{"id":45596,"date":"2016-07-13T12:00:10","date_gmt":"2016-07-13T15:00:10","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=45596"},"modified":"2016-07-12T20:37:24","modified_gmt":"2016-07-12T23:37:24","slug":"planta-presente-no-brasil-e-capaz-de-colonizar-areas-desmatadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/planta-presente-no-brasil-e-capaz-de-colonizar-areas-desmatadas\/","title":{"rendered":"Planta presente no Brasil \u00e9 capaz de colonizar \u00e1reas desmatadas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-45597\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>As esp\u00e9cies de <strong>\u00e1rvores nativas <\/strong>pioneiras \u2013 que t\u00eam capacidade de colonizar ambientes degradados em raz\u00e3o de sua alta capacidade reprodutiva e crescimento r\u00e1pido, entre outras caracter\u00edsticas \u2013 t\u00eam sido priorizadas em programas de restaura\u00e7\u00e3o de florestas tropicais desmatadas.<\/p>\n<p>Isso porque essas \u00e1rvores facilitam a transi\u00e7\u00e3o da terra desmatada para a floresta em recomposi\u00e7\u00e3o ao estabilizar o terreno e melhorar a conectividade entre os fragmentos florestais restantes, al\u00e9m de aumentar a permeabilidade do solo e contribuir para iniciar a montagem de redes de polinizadores e dispersores de sementes de plantas, apontam especialistas na \u00e1rea.<\/p>\n<p>Apesar da import\u00e2ncia ecol\u00f3gica dessas esp\u00e9cies pioneiras pouco se sabe, por exemplo, sobre como elas mant\u00eam a diversidade gen\u00e9tica nas popula\u00e7\u00f5es naturais e o fluxo gen\u00e9tico entre fragmentos florestais distantes uns dos outros, por exemplo, pondera Rodolfo Jaff\u00e9, pesquisador do Instituto Tecnol\u00f3gico Vale (ITV).<\/p>\n<p>\u201cTer conhecimento da gen\u00e9tica dessas esp\u00e9cies \u00e9 fundamental para conseguir uma restaura\u00e7\u00e3o mais eficiente ou a recupera\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00f5es ecossist\u00eamicas-chave em curto ou m\u00e9dio prazo\u201d, disse Jaff\u00e9 \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia FAPESP<\/strong>.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 claro que esses ecossistemas recuperados por meio das esp\u00e9cies de \u00e1rvores nativas pioneiras nunca ser\u00e3o iguais aos originais. Mas a ideia \u00e9 chegar o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel\u201d, afirmou Jaff\u00e9, que realizou p\u00f3s-doutorado no Instituto de Bioci\u00eancias da Universidade de S\u00e3o Paulo (IB-USP) com\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/89\/vadim-viviani\/\">Bolsa da FAPESP<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>O pesquisador, em parceria com colegas da University of Texas em Austin, nos Estados Unidos, onde fez um est\u00e1gio de pesquisa tamb\u00e9m com\u00a0<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/148375\/genetica-da-paisagem-para-proteger-os-servicos-de-polinizacao-das-abelhas\/\"><strong>Bolsa da FAPESP<\/strong><\/a>, estudou os padr\u00f5es de diversidade e diferencia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica da esp\u00e9cie de \u00e1rvore nativa pioneira\u00a0<strong><em>Miconia affinis<\/em><\/strong>\u00a0(conhecida popularmente no Brasil como <strong>jacatira-branca<\/strong>), que ocorre na regi\u00e3o do Canal do Panam\u00e1, na Am\u00e9rica Central.<\/p>\n<p>Os resultados do estudo foram descritos em um artigo publicado na revista\u00a0<em>PLoS One<\/em>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.revistaecologico.com.br\/esite\/kcfinder\/upload\/images\/arvore-jacatira-branca-miconia_affinis_reproducao.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" \/><\/p>\n<p><em>Miconia affinis: conhecida popularmente no Brasil como jacatira-branca &#8211; Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>\u201cA regi\u00e3o do Canal do Panam\u00e1, que \u00e9 um\u00a0<em>hotspot<\/em>\u00a0de biodiversidade global, perdeu em torno de 30% das suas florestas nos \u00faltimos 50 anos em raz\u00e3o do avan\u00e7o da agropecu\u00e1ria, e isso tem resultado em uma forte eros\u00e3o e em um ac\u00famulo muito grande de sedimentos nos c\u00f3rregos e canais, influenciando negativamente todo a bacia e o sistema h\u00eddrico da regi\u00e3o\u201d, afirmou Jaff\u00e9.<\/p>\n<p>\u201cPor isso, o governo do pa\u00eds tem interesse em recuperar as \u00e1reas desmatadas para diminuir a eros\u00e3o e o ac\u00famulo de sedimentos no Canal, e as esp\u00e9cies de \u00e1rvores nativas pioneiras presentes na regi\u00e3o seriam boas candidatas para serem usadas em programas de restaura\u00e7\u00e3o\u201d, explicou.<\/p>\n<p>A fim de avaliar se \u00e1reas desmatadas constituem uma barreira para as popula\u00e7\u00f5es dessa esp\u00e9cie de \u00e1rvore que mede entre 3 e 6 metros de altura e est\u00e1 amplamente distribu\u00edda na regi\u00e3o neotropical (que vai desde o M\u00e9xico ao Brasil), os pesquisadores coletaram folhas de cerca de 30 \u00e1rvores em per\u00edodo de infloresc\u00eancia e infrutesc\u00eancia de 11 popula\u00e7\u00f5es diferentes, espalhadas pela regi\u00e3o do Canal do Panam\u00e1.<\/p>\n<p>Em seguida, extra\u00edram o DNA das folhas e utilizaram marcadores moleculares microssat\u00e9lites \u2013 pequenas regi\u00f5es do DNA, que variam de um indiv\u00edduo para outro \u2013 para obter uma assinatura gen\u00e9tica (gen\u00f3tipo) de cada uma delas.<\/p>\n<p>Por meio de mapas de alta resolu\u00e7\u00e3o da cobertura florestal e eleva\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o do Canal do Panam\u00e1, al\u00e9m de ferramentas de gen\u00e9tica da paisagem, eles avaliaram a influ\u00eancia de fatores como a dist\u00e2ncia geogr\u00e1fica, a altitude e o desmatamento sobre a estrutura e a diversidade gen\u00e9tica dessas popula\u00e7\u00f5es de \u00e1rvores.<\/p>\n<p>Os resultados das an\u00e1lises estat\u00edsticas indicaram que a diferencia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica dessa esp\u00e9cie de \u00e1rvore que geralmente coloniza clareiras, \u00e1reas ciliares e encostas expostas, aumentou significativamente de acordo com a altitude e a dist\u00e2ncia geogr\u00e1fica entre as popula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cIsso quer dizer que, quanto mais afastadas, mais diferenciadas geneticamente s\u00e3o as popula\u00e7\u00f5es dessa esp\u00e9cie de planta, e quanto mais pr\u00f3ximas, mais parecidas s\u00e3o geneticamente. Esse padr\u00e3o, chamado de isolamento por dist\u00e2ncia, \u00e9 esperado para a maioria das popula\u00e7\u00f5es de plantas\u201d, afirmou Jaff\u00e9.<\/p>\n<p>As an\u00e1lises tamb\u00e9m indicaram que a\u00a0<em>Miconia affinis<\/em>\u00a0apresenta n\u00edveis mais elevados de diversidade gen\u00e9tica intrapopulacional e menores n\u00edveis entre popula\u00e7\u00f5es do que muitas esp\u00e9cies de plantas pioneiras.<\/p>\n<p>Curiosamente, o n\u00edvel de diferencia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica entre popula\u00e7\u00f5es da planta, que, no Brasil, ocorre na Mata Atl\u00e2ntica, Cerrado e na Amaz\u00f4nia, foi menor do que a m\u00e9dia relatada para \u00e1rvores tropicais, mas semelhante ao de esp\u00e9cies tropicais pioneiras com dispers\u00e3o mediada pelo vento, apontaram os pesquisadores.<\/p>\n<p>\u201cEsse alto n\u00edvel de diversidade gen\u00e9tica e baixo n\u00edvel de diferencia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica entre as popula\u00e7\u00f5es da planta \u00e9 devido, provavelmente, \u00e0 propens\u00e3o das esp\u00e9cies para colonizar paisagens recentemente desmatadas, levando a um aumento na conectividade entre as popula\u00e7\u00f5es em toda a regi\u00e3o\u201d, estimam os pesquisadores.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.revistaecologico.com.br\/esite\/kcfinder\/upload\/images\/regiao-do-canal-do-panama-dominiopublico.jpg\" alt=\"\" width=\"638\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p><em>Regi\u00e3o do Canal do Panam\u00e1: local que \u00e9 um hotspot de biodiversidade global, perdeu em torno de 30% das suas florestas nos \u00faltimos 50 anos &#8211; Imagem: Dom\u00ednio P\u00fablico<\/em><\/p>\n<p><strong>Efeito da altitude<\/strong><\/p>\n<p>Os pesquisadores tamb\u00e9m constataram que a eleva\u00e7\u00e3o influencia a diferencia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica em popula\u00e7\u00f5es da planta.<\/p>\n<p>As popula\u00e7\u00f5es da planta localizadas em pontos mais altos eram geneticamente mais diferenciadas do que as situadas em lugares com altitude menor, independentemente da dist\u00e2ncia que as separam, afirmou Jaff\u00e9.<\/p>\n<p>\u201cUma das raz\u00f5es para isso \u00e9 que a temperatura mais baixa e a maior precipita\u00e7\u00e3o em locais de alta altitude, em compara\u00e7\u00e3o com locais de baixa altitude, podem afetar o trabalho dos polinizadores e dos dispersores de sementes dessa esp\u00e9cie de planta\u201d, explicou o pesquisador.<\/p>\n<p>A\u00a0<em>Miconia affinis<\/em>\u00a0\u00e9 visitada por uma grande diversidade de abelhas sociais e solit\u00e1rias, e as sementes de seus frutos s\u00e3o dispersas por uma variedade de esp\u00e9cies de p\u00e1ssaros, morcegos e macacos.<\/p>\n<p>A temperatura mais baixa e a maior precipita\u00e7\u00e3o em locais mais elevados podem afetar as condi\u00e7\u00f5es de voo dos insetos e diminuir a abund\u00e2ncia de polinizadores nessas regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Temperatura e precipita\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m fazem com que a flora\u00e7\u00e3o das plantas aconte\u00e7a antes da que ocorre em locais com mais baixas altitudes, apontou o pesquisador.<\/p>\n<p>\u201cIsso faz com que os polinizadores fiquem s\u00f3 no lugar onde ocorre a flora\u00e7\u00e3o primeiro e que n\u00e3o visitem as popula\u00e7\u00f5es de plantas localizadas em locais mais baixos, onde ainda n\u00e3o h\u00e1 flor. E essa diferen\u00e7a na fenologia\u00a0<em>[flora\u00e7\u00e3o das plantas]<\/em>\u00a0pode influenciar suas estruturas gen\u00e9ticas\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Os pesquisadores n\u00e3o encontraram evid\u00eancias do efeito do desmatamento sobre a diferencia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de popula\u00e7\u00f5es da planta.<\/p>\n<p>Uma das hip\u00f3teses levantadas por eles \u00e9 que a alta capacidade de dispers\u00e3o e coloniza\u00e7\u00e3o dessa esp\u00e9cie de planta promove o fluxo de genes da \u00e1rvore em toda a regi\u00e3o do Canal do Panam\u00e1, independentemente da cobertura florestal.<\/p>\n<p>\u201cAs popula\u00e7\u00f5es dessa esp\u00e9cie de planta conseguem manter fluxo gen\u00e9tico mesmo atrav\u00e9s de \u00e1reas desmatadas\u201d, disse Jaff\u00e9. \u201cOs polinizadores e dispersores de sementes conseguem visitar as plantas, atravessar \u00e1reas desmatadas e polinizar as plantas de popula\u00e7\u00f5es situadas em outros locais\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Os pesquisadores tamb\u00e9m observaram que essa esp\u00e9cie de planta, que vive, em m\u00e9dia, 64,3 anos, e gera sementes pela primeira vez em seis anos, tamb\u00e9m em m\u00e9dia, \u00e9 capaz de manter alta diversidade gen\u00e9tica, independentemente da quantidade de floresta que a circunda.<\/p>\n<p>\u201cEsse conjunto de caracter\u00edsticas torna a\u00a0<em>Miconia affinis<\/em>\u00a0uma \u00f3tima candidata para ser usada em programas de reflorestamento\u201d, disse Jaff\u00e9.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0<em>\u201cElevation, not deforestation, promotes genetic differentiation in a pioneer tropical tree\u201d<\/em>\u00a0(doi: 10.1371\/journal.pone.0156694), de Jaff\u00e9 e outros, pode ser lido na revista\u00a0<em>PLoS One<\/em>\u00a0em\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/journals.plos.org\/plosone\/article?id=10.1371\/journal.pone.0156694#sec010\" target=\"_blank\">journals.plos.org\/plosone\/article?id=10.1371\/journal.pone.0156694#sec010<\/a><\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As esp\u00e9cies de \u00e1rvores nativas pioneiras \u2013 que t\u00eam capacidade de colonizar ambientes degradados em<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":45597,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/arvore_nativa.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"As esp\u00e9cies de \u00e1rvores nativas pioneiras \u2013 que t\u00eam capacidade de colonizar ambientes degradados em","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45596"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45596"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45596\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/45597"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45596"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=45596"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=45596"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}