e flora\u00e7\u00e3o entre os meses de maio e julho.<\/p>\n<p><strong>\u2013 Ip\u00ea-Mirim <\/strong><em>(Stenolobium stans). <\/em>Pode chegar a sete metros de altura, tem flora\u00e7\u00e3o entre os meses de janeiro e maio.<\/p>\n<p><strong>\u2013 Candelabro <\/strong><em>(Erytrina speciosa). <\/em>Sua altura varia de quatro a seis metros. A flora\u00e7\u00e3o vermelha acontece entre junho e setembro.<\/p>\n<p>\u2013 <strong>Flanboyant Mirim <\/strong><em>(Caesalpinia pulcherrima). <\/em>Tem altura m\u00e9dia de tr\u00eas a cinco metros. Sua flora\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante diversificada, aparecendo nas cores: rosa, vermelha, amarela e branca, entre os meses de setembro e maio.<\/p>\n<p><strong>\u2013 Quaresmeira<\/strong><em> (Tibouchina granulosa). <\/em>Sua altura varia de oito a doze metros. As flores roxas ou rosadas costumam aparecer entre os meses de janeiro e abril e tamb\u00e9m entre junho e agosto.<\/p>\n<p><strong>\u2013 Cambuci <\/strong><em>(Campomanesia phaea). <\/em>Com altura entre tr\u00eas e cinco metros, esta \u00e1rvore tem flores grandes e brancas. Mas, seu principal destaque s\u00e3o os frutos, que costumam aparecer entre os meses de fevereiro e mar\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>\u2013 Pitangueira <\/strong><em>(Eugenia uniflora). <\/em>Sua altura varia de dois a quatro metros. A \u00e1rvore produz pequenos frutos e folhes brancas, ideais para alimentar abelhas.<\/p>\n<p><strong>\u2013 Jabuticabeira <\/strong><em>(Eugenia cauliflora). <\/em>Esta esp\u00e9cie pode chegar a dez metros de altura. Ela costuma florescer entre a primavera e o ver\u00e3o, produzindo grandes quantidades de frutos.<\/p>\n<p>Abaixo est\u00e3o os links diretos para os manuais de arboriza\u00e7\u00e3o urbana de diversas cidades brasileiras. Clique em uma delas para acessar o material. Os documentos cont\u00eam instru\u00e7\u00f5es para o plantio e indica\u00e7\u00f5es de esp\u00e9cies adequadas ao bioma.<\/p>\n<p>\u2013 <a href=\"http:\/\/www.ambiente.sp.gov.br\/municipioverdeazul\/files\/2011\/11\/ManualArborizacaoUrbanaPrefeituraSP.pdf\" target=\"_blank\">S\u00e3o Paulo, SP<\/a><\/p>\n<p>\u2013 <a href=\"http:\/\/www.uberaba.mg.gov.br\/portal\/acervo\/meio_ambiente\/arquivos\/agenda_verde\/cartilha_arborizacao.pdf\" target=\"_blank\">Uberaba, MG<\/a><\/p>\n<p>\u2013 <a href=\"http:\/\/www.fortaleza.ce.gov.br\/sites\/default\/files\/manualarborizacaonovo_0.pdf\" target=\"_blank\">Fortaleza, CE\u00a0<\/a><\/p>\n<p>\u2013 <a href=\"http:\/\/www2.recife.pe.gov.br\/wp-content\/uploads\/Manual_Arborizacao.pdf\" target=\"_blank\">Recife, PE<\/a><\/p>\n<p>\u2013 <a href=\"http:\/\/www.cemig.com.br\/sites\/Imprensa\/pt-br\/Documents\/Manual_Arborizacao_Cemig_Biodiversitas.pdf\" target=\"_blank\">Belo Horizonte, MG\u00a0<\/a><\/p>\n<p>\u2013 <a href=\"http:\/\/www.rio.rj.gov.br\/dlstatic\/10112\/5560381\/4146113\/PDAUtotal5\" target=\"_blank\">Rio de Janeiro, RJ\u00a0<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Plantar uma \u00e1rvore na cal\u00e7ada \u00e9 um \u00f3timo jeito de contribuir para a manuten\u00e7\u00e3o ambiental<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":56232,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/arvore.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Plantar uma \u00e1rvore na cal\u00e7ada \u00e9 um \u00f3timo jeito de contribuir para a manuten\u00e7\u00e3o ambiental","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56231"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56231"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56231\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/56232"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56231"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56231"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56231"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}