{"id":51316,"date":"2016-10-08T16:56:23","date_gmt":"2016-10-08T19:56:23","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=51316"},"modified":"2016-10-08T16:56:23","modified_gmt":"2016-10-08T19:56:23","slug":"para-onde-foram-as-andorinhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/para-onde-foram-as-andorinhas\/","title":{"rendered":"Para onde foram as andorinhas?"},"content":{"rendered":"<div class=\"entry-content clearfix\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"attachment-colormag-featured-image  wp-post-image\" src=\"http:\/\/pagina22.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/para-onde-foram-as-andorinhas-2016-800x445.png\" alt=\"Cena do document\u00e1rio &quot;Para Onde Foram as Andorinhas&quot;, produzido pelo ISA e Instituto Catitu\" width=\"640\" height=\"356\" \/>As cigarras n\u00e3o cantam mais anunciando a chuva que est\u00e1 por vir. As borboletas, que visitavam as aldeias avisando que ia come\u00e7ar a estiagem no rio Xingu, sumiram. As andorinhas, que visitavam a regi\u00e3o do Parque Ind\u00edgena do Xingu para anunciar a chegada da temporada de chuvas, n\u00e3o aparecem mais.<\/p>\n<p>Antigamente n\u00e3o era assim, dizem os ind\u00edgenas. Mas o aumento do calor, a falta de chuvas, o desmatamento no entorno do Parque e at\u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de barragens na regi\u00e3o mudaram tudo. Os sinais da natureza afetam diretamente a vida das comunidades ind\u00edgenas. O fogo amea\u00e7a grandes \u00e1reas do Parque, destruindo as frutas e os alimentos que fazem parte da culin\u00e1ria tradicional dos povos xinguanos, como esp\u00e9cies de mandioca e batata.<\/p>\n<p>O document\u00e1rio \u201cPara onde foram as andorinhas?\u201d mostra as dificuldades pelas quais passam os povos tradicionais na regi\u00e3o do Xingu nos \u00faltimos anos. Produzido pelo Instituto Socioambiental (ISA) e pelo Instituto Catitu e apresentado durante a Confer\u00eancia do Clima de Paris (COP 21) em dezembro de 2015, o document\u00e1rio est\u00e1 dispon\u00edvel gratuitamente na internet desde o final de agosto.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/180574512\" width=\"640\" height=\"360\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>Com roteiro de Paulo Junqueira (ISA) e Mari Corr\u00eaa (Catitu), que tamb\u00e9m \u00e9 a diretora, o filme mostra de forma sens\u00edvel como os povos que habitam o Parque Ind\u00edgena do Xingu (MT) est\u00e3o percebendo e sentido em seu dia-a-dia os impactos da mudan\u00e7a do clima \u2013 seja em sua alimenta\u00e7\u00e3o, em seus sistemas de orienta\u00e7\u00e3o no tempo, em sua cultura material e em seus rituais.<\/p>\n<p>Hoje, mais de 6,5 mil \u00edndios de 16 povos vivem no Parque. Atrav\u00e9s de seu tradicional sistema de manejo do territ\u00f3rio, os \u00edndios garantem a preserva\u00e7\u00e3o das florestas dentro do Parque. No entanto, fora dele, a realidade \u00e9 bem diferente: 86% da floresta foi convertida em monoculturas de soja e milho ou em pasto para a pecu\u00e1ria.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es sobre o document\u00e1rio <a href=\"https:\/\/medium.com\/social-environmental-stories\/where-have-all-the-swallows-gone-6921c3508a5b#.l1s9k34lx\">aqui<\/a>.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As cigarras n\u00e3o cantam mais anunciando a chuva que est\u00e1 por vir. 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