{"id":49381,"date":"2016-09-07T14:34:26","date_gmt":"2016-09-07T17:34:26","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=49381"},"modified":"2016-09-07T14:34:27","modified_gmt":"2016-09-07T17:34:27","slug":"milhoes-de-arvores-mortas-correm-risco-de-pegar-fogo-na-california","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/milhoes-de-arvores-mortas-correm-risco-de-pegar-fogo-na-california\/","title":{"rendered":"Milh\u00f5es de \u00e1rvores mortas correm risco de pegar fogo na Calif\u00f3rnia"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/milhoes-de-arvores-mortas-correm-risco-de-pegar-fogo-na-california\/arvores_mortas\/\" rel=\"attachment wp-att-49382\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-49382\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>No auge da temporada de queimadas na Calif\u00f3rnia, as florestas de Sierra Nevada e da Costa Norte est\u00e3o tomadas por dezenas de milh\u00f5es de \u00e1rvores mortas e moribundas, desde carvalhos at\u00e9 pinheiros, que est\u00e3o transformando a \u00e1rea em um foco de detritos altamente combust\u00edveis.<\/p>\n<p>Equipes empunhando motosserras, machados e trituradores de madeira enfrentam o calor intenso do ver\u00e3o nas altitudes mais baixas da Sierra, onde a maioria dos pinheiros j\u00e1 morreu. A devasta\u00e7\u00e3o e o perigo s\u00e3o maiores no centro e no sul da Sierra Nevada, onde o n\u00famero estimado de \u00e1rvores mortas desde 2010 \u00e9 absurdo: 66 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Os cientistas dizem que raramente h\u00e1 apenas um culpado para a escalada de morte arb\u00f3rea no Estado e do consequente risco de inc\u00eandio; pelo contr\u00e1rio, uma destrui\u00e7\u00e3o em escala t\u00e3o grande \u00e9 quase sempre o resultado de uma complexa converg\u00eancia de amea\u00e7as aos ecossistemas florestais.<\/p>\n<p>A principal delas \u00e9 uma seca severa e prolongada na Sierra Nevada, que fragilizou as \u00e1rvores e prejudicou suas defesas naturais. A mudan\u00e7a clim\u00e1tica est\u00e1 elevando temperaturas, tornando os invernos mais quentes. Sem serem afetadas pelo frio do inverno, as popula\u00e7\u00f5es de besouro-do-pinheiro est\u00e3o crescendo.<\/p>\n<p>Separadamente, um pat\u00f3geno vegetal n\u00e3o nativo e muito potente est\u00e1 se desenvolvendo em zonas \u00famidas da Costa Norte, trazido para a Calif\u00f3rnia pelo com\u00e9rcio global: fungos oportunistas est\u00e3o a postos, pronto para completar a matan\u00e7a.<\/p>\n<p>Adicione a isso algumas defici\u00eancias humanas &#8212; manejo florestal pobre ou ausente, falha na limpeza da madeira morta inflam\u00e1vel, queimadas criminosas, descaso &#8212; e temos uma f\u00f3rmula letal.<\/p>\n<p>&#8220;Nunca \u00e9 s\u00f3 uma coisa que destr\u00f3i as \u00e1rvores. \u00c9 sempre uma combina\u00e7\u00e3o de fatores. O primeiro pode enfraquecer as \u00e1rvores; o pr\u00f3ximo as fragiliza ao longo do tempo. Depois vem um terceiro, que dizima seu sistema imunol\u00f3gico e de defesa. Por fim, o \u00faltimo pode interromper seu sistema de nutri\u00e7\u00e3o. Quando tudo isso acontece de uma s\u00f3 vez, ou em r\u00e1pida sucess\u00e3o, as \u00e1rvores n\u00e3o s\u00e3o mais capazes de se salvar&#8221;, disse David Rizzo, presidente da Fitopatologia da Universidade da Calif\u00f3rnia, em Davis.<\/p>\n<p>Duas das regi\u00f5es florestais da Calif\u00f3rnia est\u00e3o com a sa\u00fade debilitada porque tais condi\u00e7\u00f5es as prejudicaram: na Sierra Nevada, as perdas de pinheiros e outras con\u00edferas est\u00e3o concentradas e se espalham.<\/p>\n<p>Ao longo da Costa Norte, a pitoresca cidadezinha de Inverness e as florestas que cercam o Condado de Marin s\u00e3o &#8220;o marco zero&#8221; do misterioso pat\u00f3geno que come\u00e7ou infestando os carvalhos da costa, provavelmente j\u00e1 em meados da d\u00e9cada de 1980, disse Rizzo.<\/p>\n<div class=\"mod-foto-embed w615x300\"><span class=\"credito\">Gabrielle Lurie\/The New York Times<\/span><\/p>\n<div class=\"figure\">\n<div class=\"pinit-wraper\"><img loading=\"lazy\" class=\"pinit-img\" src=\"http:\/\/imguol.com\/c\/noticias\/55\/2016\/09\/07\/1ago2016---um-patogeno-semelhante-a-fungo-cresce-em-uma-arvore-morta-1473256469015_615x300.jpg\" width=\"640\" height=\"312\" \/><\/div>\n<\/div>\n<p><span class=\"legenda pg-color10\">Um pat\u00f3geno semelhante a fungo cresce em uma \u00e1rvore morta<\/span><\/div>\n<p>Ele, que se dedica ao estudo do <em>Phytophthora ramorum<\/em>, tamb\u00e9m conhecido como &#8220;morte s\u00fabita do carvalho&#8221;, retorna frequentemente a esse vale acolhedor, que fica em uma pen\u00ednsula com vista para as \u00e1guas claras. Estudantes de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, pesquisadores associados e outros o acompanham at\u00e9 esse trecho da floresta, que serve de sala de aula, laborat\u00f3rio e \u00e1rea de demonstra\u00e7\u00e3o ao ar livre.<\/p>\n<p>Foram anos de pesquisa &#8212; um trabalho quase detetivesco &#8212; para que especialistas como Rizzo e Matteo Garbelotto, professor de pol\u00edtica e gest\u00e3o em ci\u00eancia ambiental da Universidade da Calif\u00f3rnia, em Berkeley, determinassem que o pat\u00f3geno havia infestado os carvalhos da costa anos antes de sua morte.<\/p>\n<p>Rizzo estimou que entre cinco milh\u00f5es e dez milh\u00f5es de \u00e1rvores costeiras tenham morrido devido \u00e0 morte s\u00fabita do carvalho.<\/p>\n<p>Um pat\u00f3geno relacionado, o <em>Phytophthora infestans<\/em>, foi o respons\u00e1vel pela grande fome da batata na Irlanda, em meados do s\u00e9culo 19.<\/p>\n<p>No condado de Marin, lar de alguns dos terrenos mais caros da Calif\u00f3rnia, a morte s\u00fabita do carvalho atingiu propriedades famosas, como o Rancho Skywalker, de George Lucas, e o renomado Centro de Medita\u00e7\u00e3o Spirit Rock. O pat\u00f3geno foi para o sul, chegando at\u00e9 Big Sur, um trecho da Rodovia 1 que conta com uma comunidade bo\u00eamia exclusiva.<\/p>\n<p>Em uma tarde ensolarada em Inverness, n\u00e3o faz muito tempo, Rizzo olhou para o c\u00e9u e observou: &#8220;Big Sur est\u00e1 em chamas&#8221;. Os detritos acinzentados das \u00e1rvores que acabara de mostrar aos visitantes se acumularam na floresta pr\u00f3xima a Big Sur.<\/p>\n<p>A morte s\u00fabita do carvalho prefere o clima \u00famido e fresco da Costa Norte. Rizzo investiga a possibilidade de ela se mover tamb\u00e9m por meio de riachos.<\/p>\n<p>Perto da fronteira com o Oregon, as tribos Yurok e Hoopa Valley participam da pesquisa, verificando periodicamente sacos das folhas obtidas nos riachos em busca de sinais de doen\u00e7a. &#8220;Culturalmente, o tanoak \u00e9 muito importante para os nativos americanos&#8221;, disse ele.<\/p>\n<p>Katie Harrell, porta-voz de uma organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos, a California Oak Mortality Task Force, disse que os nativos americanos lamentavam a morte de \u00e1rvores em seu habitat. &#8220;Elas s\u00e3o parte de suas terras sagradas. Eles choram quando falam sobre a perda das \u00e1rvores como se fossem membros da fam\u00edlia.&#8221;<\/p>\n<p>N\u00e3o se sabe exatamente onde o <em>Phytophthora ramorum<\/em> apareceu pela primeira vez na Calif\u00f3rnia, mas Rizzo disse que o pat\u00f3geno foi provavelmente um clandestino a bordo de um carregamento de plantas importadas.<\/p>\n<p>O que se sabe \u00e9 que a preocupa\u00e7\u00e3o com os carvalhos moribundos acabou gerando um novo esp\u00edrito de uni\u00e3o entre os residentes da costa. Armadas com dispositivos GPS, envelopes e marcadores, equipes de cientistas e cidad\u00e3os respondem ao apelo de Garbelotto por &#8220;batidas&#8221; sazonais: volunt\u00e1rios vasculham \u00e1reas arborizadas em busca de sinais da doen\u00e7a; ap\u00f3s acharem uma \u00e1rvore com folhas deterioradas, eles observam as coordenadas, recolhem amostras e as enviam a um laborat\u00f3rio para identifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O pat\u00f3geno se espalha com os respingos da chuva. O culpado pela dissemina\u00e7\u00e3o na floresta \u00e9 o loureiro, fiel hospedeiro da doen\u00e7a, mas que nunca sucumbe a seus perigos.<\/p>\n<div class=\"mod-foto-embed w615x300\"><span class=\"credito\">Gabrielle Lurie\/The New York Times<\/span><\/p>\n<div class=\"figure\">\n<div class=\"pinit-wraper\"><img loading=\"lazy\" class=\"pinit-img\" src=\"http:\/\/imguol.com\/c\/noticias\/14\/2016\/09\/07\/28jul2016---david-rizzo-presidente-da-fitopatologia-da-universidade-da-california-examina-uma-folha-de-um-carvalho-1473256735145_615x300.jpg\" width=\"640\" height=\"312\" \/><\/div>\n<\/div>\n<p><span class=\"legenda pg-color10\">David Rizzo examina uma folha de um carvalho<\/span><\/div>\n<p>Quando a chuva cai sobre as folhas de louro, got\u00edculas contaminadas se espalham, atingindo as \u00e1rvores vizinhas. Se forem os carvalhos costeiros ou os tanoaks, o pat\u00f3geno penetra pela casca com facilidade e estabelece sua resid\u00eancia. No final de filamentos pequenos demais para serem vistos a olho nu, a praga libera esporos letais que retiram os nutrientes da \u00e1rvore. Logo depois v\u00eam os fungos nativos, como pragas. A \u00e1rvore morre em uns dois anos.<\/p>\n<p>Milh\u00f5es de carvalhos costeiros morreram dessa maneira. O interesse na doen\u00e7a ganhou vida pr\u00f3pria, com o 6\u00ba Simp\u00f3sio sobre Morte S\u00fabita do Carvalho, realizado este ano, atraindo cientistas de todo o mundo.<\/p>\n<p>Rizzo e outros est\u00e3o cada vez mais preocupados porque, como os tanoaks se espalharam pelas ic\u00f4nicas florestas de sequoias do norte da Calif\u00f3rnia, a morte s\u00fabita do carvalho deve come\u00e7ar a atacar logo. Os tanoaks sucumbem rapidamente \u00e0 doen\u00e7a, por isso, o perigo de inc\u00eandio alimentado pela madeira morta vai aumentar e o ecossistema de sequoias pode ser danificado.<\/p>\n<p>Os pesquisadores j\u00e1 detectaram o pat\u00f3geno assassino no Parque Estadual Humboldt Redwoods, ao longo da Avenida dos Gigantes, uma rota de 50 km atrav\u00e9s do maior trecho de sequoias virgens do mundo.<\/p>\n<p>O laborat\u00f3rio de Rizzo est\u00e1 monitorando 600 terrenos de 500 metros quadrado cada. De acordo com seu site, os pesquisadores visitar\u00e3o essas \u00e1reas periodicamente, e cada \u00e1rvore e arbusto ser\u00e1 avaliado para detectar a poss\u00edvel presen\u00e7a do pat\u00f3geno.<\/p>\n<p>Garbelotto faz experi\u00eancias para ver se um tratamento preventivo que est\u00e1 aplicando para \u00e1rvores vulner\u00e1veis pode afastar a morte s\u00fabita do carvalho.<\/p>\n<p>Do outro lado da Calif\u00f3rnia, a morte das \u00e1rvores na Sierra Nevada continua a preocupar bombeiros e autoridades. Com o sofrimento de cinco anos de seca severa, os pinheiros-ponderosa, os pinyons e os pinheiros-de-a\u00e7\u00facar n\u00e3o t\u00eam a umidade necess\u00e1ria para fabricar a resina pegajosa que impede os besouros de se aninhar em seus troncos.<\/p>\n<p>Sem nada para deter a praga voraz &#8212; do tamanho de um gr\u00e3o de arroz &#8212; eles se aninham nos troncos, onde produzem larvas. Essas, por sua vez, se alimentam dos nutrientes das \u00e1rvores, e os pinheiros altos e imponentes acabam morrendo, parecendo palitos de f\u00f3sforo \u00e0 espera do fogo.<\/p>\n<p>A contagem oficial de \u00e1rvores mortas, feita por funcion\u00e1rios do Servi\u00e7o Florestal Americano e do Departamento de Silvicultura e Prote\u00e7\u00e3o contra Inc\u00eandios da Calif\u00f3rnia ao sobrevoarem a Sierra Nevada, certamente vai crescer. V\u00e1rias delas j\u00e1 est\u00e3o sendo avistadas na bacia do Lago Tahoe e ao norte.<\/p>\n<p>Nenhuma das duas mortandades parece que ir\u00e1 terminar t\u00e3o cedo e o inc\u00eandio de Big Sur ainda continua &#8212; com mais de 90 mil hectares destru\u00eddos.<\/p>\n<p>Quando tomadas por um fogo desses, muitas florestas retornam apenas como cerrado, com \u00e1rvores do tamanho de arbustos.<\/p>\n<p>O governador da Calif\u00f3rnia, Jerry Brown, declarou estado de emerg\u00eancia nas regi\u00f5es centrais e sul da Sierra em outubro do ano passado. Brown tamb\u00e9m ordenou que uma for\u00e7a-tarefa elaborasse estrat\u00e9gias para limpar as \u00e1rvores mortas. Ele tamb\u00e9m foi em busca de fundos federais adicionais.<\/p>\n<p>Nessa miss\u00e3o, recebeu assist\u00eancia do secret\u00e1rio de Agricultura, Tom Vilsack, que, como inspetor do Servi\u00e7o Florestal, j\u00e1 previu um desastre caso o congresso n\u00e3o aloque mais dinheiro para o manejo florestal preventivo.<\/p>\n<p>E Vilsack disse em junho: &#8220;A mortandade de \u00e1rvores dessa magnitude \u00e9 sem precedentes e aumenta o risco de inc\u00eandios catastr\u00f3ficos que colocam propriedades e vidas em risco. Devemos financiar o controle de inc\u00eandios assim como acontece com outras cat\u00e1strofes naturais no pa\u00eds&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No auge da temporada de queimadas na Calif\u00f3rnia, as florestas de Sierra Nevada e da<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":49382,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/arvores_mortas.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"No auge da temporada de queimadas na Calif\u00f3rnia, as florestas de Sierra Nevada e da","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49381"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49381"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49381\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/49382"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49381"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49381"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49381"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}