{"id":45525,"date":"2016-07-12T10:00:24","date_gmt":"2016-07-12T13:00:24","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=45525"},"modified":"2016-07-12T07:22:58","modified_gmt":"2016-07-12T10:22:58","slug":"aumentam-as-evidencias-de-que-pernilongo-tambem-pode-transmitir-zika","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/aumentam-as-evidencias-de-que-pernilongo-tambem-pode-transmitir-zika\/","title":{"rendered":"Aumentam as evid\u00eancias de que pernilongo comum tamb\u00e9m pode transmitir Zika"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-45526\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O mosquito <i>Aedes aegypti<\/i> tem sido apontado como o principal vetor do v\u00edrus Zika, que, estima-se, infectou at\u00e9 junho 49 mil pessoas dentre 139 mil casos notificados no Brasil, e causou o nascimento de 1,6 mil crian\u00e7as com microcefalia em 582 munic\u00edpios.<\/p>\n<p>Mas, al\u00e9m do <i>Aedes aegypti<\/i>, o Zika tamb\u00e9m pode ter outros vetores, como o mosquito <i>Culex quinquefasciatus<\/i>, conhecido popularmente como pernilongo ou muri\u00e7oca, sobre o qual crescem as evid\u00eancias de que pode estar envolvido na emerg\u00eancia do v\u00edrus no pa\u00eds.<\/p>\n<p>O alerta foi feito por Const\u00e2ncia Fl\u00e1via Junqueira Ayres Lopes, pesquisadora do Instituto Aggeu Magalh\u00e3es (IAM) da Fiocruz em Recife, Pernambuco, em uma mesa-redonda sobre \u201cO mosquito, o v\u00edrus e o que temos para combat\u00ea-los\u201d, durante a 68\u00aa Reuni\u00e3o da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC), que ocorre at\u00e9 o pr\u00f3ximo s\u00e1bado (09\/07), no campus de Porto Seguro da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 s\u00e9rias d\u00favidas se o <i>Aedes aegypti<\/i> \u00e9 um vetor exclusivo do v\u00edrus Zika\u201d, disse Lopes. \u201cEm ambientes silvestres v\u00e1rias esp\u00e9cies de <i>Aedes<\/i> est\u00e3o implicadas no processo de transmiss\u00e3o. Por que em ambientes urbanos somente uma esp\u00e9cie estaria envolvida?\u201d, questionou.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora, o mosquito <i>Aedes aegypti<\/i> come\u00e7ou a ser incriminado como vetor do v\u00edrus Zika em1947, quando foi encontrado em uma floresta com nome hom\u00f4nimo em Uganda, na \u00c1frica, por pesquisadores financiados pelo Instituto Rockefeller, dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Os pesquisadores estavam tentando isolar o v\u00edrus da febre amarela e, para isso, estudaram mosquitos de esp\u00e9cies de <i>Aedes<\/i>, velhos conhecidos como transmissores da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Ao analisar o material coletado, eles observaram que o v\u00edrus que isolaram era diferente e o batizaram de Zika em homenagem \u00e0 floresta onde foi descoberto.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, diversos outros isolamentos do v\u00edrus Zika foram feitos a partir de diferentes esp\u00e9cies de <i>Aedes<\/i>, como o <i>Aedes africanus<\/i>, contou a pesquisadora.<\/p>\n<p>Em 1966, quando houve a primeira emerg\u00eancia do v\u00edrus Zika, na Mal\u00e1sia, foram analisados in\u00fameros <i>pools<\/i> de mosquito no pa\u00eds asi\u00e1tico e identificado apenas um como <i>Aedes aegypti<\/i>.<\/p>\n<p>J\u00e1 nas epidemias mais recentes do v\u00edrus Zika, como em 2007, na Micron\u00e9sia, na regi\u00e3o do Pac\u00edfico, quando cerca de 70% da popula\u00e7\u00e3o da ilha de Yap, com popula\u00e7\u00e3o de 7,3 mil pessoas, foi infectada, n\u00e3o foi encontrado nenhum <i>pool<\/i> de <i>Aedes aegypti<\/i>, afirmou a pesquisadora.<\/p>\n<p>\u201cNa verdade, h\u00e1 pouqu\u00edssimos mosquitos <i>Aedes aegypti<\/i> na Micron\u00e9sia. H\u00e1 outras esp\u00e9cies de <i>Aedes<\/i> na regi\u00e3o, mas o <i>Aedes aegypti<\/i> \u00e9 muito raro na maioria das ilhas e completamente ausente nas ilhas onde houve uma grande ocorr\u00eancia de casos de infec\u00e7\u00e3o pelo Zika v\u00edrus\u201d, disse.<\/p>\n<p>Quando ocorreu a epidemia, Lopes entrou em contato com pesquisadores da regi\u00e3o a fim de saber qual era a esp\u00e9cie de mosquito mais abundante por l\u00e1. A resposta dos pesquisadores foi o <i>Culex quinquefasciatus<\/i>, que n\u00e3o tinha sido investigado como um vetor do v\u00edrus Zika.<\/p>\n<p>\u201cA quest\u00e3o \u00e9 que todo mundo que estudou a circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus Zika antes s\u00f3 olhou para as esp\u00e9cies de <i>Aedes<\/i>. Como esses mosquitos j\u00e1 s\u00e3o conhecidos como vetores de dengue, chikungunya e febre amarela, por que n\u00e3o seriam tamb\u00e9m do Zika?\u201d, explicou Lopes.<\/p>\n<p>No in\u00edcio da emerg\u00eancia do Zika no Brasil, a pesquisadora decidiu investigar se o <i>Culex quinquefasciatus<\/i> tamb\u00e9m poderia transmitir o v\u00edrus. O mosquito \u00e9 20% mais abundante do que o <i>Aedes aegypti<\/i> no ambiente urbano e \u00e9 vetor de outros arbov\u00edrus (transmitidos essencialmente por artr\u00f3podes), como o do Oeste do Nilo e da encefalite japonesa, que s\u00e3o pr\u00f3ximos do v\u00edrus Zika.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, come\u00e7ou a chamar a aten\u00e7\u00e3o da comunidade cient\u00edfica e da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), por meio de cartas publicadas em revistas como <i>Lancet<\/i>, sobre a urg\u00eancia e a necessidade de se investigar outras esp\u00e9cies de mosquito que tamb\u00e9m podem ser vetores do v\u00edrus Zika, e n\u00e3o apenas o <i>Aedes aegypti<\/i> .<\/p>\n<p>\u201cAt\u00e9 ent\u00e3o, infelizmente, a comunidade cient\u00edfica e a OMS estavam focando s\u00f3 o <i>Aedes aegypti<\/i> e todo o combate ao v\u00edrus Zika foi voltado exclusivamente para essa esp\u00e9cie de mosquito, negligenciando uma s\u00e9rie de outras, como o <i>Culex quinquefasciatus<\/i>\u201d, afirmou Lopes.<\/p>\n<p>Os resultados dos ensaios realizados pelos pesquisadores, em que foram infectados, em laborat\u00f3rio, mosquitos <i>Culex quinquefasciatus<\/i> e <i>Aedes aegypti<\/i> com Zika para comparar suas capacidades de transmitir o v\u00edrus, indicaram que o desempenho das duas esp\u00e9cies \u00e9 muito semelhante.<\/p>\n<p>Os pesquisadores conseguiram observar a presen\u00e7a do v\u00edrus Zika na gl\u00e2ndula salivar dos mosquitos <i>Culex quinquefasciatus<\/i> e <i>Aedes aegypti<\/i> tr\u00eas dias ap\u00f3s infectados.<\/p>\n<p>\u201cEsse ciclo \u00e9 menor do que o do v\u00edrus da dengue, que leva entre 10 a 15 dias para vencer as barreiras de resist\u00eancia e chegar \u00e0 gl\u00e2ndula salivar dos mosquitos. O pico de surgimento do v\u00edrus Zika na gl\u00e2ndula salivar dos insetos ocorre sete dias ap\u00f3s serem infectados\u201d, detalhou Lopes.<\/p>\n<p>A fim de verificar se o v\u00edrus Zika era capaz de sair da gl\u00e2ndula salivar e ser encontrado na saliva dos mosquitos, os pesquisadores realizaram um teste em que expuseram os insetos a um papel filtro coberto com mel e um antibi\u00f3tico.<\/p>\n<p>Ao se alimentar do mel, os mosquitos depositavam saliva no papel filtro, que era coletada e dela extra\u00eddo o RNA.<\/p>\n<p>O resultado do ensaio, em vias de ser publicado, aponta que o Zika est\u00e1 presente e com carga semelhante na saliva dos mosquitos <i>Culex quinquefasciatus<\/i> e <i>Aedes aegypti<\/i>.<\/p>\n<p>\u201cComo o <i>Culex quinquefasciatus<\/i> \u00e9 mais abundante no ambiente urbano do que o <i>Aedes aegypti<\/i>, queremos saber agora qual tem maior import\u00e2ncia no papel de transmiss\u00e3o do v\u00edrus Zika\u201d, disse Lopes.<\/p>\n<p>Os resultados dos estudos realizados pelos pesquisadores da Fiocruz foram apresentados \u00e0 OMS, que recomendou \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana da Sa\u00fade (Opas) que outras esp\u00e9cies de mosquitos \u2013 principalmente o <i>Culex quinquefasciatus<\/i> \u2013 fossem investigados em regi\u00f5es com casos registrados de infec\u00e7\u00e3o por v\u00edrus Zika no mundo.<\/p>\n<p><b>Mudan\u00e7a na forma de controle<\/b><\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o de Lopes, uma das implica\u00e7\u00f5es de ter outras esp\u00e9cies envolvidas na transmiss\u00e3o do v\u00edrus Zika, caso seja comprovado, \u00e9 que mudar\u00e1 drasticamente a forma de controle da infec\u00e7\u00e3o, que hoje est\u00e1 focada exclusivamente no <i>Aedes aegypti<\/i>.<\/p>\n<p>Os h\u00e1bitos do <i>Aedes aegypti<\/i> s\u00e3o bastante diferentes dos do <i>Culex quinquefasciatus<\/i>, ressaltou.<\/p>\n<p>Enquanto o <i>Aedes aegypti<\/i> pica durante o dia, o <i>Culex quinquefasciatus<\/i> pica durante a noite. Isso deve provocar uma mudan\u00e7a de h\u00e1bito das pessoas \u2013 especialmente as gr\u00e1vidas \u2013 que est\u00e3o tomando medidas de prote\u00e7\u00e3o contra a picada, como o uso de repelentes, somente durante o dia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, enquanto o <i>Aedes aegypti<\/i> tem prefer\u00eancia por colocar ovos em \u00e1gua parada, de chuva, o <i>Culex quinquefasciatus<\/i> gosta de colocar seus ovos em \u00e1gua extremamente polu\u00edda, como a de esgoto e de fossa. \u201cIsso ir\u00e1 requerer um investimento na melhoria das condi\u00e7\u00f5es de saneamento no pa\u00eds, que \u00e9 um problema hist\u00f3rico\u201d, avaliou a pesquisadora.<\/p>\n<p>O controle do <i>Culex quinquefasciatus<\/i>, contudo, deve ser mais f\u00e1cil do que o do <i>Aedes aegypti<\/i>, estimou Lopes.<\/p>\n<p>Enquanto a f\u00eamea do <i>Aedes aegypti<\/i> prefere depositar seus ovos de forma distribu\u00edda para garantir que sua prole tenha maiores chances de sobreviv\u00eancia, a f\u00eamea do mosquito <i>Culex quinquefasciatus<\/i> deposita seus ovos em um \u00fanico lugar.<\/p>\n<p>\u201cOs criadouros do <i>Culex quinquefasciatus<\/i> s\u00e3o mais concentrados e t\u00eam um alto n\u00edvel de infesta\u00e7\u00e3o, enquanto os do <i>Aedes aegypti<\/i> s\u00e3o mais distribu\u00eddos\u201d, comparou a pesquisadora.<\/p>\n<p>\u201cA chance de sucesso de um programa de controle de <i>Culex quinquefasciatus<\/i> \u00e9 muito maior do que o de <i>Aedes aegypti<\/i>. Prova disso \u00e9 que at\u00e9 hoje n\u00e3o h\u00e1 um controle efetivo da dengue no Brasil\u201d, avaliou.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora, Recife \u2013 a cidade considerada o epicentro da epidemia do v\u00edrus Zika no Brasil \u2013 \u00e9 a \u00fanica no pa\u00eds onde h\u00e1 incid\u00eancia de filariose \u2013 uma doen\u00e7a parasit\u00e1ria cr\u00f4nica causada por vermes nematoides (as fil\u00e1rias). O parasita \u00e9 transmitido pelo mosquito <i>Culex quinquefasciatus<\/i>, que \u00e9 o vetor exclusivo.<\/p>\n<p>Um trabalho realizado por colegas dela na Fiocruz de Recife identificou que os casos de microcefalia registrados na cidade ocorreram exatamente em regi\u00f5es onde tamb\u00e9m foram notificados casos de filariose.<\/p>\n<p>\u201cCerca de 85% das m\u00e3es que tiveram beb\u00eas com microcefalia vivem em \u00e1reas onde foram registrados casos de filariose\u201d, afirmou Lopes.<\/p>\n<p>Algumas das caracter\u00edsticas das regi\u00f5es onde moram essas m\u00e3es s\u00e3o as baixas condi\u00e7\u00f5es de saneamento b\u00e1sico, com esgoto a c\u00e9u aberto.<\/p>\n<p>\u201cSe o v\u00edrus Zika fosse transmitido exclusivamente por <i>Aedes aegypti<\/i> seria uma doen\u00e7a democr\u00e1tica, como a dengue \u00e9. Todo mundo pega, e n\u00e3o somente as pessoas que est\u00e3o extremamente expostas a picadas e \u00e0 transmiss\u00e3o do v\u00edrus\u201d, avaliou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mosquito Aedes aegypti tem sido apontado como o principal vetor do v\u00edrus Zika, que,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":45526,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dengue.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O mosquito Aedes aegypti tem sido apontado como o principal vetor do v\u00edrus Zika, que,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45525"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45525"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45525\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/45526"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45525"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=45525"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=45525"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}