{"id":47833,"date":"2016-08-15T12:00:35","date_gmt":"2016-08-15T15:00:35","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=47833"},"modified":"2016-08-15T10:21:43","modified_gmt":"2016-08-15T13:21:43","slug":"no-mar-correntes-de-retorno-representam-grande-perigo-para-banhistas-e-podem-matar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/no-mar-correntes-de-retorno-representam-grande-perigo-para-banhistas-e-podem-matar\/","title":{"rendered":"No mar, correntes de retorno representam grande perigo para banhistas e podem matar"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=47834\" rel=\"attachment wp-att-47834\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-47834\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>As chamadas correntes de retorno, que podem ser encontradas em litorais de qualquer regi\u00e3o costeira, representam um dos maiores perigos para os banhistas desavisados. Elas j\u00e1 foram respons\u00e1veis por uma s\u00e9rie de mortes por arrastarem violentamente as pessoas para dentro mar.<\/p>\n<p>Fortes, estreitas e r\u00e1pidas elas correm em dire\u00e7\u00e3o ao mar a at\u00e9 dois metros por segundo. Geralmente s\u00e3o formadas em \u00e1guas rasas, com at\u00e9 um metro de profundidade, e sob algumas condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas: baixa profundidade e bancos de areia \u2013 compostos de sedimentos depositados por ondas e mar\u00e9s.<\/p>\n<p>Quando encontra esses bancos, a onda \u00e9 incentivada a quebrar e aumentar sua altura, algo que n\u00e3o ocorre em regi\u00f5es mais profundas. Assim que diminui, o <em>momentum<\/em> da onda \u00e9 reduzido, em oposi\u00e7\u00e3o a uma outra for\u00e7a chamada de \u201cgradiente de press\u00e3o\u201d. Essa for\u00e7a oposta causa o aumento de alguns cent\u00edmetros da superf\u00edcie do mar nessas regi\u00f5es, contrastando com os locais mais profundos onde n\u00e3o h\u00e1 quebra de ondas ou bancos de areias.<\/p>\n<p>Quando isso ocorre, forma-se uma corrente que faz com que \u00e1gua \u201cdes\u00e7a\u201d de seu ponto mais alto para o mais baixo. Esses movimentos, chamados de correntes alimentadoras, encontram-se nos espa\u00e7os entre os bancos de areia, e voltam para o mar viajando em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00e1guas profundas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essas correntes s\u00e3o consideradas perigosas porque levam qualquer coisa ou pessoa em seu caminho e perceb\u00ea-las nas praias n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil para os banhistas. Quando eles entram nessas correntes de retorno, s\u00e3o puxados rapidamente para o fundo do mar. Nesse momento, a maioria das pessoas acaba entrando e p\u00e2nico e se afogando.<\/p>\n<p>Tentar nadar em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 praia n\u00e3o \u00e9 algo que possa ser feito, j\u00e1 que a cada poucos cent\u00edmetros de progresso o banhista notar\u00e1 que est\u00e1 sendo empurrado cada vez mais na dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria. Dessa forma, a melhor solu\u00e7\u00e3o \u00e9 tentar nadar para os lados, saindo do fluxo da corrente e, posteriormente, voltar \u00e0 praia. Apesar desse racioc\u00ednio ser dif\u00edcil em um momento de p\u00e2nico, ele realmente poder\u00e1 ajudar a salvar sua vida.<\/p>\n<p>Para identificar as correntes s\u00e3o necess\u00e1rias boias equipadas com GPS ou corantes liberados na \u00e1gua, que mostrar\u00e3o o sentido do fluxo. No caso dos banhistas, elas podem ser observadas de um ponto alto, mas a dica \u00e9 sempre frequentar somente as praias consideradas seguras pelos salva-vidas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As chamadas correntes de retorno, que podem ser encontradas em litorais de qualquer regi\u00e3o costeira,<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":47834,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/mar.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"As chamadas correntes de retorno, que podem ser encontradas em litorais de qualquer regi\u00e3o costeira,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47833"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47833"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47833\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/47834"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47833"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47833"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47833"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}