{"id":55161,"date":"2016-12-06T15:52:17","date_gmt":"2016-12-06T18:52:17","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=55161"},"modified":"2016-12-06T15:52:17","modified_gmt":"2016-12-06T18:52:17","slug":"atlas-ambiental-mostra-que-resta-125-de-mata-atlantica-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/atlas-ambiental-mostra-que-resta-125-de-mata-atlantica-no-brasil\/","title":{"rendered":"Atlas ambiental mostra que resta 12,5% de Mata Atl\u00e2ntica no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"featured\" src=\"http:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/15310396_10211657960350486_1128311408_n.jpg\" alt=\"Atlas ambiental mostra que resta 12,5% de Mata Atl\u00e2ntica no Brasil\" width=\"640\" height=\"393\" \/><\/p>\n<p>A Funda\u00e7\u00e3o SOS Mata Atl\u00e2ntica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgaram na \u00faltima semana o Atlas dos Munic\u00edpios da Mata Atl\u00e2ntica, estudo que detalha a situa\u00e7\u00e3o dos remanescentes florestais e seus ecossistemas associados nos 3.429 munic\u00edpios abrangidos pelo mapa de aplica\u00e7\u00e3o da Lei da Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>Os dados mais recentes mostram que Piau\u00ed, Santa Catarina e Minas Gerais re\u00fanem os munic\u00edpios mais conservados, como Tamboril do Piau\u00ed e Guaribas, ambos no Piau\u00ed, no topo da lista, com quase 96% do total natural preservado. Outro munic\u00edpio piauiense, no entanto, lidera o ranking de desmatamento entre 2014 e 2015: Alvorada do Gurgu\u00e9ia perdeu 1.972 de hectares de Mata Atl\u00e2ntica no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Segundo os dados do Atlas, seis dos dez munic\u00edpios que mais desmataram a Mata Atl\u00e2ntica no \u00faltimo per\u00edodo s\u00e3o de Minas Gerais, onde a perda de florestas est\u00e1 diretamente ligada \u00e0 atividade de minera\u00e7\u00e3o, especialmente em cidades como Curral de Dentro, Jequitinhonha e \u00c1guas Vermelhas, que est\u00e3o localizadas na regi\u00e3o conhecida como tri\u00e2ngulo do desmatamento.<\/p>\n<p>Os munic\u00edpios baianos de Cotegipe, Brejol\u00e2ndia e Baian\u00f3polis, que est\u00e3o localizados nos limites do Cerrado e sofrem a press\u00e3o da expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola, sobretudo soja e milho, al\u00e9m de pecu\u00e1ria, completam o ranking dos principais desmatadores.<\/p>\n<p>O levantamento traz ainda informa\u00e7\u00f5es compiladas dos \u00faltimos 30 anos e aponta que as cidades do Paran\u00e1 tiveram maior perda vegetal entre os munic\u00edpios monitorados desde 1985. Entre as dez primeiras colocadas no ranking hist\u00f3rico de desmatamento aparecem cinco cidades paranaenses: apenas em Rio Bonito do Igua\u00e7u houve a perda de uma \u00e1rea equivalente a quase 25 mil campos de futebol.<\/p>\n<p>\u201cEm comemora\u00e7\u00e3o aos 30 anos da SOS Mata Atl\u00e2ntica, o estudo traz uma an\u00e1lise in\u00e9dita do desmatamento durante este per\u00edodo e nos permite analisar quais munic\u00edpios n\u00e3o contribu\u00edram para a preserva\u00e7\u00e3o. Esses resultados mostram que \u00e9 preciso refor\u00e7ar as pol\u00edticas de prote\u00e7\u00e3o do bioma para evitar retrocessos na conserva\u00e7\u00e3o dos 12,5% de Mata Atl\u00e2ntica que ainda restam no pa\u00eds\u201d, afirma a diretora executiva da SOS Mata Atl\u00e2ntica, Marcia Hirota.<\/p>\n<p>O estudo, realizado com patroc\u00ednio da Bradesco Cart\u00f5es e execu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica da empresa de geotecnologia Arcplan, identifica \u00e1reas de vegeta\u00e7\u00e3o natural \u2013 que inclui, al\u00e9m das florestas nativas, os ref\u00fagios, v\u00e1rzeas, campos de altitude, mangues, restingas e dunas. Com base em imagens geradas pelo sensor OLI a bordo do sat\u00e9lite Landsat 8, o Atlas da Mata Atl\u00e2ntica, que monitora o bioma h\u00e1 30 anos, utiliza a tecnologia de sensoriamento remoto e de geoprocessamento para avaliar os remanescentes florestais acima de tr\u00eas hectares (ha).<\/p>\n<div id=\"attachment_41547\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 646px;\"><a href=\"http:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/ranking-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-41547\" src=\"http:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/ranking-1.jpg\" sizes=\"(max-width: 982px) 100vw, 982px\" srcset=\"http:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/ranking-1.jpg 982w, http:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/ranking-1-300x125.jpg 300w, http:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/ranking-1-768x319.jpg 768w\" alt=\"Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"636\" height=\"264\" \/><\/a><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<p>Clique <a href=\"https:\/\/www.sosma.org.br\/105708\/fundacao-divulga-o-balanco-da-situacao-da-mata-atlantica-em-3-429-municipios\/\" target=\"_blank\"><strong>aqui<\/strong><\/a> para mais informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Funda\u00e7\u00e3o SOS Mata Atl\u00e2ntica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgaram na<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A Funda\u00e7\u00e3o SOS Mata Atl\u00e2ntica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgaram na","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55161"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=55161"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55161\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=55161"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=55161"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=55161"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}