{"id":47397,"date":"2016-08-08T12:23:35","date_gmt":"2016-08-08T15:23:35","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=47397"},"modified":"2016-08-08T12:23:37","modified_gmt":"2016-08-08T15:23:37","slug":"identidade-brasileira-e-tema-de-projeto-multimidia-de-fotografo-britanico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/identidade-brasileira-e-tema-de-projeto-multimidia-de-fotografo-britanico\/","title":{"rendered":"Identidade brasileira \u00e9 tema de projeto multim\u00eddia de fot\u00f3grafo brit\u00e2nico"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/identidade-brasileira-e-tema-de-projeto-multimidia-de-fotografo-britanico\/povo_brasil\/\" rel=\"attachment wp-att-47398\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-47398\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil-300x191.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"191\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil-300x191.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Lan\u00e7ado para todo o mundo na semana passada, um projeto ambicioso de um fot\u00f3grafo ingl\u00eas busca traduzir a complexidade que comp\u00f5e a identidade da na\u00e7\u00e3o brasileira. Marcus Lyon percorreu 22 mil km durante seis meses rodando o pa\u00eds, e entrevistou 104 pessoas para compor o <a href=\"http:\/\/www.marcuslyon.com\/artworks\/somos-brasil\" target=\"_blank\">&#8216;Somos Brasil&#8217;<\/a>.<\/p>\n<p>Muito mais que a ideia inicial de fazer um projeto de retratos pelo pa\u00eds, Marcus contou em entrevista ao <strong>G1<\/strong> que a ideia foi evoluindo at\u00e9 abra\u00e7ar o relato falado de cada um dos entrevistados e uma an\u00e1lise gen\u00e9tica do DNA dessas pessoas. E a melhor forma que ele enxergou para expor isso tudo foi com a elabora\u00e7\u00e3o de um aplicativo para smartphone.<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel para <a href=\"https:\/\/play.google.com\/store\/apps\/developer?id=Marcus+Lyon\" target=\"_blank\">Android<\/a> e <a href=\"https:\/\/itunes.apple.com\/developer\/marcus-lyon\/id1081862399\" target=\"_blank\">iOS<\/a>, o app Somos Brasil permite que voc\u00ea aponte a c\u00e2mera do smartphone para qualquer imagem do projeto, seja impressa ou na tela de um computador, para que imediatamente o celular comece a tocar o \u00e1udio da pessoa retratada.<\/p>\n<p><strong>Veja abaixo<\/strong> uma sele\u00e7\u00e3o de seis relatos de entrevistados do &#8220;Somos Brasil&#8221;. Lyon refor\u00e7a que \u00e9 importante ver o projeto como um todo em seu <a href=\"http:\/\/www.marcuslyon.com\/artworks\/somos-brasil\" target=\"_blank\">site<\/a> para ter uma vis\u00e3o mais pr\u00f3xima da grandiosidade da obra.<\/p>\n<p>Casado com uma brasileira e pai de dois filhos, Marcus concorda que&#8221;Somos Brasil&#8221; \u00e9 de alguma forma uma declara\u00e7\u00e3o de amor ao pa\u00eds. Ele j\u00e1 tinha uma profunda rela\u00e7\u00e3o com o Brasil quando viu o projeto come\u00e7ar a se desenhar em sua cabe\u00e7a. E os filhos, que apesar de nascidos na Inglaterra se definem como brasileiros, t\u00eam liga\u00e7\u00e3o direta com isso. <strong>Leia abaixo<\/strong> a entrevista na \u00edntegra. No final, ainda \u00e9 poss\u00edvel ver um v\u00eddeo de Marcus falando sobre o projeto em palestra para a plataforma TED.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-300\"><img loading=\"lazy\" title=\"O fot\u00f3grafo Marcus Lyon, autor do projeto &amp;#39;Somos Brasil&amp;#39; (Foto: Somos Brasil)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/h-06uv5zQ4P82nG0BuLF__otAKg=\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2016\/08\/08\/marcus-lyon.jpg\" alt=\"O fot\u00f3grafo Marcus Lyon, autor do projeto &amp;#39;Somos Brasil&amp;#39; (Foto: Somos Brasil)\" width=\"300\" height=\"376\" \/><strong>O fot\u00f3grafo Marcus Lyon (Foto: Somos Brasil)<\/strong><\/div>\n<p><strong>G1: No texto que escreveu para o projeto, voc\u00ea conta que seus filhos se definem como brasileiros, apesar de terem nascido na Inglaterra, e que disso surgiu uma das fagulhas que motivaram a constru\u00e7\u00e3o do projeto. Como voc\u00ea se sente, como um pai de fam\u00edlia brit\u00e2nico, vendo seus filhos definindo-se dessa forma?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Marcus Lyon:<\/strong> Acho que, quando voc\u00ea tem um casamento transcultural, como n\u00f3s temos, h\u00e1 tanta coisa a se celebrar em juntar duas culturas. E vivendo predominantemente na Inglaterra, ainda mais agora que as crian\u00e7as come\u00e7aram a ir \u00e0 escola, eu me sinto muito feliz que elas t\u00eam um senso t\u00e3o forte de suas identidades brasileiras. Acho que, se voc\u00ea pegar o melhor do Brasil e o melhor da Gr\u00e3-Bretanha, em algum ponto pode-se dizer que voc\u00ea tem o melhor de tudo.<\/p>\n<p><strong>G1: E o que lhe chamou a aten\u00e7\u00e3o para come\u00e7ar algo t\u00e3o grandioso?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Marcus Lyon: <\/strong>Inicialmente, eu s\u00f3 fiquei impressionado com a maneira como os brasileiros se identificavam. Que eles n\u00e3o precisavam buscar uma &#8220;terra natal&#8221; [diferente] para se definirem. Que eles ficam felizes em se dizerem simplesmente &#8220;brasileiros&#8221;. Isso era muito diferente do que via nas in\u00fameras vezes em que fui aos EUA, por exemplo, onde as pessoas costumam se definir como \u00edtalo-americanas, afro-americanas&#8230;<\/p>\n<div class=\"frase-materia componente_materia expandido\">\n<div class=\"frase\">sendo quem sou, eu queria como artista representar o que h\u00e1 de melhor no Brasil e mostrar ao mundo o que \u00e9 o Brasil de verdade, o que ele pode ser e o que podemos ser juntos&#8221;<\/div>\n<\/div>\n<p>O que foi talvez mais interessante no projeto, em um n\u00edvel mais profundo, foi que as pessoas que a gente contatava para participar sempre ficavam muito felizes ao saber que um fot\u00f3grafo brit\u00e2nico estava indo v\u00ea-los, tirar seus retratos, ouvir suas hist\u00f3rias e ajud\u00e1-los a achar respostas a algumas das quest\u00f5es de identidade que eles tinham sobre suas origens. E eles pareciam sempre muito receptivos, muito &#8220;brasileiros&#8221; na maneira de querer se ligar a mim. N\u00e3o que tenha sido uma surpresa, mas foi muito agrad\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>G1: Voc\u00ea tem uma forte liga\u00e7\u00e3o com o Brasil por conta de sua esposa, mas voc\u00ea provavelmente ainda consegue ter uma vis\u00e3o de fora sobre o pa\u00eds, por ser estrangeiro e ter toda sua cultura constru\u00edda de outra forma. Voc\u00ea acha que isso ajudou no processo?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Marcus Lyon: <\/strong>Sim, eu sou um estrangeiro, ainda falo portugu\u00eas muito mal. At\u00e9 consigo me virar e sobreviver, mas com certeza n\u00e3o consigo fazer uma piada, nem conhe\u00e7o nada do linguajar mais conceitual. Mas acho que o que sempre me chama aten\u00e7\u00e3o quando estou aqui \u00e9 qu\u00e3o receptivas as pessoas s\u00e3o com estranhos. Como n\u00e3o existem os medos t\u00e3o presentes nas sociedades europeias ou da Am\u00e9rica do Norte, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 confian\u00e7a interpessoal. Mesmo com \u00edndices mais altos de criminalidade. E eu me senti muito bem recebido tanto no Acre, como em Mato Grosso do Sul, Manaus, Bel\u00e9m&#8230; Em todos esses lugares eu me sentia mesmo parte do time, o que foi fabuloso.<\/p>\n<p><strong>G1: Voc\u00ea afirma ter percorrido 22 mil km em 6 meses para produzir as fotos e as entrevistas. Mas quanto tempo de produ\u00e7\u00e3o levou antes disso, para reunir pessoas e organizar o projeto?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Marcus Lyon: <\/strong>O projeto levou cerca de 5 anos at\u00e9 aqui, no total. A ideia original era que fosse apenas um projeto de retratos fotogr\u00e1ficos. Mas a\u00ed eu comecei a combinar o \u00e1udio com alguns dos meus outros trabalhos, como no &#8220;Exodus&#8221;, no &#8220;Bricks&#8221; e no &#8220;Time Out&#8221;. S\u00e3o os trabalhos pelos quais eu fiquei mais conhecido internacionalmente. Mas no &#8220;Somos Brasil&#8221; eu acabei desenvolvendo essa vontade de ter um aplicativo ativado pela imagem, para trazer as vozes das pessoas ao formato do livro, assim como ao formato digital. Voc\u00ea pode apontar seu smartphone com o app para qualquer imagem do projeto, e ele vai reproduzir o \u00e1udio espec\u00edfico daquele personagem. E conseguimos uma tecnologia muito incr\u00edvel, bastante simples mas que funciona muito bem.<\/p>\n<div class=\"frase-materia componente_materia expandido\">\n<div class=\"frase\">&#8230; O que realmente quero fazer \u00e9 conectar-me de forma a inspirar uma conversa mais profunda. Com perguntas mais profundas, como &#8216;Quem sou eu?&#8217;, &#8216;Por que estou aqui?&#8217;, &#8216;Quem eu posso ser?&#8217;, como indiv\u00edduos e como grupo. &#8216;O que estamos fazendo?&#8217;, &#8216;Quem somos n\u00f3s, juntos?&#8217; &#8220;<\/div>\n<\/div>\n<p>Depois de construir essa ideia ao redor dos relatos sonoros, viemos ent\u00e3o com a ideia de adicionar o DNA, explorando as \u00e1rvores geneal\u00f3gicas pos participantes. Com essas tr\u00eas partes, t\u00ednhamos o projeto tra\u00e7ado.<\/p>\n<p>Desde o come\u00e7o eu estava bem certo de que os personagens do &#8220;Somos Brasil&#8221;, as pessoas entrevistadas n\u00e3o seriam escolha minha. O que fizemos foi criar um processo de sele\u00e7\u00e3o, reunimos cerca de 150 pessoas em uma rede de contribui\u00e7\u00e3o para indicar indiv\u00edduos excepcionais, que exercem mudan\u00e7a em suas comunidades de alguma forma. Chegamos a cerca de 250 pessoas indicadas, e a partir da\u00ed fomos reduzindo at\u00e9 150 delas que seria poss\u00edvel visitar e que n\u00e3o tivessem com perfis muito parecidos. A ideia era ter um espectro coerente e muito abrangente que acabou se fechando em 104 pessoas, e que de alguma forma, de uma forma muito pequena, fosse representativo de 200 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>\u00c9 claro, ele n\u00e3o \u00e9 capaz de representar o Brasil como um todo. S\u00f3 por pedirmos indica\u00e7\u00f5es das melhores pessoas para estar no projeto, pessoas que s\u00e3o importantes para quem est\u00e1 ao redor, isso por si j\u00e1 \u00e9 um recorte dos brasileiros. Mas sendo quem sou, eu queria como artista representar o que h\u00e1 de melhor no Brasil e mostrar ao mundo o que \u00e9 o Brasil de verdade, o que ele pode ser e o que podemos ser juntos.<\/p>\n<p><strong>O mapa que mostra com estrelas onde cada um dos entrevistados nasceu exp\u00f5e muito bem a abrang\u00eancia do trabalho, mas tamb\u00e9m deixa claro que voc\u00ea parece ter quase deixado de fora algumas \u00e1reas, como o Sul do Brasil. Isso por acaso tem a ver com o hist\u00f3rico separatista do Rio Grande do Sul, que contrastaria com esse senso de pertencimento que voc\u00ea buscou mostrar?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Marcus Lyon: <\/strong>N\u00e3o&#8230; Para ser honesto, acho que voc\u00ea localizou uma fraqueza no projeto. Sabe, n\u00f3s fizemos o que pudemos, abrimos as nossas asas tanto quanto conseguimos e fomos t\u00e3o longe quanto nosso or\u00e7amento permitiu. Mas sabe, se tivessem me dado mais 3 meses de or\u00e7amento, eu teria passado mais tempo no sudoeste e, definitivamente, no Sul.<\/p>\n<p>Foi quest\u00e3o de uma limita\u00e7\u00e3o imposta pelo or\u00e7amento e pelo tempo que t\u00ednhamos, e resultou em uma falha no que eu fiz. \u00c9 minha culpa, espero n\u00e3o insultar ou aborrecer ningu\u00e9m com isso. N\u00e3o tem nada a ver com [esse hist\u00f3rico n]o Brasil. Acabou o dinheiro, n\u00f3s gastamos tanto dinheiro e tempo nas viagens, e chegou um momento em que eu tive que falar: &#8220;\u00c9 isso. Fiz o bastante para este projeto existir&#8221;. Quem sabe eu possa adicionar pessoas ao projeto mais \u00e0 frente, o projeto pode crescer de outras formas, n\u00e3o sei&#8230;<\/p>\n<p><strong>Vendo todo o cuidado que voc\u00ea tem com o projeto e a dimens\u00e3o que ele tomou,al\u00e9m da maneira como voc\u00ea fala do &#8216;Somos Brasil&#8217;, preciso perguntar&#8230; O projeto \u00e9 de alguma forma uma declara\u00e7\u00e3o de amor ao Brasil?<\/strong><\/p>\n<div class=\"frase-materia componente_materia expandido\">\n<div class=\"frase\">Acho que, se voc\u00ea pegar o melhor do Brasil e o melhor da Gr\u00e3-Bretanha, em algum ponto pode-se dizer que voc\u00ea tem o melhor de tudo&#8221;<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Marcus Lyon: <\/strong>Sim, Tito&#8230; \u00c9 bem por a\u00ed mesmo. Deixe-me ler algo para voc\u00ea: &#8220;Dentro da minha busca para conhecer seu povo, eu me encontrei. Obrigado por este presente precioso&#8221;. Isso \u00e9 parte da dedicat\u00f3ria que coloquei na descri\u00e7\u00e3o do projeto. De muitas formas vejo que o que tento fazer como artista agora \u00e9 ser algu\u00e9m que, no processo de reunir as informa\u00e7\u00f5es para um projeto, eu tenha o maior respeito pelas pessoas e seus ideais. Mas o que realmente quero fazer \u00e9 conectar-me de forma a inspirar uma conversa mais profunda. Com perguntas mais profundas, como &#8220;Quem sou eu?&#8221;, &#8220;Por que estou aqui?&#8221;, &#8220;Quem eu posso ser?&#8221;, como indiv\u00edduos e como grupo. &#8220;O que estamos fazendo?&#8221;, &#8220;Quem somos n\u00f3s, juntos?&#8221;.<\/p>\n<p>Mesmo agora, eu ou\u00e7o as grava\u00e7\u00f5es&#8230; J\u00e1 conheci as pessoas, j\u00e1 as fotografei, pesquisei suas hist\u00f3rias, mas ainda ou\u00e7o algumas hist\u00f3rias e sinto calafrios nas costas! Nossa, isso \u00e9 t\u00e3o \u00edntimo. E isso \u00e9 realmente interessante sobre o &#8220;Somos Brasil&#8221;, o n\u00edvel de intimidade emocional que essa combina\u00e7\u00e3o de imagem, som e ci\u00eancia pode trazer e comunicar nas quest\u00f5es de indiv\u00edduo, comunidade e identidade.<\/p>\n<p><em>&#8211; \u00c9 poss\u00edvel acompanhar novidades do projeto pela p\u00e1gina do <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/projetosomosbrasil\/\" target=\"_blank\">&#8216;Somos Brasil&#8217; no Facebook<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lan\u00e7ado para todo o mundo na semana passada, um projeto ambicioso de um fot\u00f3grafo ingl\u00eas<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":47398,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil.jpg",415,264,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil-300x191.jpg",300,191,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil.jpg",415,264,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil.jpg",415,264,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil.jpg",415,264,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil.jpg",415,264,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil.jpg",415,264,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil.jpg",415,264,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/povo_brasil.jpg",415,264,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Lan\u00e7ado para todo o mundo na semana passada, um projeto ambicioso de um fot\u00f3grafo ingl\u00eas","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47397"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47397"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47397\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/47398"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47397"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47397"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47397"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}