{"id":53127,"date":"2016-11-05T15:34:46","date_gmt":"2016-11-05T18:34:46","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=53127"},"modified":"2016-11-05T15:35:09","modified_gmt":"2016-11-05T18:35:09","slug":"seu-filho-comete-pequenos-furtos-veja-o-que-isso-pode-significar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/seu-filho-comete-pequenos-furtos-veja-o-que-isso-pode-significar\/","title":{"rendered":"Seu filho comete pequenos furtos? Veja o que isso pode significar"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"caption\" title=\"crian\u00e7a-pequeno-furto\" src=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/images\/viver\/especial-crianca\/furto-crianca.jpg\" alt=\"crian\u00e7a-pequeno-furto\" width=\"640\" height=\"320\" \/><\/p>\n<p>\u00c0s vezes uma atitude que aparece de forma isolada passa sem nos darmos conta. \u00c0 medida em que ela fica constante, percebemos que h\u00e1 um problema. Ou n\u00e3o. Em casos de <strong>pequenos furtos praticados por crian\u00e7as<\/strong>, muitos pais preferem n\u00e3o ver o que est\u00e1 acontecendo. Mas essa atitude \u00e9 um <strong>sinal<\/strong> ao qual os pais precisam estar atentos.<\/p>\n<p>Os <strong>furtos<\/strong> come\u00e7am a se tornar vis\u00edveis quando os pr\u00f3prios pais percebem que alguns objetos come\u00e7am a sumir &#8220;misteriosamente&#8221; de suas casas ou de lugares aonde foram visitar. De repente, eles s\u00e3o achados na mochila ou no bolso da crian\u00e7a. <strong>O que fazer diante dessa situa\u00e7\u00e3o?<\/strong> <strong>Como educar a crian\u00e7a sem constrang\u00ea-la?<\/strong><\/p>\n<p>Afinal, por que algumas crian\u00e7as come\u00e7am a roubar? O site <a href=\"http:\/\/ninguemcrescesozinho.com.br\/2016\/10\/17\/pequenos-furtos-cometidos-por-criancas-o-que-eles-podem-significar-e-como-lidar-com-eles\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Ningu\u00e9m cresce sozinho <\/a>tenta ajudar os pais respondendo a essa quest\u00e3o. <strong>As crian\u00e7as buscam uma explica\u00e7\u00e3o<\/strong> para aquilo que n\u00e3o compreendem racionalmente pela via emocional.<\/p>\n<p><strong>At\u00e9 os 3 anos<\/strong>, a crian\u00e7a est\u00e1 na <strong>fase da constitui\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria do seu ser<\/strong>. \u00c9 comum que ela tome algum objeto que n\u00e3o \u00e9 seu como sendo seu. Elas at\u00e9 verbalizam isso com um &#8220;<strong>\u00c9 meu!&#8221;<\/strong> para dizerem que gostaram de um objeto e querem que ele fique perto delas. Nesse momento, <strong>o adulto deve intervir para que ela reconhe\u00e7a o que pertence a ela<\/strong> e o que \u00e9 de outra pessoa.<\/p>\n<p><strong>Entre os 4 e 5 anos<\/strong>, a crian\u00e7a come\u00e7a a se dar conta da <strong>alteridade<\/strong> e passa a diferenciar melhor o &#8220;eu&#8221; do &#8220;outro&#8221;. Consequentemente, o <strong>conceito de propriedade<\/strong> come\u00e7a a ficar mais claro para ela. Logo, ao tentar tomar posse de algo que n\u00e3o lhe pertence, a crian\u00e7a pode estar querendo testar os limites de regras, se est\u00e3o atentos a ela e quem est\u00e1, o que acontece quando ela se apropria do que n\u00e3o \u00e9 seu.<\/p>\n<p>J\u00e1 <strong>a partir dos 6 anos<\/strong>, a crian\u00e7a j\u00e1 tem uma ideia mais consistente sobre as <strong>regras sociais<\/strong>. Sendo assim, \u00e9 de se esperar que ela seja consciente de que <strong>furtar \u00e9 errado<\/strong>, mas, ao tentar faz\u00ea-lo, tal atitude ganha significados como de pot\u00eancia e valoriza\u00e7\u00e3o ao mesmo tempo em que ela pode estar pedindo um limite. Passa a ser comum que a crian\u00e7a comece a furtar em supermercados, lojas de doces, padarias e etc. Se os furtos come\u00e7arem a ser percebidos, <strong>o adulto precisa intervir, mesmo que monetariamente o objeto tenha um valor irris\u00f3rio<\/strong>.<\/p>\n<h2>Como intervir em casos de furtos praticados por crian\u00e7as?<\/h2>\n<p>\u00c9 preciso cuidado no momento de o adulto lidar com furto da crian\u00e7a, para que ela n\u00e3o fique impactada com a acusa\u00e7\u00e3o de ladra. <strong>A humilha\u00e7\u00e3o seguida de puni\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o as melhores estrat\u00e9gias para lidar com o problema.<\/strong> \u00c9 necess\u00e1rio que a crian\u00e7a se d\u00ea conta de que o objeto n\u00e3o lhe pertence e que seja lembrada de que <strong>existem regras para se viver em sociedade e que, ao infringi-las, existem, tamb\u00e9m, consequ\u00eancias<\/strong>.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes, uma <strong>crian\u00e7a que &#8220;tem tudo&#8221;<\/strong> come\u00e7a a furtar o que n\u00e3o \u00e9 seu. Ignorar essa atitude n\u00e3o vai chegar ao problema, podendo at\u00e9 agrav\u00e1-lo, levando-a, futuramente, a estabelecer os furtos de forma recorrente. Tampouco a crian\u00e7a deve ser humilhada e sentir-se culpada pela sua atitude.<\/p>\n<p>Os pais devem fazer uma <strong>reflex\u00e3o<\/strong> sobre o que pode estar provocando o ato de furtar em seus filhos. \u00c0s vezes, uma <strong>altera\u00e7\u00e3o na rotina da fam\u00edlia<\/strong> ou uma <strong>mudan\u00e7a comportamental<\/strong> podem causar rea\u00e7\u00f5es inesperadas nas crian\u00e7as. Uma crian\u00e7a que aparenta ter tudo pode n\u00e3o ter o fundamental: cuidado, amor, carinho, respeito, aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0s vezes uma atitude que aparece de forma isolada passa sem nos darmos conta. \u00c0<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"\u00c0s vezes uma atitude que aparece de forma isolada passa sem nos darmos conta. \u00c0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53127"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=53127"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53127\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=53127"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=53127"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=53127"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}