{"id":530,"date":"2014-06-01T00:00:12","date_gmt":"2014-06-01T00:00:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rguedesphotos.com\/espacoecologiconoar\/?p=530"},"modified":"2014-05-31T21:00:48","modified_gmt":"2014-05-31T21:00:48","slug":"graviola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/graviola\/","title":{"rendered":"Graviola"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/_8aWpPM5b1tw\/SZt1SmeHzpI\/AAAAAAAATck\/MhucRZK2_zI\/s400\/graviola.jpg\" alt=\" \" width=\"200\" height=\"217\" align=\"right\" \/>A graviola ou pinha da Guin\u00e9-Bissau (Annona muricata) \u00e9 uma planta origin\u00e1ria das Antilhas, onde se encontra em estado silvestre. Sendo cultivada principalmente nos estados do Nordeste. Prefere climas \u00famidos, baixa altitude, e n\u00e3o exige muito em rela\u00e7\u00e3o a terrenos.<\/p>\n<p>A graviola \u00e9 uma \u00e1rvore de pequeno porte (atinge de 4 a 6 metros de altura) e encontrada em quase todos os pa\u00edses tropicais, com folhas verdes brilhantes e flores amareladas, grandes e isoladas, que nascem no tronco e nos ramos. Os frutos tem forma ovalada, casca verde-p\u00e1lida, s\u00e3o grandes, chegando a pesar entre 750 gramas a 8 quilogramas e dando o ano todo. Cont\u00e9m muitas sementes, pretas, envolvidas por uma polpa branca, de sabor agridoce, muito delicado e considerados por muitos semelhante \u00e0 fruta-do-conde.<\/p>\n<p>Desde mar\u00e7o de 2003, e-mails circulam pela internet afirmando que o ch\u00e1 de graviola cura o c\u00e2ncer [1]. H\u00e1 diversos estudos sobre a anonacina, o composto da graviola que teria efeitos anticancerosos. No entanto, esses estudos foram somente realizados in vitro ou in vivo em animais, n\u00e3o existindo ainda nenhum estudo cl\u00ednico, em humanos.<\/p>\n<p>Um motivo citado para a falta de estudos cl\u00ednicos em humanos \u00e9 o fato de n\u00e3o se poder patentear uma planta, o que leva os laborat\u00f3rios que patrocinam os estudos a concentrarem as pesquisas nos princ\u00edpios ativos, acetogeninas anon\u00e1ceas (ACGs), em vez da planta[2].<\/p>\n<p>As acetogeninas anon\u00e1ceas atuam atrav\u00e9s da deple\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de ATP ao inibir o complexo I na cadeia de transporte de el\u00e9trons nas mitoc\u00f4ndrias, e inibindo a NADH oxidase do plasma de membranas principalmente de c\u00e9lulas tumorais [3] Por outro lado, o consumo freq\u00fcente de graviola est\u00e1 associado ao aparecimento de parkinsonismo at\u00edpico em certas regi\u00f5es do Caribe.<\/p>\n<p>Em Angola, a fruta \u00e9 conhecida como &#8220;Sape-Sape&#8221; e n\u00e3o \u00e9 cultivada de forma sistem\u00e1tica ou industrial.<\/p>\n<p>A Graviola \u00e9 uma fruta com vasta composi\u00e7\u00e3o nutricional, apresenta v\u00e1rias propriedades terap\u00eauticas.Usa-se as folhas, as flores, os brotos e os frutos . Pode ser utilizada sob a forma natural, como ch\u00e1s, como cataplasmas para as afec\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas e achada tamb\u00e9m em comprimidos. Uma das \u00faltimas descobertas sobre esta fruta \u00e9 a capacidade de agir contra as c\u00e9lulas do c\u00e2ncer Outras propriedades da graviola \u00e9 seu poder adstringente,diur\u00e9tico, vitam\u00ednico, contra reumatismo e infec\u00e7\u00f5es, antiespasm\u00f3dica, antituss\u00edgena. Excelente fonte de vitamina B, essencial para o metabolismo do organismo humano. Por\u00e9m por sua acentuada acidez n\u00e3o \u00e9 de bom tom ser administrada em pessoa com aftas e caxumba.<\/p>\n<p>Graviola, encontrada facilmente no Nordeste brasileiro \u00e9 uma fruta inserida no dia a dia do nordestino. Em pernambuco o consumo \u00e9 fant\u00e1stico, principalmente pela sua carcter\u00edstica adocicada e saborosa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A graviola ou pinha da Guin\u00e9-Bissau (Annona muricata) \u00e9 uma planta origin\u00e1ria das Antilhas, onde<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A graviola ou pinha da Guin\u00e9-Bissau (Annona muricata) \u00e9 uma planta origin\u00e1ria das Antilhas, onde","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/530"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=530"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/530\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=530"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=530"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=530"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}