{"id":48910,"date":"2016-08-31T14:49:00","date_gmt":"2016-08-31T17:49:00","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=48910"},"modified":"2016-08-31T14:49:01","modified_gmt":"2016-08-31T17:49:01","slug":"mais-de-1-100-especies-saem-da-lista-de-ameacados-de-extincao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/mais-de-1-100-especies-saem-da-lista-de-ameacados-de-extincao\/","title":{"rendered":"Mais de 1.100 esp\u00e9cies saem da lista de amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/mais-de-1-100-especies-saem-da-lista-de-ameacados-de-extincao\/fora_lista\/\" rel=\"attachment wp-att-48911\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-48911\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Em agosto de 2016, o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade) apresentou os resultados de uma importante avalia\u00e7\u00e3o feita com as 12.256 esp\u00e9cies que comp\u00f5em a fauna brasileira.<\/p>\n<p>Iniciado em 2009, contando com o apoio e colabora\u00e7\u00e3o de quase 1400 especialistas da comunidade cient\u00edfica, o estudo de monitoramento, pesquisa e conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade foi conclu\u00eddo recentemente (final de 2014), trazendo boas novas para os avaliadores. Cerca de 1.173 esp\u00e9cies deixaram a lista de amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o, o equivalente a 9,57% de todos os animais documentados.<\/p>\n<p>O levantamento realizado por t\u00e9cnicos da ICMBio e parceiros, mostrou tamb\u00e9m que novas 720 esp\u00e9cies foram inclu\u00eddas na lista. \u00c9 o caso do macaco-prego-galego (Sapajus flavius) e a ave ma\u00e7arico-rasteirinho, que j\u00e1 h\u00e1 alguns s\u00e9culos v\u00eam sofrendo com as constantes altera\u00e7\u00f5es em seus habitats.<\/p>\n<p>Mas com a ajuda deste novo relat\u00f3rio, os especialistas poder\u00e3o desenvolver o trabalho de preserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies em \u00e1reas mais desgastadas, contando com o suporte das Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o (UC) e planos de a\u00e7\u00e3o consolidados \u2013 ambos fundamentais neste processo. Inclusive, a ideia \u00e9 de que os pesquisadores continuem fazendo a identifica\u00e7\u00e3o de ainda mais esp\u00e9cies que n\u00e3o se encontram nas UCs ou que n\u00e3o possuem Planos de A\u00e7\u00e3o Nacionais (PAN).<\/p>\n<p>Dentre os animais que deixaram a lista, est\u00e1 o mico-le\u00e3o-preto, que saiu da categoria Criticamente em Perigo para Vulner\u00e1vel, o bacurau-de-rabo-branco, migrou de Em Perigo para Vulner\u00e1vel e a arara-azul-de-lear e o peixe-boi-marinho, que deixaram a categoria Criticamente em Perigo para Em Perigo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do apoio prestado pelas UCs e tamb\u00e9m pelos novos PANs, os dados presentes no novo documento apontam para o crescimento de outras medidas que tamb\u00e9m est\u00e3o sendo tomadas e tem apresentado resultados importantes. \u00c9 o caso da qualifica\u00e7\u00e3o do processo de licenciamento, o uso de recursos de compensa\u00e7\u00e3o ambiental para prote\u00e7\u00e3o de fauna e programas de apoio \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o, como o Bolsa Verde.<\/p>\n<p>Vale destacar que das 1.173 esp\u00e9cies que deixaram a lista, cerca de 663 (56,5%) est\u00e3o presentes nas Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o e 498 (42%) contam com o aux\u00edlio de algum PAN. Para conferir a lista completa de animais que sa\u00edram da categoria mais preocupante de extin\u00e7\u00e3o, clique neste <a href=\"http:\/\/www.icmbio.gov.br\/portal\/faunabrasileira\/lista-de-especies\" target=\"_blank\">link<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em agosto de 2016, o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade) apresentou os<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":48911,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/fora_lista.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Em agosto de 2016, o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade) apresentou os","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48910"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48910"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48910\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48911"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48910"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48910"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48910"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}