{"id":53213,"date":"2016-11-06T19:30:18","date_gmt":"2016-11-06T22:30:18","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=53213"},"modified":"2016-11-06T19:31:22","modified_gmt":"2016-11-06T22:31:22","slug":"recifes-coralineos-de-abrolhos-ameacados-de-colapso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/recifes-coralineos-de-abrolhos-ameacados-de-colapso\/","title":{"rendered":"Recifes coral\u00edneos de Abrolhos amea\u00e7ados de colapso"},"content":{"rendered":"<p><strong>Gilberto M. Amado*<\/strong> \u2013<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Abrolhos.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-215774  alignnone\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Abrolhos.jpg\" sizes=\"(max-width: 433px) 100vw, 433px\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Abrolhos.jpg 564w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/Abrolhos-300x227.jpg 300w\" alt=\"abrolhos\" width=\"639\" height=\"484\" \/><\/a>A Sociedade Internacional de Estudos Recifais (ISRS), em recente documento consensual encaminhado \u00e0 21 Confer\u00eancia das Partes da Conven\u00e7\u00e3o sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (Paris, 2015) e endossado pela equipe da Rede Abrolhos (www.abrolhos.org), alerta para a imin\u00eancia de um colapso global dos recifes coral\u00edneos \u2013 que est\u00e3o entre os ecossistemas do Planeta com maior biodiversidade e produtividade. A eleva\u00e7\u00e3o da temperatura da \u00e1gua do mar em regi\u00f5es tropicais tem causado branqueamento e mortalidade maci\u00e7a de corais, enquanto a eleva\u00e7\u00e3o na concentra\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica de di\u00f3xido de carbono (CO<sub>2<\/sub>) tem causado a acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos, acelerando a perda dos recifes coral\u00edneos.<\/p>\n<p>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, at\u00e9 50% dos recifes coral\u00edneos foram parcialmente ou totalmente degradados pela combina\u00e7\u00e3o entre estressores locais e mudan\u00e7as globais. Caso o quadro n\u00e3o se reverta, a degrada\u00e7\u00e3o ser\u00e1 ainda mais extensa nas pr\u00f3ximas duas d\u00e9cadas, com consequ\u00eancias ecol\u00f3gicas e socioecon\u00f4micas ainda incompletamente compreendidas.<\/p>\n<p>Os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos fornecidos pelos recifes coral\u00edneos alcan\u00e7am pelo menos US$ 30 bilh\u00f5es\/ano e garantem a sobreviv\u00eancia de pelo menos 500 milh\u00f5es de pessoas ligadas diretamente \u00e0 pesca e ao turismo, por exemplo. Como resultado da destrui\u00e7\u00e3o dos ecossistemas recifais, um quarto de todas as esp\u00e9cies marinhas est\u00e1 sob risco, e as perdas econ\u00f4micas associadas deixar\u00e3o centenas de milh\u00f5es de pessoas expostas \u00e0 fome e \u00e0 pobreza.<\/p>\n<p>Avalia\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s de estudos de campo, experimentais e de observa\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s de sensoriamento remoto projetam que as mudan\u00e7as nas concentra\u00e7\u00f5es de CO<sub>2<\/sub> na atmosfera empurrar\u00e3o a temperatura m\u00e9dia global das \u00e1reas continentais e marinhas para mais de 2\u00b0C acima daquelas do per\u00edodo Pr\u00e9-Industrial. Essa eleva\u00e7\u00e3o est\u00e1 acima do limite de toler\u00e2ncia para organismos construtores, como corais e algas calc\u00e1rias. O per\u00edodo de 2015-2016 compreendeu a maior anomalia t\u00e9rmica do registro instrumental (NOAA), tendo acarretado um epis\u00f3dio global de branqueamento de corais que afetou duramente os recifes de Abrolhos. Esse epis\u00f3dio foi detalhadamente documentado pela Rede Abrolhos, e suas consequ\u00eancias compreender\u00e3o um dos focos de pesquisa do grupo entre 2017-2019.<\/p>\n<p><strong>Os recifes brasileiros e Abrolhos<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/abrolhos1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-215783\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/abrolhos1-257x300.jpg\" sizes=\"(max-width: 343px) 100vw, 343px\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/abrolhos1-257x300.jpg 257w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/abrolhos1-300x350.jpg 300w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/abrolhos1.jpg 620w\" alt=\"abrolhos1\" width=\"343\" height=\"400\" \/><\/a>Os recifes brasileiros s\u00e3o \u00e1reas priorit\u00e1rias para conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade marinha, pois concentram elevado endemismo (~25% para peixes e 50% para corais construtores) em uma \u00e1rea relativamente pequena (5% dos recifes do Atl\u00e2ntico Ocidental) e muito amea\u00e7ada. O Banco dos Abrolhos (46.000 km<sup>2<\/sup>, \u00e1rea equivalente \u00e0 da Para\u00edba) \u00e9 formado por um mosaico de \u201cmega-h\u00e1bitats\u201d (recifes rasos e mesof\u00f3ticos, bancos de rodolitos, al\u00e9m de fundos de areia\/lama) que concentram a maior biodiversidade marinha do Atl\u00e2ntico Sul<strong><sup>1<\/sup><\/strong><\/p>\n<p>O mapeamento dos h\u00e1bitats do fundo marinho, realizado pela Rede Abrolhos, revelou uma grande heterogeneidade de fisionomias na plataforma continental do Banco de Abrolhos, muito maior do que aquela previamente conhecida. Tais fisionomias abrangem principalmente recifes estruturais na plataforma m\u00e9dia e extensos bancos de rodolitos (n\u00f3dulos calc\u00e1rios compostos principalmente por algas calc\u00e1rias) na plataforma continental m\u00e9dia e externa, entre outras forma\u00e7\u00f5es \u00fanicas tamb\u00e9m descritas por nossa equipe<strong><sup>2<\/sup><\/strong>.<\/p>\n<p>Os bancos de rodolitos de Abrolhos, embora tenham permanecido desconhecidos at\u00e9 a primeira d\u00e9cada do S\u00e9culo 21, s\u00e3o respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o anual de 25.106.t de CaCO<sub>3<\/sub>, correspondendo a 5% da produ\u00e7\u00e3o mundial por forma\u00e7\u00f5es coral\u00edneas<strong><sup>3<\/sup><\/strong>). A produ\u00e7\u00e3o de CaCO<sub>3<\/sub> e a significativa produ\u00e7\u00e3o pesqueira artesanal, primariamente em ambientes recifais e bancos de rodolitos, s\u00e3o destacadamente servi\u00e7os ecossist\u00eamicos fornecidos pelo Banco dos Abrolhos.<\/p>\n<p>Merece destaque, no contexto da caracteriza\u00e7\u00e3o do funcionamento dos ecossistemas recifais, o programa de monitoramento dos recifes coral\u00edneos de Abrolhos. Desde 2001 s\u00e3o estimadas, anualmente, a diversidade e abund\u00e2ncia de peixes e organismos bent\u00f4nicos em 27 esta\u00e7\u00f5es fixas distribu\u00eddas ao longo da regi\u00e3o, incluindo diferentes regimes de manejo (Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o de Prote\u00e7\u00e3o Integral e Uso M\u00faltiplo) e condicionantes oceanogr\u00e1ficas (e.g. dist\u00e2ncia da costa, profundidade)<strong><sup>4<\/sup><\/strong>. Essas informa\u00e7\u00f5es disponibilizadas (2001-2015) no \u201cBrazilian Marine Biodiversity database\u201d \u2013 BaMBa, t\u00eam permitido an\u00e1lises sobre o estado de conserva\u00e7\u00e3o dos recifes, efetividade de \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o integral e de uso m\u00faltiplo e sobre doen\u00e7as em corais.<\/p>\n<p>Essa iniciativa foi sendo gradualmente expandida, e atualmente inclui uma s\u00e9rie de vari\u00e1veis adicionais (e.g. par\u00e2metros f\u00edsico-qu\u00edmicos e microbiol\u00f3gicos da \u00e1gua do mar) e conta com a participa\u00e7\u00e3o de pesquisadores do Jardim Bot\u00e2nico do Rio de Janeiro, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e das universidades federais do Rio de Janeiro, Esp\u00edrito Santo, ABC, Rural do Rio de Janeiro, Para\u00edba e S\u00e3o Paulo, al\u00e9m da Universidade de S\u00e3o Paulo e Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro.<\/p>\n<p><strong>\u00c1reas Marinhas Protegidas<\/strong><\/p>\n<p>Apesar da import\u00e2ncia desproporcional das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no processo de degrada\u00e7\u00e3o dos recifes, estudos recentes demonstraram a maior resist\u00eancia e resili\u00eancia de recifes bem manejados, chamando aten\u00e7\u00e3o para a necessidade continuada de investimentos na implementa\u00e7\u00e3o e manejo de \u00c1reas Marinhas Protegidas (AMPs), complementada por medidas locais de gest\u00e3o da pesca e controle da polui\u00e7\u00e3o. As AMPs s\u00e3o consideradas as principais ferramentas para responder \u00e0 crise global dos recifes, mas a rede global ainda \u00e9 espacialmente limitada e possui defici\u00eancias de delineamento e implementa\u00e7\u00e3o, inclusive em Abrolhos<strong><sup>5<\/sup><\/strong><\/p>\n<p>Essa situa\u00e7\u00e3o demanda subs\u00eddios cient\u00edficos, tanto para a amplia\u00e7\u00e3o custo-efetiva e socialmente justa da rede de AMPs, quanto para seu manejo adequado, os quais v\u00eam sendo aportados pela Rede Abrolhos na forma de publica\u00e7\u00f5es e relat\u00f3rios enfocando o delineamento espacial de redes de AMPs, a\u00e7\u00f5es de extens\u00e3o em conjunto com os gestores, e a\u00e7\u00f5es abrangentes de divulga\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o. O projeto tamb\u00e9m vem viabilizando a participa\u00e7\u00e3o continuada da equipe nos f\u00f3runs locais, regionais e nacionais afetos \u00e0 tem\u00e1tica das AMPs, particularmente as AMPs de Abrolhos e propostas de novas AMPs no Esp\u00edrito Santo e na Cadeia Vit\u00f3ria-Trindade de montanhas submarinas.<\/p>\n<div id=\"attachment_215775\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 650px;\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/abrolhos-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-215775 \" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/abrolhos-2.jpg\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/abrolhos-2.jpg 700w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/abrolhos-2-300x165.jpg 300w\" alt=\"abrolhos-2\" width=\"640\" height=\"352\" \/><\/a><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Foz do Rio Doce com a contamina\u00e7\u00e3o provocada pelo rompimento de barragem de minera\u00e7\u00e3o em Mariana (MG)<\/p>\n<\/div>\n<p><strong>O desastre de Mariana e Abrolhos<\/strong><\/p>\n<p>A gera\u00e7\u00e3o de conhecimento e sua dissemina\u00e7\u00e3o s\u00e3o elementos cruciais para ampliar as capacidades de adapta\u00e7\u00e3o e resposta, da sociedade e dos gestores p\u00fablicos, frente ao cen\u00e1rio de crescente degrada\u00e7\u00e3o ambiental e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Ressalta-se, nesse contexto, o desastre ocorrido na Bacia do Rio Doce, com epicentro em Mariana (MG), onde foram desmobilizados 50.106 m<sup>3 <\/sup>de rejeitos minerais, cujos efeitos estendem-se ao Banco dos Abrolhos e adjac\u00eancias.<\/p>\n<p>A equipe da Rede Abrolhos tem participado ativamente de a\u00e7\u00f5es de monitoramento dos efeitos dessa descarga de sedimentos contaminados na plataforma continental, incluindo as campanhas oceanogr\u00e1ficas emergenciais nos navios Vital de Oliveira (Marinha) e Soloncy Moura (ICMBio) em 2016. Para o ciclo 2017-19 de execu\u00e7\u00e3o do projeto est\u00e3o previstas a\u00e7\u00f5es da Rede Abrolhos nas fozes dos rios Doce e Piraque-A\u00e7\u00fa, na \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) Costa das Algas, no Ref\u00fagio da Vida Silvestre (REVIS) Santa Cruz e na \u00e1rea proposta como Parque Nacional Marinho (PARNAM) de Santa Cruz, expandindo a abrang\u00eancia geogr\u00e1fica e o escopo da Rede Abrolhos, que passa a abordar, explicitamente, os efeitos do desastre de Mariana e as necessidades espec\u00edficas dessas \u00e1reas e UCs marinhas, que s\u00e3o consideradas priorit\u00e1rias no contexto do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>Os \u201cbaselines\u201d j\u00e1 gerados pelo projeto (e.g. recifes rasos e mesof\u00f3ticos, bancos de rodolitos, sedimentologia) apresentam elevado valor agregado para o enfrentamento desse desafio, visto que s\u00e3o escassas as informa\u00e7\u00f5es antecedentes ao desastre, particularmente na \u00e1rea marinha. As a\u00e7\u00f5es espec\u00edficas previstas para essa \u00e1rea incluem levantamentos sonogr\u00e1ficos e verifica\u00e7\u00f5es in situ para caracteriza\u00e7\u00e3o da geobiodiversidade de recifes, bancos de rodolitos e dep\u00f3sitos sedimentares, com \u00eanfase na caracteriza\u00e7\u00e3o da espessura, taxas de sedimenta\u00e7\u00e3o e din\u00e2mica sedimentar de \u00e1reas afetadas pelo desastre. Tamb\u00e9m est\u00e3o previstos estudos complementares visando determinar assinaturas geoqu\u00edmicas e mineral\u00f3gicas da lama de rejeito e o estabelecimento de parcelas fixas de monitoramento na \u00e1rea marinha sob influ\u00eancia direta da descarga e suas adjac\u00eancias.<\/p>\n<p>A complexidade do Banco dos Abrolhos demanda aportes de informa\u00e7\u00f5es de natureza multidisciplinar e longas s\u00e9ries de dados. As pesquisas em longo prazo propostas pela Rede Abrolhos s\u00e3o essenciais para que se possa compreender a din\u00e2mica do maior complexo recifal do Atl\u00e2ntico Sul e ampliar a capacidade de resposta do pa\u00eds frente aos desafios clim\u00e1tico-ambientais que est\u00e3o se configurando em magnitudes sem precedentes. (ECO21\/#Envolverde)<\/p>\n<p><em><strong>Fontes de financiamento da Rede Abrolhos: CNPq, CAPES FAPES, FAPERJ e ANP\/Brasoil.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Notas:<\/p>\n<p>1 \u2013 Para detalhamento veja Bastos et al. 2016 em abrolhos.org\/artigos<\/p>\n<p>2 \u2013 Para detalhamento veja Moura et al. 2013 em abrolhos.org\/artigos\/<\/p>\n<p>3 \u2013 Para detalhamento veja Amado Filho et al. 2012 em abrolhos.org\/artigos\/<\/p>\n<p>4 \u2013 Para detalhamento veja Francini-Filho et al. 2013 em abrolhos.org\/artigos\/<\/p>\n<p>5 \u2013 Para detalhamento veja Edgar et al. 2014 em abrolhos.org\/artigos\/).<\/p>\n<p><em>*Bi\u00f3logo do Instituto de Pesquisas Jardim Bot\u00e2nico do Rio de Janeiro<\/em><\/p>\n<p><em>Artigo escrito com a colabora\u00e7\u00e3o de:<\/em><\/p>\n<p><em>Rodrigo L. de Moura, bi\u00f3logo do Instituto de Biologia e SAGE\/COPPE\u2013 UFRJ.<\/em><\/p>\n<p><em>Alex C. Bastos, ge\u00f3logo do Departamento de Oceanografia \u2013 UFES<\/em><\/p>\n<p><em>Fernando C. Moraes, bi\u00f3logo do Instituto de Pesquisas Jardim Bot\u00e2nico do Rio de Janeiro<\/em><\/p>\n<p>Publicado Originalmente na <a href=\"http:\/\/www.eco21.com.br\">Revista Eco21<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gilberto M. Amado* \u2013 A Sociedade Internacional de Estudos Recifais (ISRS), em recente documento consensual<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Gilberto M. Amado* \u2013 A Sociedade Internacional de Estudos Recifais (ISRS), em recente documento consensual","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53213"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=53213"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53213\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=53213"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=53213"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=53213"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}