{"id":47763,"date":"2016-08-14T15:00:39","date_gmt":"2016-08-14T18:00:39","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=47763"},"modified":"2016-08-14T09:28:32","modified_gmt":"2016-08-14T12:28:32","slug":"saiba-quais-sao-as-sete-maiores-duvidas-sobre-o-plantio-de-goiaba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/saiba-quais-sao-as-sete-maiores-duvidas-sobre-o-plantio-de-goiaba\/","title":{"rendered":"Saiba quais s\u00e3o as sete maiores d\u00favidas sobre o plantio de goiaba"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?attachment_id=47764\" rel=\"attachment wp-att-47764\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-47764\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Falta de uniformidade: Em minha pequena planta\u00e7\u00e3o de fruteiras, a produ\u00e7\u00e3o de goiaba, n\u00e3o \u00e9 uniforme, com frutos maduros, verdes e flores no mesmo p\u00e9. Por isso, gostaria de saber como deve ser o plantio para estabilizar a goiabeira, al\u00e9m da aplica\u00e7\u00e3o de podas.<br \/>\n<em>Jos\u00e9 Carlos Aparecido Guedes, de\u00a0Santa Cruz do Escalvado (MG)<\/em><\/p>\n<p>A estabiliza\u00e7\u00e3o ou concentra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de goiabas em determinada \u00e9poca pode ser viabilizada pela poda total das plantas, na qual h\u00e1 o encurtamento de todos os ramos do ano, deixando intactos de 12 a 15 ramos por goiabeira. Esse cuidado tem por objetivo proteger os demais ramos, pernadas e tronco da incid\u00eancia direta da luz solar. Al\u00e9m disso, os ramos remanescentes mant\u00eam a planta fisiologicamente ativa, assegurando maior uniformidade na brota\u00e7\u00e3o e emiss\u00e3o de ramos frut\u00edferos. \u00c0 medida que haja brota\u00e7\u00e3o, o excesso \u00e9 eliminado quando atingirem cerca de 20 cent\u00edmetros de comprimento, mantendo-se apenas os ramos frut\u00edferos na planta em quantidade compat\u00edvel \u00e0 capacidade de produ\u00e7\u00e3o. Nesse momento, podem ser eliminados aqueles ramos que foram deixados para \u201cservirem como guarda-sol\u201d. Informa\u00e7\u00f5es mais detalhadas sobre o tema podem ser encontradas no Boletim T\u00e9cnico n\u00ba 222 publicado pela CATI (\u201cA Poda da Goiabeira de Mesa\u201d). Para aquisi\u00e7\u00e3o do boletim, entre em contato com o Centro de Comunica\u00e7\u00e3o Rural (CECOR\/CATI) pelo endere\u00e7o Av. Brasil, 2340, Jardim Chapad\u00e3o, CEP 13073-001, Campinas, SP, ou por telefone (19) 3241-7191.<\/p>\n<p><strong>2) Galhos enferrujados:\u00a0<\/strong>O que se deve fazer para evitar que goiabas vermelhas se encham de bichos e, ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o da poda, os galhos novos da fruteira sejam cobertos por um tipo de ferrugem?<br \/>\n<em>Marcelo Queiroz Silveira, de\u00a0Passo Fundo (RS)<\/em><\/p>\n<p>\u00c9 muito prov\u00e1vel que os \u201cbichos\u201d encontrados no interior das goiabas sejam larvas de mosca-das-frutas. O controle pode ser feito com o ensacamento, utilizando papel parafinado, das goiabas com tamanho de 2 a 3 cent\u00edmetros. Ap\u00f3s o procedimento, faz-se um pequeno rasgo na parte inferior do saquinho para evitar umidade interna excessiva, o que pode danificar os frutos. Popularmente chamada de ferrugem-da-goiabeira, a ferrugem nas brota\u00e7\u00f5es indica a ocorr\u00eancia de infec\u00e7\u00e3o f\u00fangica. Para amenizar o problema, retire as brota\u00e7\u00f5es vegetativas e o excesso de brota\u00e7\u00f5es flor\u00edferas, aumentando o arejamento e a incid\u00eancia de raios solares e, ao mesmo tempo, reduzindo o tempo de molhamento da planta. Apesar de existirem produtos eficientes para o controle desses agentes biol\u00f3gicos, apenas um profissional da \u00e1rea agr\u00edcola poder\u00e1 indicar quais produtos podem ser utilizados nessas situa\u00e7\u00f5es e de acordo com a legisla\u00e7\u00e3o vigente.<\/p>\n<p><strong>3) Frutos bichados:\u00a0<\/strong>Por que ser\u00e1 que os frutos da goiabeira da minha casa t\u00eam muitos bichos, inclusive nos que ainda est\u00e3o verdes. O que devo fazer?<br \/>\n<em>Aline de Oliveira Santos, de\u00a0Miguel Pereira (RJ)<\/em><\/p>\n<p>Apesar de larvas de diferentes esp\u00e9cies de insetos se alimentarem da polpa de goiabas, todas s\u00e3o popularmente chamadas de bigato ou bicho da goiaba. Ap\u00f3s a eclos\u00e3o de ovos depositados pelas pragas nas frutas, mesmo ainda pequenas, as larvas perfuram a goiaba e se desenvolvem em seu interior, causando danos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o. Em pomares caseiros, o ensacamento das frutas, quando estiverem com 2 a 3 cent\u00edmetros de di\u00e2metro, pode ser a alternativa de controle mais adequada. Envolva individualmente as frutas em saquinhos de papel-manteiga parafinado branco, de tamanho de 15 por 12 cent\u00edmetros. Amarre a ponta com fitilho, arame fino ou barbante. Em seguida, para evitar umidade excessiva no interior do saquinho, fa\u00e7a um pequeno rasgo na parte inferior, evitando o ac\u00famulo de \u00e1gua. A pr\u00e1tica permite o controle de diferentes esp\u00e9cies de insetos que danificam as goiabas. Ressalte-se que a utiliza\u00e7\u00e3o de inseticidas agr\u00edcolas s\u00f3 deve ser indicada por profissionais habilitados, pois, al\u00e9m da legisla\u00e7\u00e3o existente para o uso dos produtos, \u00e9 importante conhecer os cuidados que devem ser tomados durante o manuseio e aplica\u00e7\u00e3o deles e outras informa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas.<\/p>\n<p><strong>4) Pragas na goiabeira:\u00a0<\/strong>Apesar de apresentarem bom desenvolvimento e crescerem bonitos por fora, ainda mais na cor amarela que nunca vi, os frutos da goiabeira que plantei no quintal de casa est\u00e3o cheios de bichos por dentro. Como evitar isso?<br \/>\n<em>Rog\u00e9rio de Abreu, de\u00a0Tangar\u00e1 da Serra (MT)<\/em><\/p>\n<p>A colora\u00e7\u00e3o amarela da goiaba \u00e9 consequ\u00eancia do chamado segrega\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica. Comercialmente, s\u00e3o mais conhecidas as frutas de polpa branca e vermelha, por\u00e9m, quando a goiabeira \u00e9 propagada por sementes \u00e9 comum aparecerem, tanto na \u00e1rvore quanto no fruto, caracter\u00edsticas distintas das existentes na planta matriz. Se na polpa da goiaba h\u00e1 presen\u00e7a de \u201cbichos\u201d, tratam-se de larvas de insetos, principalmente oriundas da mosca-das-frutas. A utiliza\u00e7\u00e3o de saquinhos de papel parafinado fornece boa prote\u00e7\u00e3o \u00e0 fruta. O material pode ser adquirido em lojas especializadas no ramo agr\u00edcola. O momento correto para realizar o ensacamento \u00e9 aquele em que as frutinhas atingem o tamanho de, no m\u00e1ximo, 2 a 3 cent\u00edmetros. \u00c9 aconselh\u00e1vel que se fa\u00e7a um pequeno rasgo na parte inferior dos saquinhos, a fim de evitar o ac\u00famulo de \u00e1gua e outros danos \u00e0s frutas, devido \u00e0 umidade excessiva no interior deles.<\/p>\n<p><strong>5) Polpa preta:<\/strong>\u00a0Os frutos da minha goiabeira s\u00e3o muito lindos por fora, mas por dentro alguns deles apresentam polpa completamente preta. Qual ser\u00e1 o motivo?<br \/>\n<em>Mara Oliveira, por email<\/em><\/p>\n<p>Existem diversos fatores que podem danificar a polpa de uma fruta, mantendo a apar\u00eancia externa dela sem avarias correspondentes. Por exemplo, pode n\u00e3o ser percept\u00edvel em uma goiaba desenvolvida o dano de um inseto que foi provocado nela durante o seu desenvolvimento, mesmo que ainda tenha ocorrido quando a fruta era muito pequena. Por\u00e9m, mais tarde, a inj\u00faria causada pode facilitar a incid\u00eancia de infec\u00e7\u00f5es oportunistas. Por isso, a possibilidade \u00e9 grande de se obter um diagn\u00f3stico impreciso na aus\u00eancia de material para an\u00e1lise. Assim, recomenda-se levar algumas frutas at\u00e9 um profissional da Secretaria de Agricultura do munic\u00edpio para avalia\u00e7\u00e3o mais detalhada e indica\u00e7\u00e3o de um tratamento mais adequado.<\/p>\n<p><strong>6) Folhas furadas:\u00a0<\/strong>As goiabeiras para consumo pr\u00f3prio que tenho plantadas em minha propriedade rural est\u00e3o com as folhas todas furadas e n\u00e3o consigo um rem\u00e9dio que d\u00ea jeito. O que \u00e9 indicado para curar as goiabeiras?<br \/>\n<em>Gualter Scheles, de\u00a0Maca\u00e9 (RJ)<\/em><\/p>\n<p>Os furos nas folhas da goiabeira possivelmente foram causados devido ao ataque do besouro amarelo (Costalimaita ferruginea). O inseto \u00e9 um cole\u00f3ptero pol\u00edfago que se alimenta de plantas frut\u00edferas ou n\u00e3o. Geralmente, surgem com maior incid\u00eancia no fim da primavera, ap\u00f3s ca\u00edrem as chuvas fortes que propiciam bom molhamento do solo. Uma das medidas de manejo da praga \u00e9 evitar implanta\u00e7\u00e3o de pomares pr\u00f3ximos a outras culturas que tamb\u00e9m s\u00e3o infestadas pelo inseto, como o eucalipto, por exemplo. Manter o solo vegetado dificulta que o ciclo biol\u00f3gico do inseto se complete, al\u00e9m de favorecer a atividade de poss\u00edveis inimigos naturais da esp\u00e9cie presentes na \u00e1rea. J\u00e1 a decis\u00e3o pelo uso de inseticidas deve levar em considera\u00e7\u00e3o diversos fatores. Existe legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para a utiliza\u00e7\u00e3o desses produtos na agricultura, que n\u00e3o deve ser negligenciada. Assim, a presen\u00e7a de um t\u00e9cnico da \u00e1rea agr\u00edcola \u00e9 fundamental tanto para identificar corretamente quanto para avaliar o n\u00edvel de dano causado pelo inseto. Posteriormente, munido de mais informa\u00e7\u00f5es, o profissional ter\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de indicar a a\u00e7\u00e3o mais adequada a ser tomada para o manejo racional da praga.<\/p>\n<p><strong>CONSULTOR:<\/strong> JOS\u00c9 EM\u00cdLIO BETTIOL NETO, pesquisador do Instituto Agron\u00f4mico de Campinas (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de S\u00e3o Paulo, tel. (11) 4582-7284, bettiolneto@iac.sp.gov.br<\/p>\n<p><strong>7) Besouros amarelos:\u00a0<\/strong>J\u00e1 apliquei calda de fumo de rolo, mas o produto n\u00e3o afastou pequenos besouros de cor amarela, que est\u00e3o comendo todas as folhas de \u00e1rvores como eucalipto, goiabeira, mangueira e abacateiro. Como devo elimin\u00e1-los?<br \/>\n<em>Marco Ant\u00f4nio Siqueira Chaves, de\u00a0Resende (RJ)<\/em><\/p>\n<p>A calda de fumo \u00e9 um produto usado como repelente para o controle de pulg\u00f5es, pequenos insetos que sugam a seiva de plantas. A produ\u00e7\u00e3o dele pode ser caseira, por\u00e9m h\u00e1 no mercado uma vers\u00e3o em p\u00f3 para dilui\u00e7\u00e3o em \u00e1gua. Para combater insetos mastigadores, que comem folhas das planta\u00e7\u00f5es, recomenda-se aplicar outro defensivo agr\u00edcola. Trata-se do \u00f3leo de nim, uma alternativa de a\u00e7\u00e3o t\u00f3xica para besouros que \u00e9 extra\u00edda da semente da planta de origem indiana. Embora natural, deve ser utilizado com cautela para n\u00e3o queimar as folhas se a planta estiver em local com muita exposi\u00e7\u00e3o ao sol. Com potentes propriedades inseticidas, as piretrinas tamb\u00e9m s\u00e3o indicadas para combater as pragas mastigadoras, por\u00e9m s\u00e3o mais caras. Como n\u00e3o fazem mal ao ser humano, s\u00e3o adequadas para uso dom\u00e9stico, com ressalva de os ambientes serem bem arejados. Da categoria de produtos qu\u00edmicos, no entanto, os piretroides s\u00e3o mais est\u00e1veis que as piretrinas para o controle de pragas agr\u00edcolas, al\u00e9m de n\u00e3o serem perigosos, nem muito residuais.<\/p>\n<p><strong>CONSULTOR: <\/strong>OCTAVIO NAKANO, especialista em controle de pragas e professor titular aposentado do Departamento de Entomologia e Acarologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Av. P\u00e1dua Dias, 11, Caixa Postal 9, CEP 13416-900, Piracicaba, SP, tel. (19) 3429-4167.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Falta de uniformidade: Em minha pequena planta\u00e7\u00e3o de fruteiras, a produ\u00e7\u00e3o de goiaba, n\u00e3o \u00e9<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":47764,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/plantio_goiaba.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Falta de uniformidade: Em minha pequena planta\u00e7\u00e3o de fruteiras, a produ\u00e7\u00e3o de goiaba, n\u00e3o \u00e9","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47763"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47763"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47763\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/47764"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47763"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47763"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47763"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}