{"id":54852,"date":"2016-12-02T10:00:13","date_gmt":"2016-12-02T13:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=54852"},"modified":"2016-12-02T08:32:28","modified_gmt":"2016-12-02T11:32:28","slug":"rock-in-rio-inicia-plantio-de-mais-de-200-mil-arvores-na-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/rock-in-rio-inicia-plantio-de-mais-de-200-mil-arvores-na-amazonia\/","title":{"rendered":"Rock in Rio inicia plantio de mais de 200 mil \u00e1rvores na Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=54853\" rel=\"attachment wp-att-54853\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-54853\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Na mesma data que o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou o <a href=\"http:\/\/www.ecodesenvolvimento.org\/posts\/2016\/posts\/novembro\/desmatamento-na-amazonia-cresce-29-em-um-ano?tag=biodiversidade\" target=\"_self\">crescimento de 29% do desmatamento na Amaz\u00f4nia <\/a>no per\u00edodo de um ano, 30 de novembro, o Rock in Rio anunciou o in\u00edcio do plantio de mais de 200 mil \u00e1rvores pelo Amazonia Live. A m\u00e3o est\u00e1 na massa, ou melhor, na terra, para ajudar a reduzir estes impressionantes n\u00fameros \u2014 mais de 7 mil km<sup>2<\/sup> de floresta devastada. Uma marca n\u00e3o atingida desde 2010, segundo os dados do Instituto. Em um dia de nuvens carregadas, anunciando a proximidade do inverno amaz\u00f4nico, os ind\u00edgenas, agricultores familiares e outros coletores da Rede de Sementes do Xingu participaram da atividade na Fazenda Rancho 60, em Bom Jesus do Araguaia (MT). A meta \u00e9 chegar a quatro milh\u00f5es de \u00e1rvores com o envolvimento do p\u00fablico.<\/p>\n<p>A iniciativa vai restaurar mais de 400 hectares de floresta desmatada nas cabeceiras e nascentes do Rio Xingu, entre outras \u00e1reas emergenciais. O projeto foi lan\u00e7ado em abril de 2016 e, em agosto, teve como marco inicial um show in\u00e9dito em um palco flutuante montado no meio do Rio Negro, na Floresta Amaz\u00f4nica, em Manaus, transmitido pela TV e pela Web para o mundo, chamando aten\u00e7\u00e3o para as quest\u00f5es ambientais.<\/p>\n<p>Mais de uma tonelada de sementes foi plantada na semeadura inaugural para atingir o objetivo de reflorestar as \u00e1reas degradadas e proteger as nascentes da bacia do rio Xingu. S\u00e3o quase 200 mil hectares de matas nas margens do rio desmatadas. E para cumprir tal desafio, a organiza\u00e7\u00e3o do maior festival de entretenimento do mundo procurou o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) para que, juntos, encontrassem as parcerias necess\u00e1rias e ideais para o plantio do primeiro milh\u00e3o de \u00e1rvores. O Instituto Socioambiental (ISA) e a Conserva\u00e7\u00e3o Internacional Brasil (CI-Brasil) tamb\u00e9m s\u00e3o parte do projeto visando a implementa\u00e7\u00e3o e a amplia\u00e7\u00e3o dele.<\/p>\n<div class=\"olho\">O projeto ajudar\u00e1 a preservar a \u00e1gua na regi\u00e3o e a fortalecer a economia local<\/div>\n<p>Al\u00e9m de recuperar a \u00e1rea desmatada da floresta, o projeto ajudar\u00e1 a preservar a \u00e1gua na regi\u00e3o e a fortalecer a economia local, uma vez que as sementes utilizadas no plantio s\u00e3o fornecidas pela Rede de Sementes do Xingu, formada por coletores que trocam e vendem sementes de \u00e1rvores e outras plantas nativas da regi\u00e3o. &#8220;A rede \u00e9 uma articula\u00e7\u00e3o de cerca de 500 ind\u00edgenas, agricultores familiares, pesquisadores, organiza\u00e7\u00f5es parceiras que tem como objetivo reunir os saberes e a diversidade dos povos para coletar, conhecer e valorizar as sementes da floresta&#8221;, explica Rodrigo Junqueira, coordenador do Programa Xingu do ISA.<\/p>\n<p><strong>Plantio de sementes<\/strong><br \/>\nO plantio tamb\u00e9m marcou a segunda Expedi\u00e7\u00e3o da Rede de Sementes do Xingu, iniciativa que reuniu mais de 50 pessoas durante tr\u00eas dias e que percorreu toda a \u00e1rea de plantio de sementes florestais. O momento foi ainda de grande troca de conhecimento entre os coletores sobre as diferentes t\u00e9cnicas utilizadas na coleta e no beneficiamento das esp\u00e9cies. Um dos pontos altos foi a prepara\u00e7\u00e3o e o plantio da muvuca do projeto Amazonia Live, no \u00faltimo dia do encontro. A t\u00e9cnica da muvuca, utilizada no plantio de \u00e1rvores, \u00e9 uma mistura de sementes nativas e de aduba\u00e7\u00e3o verde com areia que forma um insumo homog\u00eaneo prop\u00edcio para a forma\u00e7\u00e3o da estrutura da floresta. Nessa mistura, h\u00e1 esp\u00e9cies que v\u00e3o crescer logo no primeiro m\u00eas, pois germinam rapidamente, e logo formar\u00e3o a cobertura do solo.<\/p>\n<p>O Amazonia Live, com o mote &#8220;Mais do que \u00e1rvores, vamos plantar esperan\u00e7a&#8221;, junto com seus parceiros (Banco Mundial, Universidade Est\u00e1cio de S\u00e1, Conserva\u00e7\u00e3o Internacional (CI-Brasil), Ita\u00fa, Manaus Luz, Manaus Ambiental e Gol), est\u00e1 garantindo o plantio de um montante que ultrapassa 2,9 milh\u00f5es de \u00e1rvores na regi\u00e3o do Xingu. Desse total, cerca de um milh\u00e3o de \u00e1rvores foram doadas pelo Rock in Rio para o reflorestamento de 400 hectares. Todos podem se engajar, participar e doar. \u00c9 muito simples. Basta entrar no site do<a href=\"http:\/\/www.amazonialive.com.br\" target=\"_blank\"> Amazonia Live<\/a>\u00a0e fazer a contribui\u00e7\u00e3o. Uma \u00e1rvore custa apenas R$4,50 + taxas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na mesma data que o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou o crescimento de<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":54853,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/plantio_mudas.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Na mesma data que o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou o crescimento de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54852"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54852"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54852\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54853"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54852"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54852"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54852"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}