{"id":55939,"date":"2016-12-18T10:56:01","date_gmt":"2016-12-18T13:56:01","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=55939"},"modified":"2016-12-18T10:56:03","modified_gmt":"2016-12-18T13:56:03","slug":"estudo-sugere-que-as-sondas-vikings-encontraram-vida-em-marte-em-1976","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/estudo-sugere-que-as-sondas-vikings-encontraram-vida-em-marte-em-1976\/","title":{"rendered":"Estudo sugere que as sondas Vikings encontraram vida em Marte em 1976"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/estudo-sugere-que-as-sondas-vikings-encontraram-vida-em-marte-em-1976\/marte-13\/\" rel=\"attachment wp-att-55940\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-55940\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Em julho e setembro de 1976, um experimento, conhecido como <em>Viking Labeled Release<\/em>, levou duas sondas (Viking 1 e Viking 2) ao solo de Marte. Elas teriam encontrado evid\u00eancias que suportavam a exist\u00eancia de uma vida microbiana no planeta.<\/p>\n<p>Separadas por mais de 6.400 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia, ambas renderam resultados semelhantes, o que levou os pesquisadores a concluir, mesmo que controversamente, que h\u00e1 vida em solo marciano.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-14944\" src=\"http:\/\/www.jornalciencia.com\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-sondas-vikings_02.jpg\" sizes=\"(max-width: 711px) 100vw, 711px\" srcset=\"http:\/\/www.jornalciencia.com\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-sondas-vikings_02-300x214.jpg 300w, http:\/\/www.jornalciencia.com\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-sondas-vikings_02.jpg 634w\" alt=\"marte-sondas-vikings_02\" width=\"640\" height=\"457\" \/>De acordo com o jornal <a href=\"http:\/\/www.dailymail.co.uk\/\" target=\"_blank\"><em>Daily Mail<\/em><\/a>, embora muitos especialistas tenham rejeitado os resultados, os materiais do solo que apoiaram a constata\u00e7\u00e3o ainda precisam ser identificados. Agora, considerando os dados hist\u00f3ricos, juntamente com evid\u00eancias da exist\u00eancia de \u00e1gua e mol\u00e9culas org\u00e2nicas complexas e metano, astrobi\u00f3logos est\u00e3o alertando contra o descarte da possibilidade de vida em Marte, argumentando que todas as provas \u201c<em>devem ser consideradas<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Em um artigo publicado na revista <em>Astrobiology<\/em>, especialistas da Universidade do estado do Arizona, e <em>National Institutes of Health<\/em> (NIH), nos EUA, argumentou-se que as evid\u00eancias s\u00e3o \u201c<em>consistentes com uma explica\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica<\/em>\u201d, sugerindo que os microrganismos de Marte evolu\u00edram para se adaptar \u00e0s condi\u00e7\u00f5es ambientais adversas.<\/p>\n<p>Foram investigados os resultados das amostras de ambos os landers \u2013 ap\u00f3s a inje\u00e7\u00f5es de nutrientes, pr\u00e9-aquecimento e ainda armazenadas no escuro por cerca de dois meses. Os resultados mostraram impressionantes semelhan\u00e7as ao nosso solo terrestre, incluindo amostras coletadas na Calif\u00f3rnia, Alasca e Ant\u00e1rtida.<\/p>\n<p>\u201c<em>Cada uma destas caracter\u00edsticas \u00e9 reminiscente das respostas por um comp\u00eandio de esp\u00e9cies de microrganismos terrestres, incluindo as respostas positivas iniciais, os controles de temperatura de 160\u00b0 C e 50\u00b0 C, a reabsor\u00e7\u00e3o de g\u00e1s libertado mediante segunda inje\u00e7\u00e3o de nutrientes e a morte de armazenamento isolado a longo prazo<\/em>\u201d, observam os autores.<\/p>\n<p>Muitas explica\u00e7\u00f5es foram propostas ao longo dos anos sobre as descobertas, incluindo a que sugeria que os resultados provavelmente foram causados \u201c<em>por um oxidante n\u00e3o biol\u00f3gico presente no solo<\/em>\u201d. No entanto, nenhum oxidante que pudesse corresponder a isso foi identificado, bem como n\u00e3o houve novas experi\u00eancias similares no planeta vermelho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Agora, com as inevit\u00e1veis futuras miss\u00f5es tripuladas a Marte, os pesquisadores est\u00e3o considerando a biologia do local. \u201c<em>Planos para qualquer miss\u00e3o de retorno deve levar em conta as amostras vi\u00e1veis, mesmo que dormentes, de vida alien\u00edgena<\/em>\u201d, escreveram.\u00a0Ainda, de acordo com a equipe, este \u00e9 o \u201c<em>\u00fanico experimento de detec\u00e7\u00e3o de vida intocada que teremos<\/em>\u201d, uma vez que nenhuma outra nave espacial fez o mesmo desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p>Os autores consideram que miss\u00f5es futuras poder\u00e3o realizar experimentos em busca de vida, incluindo busca de mol\u00e9culas org\u00e2nicas de import\u00e2ncia biol\u00f3gica. \u201c<em>Mesmo que nem todos estejam convencidos de que os resultados dos Vikings tratem de fortes evid\u00eancias de vida em Marte, este trabalho mostra claramente que a possibilidade deve ser considerada<\/em>\u201d, disse Chris McKay, PhD, um astrobi\u00f3logo na <em>NASA Ames Research Center<\/em>. \u201c<em>N\u00e3o podemos descartar a explica\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica. Isto tem implica\u00e7\u00f5es para os planos de retorno de amostras de Marte e futuras miss\u00f5es humanas<\/em>\u201d.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" id=\"molvideoplayer\" title=\"MailOnline Embed Player\" src=\"http:\/\/www.dailymail.co.uk\/embed\/video\/1309446.html\" width=\"710\" height=\"540\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em julho e setembro de 1976, um experimento, conhecido como Viking Labeled Release, levou duas<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":55940,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/marte-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Em julho e setembro de 1976, um experimento, conhecido como Viking Labeled Release, levou duas","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55939"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=55939"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55939\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/55940"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=55939"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=55939"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=55939"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}