{"id":54554,"date":"2016-11-27T09:00:35","date_gmt":"2016-11-27T12:00:35","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=54554"},"modified":"2016-11-26T21:29:06","modified_gmt":"2016-11-27T00:29:06","slug":"saiba-quais-alimentos-provocam-mais-intoxicacao-por-agroquimicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/saiba-quais-alimentos-provocam-mais-intoxicacao-por-agroquimicos\/","title":{"rendered":"Saiba quais alimentos provocam mais intoxica\u00e7\u00e3o por agroqu\u00edmicos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=54555\" rel=\"attachment wp-att-54555\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-54555\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/fruta-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/fruta-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/fruta.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Laranja e abacaxi. As duas frutas s\u00e3o os dois alimentos que oferecem mais riscos de intoxica\u00e7\u00e3o aguda por causa da presen\u00e7a de agroqu\u00edmicos, segundo um estudo feito pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa). De 744 amostras analisadas da laranja, 12,1% apresentaram concentra\u00e7\u00e3o de res\u00edduos acima dos limites considerados seguros.<\/p>\n<p>No caso do abacaxi, das 240 amostras, 5% foram classificadas como de risco agudo para intoxica\u00e7\u00e3o &#8211; problemas de sa\u00fade causados at\u00e9 24 horas depois da ingest\u00e3o. O trabalho foi feito com 25 classes de alimentos mais consumidos no Pa\u00eds, como arroz, milho, trigo, abobrinha e beterraba. Ao todo, foram avaliadas 12.051 amostras coletadas entre 2013 e 2015 em 26 estados e no Distrito Federal.<\/p>\n<p>Os resultados integram o Programa de An\u00e1lises de Agrot\u00f3xicos em Alimentos (Para), criado h\u00e1 15 anos para avaliar os n\u00edveis de res\u00edduos nos alimentos de origem vegetal no pa\u00eds. Este ano, no entanto, a metodologia foi alterada.<\/p>\n<p>A classifica\u00e7\u00e3o dos resultados passou a separar as irregularidades identificadas nas an\u00e1lises em duas classes. Uma delas analisa o risco de intoxica\u00e7\u00e3o aguda, a partir de crit\u00e9rios usados por organismos internacionais. Esta \u00e9 a primeira vez que a metodologia \u00e9 usada. Outro crit\u00e9rio avalia o uso de agroqu\u00edmicos n\u00e3o autorizados para uma determinada cultura. \u201cIsso n\u00e3o implica automaticamente um risco de intoxica\u00e7\u00e3o aguda\u201d, afirmou o presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa.<\/p>\n<p>At\u00e9 a edi\u00e7\u00e3o passada do Para, eram considerados de forma conjunta o uso de res\u00edduos acima do limite permitido ou n\u00e3o autorizados para uma determinada cultura.<\/p>\n<p>Barbosa afirma que os resultados encontrados na edi\u00e7\u00e3o lan\u00e7ada nesta sexta indicam que, de forma geral, o risco de intoxica\u00e7\u00e3o aguda pelo uso de agroqu\u00edmico \u00e9 baixo no Brasil. \u201cO que vimos \u00e9 que apenas em 1% das amostras havia o risco de intoxica\u00e7\u00e3o aguda, provocada pelo consumo do produto nas primeiras 24 horas\u201d, disse. A maior parcela de problemas, completou, foi causada pelo uso de defensivos sem registro para determinada cultura. O equivalente a 16,7% das amostras.<\/p>\n<p>O presidente da Anvisa afirma que, para determinadas culturas, produtores sentem-se desestimulados a solicitar o registro de determinados produtos. Isso ocorre principalmente em culturas de baixo retorno econ\u00f4mico. \u201cEsse \u00e9 um problema enfrentado em todo o mundo. Mecanismos para solucionar esse impasse est\u00e3o em estudo\u201d, disse. Para driblar essa falta de registro, produtores acabam usando defensivos aprovados para outras culturas. \u201cIsso n\u00e3o significa, por si s\u00f3, que haja um risco para sa\u00fade\u201d, disse.<\/p>\n<h2 class=\"c-intertitulo\">Cautela<\/h2>\n<p>Barbosa argumentou que todos os agroqu\u00edmicos em uso no pa\u00eds j\u00e1 passaram por an\u00e1lises pr\u00e9vias para comprovar que est\u00e3o livres de riscos de provocar problemas cong\u00eanitos ou doen\u00e7as para o consumidor. \u201cMesmo os produtos j\u00e1 aprovados passam por reavalia\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p>O presidente da Anvisa afirmou ainda que os resultados encontrados com laranja e abacaxi devem ser interpretados com cuidado.<\/p>\n<p>Isso porque as amostras, avaliadas em quatro laborat\u00f3rios, s\u00e3o feitas a partir da an\u00e1lise da polpa e casca triturada dessas frutas. \u201cBoa parte permanece nas cascas. E tanto da laranja quando do abacaxi, n\u00e3o s\u00e3o comest\u00edveis\u201d, completou.<\/p>\n<p>A Anvisa pretende analisar os riscos tamb\u00e9m do risco cumulativo do uso do produto. \u201cMas, por enquanto, essa metodologia est\u00e1 em desenvolvimento. A expectativa \u00e9 de que os primeiros resultados desse tipo de an\u00e1lise, em outros pa\u00edses, sejam conclu\u00eddos em 2017.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Laranja e abacaxi. 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