{"id":49373,"date":"2016-09-07T15:00:05","date_gmt":"2016-09-07T18:00:05","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=49373"},"modified":"2016-09-07T14:20:54","modified_gmt":"2016-09-07T17:20:54","slug":"empresas-de-base-tecnologica-estao-revolucionando-o-agronegocio-unindo-inovacao-e-sustentabilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/empresas-de-base-tecnologica-estao-revolucionando-o-agronegocio-unindo-inovacao-e-sustentabilidade\/","title":{"rendered":"Empresas de base tecnol\u00f3gica est\u00e3o revolucionando o agroneg\u00f3cio unindo inova\u00e7\u00e3o e sustentabilidade"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=49374\" rel=\"attachment wp-att-49374\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-49374\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Parece algo retr\u00f3gado, mas cerca de dois bilh\u00f5es de toneladas de <strong>gr\u00e3os e sementes<\/strong> produzidos anualmente ainda s\u00e3o <strong>analisados e classificados de forma manual<\/strong>. Esta an\u00e1lise usa crit\u00e9rios totalmente subjetivos para identificar sua qualidade e aspectos do seu crescimento que determinam como eles podem ser aproveitados.<\/p>\n<p>Atualmente, o teste frio, um dos m\u00e9todos mais comuns para culturas como milho e soja e que calcula o vigor das sementes, demora 14 dias para ser finalizado. Entretanto, uma empresa mineira, criada por tr\u00eas estudantes da \u00e1rea de computa\u00e7\u00e3o e um professor de administra\u00e7\u00e3o, vem mudando o setor de gr\u00e3os e sementes e revolucionando o mercado. Trata-se da TBIT, nascida na Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais.<\/p>\n<p>A empresa conta com uma plataforma tecnol\u00f3gica que alia hardware e software, por meio da qual as an\u00e1lises manuais s\u00e3o substitu\u00eddas pelas digitais, realizadas com base em par\u00e2metros pr\u00e9-estabelecidos. \u201cA tecnologia traz mais agilidade, confiabilidade, precis\u00e3o e padroniza\u00e7\u00e3o ao processo. Auxiliando na gera\u00e7\u00e3o de sementes, gr\u00e3os e pl\u00e2ntulas de melhor qualidade e contribuindo para a solu\u00e7\u00e3o do desafio da seguran\u00e7a alimentar, uma preocupa\u00e7\u00e3o global\u201d, refor\u00e7a Igor Chalfoun, diretor da TBIT.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria da empresa \u00e9 apenas um exemplo das v\u00e1rias empresas de base tecnol\u00f3gica espalhadas pelo Brasil. E que, atrav\u00e9s de seus produtos e servi\u00e7os, est\u00e3o acelerando a performance do agroneg\u00f3cio brasileiro unindo tecnologia e sustentabilidade (mercado de Agritech).<\/p>\n<p>S\u00e3o justamente estas empresas que a INSEED Investimentos est\u00e1 buscando para aportar recursos atrav\u00e9s do FIP FIMA (Fundo de Inova\u00e7\u00e3o em Meio Ambiente). \u201cO objetivo do Fundo \u00e9 selecionar empresas do setor de tecnologias limpas, startups que apostem no desenvolvimento de uma economia de baixo impacto ambiental ou que criem inova\u00e7\u00f5es para favorecer o desenvolvimento de ciclos produtivos sustent\u00e1veis, como a TBIT\u201d, explica Alexandre Alves, diretor da INSEED Investimentos. O FIMA conta com recursos da ordem de R$ 165 milh\u00f5es para serem investidos em dezenas de outros neg\u00f3cios dentro deste perfil de tecnologia.<\/p>\n<p>Para Alexandre, a ado\u00e7\u00e3o das inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas pelo setor produtivo agropecu\u00e1rio tem tido papel preponderante no sucesso do agroneg\u00f3cio brasileiro. \u201cEsses avan\u00e7os t\u00eam possibilitado ao setor ocupar uma posi\u00e7\u00e3o de destaque no processo de desenvolvimento brasileiro. O sistema criado pela TBIT, por exemplo, j\u00e1 \u00e9 utilizado pelas principais multinacionais da ind\u00fastria agr\u00e1ria com atua\u00e7\u00e3o no Brasil.\u201d<\/p>\n<p>O diretor explica ainda que a TBIT foi lan\u00e7ada ao mercado em 2012 e que recebeu aporte do FIMA no ano passado visando alavancar a sua opera\u00e7\u00e3o e desenvolver novas solu\u00e7\u00f5es. \u201cEm um ano, depois da entrada do Fundo, os resultados j\u00e1 podem ser percebidos como o aumento de 60% do faturamento e 25% da cartela de clientes\u201d, enfatiza.<\/p>\n<p>Para o diretor da TBIT Igor Chalfon, o aporte de R$ 2,1 milh\u00f5es foi fundamental para conseguir se consolidar no mercado. \u201cCom o Fundo, a TBIT desenvolveu sua especialidade na busca por solu\u00e7\u00f5es que tangem os atuais problemas do setor, sobretudo relacionado \u00e0s avalia\u00e7\u00f5es de qualidade, tais como a vulnerabilidade frente \u00e0 possibilidade de erro humano, pouca velocidade, al\u00e9m da baixa padroniza\u00e7\u00e3o e confiabilidade dos resultados relativos aos atuais m\u00e9todos utilizados.\u201d<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.revistaecologico.com.br\/esite\/kcfinder\/upload\/images\/Igor-Chalfoun-TBIT-cred-Luiz-Carlos.png\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"425\" \/><\/p>\n<p><em>Igor Chalfoun, da TBIT: &#8220;A tecnologia traz mais agilidade, confiabilidade,precis\u00e3o e padroniza\u00e7\u00e3o \u00e0 an\u00e1lise de gr\u00e3os e sementes&#8221; &#8211; Imagem: Luiz Carlos<\/em><\/p>\n<p><strong>Perfil de empresas do agroneg\u00f3cio<\/strong><\/p>\n<p>Um neg\u00f3cio que promova a inova\u00e7\u00e3o e tecnologia limpa em segmentos diversos na economia brasileira. Esse \u00e9 o foco do FIMA, que vem procurando empresas que atuam junto ao setor de agroneg\u00f3cio para aportar capital e promover seu crescimento.<\/p>\n<p>O momento atual, segundo o gerente de Prospec\u00e7\u00e3o da INSEED Investimentos, Jo\u00e3o Pirola, \u00e9 de selecionar institui\u00e7\u00f5es que se enquadram no perfil para receber esse aporte. \u201cEstamos muito interessados em empresas do setor de agroneg\u00f3cios. Esse mercado \u00e9 respons\u00e1vel por quase um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) do pa\u00eds. Em 2016, por exemplo, o setor ter\u00e1 um desempenho mais uma vez muito positivo, mesmo com a crise.\u201d<\/p>\n<p>Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), para a safra de gr\u00e3os de 2016 \u2014 e da proje\u00e7\u00e3o reavaliada do Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o (VBP) pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA) \u2014 haver\u00e1 crescimento de 0,7% sobre 2015, atingindo R$ 515,2 bilh\u00f5es em 2016. Apesar de todo o crescimento, o mercado est\u00e1 cada vez mais competitivo e exigente. Adequar-se a ele pela inova\u00e7\u00e3o \u00e9 o melhor caminho\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Desta forma, Jo\u00e3o detalha os perfis procurados pela INSEED na \u00e1rea de agroneg\u00f3cio. \u201cUma \u00e1rea que temos grande interesse para investir s\u00e3o as empresas ligadas a recomenda\u00e7\u00e3o de manejo dentro do ambiente produtivo. Ou seja, neg\u00f3cios com solu\u00e7\u00f5es ligadas a intelig\u00eancia artificial e que consigam, por exemplo, atrav\u00e9s de um sistema integrado, coletar diversos dados vari\u00e1veis como clima, caracter\u00edstica de solo, hist\u00f3rico de produtividade e n\u00edvel de contamina\u00e7\u00e3o. E, assim, gerar automaticamente, a partir de algoritmos sofisticados, recomenda\u00e7\u00e3o de manejo de campo. Direcionando para os respons\u00e1veis o que fazer: onde monitorar pragas, quais produtos aplicar, em quais quantidades e onde\u201d, explica Jo\u00e3o.<\/p>\n<p>Outro perfil procurado \u00e9 de neg\u00f3cios que trabalhem com a valoriza\u00e7\u00e3o de res\u00edduos agr\u00edcolas. \u201cEmpresas que realizam processamento de modo a possibilitar o aproveitamento de res\u00edduos na agricultura e na silvicultura utilizando tecnologias para compostagem e produ\u00e7\u00e3o de corretivo de acidez de solo e outros fertilizantes\u201d. Jo\u00e3o lembra ainda que dentro destas \u00e1reas \u00e9 exigido que as empresas estejam com o limite de faturamento anual de at\u00e9 R$ 20 milh\u00f5es e que apresentem alto potencial de crescimento e rentabilidade. \u201cE, claro, promova a sustentabilidade e a redu\u00e7\u00e3o de impacto ambiental\u201d.<\/p>\n<p>Rastreabilidade ao longo da cadeia de produ\u00e7\u00e3o de alimentos \u00e9 outra linha de capta\u00e7\u00e3o. \u201cCom solu\u00e7\u00f5es que consigam agrupar informa\u00e7\u00f5es de cada elo da cadeia: da produ\u00e7\u00e3o, do beneficiamento, da industrializa\u00e7\u00e3o, do varejo e no p\u00f3s-consumo. Tanto para entender e buscar pontos de melhoria de efici\u00eancia quanto que consigam entender melhor o funcionamento desta cadeia.\u201d O \u00faltimo foco s\u00e3o neg\u00f3cios inovadores que envolvam agentes microbiol\u00f3gicos para combates a pragas, v\u00edrus e doen\u00e7as, em substitui\u00e7\u00e3o ao uso de agrot\u00f3xicos e produtos qu\u00edmicos, por exemplo.<\/p>\n<p><strong>Substituindo o agrot\u00f3xico ou produtos qu\u00edmicos<\/strong><\/p>\n<p>Startup originada a partir de pesquisas na Universidade Federal de Vi\u00e7osa (UFV), a Rizoflora produz fungos e bact\u00e9rias para o controle biol\u00f3gico de nemat\u00f3ides &#8211; praga agr\u00edcola que ataca as ra\u00edzes das plantas e reduz significativamente a produtividade na agricultura. Ela foi criada como resultado de mais de 20 anos de pesquisas do professor Leandro Grassi de Freitas, do Departamento de Fitopatologia da UFV. Com produtos 100% org\u00e2nicos, a empresa apoia produtores para que colham os melhores resultados com manejo consciente. Assim, cuidam das condi\u00e7\u00f5es do solo, do desenvolvimento sustent\u00e1vel das planta\u00e7\u00f5es e beneficia produtores e consumidores, fazendo o bem ao longo de toda a cadeia.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.revistaecologico.com.br\/esite\/kcfinder\/upload\/images\/Rizzoflora-cred-Leandro-UFV.png\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" \/><\/p>\n<p><em>A startup Rizoflora atua na produ\u00e7\u00e3o de fungos e bact\u00e9rias para controlar pragas agr\u00edcolas que atacam ra\u00edzes de plantas &#8211; Imagem: Leandro\/UFV<\/em><\/p>\n<p>A empresa \u00e9 a \u00fanica na solu\u00e7\u00e3o de combate a nematoides dispon\u00edvel no mercado brasileiro. \u201cOs nematoides s\u00e3o vermes min\u00fasculos de solo, dif\u00edceis de controlar. Para cont\u00ea-los, muitos produtores utilizam nematicidas qu\u00edmicos altamente t\u00f3xicos e poluentes, que deixam res\u00edduos no len\u00e7ol fre\u00e1tico e nos alimentos. Estima-se que esses vermes causem perdas por volta de US$ 157 bilh\u00f5es\/ano na agricultura em todo o mundo\u201d, afirma Jo\u00e3o Pirola.<\/p>\n<p>Outro exemplo, nesse contexto, \u00e9 a paulista BUG Agentes Biol\u00f3gicos. Criada em 2001, ela tamb\u00e9m produz e comercializa agentes de controle macrobiol\u00f3gico. Esses agentes s\u00e3o em sua maioria vespas que parasitam ovos das principais pragas das grandes culturas. Refer\u00eancia global em seu segmento, a empresa foi indicada em fevereiro de 2012 pela revista Fast Company (EUA) como a mais inovadora do Brasil e a 33\u00aa em todo o mundo.<\/p>\n<p>Em outubro do mesmo ano, a BUG tamb\u00e9m foi premiada na \u00e1rea de sustentabilidade com o World Technology Award, promovido nos EUA por corpora\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o como a CNN, Time, Science e Fortune.<\/p>\n<p>Para os especialistas, o controle biol\u00f3gico de pragas \u00e9 atualmente uma das t\u00e1ticas mais importantes na agricultura. Ele n\u00e3o causa resist\u00eancia e at\u00e9 a evita em \u00e1reas com aplica\u00e7\u00f5es de inseticidas ou com plantas transg\u00eanicas. N\u00e3o polui o solo, as \u00e1guas e os ecossistemas; n\u00e3o causa intoxica\u00e7\u00e3o em agricultores, funcion\u00e1rios e consumidores e garantem produtos com mais qualidade.<\/p>\n<p>Em comum, as duas empresas, al\u00e9m da inova\u00e7\u00e3o no ramo do agroneg\u00f3cio, tamb\u00e9m s\u00e3o investidas do Criatec 1, fundo de investimento criado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), e co-gerido pela INSEED Investimentos.<\/p>\n<p><strong>Tecnologia a favor do setor sucroenerg\u00e9tico<\/strong><\/p>\n<p>Danila Passarin, pesquisadora l\u00edder do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), institui\u00e7\u00e3o que atua h\u00e1 mais de 40 anos no desenvolvimento e comercializa\u00e7\u00e3o de tecnologias inovadoras para o setor canavieiro e realiza pesquisas que abrangem os elos da cadeia produtiva de cana-de-a\u00e7\u00facar, etanol, a\u00e7\u00facar e bioenergia, confirma a import\u00e2ncia da inova\u00e7\u00e3o como chave do agroneg\u00f3cio. \u201cPoder aliar conhecimento com tecnologia de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial. Utilizamos as solu\u00e7\u00f5es computacionais, por exemplo, da TBIT neste processo para que possamos avan\u00e7ar rapidamente no projeto de sementes de cana-de-a\u00e7\u00facar. E, assim, atender \u00e0 exig\u00eancia de alta produtividade do setor sucroenerg\u00e9tico\u201d, comenta.<\/p>\n<p>O CTC foi criado em 1969 a partir de uma iniciativa de um grupo de usinas da regi\u00e3o de Piracicaba, a 160 km da capital paulista, com o objetivo de investir no desenvolvimento de variedades mais produtivas e agregar qualidade \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar e \u00e1lcool. Em 2004, entrou em uma nova era: foi reestruturado para se tornar o principal centro mundial de desenvolvimento e integra\u00e7\u00e3o de tecnologias disruptivas da ind\u00fastria sucroenerg\u00e9tica, capaz de vencer o desafio de dobrar, de maneira economicamente sustent\u00e1vel, a taxa de inova\u00e7\u00e3o do setor.<\/p>\n<p>Em seus 47 anos, o CTC deixou sua marca no desenvolvimento da cana-de-a\u00e7\u00facar no Brasil. Nesse per\u00edodo, a produtividade da cultura aumentou cerca de 40% e a agroindustrial saltou de 2.600 litros para mais de 7.000 litros de etanol por hectare, enquanto o custo de produ\u00e7\u00e3o caiu de cerca de R$ 3 para menos de R$ 1 por litro. O CTC responde por cerca de 60% da cana-de-a\u00e7\u00facar mo\u00edda na regi\u00e3o Centro-Sul do Brasil.<\/p>\n<p><strong>Fique por dentro<\/strong><\/p>\n<p>Empresas estabelecidas no Brasil que desenvolvam tecnologias inovadoras e tenham alto potencial de crescimento.<\/p>\n<p>Neg\u00f3cios relacionados \u00e0 promo\u00e7\u00e3o da sustentabilidade e \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de impacto ambiental nas cadeias de valor.<\/p>\n<p>Empreendimentos que incorporem inova\u00e7\u00e3o em suas tecnologias, produtos ou processos para favorecer o desenvolvimento de ciclos produtivos sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p>Proporcionam menor impacto em todas as etapas da cadeia de valor de um neg\u00f3cio, desde a origem dos insumos at\u00e9 o fim da vida \u00fatil de um produto ou servi\u00e7o. Compreendem o uso equilibrado de recursos naturais e a incorpora\u00e7\u00e3o de res\u00edduos e produtos descartados em novos ciclos produtivos, ou o tratamento e descarte ambientalmente seguro.<\/p>\n<p>Devem oferecer forte barreira que impe\u00e7a ou dificulte sua reprodu\u00e7\u00e3o por outros players. Devem ser escal\u00e1veis e resolver um problema de mercado muito relevante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parece algo retr\u00f3gado, mas cerca de dois bilh\u00f5es de toneladas de gr\u00e3os e sementes produzidos<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":49374,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/agronegocio.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Parece algo retr\u00f3gado, mas cerca de dois bilh\u00f5es de toneladas de gr\u00e3os e sementes produzidos","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49373"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49373"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49373\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/49374"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49373"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49373"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49373"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}