{"id":48163,"date":"2016-08-20T14:00:58","date_gmt":"2016-08-20T17:00:58","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=48163"},"modified":"2016-08-20T14:00:59","modified_gmt":"2016-08-20T17:00:59","slug":"pragas-atacam-banana-que-pode-desaparecer-em-cinco-anos-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/pragas-atacam-banana-que-pode-desaparecer-em-cinco-anos-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Pragas atacam banana que pode desaparecer em cinco anos, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/pragas-atacam-banana-que-pode-desaparecer-em-cinco-anos-diz-estudo\/banana-15\/\" rel=\"attachment wp-att-48164\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-48164\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Pesquisadores identificaram que uma das principais pragas que atingem a banana ficou mais forte \u2013 o que pode significar a extin\u00e7\u00e3o da fruta em um per\u00edodo entre 5 e 10 anos. Os especialistas, da Universidade da Calif\u00f3rnia Davis, sequenciaram o DNA de dois dos tr\u00eas tipos de fungos Sigatoka e identificaram que eles se modificaram, aumentando ainda mais seu poder destrutivo contra a fruta. Segundo os pesquisadores, conhecer a sequ\u00eancia\u00a0gen\u00e9tica\u00a0desses fungos \u00e9 um passo importante para buscar alternativas que contenham a amea\u00e7a \u00e0 fruta tropical mais popular do mundo.<\/p>\n<p>A doen\u00e7a \u00e9 causada por tr\u00eas tipos diferentes de fungos. Segundo o estudo, publicado recentemente na revista cient\u00edfica <a href=\"http:\/\/journals.plos.org\/plosgenetics\/article?id=10.1371\/journal.pgen.1005876\" target=\"_blank\"><em>Plos Genetics<\/em><\/a>, os pesquisadores sequenciaram dois deles. Ao compar\u00e1-los com um sequenciamento de DNA previamente conhecido da Sigatoka, identificaram que eles n\u00e3o s\u00f3 acabam com o sistema imunol\u00f3gico da planta, como adaptam seu metabolismo ao da bananeira, permitindo captar\u00a0mais nutrientes da hospedeira. Al\u00e9m disso,\u00a0eles\u00a0tamb\u00e9m est\u00e3o\u00a0cada vez mais resistentes aos agrot\u00f3xicos.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com o estudo, a banana nanica, famosa na mesa do brasileiro \u2013 e a mais consumida do globo \u2013, tem seus descendentes em uma \u00fanica planta, j\u00e1 que s\u00e3o est\u00e9reis. \u00c9 como se todas elas fossem clones de uma banana nanica inicial. Com a larga expans\u00e3o dos fungos Sigatoka, \u00e9 poss\u00edvel que em um curto per\u00edodo de tempo, os produtores n\u00e3o consigam mais plantar bananas nanicas saud\u00e1veis \u2013 pois estar\u00e3o todas infectadas. Hoje, a doen\u00e7a consegue exterminar com 50% a 70% dos campos de bananas se n\u00e3o for controlada.<\/p>\n<h3>Extin\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Recentemente, estudiosos j\u00e1 haviam alertado sobre o <a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/ciencia\/com-avanco-de-praga-a-banana-pode-entrar-em-extincao-diz-estudo\/\">risco da banana estar com os dias contados<\/a>. Segundo um estudo da Universidade de Wageningen, na Holanda, publicado na revista cient\u00edfica <em>PLOS Pathogens<\/em>, um fungo que provoca uma varia\u00e7\u00e3o do mal do Panam\u00e1 \u2013 praga conhecida como Tropical Race 4, ou TR4, tamb\u00e9m amea\u00e7a a fruta.<\/p>\n<p>Agora que os pesquisadores conseguiram sequenciar os genes de uma das principais causas das perdas de grandes planta\u00e7\u00f5es de bananas, existe uma possibilidade de proteger a fruta. \u201cPela primeira vez, compreendemos o genoma b\u00e1sico dessas doen\u00e7as causadas por fungos. Isso nos d\u00e1 uma oportunidade de intervir\u201d, disse Ioannis Stergiopoulos, patologista vegetal molecular da UC Davis, em um comunicado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores identificaram que uma das principais pragas que atingem a banana ficou mais forte \u2013<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":48164,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/banana.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Pesquisadores identificaram que uma das principais pragas que atingem a banana ficou mais forte \u2013","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48163"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48163"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48163\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48164"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48163"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48163"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48163"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}