{"id":55447,"date":"2016-12-11T11:00:33","date_gmt":"2016-12-11T14:00:33","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=55447"},"modified":"2016-12-11T09:25:53","modified_gmt":"2016-12-11T12:25:53","slug":"estrela-de-belem-foi-resultado-de-um-alinhamento-planetario-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/estrela-de-belem-foi-resultado-de-um-alinhamento-planetario-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Estrela de Bel\u00e9m foi resultado de um alinhamento planet\u00e1rio, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=55448\" rel=\"attachment wp-att-55448\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-55448\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Durante centenas de anos, cientistas e te\u00f3logos permaneceram perplexos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 origem da Estrela de Bel\u00e9m, que de acordo com a B\u00edblia, apareceu no c\u00e9u para guiar os Tr\u00eas Reis Magos ao local exato do rec\u00e9m-nascido Jesus Cristo.<\/p>\n<p>No entanto, uma nova pesquisa sugeriu que a estrela, na verdade, era um raro alinhamento planet\u00e1rio, envolvendo Sol, J\u00fapiter, Lua, Saturno e a constela\u00e7\u00e3o de \u00c1ries, de acordo com informa\u00e7\u00f5es do jornal <em>Daily Mail<\/em>.<\/p>\n<p>O estudo analisou registros hist\u00f3ricos, astron\u00f4micos e b\u00edblicos, constatando que o evento de 6. a.C., foi realmente uma rara forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. A an\u00e1lise foi feita por Grant Mathews, professor de Astrof\u00edsica Te\u00f3rica e Cosmologia no Departamento de F\u00edsica da Universidade de Notre Dame, que h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada estuda a Estrela e Bel\u00e9m.<\/p>\n<p>Por anos, astr\u00f4nomos, historiadores e te\u00f3logos ponderaram sobre a quest\u00e3o da chamada \u201cEstrela de Natal\u201d, considerando onde e quando apareceu, como realmente era e porque entre as outras bilh\u00f5es de estrelas no c\u00e9u, apenas uma teria brilhado intensamente naquele dia. \u201c<em>A astrof\u00edsica moderna \u00e9 o que usamos para tentar explicar um dos maiores eventos astron\u00f4micos da Hist\u00f3ria<\/em>\u201d, disse Matthews.<\/p>\n<p>Segundo ele, enquanto o alinhamento em quest\u00e3o ocorria, V\u00eanus estava na constela\u00e7\u00e3o de Peixes, e Merc\u00fario e Marte estavam em Touro, do outro lado. Ainda, durante o evento, \u00c1ries tamb\u00e9m foi palco para o Equin\u00f3cio. Para os Magos, considerados sacerdotes do zoroastrismo da antiga Babil\u00f4nia e Mesopot\u00e2mia, este alinhamento teria simbolizado o nascimento do prometido Messias na Judeia.<\/p>\n<p>J\u00fapiter e a Lua, juntos, representavam o nascimento de um governante com um destino especial, enquanto Saturno era o s\u00edmbolo da vida, de acordo com o evangelho de Mateus. Assim, com a presen\u00e7a de \u00c1ries no equin\u00f3cio vernal, que marca o in\u00edcio da primavera, \u201c<em>os Magos teriam visto a luz no Leste e reconhecido o que simbolizava um nascimento real na Judeia<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>De acordo com Matthews, um evento deste tipo \u00e9 extremamente raro e n\u00e3o ser\u00e1 visto novamente em 16 mil anos, e mesmo se ocorresse, o equin\u00f3cio vernal n\u00e3o estaria em \u00c1ries. Logo, e calculando 500 mil anos no futuro, o pesquisador afirmou que nenhum alinhamento como o da Estrela de Natal poderia ser encontrado.<\/p>\n<p>A descoberta em quest\u00e3o poderia ajudar a explicar a verdadeira natureza indescrit\u00edvel estrela. E no momento, o pesquisador est\u00e1 trabalhando em um livro onde descrever\u00e1 todas as suas descobertas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante centenas de anos, cientistas e te\u00f3logos permaneceram perplexos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 origem da Estrela<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":55448,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/estrela_belem.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Durante centenas de anos, cientistas e te\u00f3logos permaneceram perplexos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 origem da Estrela","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55447"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=55447"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55447\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/55448"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=55447"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=55447"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=55447"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}